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sua mochila está vazia

      Tag: mohandas

    • rádio FARM apresenta: mohandas

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      Tem parceria que é afeto. Tem afeto que é pra sempre. É assim que a gente define nossa relação com o Mohandas. Vez ou outra, eles celebram a arte pertinho de nós ♥. Hoje, depois do lançamento de ‘Your Eyes’ e ‘Seres’ que a gente contou aqui, surgiu outra novidade, o novo disco ‘Um Segundo’. E não é que eles surpreenderam mais uma vez? ♥

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      Produzido por Lucas Vasconcellos, o segundo álbum da banda carioca traz oito músicas autorais, sendo seis inéditas e duas, ‘Seres’ e ‘Your eyes’ – já lançadas pelo grupo em ‘Toda parte’, single duplo editado este ano, e capa assinada pelas artistas visuais Chica Caldas e Celina Kushnir, olha só:

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      Gravado no estúdio Maravilha 8, aqui na nossa cidade maravilhosa, o disco que sucede o estreante ‘Etnopo’’ (2012), apresenta ruídos de synths que se encontram com congas, pandeiro que se mistura com MPCs, alfaia que soa junto de guitarras, rabeca atravessando o kaospad e outras sujeiras sonoras – digitais ou analógicas – que vão dando um somzinho sólido e inteligente. Pense numa mistura delícia ♥!

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      A boa é que ‘Um Segundo’ pode ser ouvido inteirinho no soundcloud do grupo, clica aqui! E para continuar na vibe dessa banda que a gente é fã, vem ouvir a playlist que o Mohandas fez especialmente pra Rádio FARM. Corre aqui!

      15.11.15
    • tem mais mohandas!

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      Ai, friozinho na barriga! Nesse mês, termina a campanha de crowdfunding do Mohandas, banda super querida e parceira da gente! ♥. A ideia é arrecadar verba através do financiamento coletivo e realizar mais um sonho da banda (e também de amigos, colaboradores e fãs): tirar do papel o segundo álbum autoral. Bora saber mais?

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      Faz quase três anos desde que eles lançaram o primeiro álbum, o “Etnopop” e, de lá pra cá, rolaram muitos shows, ensaios, reuniões e sessões de criação musical. A banda amadureceu… Em maio desse ano, lançaram um compacto chamado “Toda Parte” (com duas músicas que já são uma prévia do que está por vir – dá pra ouvir aqui!).

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      Funciona assim: você escolhe o seu tipo de contribuição e pra cada uma delas há uma ou mais recompensas. É como uma pré-venda onde rola de apoiar financeiramente o projeto e garantir um ou mais produtos/serviços. Tem aula de ioga, sessão de acupuntura, voucher na Comuna ou Livraria Travessa, além de disco autografado, vinil da banda, ingressos pro show ou até show em casa! Já pensou? 🙂

      https://www.youtube.com/watch?t=11&v=TECDkxQmiIM

      O mais bacana disso tudo é esse processo coletivo: o artista e o público estão ligados diretamente, construindo juntos a trajetória da banda. Animou? Então bora ajudar a construir esse sonho juntos, clica aqui.

      13.08.15
    • rádio farm apresenta: mohandas

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      Eles são amigos do adoro ♥ e acabaram de lançar clipe novo, o ‘Your Eyes‘, todo especial. A gente foi conversar com a galera do Mohandas pra entender o processo criativo do vídeo, idealizado em parceria com o Miúda (coletivo de artistas bem legal) e com assinatura do Caio Riscado e do Lucas Navarro. Tá lindão!

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      O Dudu Lacerda, que é um dos vocais da banda e o Gabriel Naumann, produtor, contaram pra gente que o conceito do clipe foi definido a partir da própria ideia da música que fala de multiplicidade dos olhares e a singularidade sobre a observação da poesia no dia a dia.  A única regra era ser espontâneo no olhar, pra isso, doze amigos da banda andaram por aí com uma GoPro registrando tudinho que os sensibilizavam. O resultado é um vídeo super afetivo que te dá vontade de participar de cada cena!

