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      Tag: orgânicos

    • Nossa feira orgânica

      Imagina um dia de sol e aquela vontade boa de fazer um almoço com alimentos fresquinhos e orgânicos pra família. A gente pensa logo em ir a uma feira que esteja rolando pelo bairro ou pela cidade, né? A gente ama tanto que pensamos em trazer aqui pra dentro, no nosso jardim, uma feira orgânica pra chamar de nossa! 

      Quem é do Rio ou vem visitar a cidade, já deve ter descoberto uma das feiras xodós que fazem parte do Circuito Carioca de Feiras Orgânicas, são 21 espalhadas por vários bairros. E agora, vai rolar uma especialmente pro nosso time do escritório, na próxima semana! A galera vai poder levar pra casa frutas, verduras, legumes e produtinhos sem agrotóxicos e com muito amor!

      A gente bateu um papo com o Marcos Melo, gestor do Circuito Carioca de Feiras Orgânicas e diretor da Essência Vital que é responsável por 8 feiras do circuito, pra contar porque é tão bom e saudável fazer parte desse movimento!

      Marcos, conta pra gente, como surgiu a ideia das feiras orgânicas no Rio?

      O movimento pela criação de feiras orgânicas no Rio vem das décadas de 70 e 80 com o esforço de grupos ecologistas que iniciaram a produção orgânica na região serrana. Através de organizações de agricultores, agrônomos e moradores do campo e da cidade surgiu a primeira feira orgânica no Rio em 1994, na Glória.
      Mas foi só em 2010, com a chegada da feira orgânica do Bairro Peixoto, em Copacabana, que o chamado Circuito Carioca de Feiras Orgânicas (CCFO) tomou forma com o apoio da Prefeitura enquanto projeto oficial de política pública por meio de um decreto municipal.

      O Circuito permitiu o desenvolvimento de uma tecnologia social que pode ser replicada em diversos lugares, com regras específicas pro funcionamento e comercialização dos alimentos orgânicos. Um projeto único no Brasil!
      Hoje o Circuito possui 21 feiras orgânicas, com quatro organizações gestoras e está ligado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação (SMDEI), da Prefeitura do Rio.

      E além das feiras orgânicas do Circuito, essas organizações gestoras realizam projetos especiais e pontuais em ambientes privados como shoppings, empresas – a FARM <3, e eventos com forma de abrir novas frentes, criar canais alternativos de venda pros agricultores, ampliar e democratizar o acesso de público e fomentar o setor.

      – Em tempos de agrotóxicos e questões que dificultam o acesso à alimentação saudável, como você percebe o papel das feiras orgânicas?

      Diferente das feiras comuns, as feiras orgânicas têm os agricultores, empreendedores formais e alimentos 100% certificados como livres de agrotóxicos. Isso significa que pra que uma feira possa ser chamada de orgânica são necessários muito cuidados e valores agregados. Isso traz diversos benefícios pra todo mundo!

      Como dito, o Circuito Carioca de Feiras Orgânicas é um projeto de política pública voltado para o apoio e fomento da agricultura familiar dedicada à produção de alimentos orgânicos com certificação. Isso permite a fixação e sustentação socioeconômica dessas famílias no campo. Esse então é um dos primeiros e mais valiosos papéis desempenhados pelas feiras orgânicas: a inclusão e preservação dos nichos familiares no campo. Isso evita o êxodo para as cidades.

      Um segundo papel muito importante é sobre a prioridade da venda direta ao consumidor. Toda a parte de alimentos in natura produzidos localmente é vendida diretamente pelos agricultores e seus familiares, que se deslocam de suas terras nas madrugadas de véspera. Desse modo, nas feiras orgânicas do Circuito não existe a figura do atravessador que predomina nas feiras comuns. Isso também diferencia as feiras orgânicas dos grandes mercados que visam maximização de lucros.

      A venda de alimentos orgânicos in natura e processados vindo de outros estados é limitada nas feiras orgânicas e permitida apenas para um mix de produtos pro consumidor e são realizadas por parceiros microempreendedores formais.

