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sua mochila está vazia

      Tag: praias paradisíacas

    • uma praia pra chamar de sua!

      Daí que quando a gente pensa que já conheceu todas as praias do Ceará, surge o Preá, um pedaço de areia cercado de mar, vento e coqueiros. O Preá fica pertinho de Jeri, mas ao contrário da vila vizinha que cresceu e apareceu, nosso paraíso  aqui continua perdido e off do roteiro turístico.

      Sem barracas, restaurantes, lojas, e com uma beleza selvagem. Pra viver a natureza de todas as formas, e só. Simples assim!

      Uma praia pra chamar de sua, e ainda por cima com lagoas! Pois é, ali do ladinho da Praia do Preá, ficam as lagoas Azul e do Paraíso. Formadas pela água da chuva que se acumula entre as dunas, as lagoas são uma versão (bem) reduzida dos Lençóis Maranhenses. Água doce, morna, cristalina, e uma rede pra relaxar.

      E tem mais.  O Preá também é o pico do kite, com ventos perfeitos que sopram durante 8 meses redondos do ano. E o mais legal é que, apesar do mar ser profissa, o clima é alto astral e mesmo quem tem habilidade zero fica à vontade pra praticar.

      A escola de kite de lá é a Rancho do Kite, capitaneada pelo Mosquito e pela Vanessa, e  classificada pela IKO como uma das melhores da área. Bastam algumas horas de aula a gente já consegue deslizar no mar. Super indicamos!

      Abrindo um parênteses pra Wanderson, instrutor do Rancho do Kite: olha só o que ele aprontou na Duna de Jeri. Dá o play e assiste até o fim, porque vale à pena!

      http://www.youtube.com/watch?v=OHOTx_yjndY&feature=youtu.be

      Então já sabem, ano novo, férias de janeiro, abril, junho, quando for, é no Preá. Toca pra lá que vale conhecer.

      ONDE FICAR: a Pousada Rancho do Peixe (a mesma da foto dos bangalôs lá de cima) é a mais bacana e tem um conceito verde. Ela foi construída numa fazenda do coqueiros, sem derrubar nenhuma árvore. Os bangalôs ultra charmosos fazem a linha rústico chique e ainda tem transfer de ida e volta pra Jeri. Olha o Facebook deles aqui.

      COMO CHEGAR: Tem que ir até Fortaleza, e de lá pegar um transfer pro Preá, num esquema que normalmente é organizado pelas pousadas. São quatro horas de carro do aeroporto até a praia. Outra opção é ir de ônibus de Fortaleza até Jijoca, e lá pegar uma jardineira.

      KIT PRIMEIRO SOCORROS: Repelente e protetor 90. Sério, o sol é muito forte.

      PÓS-PRAIA: o Bar da Praia, barzinho pé na areia da galera do kite, super bacaninha e na linha do vento. É perfeito pra tomar um drinque no fim da tarde curtindo um som.

      O QUE LEVAR: Sua Havaiana preferida e muita felicidade!

      Mais alguém além da gente com as malas prontas? 😉

      29.11.12
    • o último paraíso

      A dica do mochilão de hoje é pra quem curte expedições com doses concentradas de beleza: Raja Ampat, na Indonésia, West Papua. Claro que chegar lá não é nada fácil, o que não é surpresa nenhuma levando em conta o naipe do lugar…

      São 40 horas de avião até Jacarta, outras seis pra Sarong, e mais meia dúzia de barco. Mas a ideia de estar em um lugar tão insólito como remoto quanto este é um dos grandes baratos da trip.

      Afinal, ter várias ilhas pra chamar de sua no ponto do oceano mais rico em biodiversidade não é pra qualquer um 🙂

      Raja Ampat fica no coração do que se chama o triângulo dos corais, entre a Indonésia, Filipinas e Papua Nova Guiné, e é conhecida como a última fronteira do mergulho. Adivinha por quê?

      Embaixo d’água, é um espetáculo de raias-jamantas, cardumes multicoloridos, anêmonas. E tudo é tão perfeito que a temperatura da água é de 29 graus.

      Ah, mais uma curiosidade: Raja Ampat também é conhecida como o último paraíso da Terra. Se for, a gente topa. Afinal, quem precisa de outro?

      COMO É: Raja Ampat é formada por quatro ilhas principais: Misool, Salawati, Batanta e Waigeo, e mais de 1500 pequenos ilhas e bancos de areia.

      COMO CHEGAR: a maneira mais fácil pra chegar a Raja Ampat é voar pra Sorong via Jacarta. A Express Air tem voos diários de um ponto ao outro.

