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sua mochila está vazia

      Tag: minas

    • tesouras independentes

      Até outro dia, se batesse aquela vontade de mudar ou retocar o visual, a gente já pensava logo em pedir indicação de salão pras amigas, certo? Pois é: as últimas décadas foram das grandes redes de salões de beleza e de seus proprietários celebridades, com nomes como Werner, Jean Louis David, Marcos Proença e Celso Kamura.

      Só que agora nós estamos de olho em uma outra tendencinha. Estão se multiplicando pelo Rio e por outra capitais jovens cabeleireiras e maquiadoras que atendem em casa ou em pequenos salões independentes. São minas criativas, empreendedoras e que, em muitos casos, nem pensavam em ser cabeleireiras, mas que acabaram abraçando a vocação e agora usam as redes sociais para divulgar seu trabalho.

      Fomos atrás das mais badaladas aqui do Rio pra descobrir como elas começaram e por onde você pode acompanhar o seu trabalho, pra se inspirar e mudar, quem sabe, o visual. Vem ver! 

      A Débora Saad tem 26 anos e estava fazendo faculdade de cinema quando começou a maquiar as atrizes nos sets, por pura necessidade. Quando a universidade entrou em greve, ela aproveitou as férias forçadas pra fazer um curso no Instituto L’oréal Professionnel, e aí não teve jeito: “Atualmente tenho uma sala em uma casa tombada em Copacabana, onde também trabalham outros profissionais de beleza. Minhas especialidades são corte e transformações radicais de cor. Gosto de solucionar problemas e ser criativa“, contou ela pra gente. Ah! Você pode encontrar a Débora no Facebook e no Insta 😉

       

      Já a Maria Canela  soube que seria cabeleireira aos oito anos, quando ganhou seu primeiro estojo de maquiagem, mas nunca se enquadrou muito bem nesse esquema dos grandes salões: “Logo concluí que não era pra mim: toda vez que fazia escova nas clientes, via o cabelo estalar, queimado na minha frente. Me recusei a causar dano ao fio e ouvi que sem fazer escova não ficaria no mercado“, ela confessou.

      Como desafio dado é desafio cumprido, Maria se especializou em cabelos cacheados e transição capilar, e abriu o próprio estúdio em Niterói, no quintal de casa. Ela ainda criou o MC Móvel, um ateliê itinerante, e pelo menos uma vez por mês corta pela metade do seu preço cheio na feira Carioquíssima. Segue a moça lá no insta!

      A Liza Machado tem 31 anos e desde a adolescência curtia cortar e pintar os cabelos de amigos. Quando veio morar no Rio para trabalhar com figurino de teatro e cinema, começou a cortar profissionalmente nas horas vagas. Aí, em 2014, veio a pequena Lázuli, e o salão caseiro se transformou numa maneira de conciliar o trabalho e a maternidade: “Meu trabalho envolve muito uma reflexão de como as pessoas podem se libertar dessas convenções de beleza estabelecidas na nossa sociedade, como podem descobrir seu charme natural. As pessoas que me procuram também buscam por esse espaço mais intimista. Recebo muitas pessoas com cabelos cacheados ou crespos que querem fazer um corte estiloso, ou que querem fazer cortes ousados.

      Dá pra sentir mais um gostinho da criatividade da Liza no facebook e no instagram dela, ó.

      A Carla Biriba é do time das que sempre souberam que iriam trabalhar com cabelo e maquiagem. Começou como assistente num salão em Londres, onde ficou em treinamento por dois anos, e também fez cursos no Vidal Sasson. Hoje em dia a moça atende em casa, no Jardim Botânico, e diz que prefere essa vibe mais intimista. Dona de cachos lindos e atualmente azuis, ela diz que não tem preferências na hora de cortar: “eu amo muito cortar cabelo!