      Todo o trabalho possui uma visão sistêmica. Do cultivo da terra com preservação da biodiversidade sem o uso e contaminação de agrotóxicos até a ponta final com preços mais acessíveis ao consumidor, tudo se diferencia. As feiras orgânicas são nossa esperança de um futuro mais saudável, justo e sustentável, elas são insubstituíveis!

      – Quem ainda não conhece as feiras orgânicas pode se questionar em relação ao preço dos alimentos. Mas a gente sabe que essa conta vira na verdade um investimento em saúde, né? Quais as medidas pra, aos poucos, mudar a consciência da população?

      É importante a gente sempre ter em mente a diferença entre preço e valor. Preço é o que pagamos em moeda pelo alimento. Valor é tudo aquilo que o alimento agrega desde sua semeadura até sua venda ao consumidor. O preço dos alimentos orgânicos é formado por um conjunto expressivo de valores agregados, que não existem nos alimentos comuns. Não há como comparar um alimento cultivado com enormes cuidados ambientais com outros que degradam nosso meio ambiente e envenenam nossas famílias. Existe uma falsa economia com os alimentos convencionais. O custo à saúde com o consumo de alimentos cultivados com agrotóxicos no final é enorme.

      Mas entendemos que a diferença de preços afeta e leva o consumidor a fazer escolhas. O Brasil possui um grave problema de distribuição de riquezas e de renda e isso, sem dúvida, é um fator que dificulta o acesso da população aos alimentos orgânicos que possuem maior qualidade em decorrência dos cuidados e valores que agregam. O maior dos problemas está na renda e não no preço do alimento orgânico. É claro que também existem outros problemas como, por exemplo, falta de escala (pequena produção orgânica no país), alta tributação e especulação por parte de mercados oportunistas, três fatores que elevam o preço final dos orgânicos aos consumidores. Mas nas feiras orgânicas podemos atenuar alguns desses gargalos, melhorar os preços e facilitar o acesso aos orgânicos.

      Ao contrário do que é possível imaginar e diferentemente do que ocorre em grandes mercados, os preços praticados nas feiras orgânicas são mais justos. Diante de tantos esforços para fazermos chegar até a sociedade alimentos com a certificação de uma produção sustentável e puríssima, 100% livre de agrotóxicos, o que se cobra nas feiras é o que o alimento vale. E nas feiras ainda há a possibilidade de conversas e descontos na hora de pagar que não existem nos mercados comuns.

      Todos no setor orgânico tentam realizar um constante trabalho de educação junto à população, mas isso deveria contar com um forte apoio de nossos governantes. Enquanto isso não acontece, as feiras são nossos melhores espaços de diálogo e por meio delas realizamos esse trabalho pedagógico instrucional com a população.

      Com o tempo entenderemos que caro mesmo é consumir alimentos que poluem nossas águas, degradam nossas terras, envenenam nossos agricultores e famílias, geram doenças degenerativas, exterminam nossa biodiversidade e só enriquecem a indústria dos agrotóxicos.

      O alimento orgânico puro, nunca deve ter seu preço percebido como custo, mas como investimento que cuida de nosso meio ambiente e de nossa saúde.

      Consumir alimentos orgânicos é então um cuidado com a nossa saúde e a de quem a gente ama, por isso, não poderíamos deixar de trazer pra dentro da nossa casa que é a FARM, uma feira orgânica especial pra galera de dentro. A expectativa por aqui tá a mil e por aí?

      Estamos muito felizes com a oportunidade dessa parceria! Acreditamos que a FARM esteja fazendo história e dando um grande exemplo de responsabilidade socioambiental e de cuidado com a saúde e bem-estar daqueles que atuam na empresa. Queremos que dê certo e que todos abracem com carinho a feira orgânica para que se torne fixa, um momento de celebração e alegria.

      Vai ser uma felicidade só mesmo! E pra galera de fora… quais os bairros o Circuito ocupa e como saber mais infos sobre esse roteiro?