      O QUE FAZER: Snorkeling já é uma ótima pedida, e nos corais perto das margens a visão já é espetacular. Mas quem curte o mundo subaquático não pode sair de lá sem mergulhar de cilindro.

      ONDE FICAR: No Misool Eco Resort, com cabanas em cima d’água e uma cozinha de primeira.

      PONTOS DE MERGULHO: São vários, mas os melhore são Kuburan Reef, Cape Mansur, Blue Magic, Mios Kan, Sleeping Barracuda, Mantas Saudy.

      02.05.12
    • a praia que é um milagre

      Quem não ama  pedaços de areia e mar paradisíacos que nunca recebem excursões e ônibus de turismo. Pra quem tá aí se perguntando se esse pedaço existe, a resposta é São Miguel dos Milagres, em Alagoas.

      Apesar de ficar perto de Maceió, São Miguel tem um dos litorais mais preservados do estado. A nossa colaboradora Gabi Temer esteve por lá e atesta: o mar é verde-clarinho, morno e sem ondas, e ainda é protegido por recifes de corais. Delícia, né?

      Pra entender a vibe, é o seguinte: São Miguel fica na rota ecológica de Alagoas, que reúne outras praias incríveis como a do Patacho, do Riacho, Toque e Tatuamunha.

      Nenhuma tem núcleos urbanos desenvolvidos e pra ir de uma à outra pela areia só mesmo andando. As praias desse pedaço não são ligadas por estradas litorâneas, e é esse o motivo de serem tão preservadas e protegidas.

      O clima é pé no chão, com pousadas deliciosamente charmosas. Esqueça noitadas, e prepare-se pra acordar cedo e curtir a natureza. Uma boa é se ligar na maré antes de programar a viagem, e tentar ir numa época em que a baixa seja durante o dia.

      Assim você vai conseguir fazer o passeio de jangada motorizada até as piscinas naturais e passar horas mergulhando de snorkel. As piscinas de Toque são as melhores, mas tem a opção de Maragogi também. É mais cheio, mas é lindo.

      MAIS PRA FAZER:  Bem pertinho de São Miguel, vale conhecer os pequenos povoados do Toque e Porto da Rua, que têm algumas casas coloniais coloridinhas, lojas de artesanato e simpatia de sobra.

      Outro programa bacana é fazer o passeio pelo Rio Tatuamunha pra observar peixes-boi marinhos que estão sendo reintroduzidos pelo Ibama em seu habitat natural.

      COMO CHEGAR: Saindo de Maceió pela AL-101, siga até  Barra de Santo Antônio e, após atravessar São Luís do Quitunde, deixe a rodovia e vire à direita em direção a Passo de Camaragibe e Barra de Camaragibe. São Miguel dos Milagres está logo ali, a 11 km.

      ONDE FICAR:Pousada da Amendoeira (da foto aí em cima) é uma graça, e tem diárias que ficam em torno de R$300 na baixa estação com café e almoço.

      Tudo bem que todo mundo acabou de voltar de um super feriado. Mas já não dá vontade de arrumar as malas de novo? 😉

      27.02.12
    • espelho, espelho meu…

      Quer saber qual praia vai brilhar nesse verão? Pode apontar sua bússola pro sul da Bahia, e zarpar pro Espelho. A Gabi Temer, setorista do nosso Mochilão, deu um pulo lá e conferiu: a praia é um dos trechos de areia mais lindos da costa do dendê.

      Pra começar, o Espelho é uma pérola rara. Tem apenas quatro hotéis, todos incríveis e com pouquíssimos quartos, com um clima tipo Grécia desembarcando na Bahia.

      Fora isso, toda e qualquer mobília de plástico foi banida das areias. Por lá, só há espaço pra madeiras, palhas naturais, tecidos, xitas e pufes gigantes. Deu vontade? Então anote as nossas dicas.

      QUANDO IR: o grande barato do Espelho são as piscinas de corais, que só aparecem quando o mar baixa. Portanto, programe-se pelas tábuas de maré. Aqui tem uma, e a referência pro Espelho é o Porto de Ilhéus.

      ONDE FICAR: A Fazenda Calá é a top de linha, e bem cara. A Pousada Enseada do Espelho é um pouco mais em conta, e muito charmosa também.

      DIVINOS PECADOS: Não deixe de provar a moqueca do Bar do Baiano (é divina, e protegida por todos os santos). E depois aproveite pra esticar num dos dosséis do jardim. Vá também ao Restaurante da Silvinha. Só não esqueça de reservar, porque ela tem pouquíssimos lugares.