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      “O novo compacto com duas faixas foi produzido pelo Lucas Vasconcellos, que trouxe um refinamento pras ideias do grupo, revelando a ‘música dentro da música’. Tanto ‘Your Eyes’ quanto ‘Seres’ (a outra faixa do compacto, de autoria da Bel Baroni) têm uma pegada eletrônica mais forte que aos poucos vem se incorporando a identidade musical da banda”, conta os meninos sobre o processo de criação da nova produção. Ah! A gente é fã deles! 🙂

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      Agora a gente para de papo porque tem é coisa boa pra curtir. Dá play em ‘Your Eyes’ pra entrar na aventura da galera. Diz se não dá vontade de marcar um chopp com eles logo mais? hehe

      https://www.youtube.com/watch?v=ILtpCXPyklQ&feature=youtu.be

      Pra continuar na vibe, vem ouvir a playlist do Mohandas pra Rádio FARM. Corre aqui! 🙂

      07.06.15
    • domingo de mohandas

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      Pra florir ainda mais esse domingo de sol (e das crianças), a gente começa com praia e termina com arte. O Mohandas faz mais um show, na praia do Leme, dessa vez com a participação da Letuce e do Coletivo Pernalta. É dia do lúdico. Partiu?

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      Pra curtir a tarde com a natureza, a boa é aproveitar a trilha do morro do Leme antes do show, que é uma reserva quase intocada de montanha e floresta. No topo do Morro do Leme fica a antiga fortaleza militar e a vista é incrível! Ah! Rola de subir a pé e o trajeto demora de 20 a 30 minutinhos. Não esquece a garrafa d’água ou uma barrinha de cereal pra reforçar!

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      Depois, a boa é pular pro show do Mohandas, às 18h, que vai agitar a noite na pedra do Leme com direito a músicas novinhas em folha, como as Renascerá, Jambole, Cumbia Ostentação e Seres. A Letuce, banda da Leticia Novaes e do Lucas Vasconcellos, participa com um cover do Bob Marley e uma música versão-surpresa. Os meninos do Coletivo Pernalta trazem a magia pra praia, interagindo com a galera e fazendo todo mundo voltar a ser criança. Vai ser lindo!

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      Pra não marcar bobeira, acorda cedinho e aproveita a programação. Dá uma olhadinha no evento e confirma presença. A gente se vê por lá!

      12.10.14
    • lá do alto

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      Lembra que a gente contou por aqui da experiência incrível que rolou com as meninas do + Asas na casa Pedra Luz? A gente disse também que tudo começou bem cedinho, na Pedra Bonita, e é esse momento lindo que a gente divide agora. Assistir ao nascer do sol por lá é inesquecível!

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      Pra explicar tudo que rolou, a gente conversou com a Tatiana Braga, uma das convidadas: “Tive pela primeira vez a deliciosa experiência de subir a Pedra Bonita. Ver a cidade acordar lá de cima, aos poucos, faz a gente perceber o quanto fazemos parte desse mundão enorme. Fiquei com a sensação de ser tão pequena perto de tudo e ao mesmo tempo ganhei uma paz gigantesca dentro de mim” conta.

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      E a paz existe mesmo. No silêncio, no abraço, na recompensa do sol nascendo todinho pra gente e pro mundo. É o tipo de passeio que a gente indica e pede bis sem pensar duas vezes: “O esforço corporal da subida, a gratidão da alma lá em cima e a paz no coração na descida me fizeram querer voltar muitas outras vezes, levar pessoas diferentes, amigos, família… Quero que todo mundo sinta a mesma maravilhosa”, disse a Tati.

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      Além da vista incrível, pra deixar o clima ainda mais gostoso, rolou um super piquenique vegetariano com suquinhos da Green People e o show ao vivíssimo do Mohandas. “O show foi uma surpresa muito gostosa e embalou nossa alegria lá no alto. Na próxima aventura por lá, vou acompanhada de mais música. Meu novo vício é o Chet Faker e ver o nascer do sol ouvindo o som dele deve ser demais!”, conta.

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      A gente concorda. Dividir esse momento especial ao lado de pessoas tão queridas foi lindo. Pra sentir um pouquinho a energia boa, dá play no vídeo. Contagia só de ver! 😉

      Coração leve e alma feliz. Obrigada pelo papo, Tati! Não esquece de chamar a gente quando subir de novo, tá? ♥

      09.09.14
    • vibe bonita

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      Tem nascer do sol na Pedra Bonita, tem gente querida por perto e tem momentos inesquecíveis em uma casa mágica. Sabe aquele dia em que tudo conspira a favor? A gente agradece às meninas do Mais Asas, que fizeram a realização deste dia incrível e reforçaram com a gente o clichê mais verdadeiro de todos: as melhores coisas da vida não são coisas. Ufa!