      Atualmente o Circuito Carioca de Feiras Orgânicas conta com 21 feiras em bairros cariocas. Para ter acesso a lista completa dos endereços é só acessar o mapa de geolocalização. Nossa organização Essência Vital é responsável pela gestão de oito dessas feiras do Circuito, que ocorrem nos bairros Botafogo, Flamengo, Laranjeiras, Urca, Leme, Gávea, Tijuca (Praça Xavier de Brito) e Grajaú. Temos uma página bem bacana no facebook, é só acompanhar a gente por lá!

      Saúde, cuidado e conhecimento andam sempre juntos! Escolhe a feira mais pertinho de você e vai lá experimentar as delícias orgânicas. Já já a gente conta como foi a nossa feira por aqui, fica de olho <3
       

      31.07.18
    • Nossa feira orgânica

      Imagina um dia de sol e aquela vontade boa de fazer um almoço com alimentos fresquinhos e orgânicos pra família. A gente pensa logo em ir a uma feira que esteja rolando pelo bairro ou pela cidade, né? A gente ama tanto que pensamos em trazer aqui pra dentro, no nosso jardim, uma feira orgânica pra chamar de nossa! 

      Quem é do Rio ou vem visitar a cidade, já deve ter descoberto uma das feiras xodós que fazem parte do Circuito Carioca de Feiras Orgânicas, são 21 espalhadas por vários bairros. E agora, vai rolar uma especialmente pro nosso time do escritório, na próxima semana! A galera vai poder levar pra casa frutas, verduras, legumes e produtinhos sem agrotóxicos e com muito amor!

      A gente bateu um papo com o Marcos Melo, gestor do Circuito Carioca de Feiras Orgânicas e diretor da Essência Vital que é responsável por 8 feiras do circuito, pra contar porque é tão bom e saudável fazer parte desse movimento!

      Marcos, conta pra gente, como surgiu a ideia das feiras orgânicas no Rio?

      O movimento pela criação de feiras orgânicas no Rio vem das décadas de 70 e 80 com o esforço de grupos ecologistas que iniciaram a produção orgânica na região serrana. Através de organizações de agricultores, agrônomos e moradores do campo e da cidade surgiu a primeira feira orgânica no Rio em 1994, na Glória.
      Mas foi só em 2010, com a chegada da feira orgânica do Bairro Peixoto, em Copacabana, que o chamado Circuito Carioca de Feiras Orgânicas (CCFO) tomou forma com o apoio da Prefeitura enquanto projeto oficial de política pública por meio de um decreto municipal.

      O Circuito permitiu o desenvolvimento de uma tecnologia social que pode ser replicada em diversos lugares, com regras específicas pro funcionamento e comercialização dos alimentos orgânicos. Um projeto único no Brasil!
      Hoje o Circuito possui 21 feiras orgânicas, com quatro organizações gestoras e está ligado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação (SMDEI), da Prefeitura do Rio.

      E além das feiras orgânicas do Circuito, essas organizações gestoras realizam projetos especiais e pontuais em ambientes privados como shoppings, empresas – a FARM <3, e eventos com forma de abrir novas frentes, criar canais alternativos de venda pros agricultores, ampliar e democratizar o acesso de público e fomentar o setor.

      – Em tempos de agrotóxicos e questões que dificultam o acesso à alimentação saudável, como você percebe o papel das feiras orgânicas?

      Diferente das feiras comuns, as feiras orgânicas têm os agricultores, empreendedores formais e alimentos 100% certificados como livres de agrotóxicos. Isso significa que pra que uma feira possa ser chamada de orgânica são necessários muito cuidados e valores agregados. Isso traz diversos benefícios pra todo mundo!

      Como dito, o Circuito Carioca de Feiras Orgânicas é um projeto de política pública voltado para o apoio e fomento da agricultura familiar dedicada à produção de alimentos orgânicos com certificação. Isso permite a fixação e sustentação socioeconômica dessas famílias no campo. Esse então é um dos primeiros e mais valiosos papéis desempenhados pelas feiras orgânicas: a inclusão e preservação dos nichos familiares no campo. Isso evita o êxodo para as cidades.