      01.12.11
    • tinha uma ilha no meio do caminho

      Uma não, três! E bem do ladinho de Bali. Não tão povoadas, não tão tomadas por hotéis e resorts, as Gili Air, Meno e Trawangan são uma caixinha de jóias na Indonésia e é lá que o nosso mochilão de hoje desembarca.

      As Gili são, pra muita gente, como Bali antes da invasão do turismo. Mais vazias, sem carros e motos, cercadas por uma franja de corais, com praias de areia branca e águas cristalinas.

      E ainda tem a  vista dos vulcões e montanhas de Bali e Lombok emoldurando a paisagem. Pra melhorar ainda mais (!), fazem a linha pra-todos-os-gostos, do tipo: alguma Gili vai sempre fazer a sua cabeça.

      Trawangan é a maior das três, e mais festiva, com barzinhos e uma baladinha zen-noturna. Gili Meno é calmaria total, e a Air é algo como entre uma e outra. E o melhor é que pra circular é super fácil: há barcos de sobra fazendo a ligação entre elas.

      E aí, partiu?

      COMO CHEGAR: Os barcos partem de Bali pra Lombok, e de lá pras Gili. Uma boa opção é pegar os chamados fast boats, que não fazem escala em Lombok. A viagem dura cerca de quatro horas. Um alerta é pegar barcos de agências, e prestar sempre atenção à lotação.

      COMO CIRCULAR: As ilhas Gili são planas, e dá pra circular no interior delas de bike. Outras alternativas são as carroças.

      QUANDO IR: Na estação das secas, que vai de abril a outubro. Mas o ideal mesmo é fugir da alta estação (julho e agosto), quando os preços triplicam.

      ONDE FICAR: A Vila Ombak Hotel, em Trawangan, é uma ótima opção. Fica na praia e não é cara. O Ombak Sunset também é bem legal, e consegue ser ainda mais barato.

      VISTO: O visto pra Indonésia é de até um mês e pode ser obtido ao chegar no aeroporto de Bali (Denpasar). Basta ter um passaporte com validade de no mínimo seis meses, passagem de volta e pagar uma taxa de permanência, que varia de acordo com o tempo de estadia.

      27.10.11
    • roteiro secreto

      E nesta coleção, nosso “mochilão” vai trazer roteiros pra sentir o clima das tribos de Ximbuktu. Hoje é pra quem quer sentir a brisa paradisíaca da Iarabi, bem naquela onda ‘Lagoa Azul”, sabe?

      Se você pensou numa rota tipo Grécia, Noronha, Tunísia, errou. Mas tudo bem, porque esse roteiro é daqueles secretíssimos, que pouca gente conhece (então não espalha!). Chama-se Cabo de Gato Níjar, e fica na Espanha, quase chegando no Marrocos.

      É um parque natural terrestre e marinho, onde rolam aqueles encontros solares da natureza. Aqui foi entre o azul intenso do mar mediterrâneo e o cinza árido de lavras vulcânicas que secaram há milhares de anos. O resultado? As imagens dizem mais que as palavras…

      O SEU ROAD MAP: As duas cidades mais perto de Cabo de Gato são Almería e Níjar. A primeira é uma cidade de porte médio com mais infra; a segunda é um pueblo de casas brancas. Mas para quem pretende explorar Cabo de Gato e suas praias (são 200 quilômetros de costa protegida!), o ideal é ficar hospedado no parque, já que o trajeto até as duas cidades demora cerca de uma hora.

      ONDE FICAR: Alugar uma casa é uma saída mais em conta para quem vai ficar muitos dias. Aqui e aqui você encontra muitas (e boas) opções. Agora, para uma estada mediterrânea clássica, pode ir na certa no La Almendra y el Gitano. Ou então no Los Patios .  E é bom ter em conta que a vasta maioria das praias é deserta. As povoadas são San José, Las Negras e Rodalquillar (leve isso em conta quando for escolher seu QG central).

      AS BOAS: O Playazo de Rodalquillar (o da foto que abre esse post), rodeado de rochas brancas, é imperdível. A Cala de en Medio parece uma praia na lua de tão surreal que é a paisagem. Linda de morrer. E tem a Cala de La Vela Branca que, apesar do nome, é cercada morros vermelhos. A Playa Agua Amarga tem um pueblo que é uma graça, e andando um pouco chega-se a uma praiota deserta linda. Idem sobre a Playa San José. E para quem curte andar, tem a Cala San Pedro, com um manancial de água doce. Mas tem que gostar messsssmo de andar.

      Então, partiu?

      19.07.10