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      O coração tá até mais leve! A gente tirou um sábado pra madrugar, subir a Pedra Bonita e ver o sol nascer ao som do Mohandas (sim, eles tocaram lá em cima ♥!) e partir pra uma casa toda mística, no Alto da Boa Vista, chamada Pedra Luz. Pelo nome a gente já dá pra sentir que é especial, né?

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      Pra deixar tudo mais animado, convidamos algumas amigas e clientes pra curtir esse dia também e é claro que todo mundo não vê a hora de repetir a dose: “Se eu fosse definir a experiência em uma palavra seria revigorante. Estava tudo lindo e deu pra ver que cada detalhe foi pensado com muito amor”, contou a Rê Ladogano, uma das participantes.

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      Na casa Pedra Luz, depois daquele amanhecer lindo na Pedra Bonita, rolou uma prática renovadora de yoga e acroyoga com a anfitriã Daniele Zimetbaum. A acro deixou a gente encantada porque mistura a yoga tradicional com elementos da acrobacia, ou seja, é divertida e bem dinâmica. Vale experimentar!

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      “Percebi o quão perto a natureza está da nossa espiritualidade. Tudo foi um verdadeiro aulão de como aproveitar o dia e a vida desfrutando do melhor que a natureza pode oferecer. Experiência pra guardar pra vida toda. Valeu, FARM!”, contou a Daluanne da Cunha.

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      A gente é que agradece. Depois da yoga, o reiki ganhou espaço com a Karina Miotto, que é reikiana e morou por cinco anos na Amazônia. “A experiência significou um dia de vigor espiritual e conexão completa comigo mesma. A energia foi tão intensa que me revigorou pela semana toda e abriu portas com novos caminhos positivos”, contou a Carol Abreu.

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      Comandada pela Mari Ostermann, a leitura de aura também foi um dos presentes lindos que passeou por lá: “Na leitura, a Mari comentou sobre eu me conectar mais com a natureza e precisava mesmo desse empurrãozinho. Vou fazer yoga e quero viver mais momentos como esse de pura energia. Foi sensacional!”, disse a Gabi Tardin.

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      Pra fechar, a gente relaxou com a Tai Massage, feita pela Dani Zimetbaum e aproveitou as delícias do almocinho vegano servido pelo chef Marcelo Doin da Vega. Os sucos vivo da Green People também entraram na roda e é claro que a alimentação saudável fez a diferença na hora de fechar o evento com chave de ouro.

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      Fotos: Juliana Rocha

      “Ter tido a oportunidade de ver o nascer do sol da Pedra Bonita foi uma das experiências mais energizantes que já vivi. Foi tudo perfeito e apenas uma palavra define: gratidão!”, finalizou a Dani Andrade. Dá play no vídeo pra sentir a vibe linda que protagonizou nosso momento. De emocionar! 😉

      O nosso obrigada a todos que participaram com a gente nessa e um beijo especial pras meninas do +Asas (vocês arrasaram!). Que o próximo encontro seja logo e que a gente aproveite cada segundinho pra agradecer a natureza linda que tá ao redor. Aqui, na Pedra, na Casa ou em qualquer lugar. Vem!

      05.09.14
    • rádio farm turnê – mohandas – belém

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      Como você já leu por aqui, a turnê do mohandas por Buenos Aires, Recife e Paraíba foi só amor… agora eles vêm fechar a série de posts contando mais sobre os shows em Belém. Se liga:

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      “Em Belém do Pará, última parada da turnê, rolou uma situação curiosa: descobrimos que éramos uma banda desconhecida, cuja música,“Saudades do Pará”, no entanto, era conhecidíssima do público, uma espécie de hit oculto nas rádios locais, com refrão conhecido e autoria ignorada. Reza a lenda que até Tom Zé já a havia cantado por lá.

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      Nas entrevistas de rádio que fizemos, conforme íamos conhecendo as pessoas, e principalmente durante os shows, fomos sendo identificados como “a banda de Saudades do Pará” – “ah, então são vocês!” –, o que foi nos inundando daquela sensação incrível de estar chegando em um lugar que já sentia nossa presença. Via de mão-dupla, fomos saudados, acarinhados, e finalmente conhecidos e reconhecidos! Nos últimos dias, um profundo sentimento de gratidão tomou de assalto nossa relação com a cidade.