      Um segundo papel muito importante é sobre a prioridade da venda direta ao consumidor. Toda a parte de alimentos in natura produzidos localmente é vendida diretamente pelos agricultores e seus familiares, que se deslocam de suas terras nas madrugadas de véspera. Desse modo, nas feiras orgânicas do Circuito não existe a figura do atravessador que predomina nas feiras comuns. Isso também diferencia as feiras orgânicas dos grandes mercados que visam maximização de lucros.

      A venda de alimentos orgânicos in natura e processados vindo de outros estados é limitada nas feiras orgânicas e permitida apenas para um mix de produtos pro consumidor e são realizadas por parceiros microempreendedores formais.

      Todo o trabalho possui uma visão sistêmica. Do cultivo da terra com preservação da biodiversidade sem o uso e contaminação de agrotóxicos até a ponta final com preços mais acessíveis ao consumidor, tudo se diferencia. As feiras orgânicas são nossa esperança de um futuro mais saudável, justo e sustentável, elas são insubstituíveis!

      – Quem ainda não conhece as feiras orgânicas pode se questionar em relação ao preço dos alimentos. Mas a gente sabe que essa conta vira na verdade um investimento em saúde, né? Quais as medidas pra, aos poucos, mudar a consciência da população?

      É importante a gente sempre ter em mente a diferença entre preço e valor. Preço é o que pagamos em moeda pelo alimento. Valor é tudo aquilo que o alimento agrega desde sua semeadura até sua venda ao consumidor. O preço dos alimentos orgânicos é formado por um conjunto expressivo de valores agregados, que não existem nos alimentos comuns. Não há como comparar um alimento cultivado com enormes cuidados ambientais com outros que degradam nosso meio ambiente e envenenam nossas famílias. Existe uma falsa economia com os alimentos convencionais. O custo à saúde com o consumo de alimentos cultivados com agrotóxicos no final é enorme.

      Mas entendemos que a diferença de preços afeta e leva o consumidor a fazer escolhas. O Brasil possui um grave problema de distribuição de riquezas e de renda e isso, sem dúvida, é um fator que dificulta o acesso da população aos alimentos orgânicos que possuem maior qualidade em decorrência dos cuidados e valores que agregam. O maior dos problemas está na renda e não no preço do alimento orgânico. É claro que também existem outros problemas como, por exemplo, falta de escala (pequena produção orgânica no país), alta tributação e especulação por parte de mercados oportunistas, três fatores que elevam o preço final dos orgânicos aos consumidores. Mas nas feiras orgânicas podemos atenuar alguns desses gargalos, melhorar os preços e facilitar o acesso aos orgânicos.

      Ao contrário do que é possível imaginar e diferentemente do que ocorre em grandes mercados, os preços praticados nas feiras orgânicas são mais justos. Diante de tantos esforços para fazermos chegar até a sociedade alimentos com a certificação de uma produção sustentável e puríssima, 100% livre de agrotóxicos, o que se cobra nas feiras é o que o alimento vale. E nas feiras ainda há a possibilidade de conversas e descontos na hora de pagar que não existem nos mercados comuns.

      Todos no setor orgânico tentam realizar um constante trabalho de educação junto à população, mas isso deveria contar com um forte apoio de nossos governantes. Enquanto isso não acontece, as feiras são nossos melhores espaços de diálogo e por meio delas realizamos esse trabalho pedagógico instrucional com a população.

      Com o tempo entenderemos que caro mesmo é consumir alimentos que poluem nossas águas, degradam nossas terras, envenenam nossos agricultores e famílias, geram doenças degenerativas, exterminam nossa biodiversidade e só enriquecem a indústria dos agrotóxicos.

      O alimento orgânico puro, nunca deve ter seu preço percebido como custo, mas como investimento que cuida de nosso meio ambiente e de nossa saúde.

      Consumir alimentos orgânicos é então um cuidado com a nossa saúde e a de quem a gente ama, por isso, não poderíamos deixar de trazer pra dentro da nossa casa que é a FARM, uma feira orgânica especial pra galera de dentro. A expectativa por aqui tá a mil e por aí?