      A Jana Sarmento tem 31 anos e vivia mexendo nos cabelos da mãe e do irmão. Quando veio morar no Rio, as amigas incentivaram e ela entrou no Instituto L’oréal Professionnel, que ela indica pra todas que almejam essa carreira: “Trabalhei por um tempo em salão, mas não acho que combine tanto comigo. Gosto de ter uma relação mais próxima com minhas clientes, bater um papo e assistir filmes ou séries, sem aquele corre-corre de salão. Por isso optei por começar a atender na minha casa, onde tem Netflix, comidinhas e duas gatinhas pra dar amor a quem chega”.

      Se você quiser marcar corte/coloração e maratona de séries com a Jana, é só ir lá no face da moça angel

      E aí, prontas pra mudar o look e de quebra ainda conhecer uma mina incrível? As dicas estão dadas, hein! 

      10.03.17
    • tesouras independentes

      Até outro dia, se batesse aquela vontade de mudar ou retocar o visual, a gente já pensava logo em pedir indicação de salão pras amigas, certo? Pois é: as últimas décadas foram das grandes redes de salões de beleza e de seus proprietários celebridades, com nomes como Werner, Jean Louis David, Marcos Proença e Celso Kamura.

      Só que agora nós estamos de olho em uma outra tendencinha. Estão se multiplicando pelo Rio e por outra capitais jovens cabeleireiras e maquiadoras que atendem em casa ou em pequenos salões independentes. São minas criativas, empreendedoras e que, em muitos casos, nem pensavam em ser cabeleireiras, mas que acabaram abraçando a vocação e agora usam as redes sociais para divulgar seu trabalho.

      Fomos atrás das mais badaladas aqui do Rio pra descobrir como elas começaram e por onde você pode acompanhar o seu trabalho, pra se inspirar e mudar, quem sabe, o visual. Vem ver! 

      A Débora Saad tem 26 anos e estava fazendo faculdade de cinema quando começou a maquiar as atrizes nos sets, por pura necessidade. Quando a universidade entrou em greve, ela aproveitou as férias forçadas pra fazer um curso no Instituto L'oréal Professionnel, e aí não teve jeito: “Atualmente tenho uma sala em uma casa tombada em Copacabana, onde também trabalham outros profissionais de beleza. Minhas especialidades são corte e transformações radicais de cor. Gosto de solucionar problemas e ser criativa", contou ela pra gente. Ah! Você pode encontrar a Débora no Facebook e no Insta 😉

       

      Já a Maria Canela  soube que seria cabeleireira aos oito anos, quando ganhou seu primeiro estojo de maquiagem, mas nunca se enquadrou muito bem nesse esquema dos grandes salões: “Logo concluí que não era pra mim: toda vez que fazia escova nas clientes, via o cabelo estalar, queimado na minha frente. Me recusei a causar dano ao fio e ouvi que sem fazer escova não ficaria no mercado", ela confessou.

      Como desafio dado é desafio cumprido, Maria se especializou em cabelos cacheados e transição capilar, e abriu o próprio estúdio em Niterói, no quintal de casa. Ela ainda criou o MC Móvel, um ateliê itinerante, e pelo menos uma vez por mês corta pela metade do seu preço cheio na feira Carioquíssima. Segue a moça lá no insta!

      A Liza Machado tem 31 anos e desde a adolescência curtia cortar e pintar os cabelos de amigos. Quando veio morar no Rio para trabalhar com figurino de teatro e cinema, começou a cortar profissionalmente nas horas vagas. Aí, em 2014, veio a pequena Lázuli, e o salão caseiro se transformou numa maneira de conciliar o trabalho e a maternidade: “Meu trabalho envolve muito uma reflexão de como as pessoas podem se libertar dessas convenções de beleza estabelecidas na nossa sociedade, como podem descobrir seu charme natural. As pessoas que me procuram também buscam por esse espaço mais intimista. Recebo muitas pessoas com cabelos cacheados ou crespos que querem fazer um corte estiloso, ou que querem fazer cortes ousados.