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      Belém respira uma cultura interessantíssima em que o moderno e o tradicional, o popular e o erudito, o antigo e o novo, constroem um modo único de expressão cultural. Cidade tropical, abastecida e delineada por um dos maiores fluxos fluviais do mundo, se ergue como um porto aberto para o mundo, abraçando a circulação de pessoas, coisas, sons, gostos, costumes.

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      A Belle Époque do ciclo da borracha ainda se faz presente nos traços da belíssima arquitetura colonial, nos casarões de alto pé-direito às praças amplas e arborizadas, na fachada imponente do Theatro da Paz ao gracioso e convidativo Teatro Waldemar Henrique. Ao mesmo tempo, toda a magia e riqueza dos mercados populares encontra em Belém uma espécie de ápice, no formidável Ver-o-peso, no Mercado municipal de São Brás, nas diversas aglomerações de barraquinhas de rua espalhadas pela Cidade Velha.

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      A música paraense há muito deixou de ser periférica pra constituir-se em mais um dos polos centrais na atual produção musical brasileira. O Brasil vem descobrindo tardiamente (mas antes tarde do que nunca!) uma terra de mestres: Pinduca, Vieira, Verequete, Laurentino, Cupijó, Curica, Aldo Sena, Dona Onete, a lista é farta e assombrosa e a raiz é profunda. O tecnobrega e o tecnomelody de artistas como Gaby Amarantos e Gang do Eletro já viraram produtos de exportação.

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      Belém tem uma cena forte de experimentação eletrônica, que misturada aos gêneros populares locais, como carimbó, brega, siriá, guitarrada, lambada e etc, encena novas linguagens e novas maneiras de produzir o novo a partir do repertório de tradições buriladas por décadas. Por sinal, a cidade é roqueira, tem apreço por altos decibéis, frequências sub-graves, programações eletrônicas invadindo a música orgânica, o sabor caribenho do reggae e toda a herança da musicalidade indígena: Belém é um laboratório vivo!

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      Nossa passagem pelo belo casarão onde fica o Café com Arte, foi apenas o esquenta pro que estava por vir. Na noite seguinte, num lugar lindo (Hotel Goldmar, às margens do Rio Guamá) e abarrotado, vibramos com o calor do público que dançou e cantou conosco. Foi um show animado, com som e luz de primeira, coisa fina!

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      Na sequência, subiu ao palco a Orquestra Contemporânea de Olinda, uma power orquestra com repertório autoral e vibrante, de excelentes músicos, realmente um trabalho que promete ainda dar muito caldo na música brasileira. A noite marcava o lançamento do novo disco de Felipe Cordeiro, artista paraense radicado em São Paulo, que fechou com seu repertório caliente e inventivo e não deixou ninguém parado.

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      Pra fechar com chave de ouro a turnê, no domingo tocamos num lugar delicioso, a Galeria Gotazkaen, dentro do Poukaz Trancaz, um evento de livre mostra e troca de artes. Os donos dessa galeria, que fica perto da Praça da República, foram muito amáveis e fizeram da nossa estada em Belém um porto seguro com sua amizade e atenção. Nosso muito obrigado a eles!  A noite não poderia terminar melhor, com o pessoal devorando uns sanduíches de rua, maravilhosos, no Rosário Lanches. O “X-leitão” virou um xodó da galera!

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      Aliás, comida em Belém é um assunto que dá água na boca. Você já experimentou tacacá, tucupi, caldeirada, peixes como Tucunaré e Tambaqui, o açaí com tapioca (que apenas na cor se assemelha ao que temos aqui no Rio), a maniçoba, o arroz paraense? Comer esses pratos é um acontecimento em si, evocam sensações inesquecíveis, fazem você imergir na cultura amazônica e sentir um pouco da magia que a torna única e especial.