      Estamos muito felizes com a oportunidade dessa parceria! Acreditamos que a FARM esteja fazendo história e dando um grande exemplo de responsabilidade socioambiental e de cuidado com a saúde e bem-estar daqueles que atuam na empresa. Queremos que dê certo e que todos abracem com carinho a feira orgânica para que se torne fixa, um momento de celebração e alegria.

      Vai ser uma felicidade só mesmo! E pra galera de fora… quais os bairros o Circuito ocupa e como saber mais infos sobre esse roteiro?

      Atualmente o Circuito Carioca de Feiras Orgânicas conta com 21 feiras em bairros cariocas. Para ter acesso a lista completa dos endereços é só acessar o mapa de geolocalização. Nossa organização Essência Vital é responsável pela gestão de oito dessas feiras do Circuito, que ocorrem nos bairros Botafogo, Flamengo, Laranjeiras, Urca, Leme, Gávea, Tijuca (Praça Xavier de Brito) e Grajaú. Temos uma página bem bacana no facebook, é só acompanhar a gente por lá!

      Saúde, cuidado e conhecimento andam sempre juntos! Escolhe a feira mais pertinho de você e vai lá experimentar as delícias orgânicas. Já já a gente conta como foi a nossa feira por aqui, fica de olho <3

      31.07.18
    • coisa de raiz

      Não é de hoje que o mundo vem dando uma desacelerada – e você já deve ter percebido. Voltamos a valorizar as regionalidades, o feito à mão, o ritmo calmo, natural e orgânico. Os novos tempos têm formado cada vez mais produtores artesanais, interessados em recriar as receitas de brownies da infância, a peça de roupa one of a kind, o colar de búzios handmade. O que é feito em casa tem mais sabor, mais valor, mais estória pra contar. 

      E foi justamente no intuito de valorizar esses empreendedores e de dar uma plataforma que se conecta ao ritmo lento do campo e ao frenesi despreocupado da cidade que surgiu o Raizs,  site de produtos orgânicos que só trabalha com famílias de pequenos agricultores do interior de São Paulo.

      Fundados pelos sócios Tomás Abrahão e Bruno Rebouças, a Raízs trabalha plantando empatia e a valorização de quem realmente faz o negócio: o produtor. A ideia surgiu depois de uma jornada de Tomás pela Ásia e América Latina, onde em suas andanças, entrou em contato com negócios sociais no Yunus Social Business Center, e se interessou em como as pessoas se alimentavam e se relacionavam. A conexão entre alimento e pessoas virou, então, a base do seu negócio. 

      E com uma ajuda do destino, um amigo em comum apresentou Bruno, a expertise que faltava pra colocar a empresa em pé. Daí, foi o Tomás mapear os agricultores e a dupla levantar o dinheiro pra fazer o negócio acontecer de verdade.

      A principal diferença entre a Raízs e outros canais de venda online de orgânicos é o cuidado em contar a história de cada agricultor e o fato de que parte dos produtos só são colhidos depois da confirmação de venda – pra garantir que não tenha desperdício e diminuir os custos. 

      Os insumos são vendidos separadamente ou em assinaturas de cestas mensais nos tamanhos P, M, G, e a parte mais legal é que 10% do lucro é revertido pro Fundo do Pequeno Produtor, onde o mesmo + as doações espontâneas dos clientes são redistribuídos pra comunidade de agricultores. A ideia é que eles, em conjunto, decidam o destino desse saldo. Legal, né?

      Mês passado a dupla também lançou um programa de visitas às fazendas participantes – pra poder estreitar laços, trocar um dedo de prosa e tornar o processo ainda mais inclusivo. Por enquanto, a empresa só atende em essepê, mas já tá pensando em criar novas raízes no Rio e Curitiba. 

      Queremos! 

      06.12.16
    • que seja orgânico

      bola-organicos

      Que a gente tá vivendo um momento muito especial em relação a alimentação todo mundo sabe, né? Vemos várias marcas super legais surgindo, que valorizam a sustentabilidade e origem de qualidade nos alimentos. E pra ficar por dentro do mundo dos orgânicos, conversamos com o Dr. Leonardo Souza, médico ortomolecular que trabalha com medicina do esporte, prevenção de doenças e modulação hormonal, e selecionamos produtinhos que têm tudo a ver com o assunto! Bora conferir!

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      Quando o assunto é tapioca, dá até o quentinho no coração, né? Além de incrível, ainda promete ser super saudável e não engordar. De acordo com o Dr. Leonardo, por não conter glúten ou lactose, a tapioca não causa inflamação intestinal, ajudando na digestão, ou seja, garante uma alimentação mais leve. A Tapí Tapioca, da carioca Mari Ferolla é artesanal e garante essas combinações super especiais como a de salmão defumado com cream cheese e cebolinha ou de brie com mel trufado e amêndoas. Você encontra a Tapí nas feiras mais legais do Rio, nas ruas do Humaitá e do Leblon e ainda vai rolar uma loja na CADEG, em Janeiro. Corre pra escolher seu sabor preferido!

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      Na hora de falar de pão, o papo complica um pouco mais, mas os pães da S.p.A Pane garantem zero preocupação. É que a fermentação deles é natural, ou seja, a digestão fica fácil e a absorção de nutrientes é muito maior. A S.p.A fica dentro do posto Ipiranga da Lagoa (RJ) e o Marco Cerutti, dono da marca é um dos poucos que dominam essa técnica super bacana no Brasil. Já são seis anos e a produção, super limitada (os pães demoram de 24 a 48 horas pra ficar prontos!) conta com sabores como canela e pecan, multigrães e azeitona. Ah, a marca ainda foi a escolhida pra servir o Papa Francisco e a Angela Merkel em suas vindas ao Brasil. Ou seja, TEM que experimentar!

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      Pros fãs do açaí, a boa é provar o Juçaí. O produto é extraído da palmeira juçara silvestre, de forma sustentável em parceria com o professor de Direito Ambiental da PUC-Rio Oscar Graça Couto. O Juçaí é orgânico, sem glúten, lactose ou grodura trans, além de ter quatro vezes mais oxidantes que o açaí comum e 50% a mais de ferro. O alimento foi desenvolvido pelos sócios George Braile, André Mello e Lucas Veloso, em Resende e hoje já conta com mais de setenta pontos no Rio. A gente amou!

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      Bateu a fome passeando pelo Leblon? A boa é passar no Jaeé, seja pra café da manhã, almoço, jantar ou lanchinhos! É que a proposta do restaurante é dispor de refeições pro dia todo, sempre respeitando todo tipo de preferências ou restrições alimentares. Rola um salad bar super gostoso com sopas, wraps, saladas e sobremesas e sucos e bebidas feitos na hora! Todas as refeições têm opções sem glúten, sem lactose, veganas e com tudo fresquinho, sem processos de industrialização, do jeito que a gente ♥!

      dupla-organicos

      No nosso papo com o Dr. Leonardo, ele contou pra gente:  ‘Acredito que uma alimentação equilibrada, com bons alimentos pode curar todas as doenças, das físicas até as mentais.’ Por aqui, a gente concorda e super apóia essa ideia e adoramos descobrir produtinhos que seguem esse estilo e nos dão opções saudáveis e super gostosas mundo afora ♥!

      01.12.15
    • granola do bem

      bola_good_karma

      Elas se conheceram através de viagens com os respectivos namorados, amigos inseparáveis. A carioca, Marina, trazia na bagagem um diploma em geografia e yoga ayurveda. A sueca, Lina, o amor pela cozinha que herdou da familia – cresceu vendo os pais colocando a mão na massa.

      2

      Marina, vegetariana, passou uma temporada viajando pela Austrália, Thailandia, Ibiza, Piracanga… Trabalhando em retiros de Yoga, ora dando aula, ora bolando e preparando receitas. Lina, por sua vez, fincou raízes (e o coração) no Rio, e se enveredou pela culinária saudável há alguns anos, depois de ler um livro que ‘mudou sua vida’.