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      Ah, claro, não poderia deixar de fazer uma ode à grande estrela do lugar, o Jambú! Uma hortaliça cujas folhas, talos e flores são ingredientes onipresentes na culinária local. O Jambú tem a peculiaridade de deixar a boca dormente, por isso tem ficado famosa uma cachaça artesanal inventada por lá, vendida e patenteada pelo Léo, uma figura super simpática que faz jus à sua invenção. Você precisa conhecer o Jambú!

      https://www.youtube.com/watch?v=guatwYq6678

      Trema daí que eu tremo de cá, tudo em nós é o gosto e as saudades do Pará! Avante mohandas!”

      Agora aproveita que a playlist deles na nossa rádio tá atualizadíssima!

      26.05.14
    • radio farm turnê – mohandas – nordeste

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      Continuando os posts sobre a turnê do mohandas, hoje eles falam sobre mais uma experiência incrível, desta vez pelo Nordeste, lê só o que o Dudu (percussão e voz) conta: “Durante a viagem, ouvimos os pernambucanos dizerem algo como o inverno aqui é chuva; de fato, o clima estava atípico, eu não me lembro de passar dias tão chuvosos viajando por lá. Porém, apesar da aguaceira, nos corações fazia muito calor!

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      A recepção em Olinda foi para ninguém botar defeito: uma madrugada inteira de forró com o sensacional Quarteto Olinda. Rolou até participação especial de um artista que admiramos e que vem se tornando, além de uma forte influência musical, um amigo: Siba! Muita dança e cantoria regada à cerveja gelada e Axé – uma bebida artesanal de raiz africana, mistura de “cana de cabeça” (cachaça bem forte), rapadura, ervas e raízes como canela, cravo, anil e mais alguns segredos mantidos a sete chaves. É afrodisíaco e aguça os sentidos!

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      Nosso primeiro show, no entanto, foi na Paraíba. Tocamos na Vila do Porto, no centro histórico de João Pessoa, apinhado de jovens. Pudemos interagir com o público local, que pareceu muito interessado em trabalhos autorais contemporâneos, como o nosso. A prova foi a animação durante a noite, que fechou com o show da banda local Seu Pereira e Musa Caliente, com repertório à base de rock n’ roll, carimbó e latinidades cantado por um público satisfeitíssimo. A noite terminou com mohandas e Musa Caliente devorando um café da manhã “arretado”(PF´s!) numa feira popular de Jampa, antes de pegarmos a estrada de volta, o dia já raiado.

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      No sábado, dia 03, o show foi em Olinda, nos jardins do clássico restaurante Mourisco. Abrimos a noite com fome de bola, contando com maravilhosas participações de músicos como Tom Rocha (Academia da Berlinda), Gilú Amaral (Orquestra Contemporânea de Olinda) e Cláudio Rabeca. A noite fechou com a orquestra Abeokuta, que incendiou com sua mistura de grooves, afrobeat, funk e metais em brasa. A festa bombou, a música deu o tom da alegria, saímos de alma lavada!

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      Domingueira, último show da turnê, reservou uma ótima surpresa: sabíamos que o show era em Recife, dentro da programação do 1º Festival de Cultura Canábica de Pernambuco, organizado pelo Coletivo Antiproibicionista. Mas não esperávamos que fosse um festival tão bacana, ao ar livre, no Cais da Alfândega, Recife Antigo, à beira do Rio Capibaribe. Ô sorte!

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      Rolaram shows de Isaar, Oranian e depois de Catarina Dee Jah subimos nós pra arrematar a turnê com uma apresentação que animou a galera, mesmo debaixo da chuvinha. Satisfação geral e irrestrita. Comprovamos, a parabólica fincada na lama continua sintonizando e recriando ondas sonoras e culturais, formando uma nova geração de mangueboys e manguegirls dispostos a levar adiante a cena cultural pernambucana das duas últimas décadas.

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      O nordeste é um caldeirão fumegante. Sotaques carregados, cores, cheiros, um povo amistoso e com sua própria ginga. Histórias e culturas muito antigas e riquíssimas, pedra fundamental na formação da identidade brasileira. A culinária, capítulo à parte: passei quatro dias à base de macaxeira, cuscuz, carne-de-sol, coalho, tapioca, sururu, mariscos, era tudo o que eu queria – “pense num cabra feliz!”

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      Somos muito gratos aos nossos anfitriões, Guga e Raphinha, aos novos e antigos amigos, aos produtores locais, aos nossos escudeiros VJ Notívago, Lina Miguel e Joana Rodrigues, que trabalharam com a gente pra turnê ser tão especial. E, last but not least, à FARM, que está tornando toda essa jornada possível.