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      Quando se encontraram, em março, Marina fazia pães com uma amiga e Lina estava começando a fazer granola em carreira solo. Aventureiras de alma e cozinha, a dupla não pensou duas vezes em apostar as fichas numa nova experiência: a Good Karma Granola.

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      Criaram quatro sabores básicos: coco; baunilha cramberry e banana; sem glúten; e salgada – todas orgânicos, mas a ideia é elaborar uma edição especial a cada estação. São tão gostosas… Dica: a salgada na tapioca de queijo fica top!

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      A proposta é ser mais do que um produto sem conservantes, mas contribuir pra criação de um estilo de vida mais saudável em todos os sentidos – físico, mental e espiritual. A partir daí, começaram a promover encontros de yoga, de medicina intuitiva, música… Tudo pra inserir a granola nesse contexto trifásico.

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      Começaram a vender pra amigos, amigos de amigos, participaram de feiras – Junta Local, Carioquíssima, (rolou até um da Junta com a gente na semana passada) – e criaram um site, onde vendem Brasil afora.

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      fotos: Luiza Chataignier

      Pra tudo, elas seguem a intuição, não têm nada muito planejado. A ideia é criar sem pensar se sabem fazer ou se vai dar certo, confiando no processo: “Aprendi em Piracanga que é no caminhar que aprendemos e que evoluímos. O importante é agir a partir do bem e sempre aprender com as oportunidades e desafios que a vida nos propõe. Desde que cheguei ao Rio, sinto que o importante é me expressar e tudo isso expressa quem eu sou…”, falou e disse (muito bem) a Marina.

      Tem como ser mais do bem que isso? ♥

      20.07.15
    • uma fazenda no brooklyn

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      A gente já mostrou aqui as fazendas urbanas que (bem) ocupam espaços vazios em Berlim, mas foi lá, na mais famosa concrete jungle do mundo, que a gente descobriu uma das pioneiras no cultivo e venda de produtos orgânicos no asfalto.

      brooklyn-grange-navy-yard

      Bem, no asfalto é modo de dizer, na verdade a Brooklyn Grange se ocupa desde 2009 de uma cobertura gigantesca de frente pra Manhattan, o que torna a toda a experiência ainda mais incrível.

      brooklyn-grange-farm

      Por produtos entenda-se 40 diferentes tipos de tomate, quase todas as variedades de folhas, feijões, ervas, cenouras e outras mil raízes e frutas, que podem ser comprados ou usados nos eventos disputados que inevitavelmente acontecem por lá!

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      A fazenda-empresa já ocupa dois espaços em NY, teve o modelo seguido em todo mundo e ajuda a fomentar um mercado (e um desejo), que só faz crescer. Quer ter um jardim/horta na sua casas? Eles têm toda a expertise e se envolvem em projetos pra espalhar por lá instalações eco-friendly, seja no rooftop, seja na varadinha de um prédio!

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      Desejo de voltar à natureza, de conhecer a origem do que se consome, do mercado justo e amigável com o produtor. A vontade de comer fresco, de ser mais natural, ideais que a gente não só segue como compartilha.

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      O sonho da casa no campo, onde a gente possa comer o que se cozinha, cozinhar direto do quintal, escolher pelo perfume…

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      …agora pode ser realizado em qualquer grande metrópole. Aliás, tá de passagem por NY semana que vem? Aproveita que vai rolar a NYC Honey Week, e clica aqui pra ficar por dentro das outras novidades da Brooklyn Grange. Depois conta pra gente o que achou 😉

      01.09.14
    • na trilha dos orgânicos

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      Na outra semana a gente falou dos cantinhos orgânicos que andam brotando pelo Rio. Daí, nos empolgamos e achamos mais cantinhos, no circuito Leblon-Ipanema, que andam dando um tom esverdeado à nossa cidade. Olha aí!

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      Abriu há pouco, no Leblon, bem pertinho da Pizzaria Guanabara, o Jaeé, uma daquelas lanchonetes rapidinhas pra quem curte ingredientes frescos e – muito!- gostosos.

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      Por lá, wraps, sanduíches, saladas, sucos, smoothies, tudo criado pelas chefs Ana Carolina Portella e Ciça Roxo – assim, no melhor ‘pagou, levou’.  A boa:  sanduíche de salpicão de frango orgânico com iogurte grego. Humm..

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      O Market, que acaba de reabrir em Ipanema em versão mini, também é da onda das comidas rapidinhas (nos moldes dos celebrados Pret A Manger e Go Natural lá de fora, sabe?).

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      O menu-hit da chef Carolina Figueiredo segue firme e forte com um : saladas, pratos quentes, sanduíches e sucos – tudo fresquin’, fresquin’. Da salada de melancia com hortelã e queijo de cabra ao quibe de quinoa, pode escolher sem medo de ser feliz 🙂

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      Há tempos que o Universo Orgânico é velho conhecido da turma do ‘suco da luz do sol’ do Leblon, porém, quem ainda não foi, não pode deixar de fazer uma visita pra conhecer o espaço, que além do restô ma-ra, abriga mercadinho e juice bar.

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      A onda da chef Tiana Rodrigues é o rawfood, ingredientes preparados a no máximo a 40 graus (pra preservar os nutrientes). Mesmo os menos naturebas vão se empolgar com o hámburguer de cogumelos c/ molho de castanha de caju e tomate ou a lasanha de abobrinha, berinjela, cogumelo e linhaça dourada c/ pasta de macadâmia e molho de tomate. Ps: lá também rolam cursos pra quem quiser mergulhar de vez na onda verde-toda-vida.

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      O Sítio do Moinho também tá no pacote ‘pagou, levou’ + mercadinho + Leblon. Por lá, a pedida são sandubas, bolos e sucos de fruta, que variam todos os dias no cardápio. E, se por acaso você estiver pelas redondezas num sábado, não deixe de entrar pra experimentar o café da manhã.

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      No site, ainda rolam receitas de bolos, saladas, massas, molhos… A gente curtiu essa de sanduíche de cream cheese e hortelã aqui ó. Pra fazer rapidinho e levar pra trilha, pra cachu, pro picnic…

      Pronto! Dicas na mão, agora é só seguir a trilha dos orgânicos e ser feliz!

      27.11.13
    • onda verde


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      A onda verde que chegou no Rio fez brotar na cidade vários cantinhos deliciosos e prontos pra conquistar seu paladar na sua versão mais natureba. Duvida? Então experimente passar nesses lugares, ó:

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      No restaurante .Org, na Barra, a jovem chef  Tati Lund criou um cardápio colorido, cheio de tempero e caprichado no improviso. É que o menu muda a cada dia pra oferecer o que tem de mais fresquinho na dispensa, sempre levando em conta a filosofia vegetariana e a qualidade funcional da dieta – Tati estudou nutrição!

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      Nos fins de semana de sudoeste caprichado a galera do surf não pensa duas vezes aonde ir pra repor as energias. Pra começar, vá de suco de abacaxi com hortelã e gengibre e mergulhe fundo nessa onda.

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      Pra deixar a geladeira mais orgânica é só encher a sacola no Armazém Vale das Palmeiras. Todas as verduras, legumes e frutas são cultivadas com o maior carinho e livres de qualquer tipo de agrotóxico ou aditivo sintético. A lojinha que fica no Leblon é do ator Marcos Palmeira, que se dedica há 17 anos ao cultivo de orgânicos.

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      Se der água na boca só de ver o colorido vibrante dos produtos, dá pra matar a fome ali mesmo: o Armazém tem também uma lanchonete com sanduíches fresquinhos e, claro, caprichados no paladar natureba.

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      Outra opção é a Mutações, no Humaitá. Todos os produtos são baseados no consumo responsável e carregam uma mensagem bacana de preservação do meio ambiente. Aproveite para visitar na hora do almoço pra provar as delícias do restaurantezinho.

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      Ah, se liga que dá pra ver cardápio pra semana na página do Facebook deles. E pra quem tem o hábito de andar de bike por aí, uma boa notícia: quem chegar com a magrela ganha desconto. Bacana, né?

      #ficadica pro finde!

      04.10.13