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      Aliás, se você ficou curioso pra ouvir todos esses artistas, fica ligado na playlist que vamos soltar na Rádio FARM muito em breve. Ela vai contar todas essas aventuras da maneira que melhor nos representa: música! Belém, aí vamos nós! Até lá, curte o vídeo do que rolou:

      https://www.youtube.com/watch?v=VyCPE1y8jVI

      Até breve!

       

      17.05.14
    • rádio FARM turnê – mohandas – bsas

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      Como a gente já tinha contado, a gente apoiou a turnê internacional que a galera do Mohandas começou por Buenos Aires este mês. Além de levar o etnopop daqui pros hermanos, eles vieram contar pra gente como foi a experiência, saca só:

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      “Toda esquina é um encontro. Duas ruas, dois planos, dois caminhos que se cruzam e formam ângulos que, por sua vez, formam esquinas. Buenos Aires é a cidade das esquinas-encontros. Não há morros, é plana e planejada. As ruas principais são uma reta sem fim, cortadas por outras ruas menos largas mas que também já vêm de longe. O mapa parece um extenso tabuleiro de xadrez, e as quadras e numerações das casas obedecem a uma lógica paralela. Assim, a principal referência para localizar-se na cidade são as esquinas.

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      Pra nós, a melhor forma de situar também nosso sentimento com relação ao tempo em que estivemos em Buenos Aires e nossa vivência durante esses 10 dias de viagem é através dos encontros que ali se fizeram. Na verdade, com as poucas e muito especiais turnês que temos no nosso currículo (e/ou diário de bordo) ao longo de três anos de banda, fomos compreendendo que, quando se viaja através da música, essa arte se torna o fio condutor de uma série de experiências muy intensas. De trabalho sim, mas acima disso, de relações.

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      Mas queremos escrever um pouco sobre a esquina-encontro mohandas y Pollerapantalón. Das ruas Drea, Meli, Xuxo, Daro, Limón, Juani e Lu, e de suas famílias lindas. Pessoas generosas de buenísima onda que nos abrigaram em suas amáveis casas e nos ajudaram a beça com os shows, os equipamentos e os muitos vai-e-vens. Fizemos duas apresentações memoráveis juntos na rua: uma no bairro de Palermo, em Buenos Aires, e outra em um pueblo fora da cidade chamado Carlos Keen, numa feirinha orgânica na estação de trem desativada.

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      Esses músicos, ativistas da cultura independente, que formam há (uns) dez anos a banda mais callejera da cidade, são a chave da nossa viagem. Cada um com seu jeitinho, e todos colaborando muito, fizeram de Buenos Aires a cidade, a esquina, o encontro mais acolhedor que poderia haver. Além de tudo, a banda faz um som delicioso, divertido. Viramos fãs e já estamos com saudades. E como é bonito se identificar com as intenções. Moramos em outro país, realidades diferentes, mas temos um motor muito parecido dentro de nós (e até compartilhamos algumas realidades parecidas também).

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      Aliás, há muitos músicos em Buenos Aires. E muitas casas de show de pequeno/médio porte, pra bandas independentes. Quando visitamos grandes capitais, sentimos forte essa deficiência da nossa cidade com relação às outras. Em Buenos Aires, nos deparamos com muitos lugares pra tocar, e com um público disposto a ouvir coisas novas. E esses artistas da lo-curaque guerrilham, insistem, atuam, dão um jeito de fazer o que amam, são muito responsáveis por isso também.

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      Tudo o que de melhor podemos contar a respeito do que seja viajar com banda, tocando por aí afora, passa por essa troca entre os seres humanos: um estado meditativo alimentado a base de esquinas-encontros sensacionais. Foram muitos, temos muitos a quem agradecer.

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      Ficamos por aqui e deixamos então, através desse breve texto, nossa imensa gratidão aos Pollerapantalón e sua trupe florida! E a todos que contribuíram com essa primeira etapa da turnê, em especial a nuestra manager Juliana Krause! Axé e que nossas ruas se cruzem muitas vezes por esse mundão!

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      A queridíssima amiga Kika Simone, os sempre disponíveis Mingo e Sebastián, a linda Ludmilla que participou com seu sorriso e suas congas do nosso primeiro show na cidade. Também às casas que abrigaram nossos shows, CCMatienzo (Fiesta Fanfarria Latina), El Quetzal, El Chaperío, Templo Enfermo e El Emergente, e as rádios La Tribu e Colmena.

      E que venha João Pessoa, Recife e Belém, e todos seus encontros!

      30.04.14
    • adoro feira: tudo que rolou!

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      Outro dia a gente deu um gostinho aqui do estilo de quem passou pelo nosso evento de lançamento adidas Originals ♥ FARM, lembra? Hoje é dia de ver em cada detalhe como nossa feira floriu e alegrou o Baixo Gávea – ou BG pros íntimos – no último finde.

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      As meninas do nosso VM deram show mais uma vez, ocupando cada cantinho da rua de pedestres Orsina da Fonseca com barraquinhas, flores, e a lojinha no fundo, tudo com nossa identidade visual e muito borogodó, claro.

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      Aliás, quem foi aproveitou e muito as peças do lançamento, com o atendimento especial de nove vendedoras, selecionadas do nosso time carioca. Arrasaram meninas e equipe Supervisão/Comercial!

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      Além de garantir as peças preferidas, a gente podia matar a fome com Pizza do Amor – integral e sem glúten -, drinks em saquinho by Caipilé Carioca, comidinhas da Comuna, e doces do Daniel Simas.

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      Ainda dava pra fazer fotos divertidas dentro da Kombi Cabine Fiona e conferir ilustras e desenhos de artistas brasileiros contemporâneos na barraquinha da HomeGrown.

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      Como em uma boa feira sempre rola um som maneiro, a nossa não ficou atrás: teve Mohandas com showzinho unplugged, músicos de rua super criativos e os meninos da banda Bagunço fechando o evento com muita diversão!

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      No mais, a gente só tem a agradecer a quem passou por lá, levando energia boa e alegria…

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      …e mandar aquele beeeijo pra nossa equipe de marketing que idealizou todo o projeto – aha, uhu!

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      Agora corre no álbum do Face pra ver mais fotinhos e concordar com a gente: foi lindo!!

      26.03.14
    • rádio FARM apresenta

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      Hoje o dia tá uma delícia só, e a nossa rádio não podia ficar de fora dele, né? Por isso a gente escolheu o Samba do Blackberry, da banda Tono, que tá na playlist ‘Tudo de Bom‘ pra animar a manhã:

      https://www.youtube.com/watch?v=0u451pdUJfo

      Continuando nesse clima brazuca, se liga que mais tarde tem Bagunço no instameet @adorofarm e, em seguida, Mohandas on the rocks na Pedra do Leme!

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      O show deles abre a turnê da banda pra Buenos Aires, que a rádio FARM apoia, afinal a gente acredita que investir nos artistas da nova cena e em quem faz arte na rua é disseminar (muito bem) nossa cultura por aí!

      Vem com a gente!

      16.03.14
    • noite saborosa

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      Mais um Picolé agitou nossa terça esta semana lá na Lapa! E foi uma delícia de novo, olha só:

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      Quem não curte sair da aula ou do trabalho em pleno meio da semana, chegar no Circo Voador, e dar de cara com um pessoal animado pra ver e ouvir música? A noite começou com o documentário Mr. Niterói – a lírica bereta, sobre a vida do rapper Black Alien – polêmico!

      chove chuva

      E o calor não teve vez não: nessa edição a novidade foi o ‘chove chuva‘, instalação com mangueira que pingava de repente pra quem tivesse a fim de se refrescar enquanto dançava. Oba!

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      Dessa vez o line up teve Negro Leo, a linda Larissa Luz com todo seu axé – ninguém ficou parado – e a energia do Mohandas, totalmente emocionante! Quer continuar ouvindo esses sons? Baixa o app da rádio FARM aqui!

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      A piscina inflável foi sucesso de novo, não teve quem não molhasse ao menos o pezinho pra se refrescar. A feirinha de troca-troca com peças da FARM, organizada pelos queridos do Arara Group encheu de gente levando peças lindas pra trocar por achados incríveis! E o Fly Picolé – de caipirinha e caipivodka – honrou o nome do evento, hihi.

      final

       Fotos: Juliana Rocha

      Nos vemos na próxima noite do festival, com Tono, Botika, Iana Renó, mais picolé e… amor! 🙂 Combinado?

      31.01.14