      Dá pra sentir mais um gostinho da criatividade da Liza no facebook e no instagram dela, ó.

      A Carla Biriba é do time das que sempre souberam que iriam trabalhar com cabelo e maquiagem. Começou como assistente num salão em Londres, onde ficou em treinamento por dois anos, e também fez cursos no Vidal Sasson. Hoje em dia a moça atende em casa, no Jardim Botânico, e diz que prefere essa vibe mais intimista. Dona de cachos lindos e atualmente azuis, ela diz que não tem preferências na hora de cortar: “eu amo muito cortar cabelo!

      A Jana Sarmento tem 31 anos e vivia mexendo nos cabelos da mãe e do irmão. Quando veio morar no Rio, as amigas incentivaram e ela entrou no Instituto L'oréal Professionnel, que ela indica pra todas que almejam essa carreira: “Trabalhei por um tempo em salão, mas não acho que combine tanto comigo. Gosto de ter uma relação mais próxima com minhas clientes, bater um papo e assistir filmes ou séries, sem aquele corre-corre de salão. Por isso optei por começar a atender na minha casa, onde tem Netflix, comidinhas e duas gatinhas pra dar amor a quem chega”.

      Se você quiser marcar corte/coloração e maratona de séries com a Jana, é só ir lá no face da moça angel

      E aí, prontas pra mudar o look e de quebra ainda conhecer uma mina incrível? As dicas estão dadas, hein! 

      10.03.17
    • minas casamenteiras

      Nem padre, nem pastor e nem juiz de paz – a nova onda agora é casar com celebrantes. Mas como assim? A gente explica: em vez de casar na Igreja ou de chamar um juiz de paz pra oficializar o seu grande dia, você chama uma celebrante, que pode ser poeta, escritora ou simplesmente uma amiga (ou amigo) que leve jeito com as palavras e curta falar em público.

      Dá pra entender de onde surgiu a demanda, né? Pra quem não tem religião ou não se imagina casando na Igreja por algum motivo, a única opção que sobrava eram os juízes de paz. Os mais legais e desenvoltos foram ficando disputadíssimos, porque a verdade é que mesmo não querendo casar na Igreja, quem sonha em colocar véu e grinalda e andar até um altar quer mesmo é que seja emocionante, para si mesma e para os convidados. E nem sempre acontece, né? Tem Padre que erra o nome do noivo, tem juíza que quer fazer tudo rapidinho porque tem outros cinco casamentos naquele mesmo dia. E aí um momento que devia ser inesquecível acaba ficando meio estranho. Isso sem contar os casais homoafetivos, que não podem casar na Igreja e até outro dia não podiam também no civil.  

      Entram as celebrantes. Minas boas de texto e de microfone que assumem o papel de abençoar os pombinhos – pelo poder investido nelas pelo amor. Tem valor legal? Não tem. É lindo lindo lindo? Pode apostar! Conversamos com algumas delas pra saber como a coisa funciona! 

      A poeta Maria Rezende, do Casar com Poesia, já até apareceu aqui no Adoro. Ela começou casando primos, depois casou amigos e, quando viu, já estava casando amigos de amigos, até que resolveu oficializar a profissão. Perguntamos o que ela mais curte nesse trabalho, e só a resposta já deixou a gente toda arrepiada!

      “As pessoas compartilham comigo coisas que às vezes nem os amigos e a família sabem. A gente tem uma ideia muito idealizada de amor, e celebrando os casamentos eu descobri que são tantas possíveis histórias de amor. São tantos caminhos possíveis que levam as pessoas a tomar a decisão de que elas querem viver juntas. E isso tem sido muito rico pra mim.”

      Maria também contou que já chorou junto com os convidados num casamento, quando um noivo super piadista resolveu falar sério na hora dos votos, surpreendendo a todos. Também já pediram pra ela ler um de seus poemas mais eróticos, o famigerado “Pau mole”, e que mesmo parecendo estranho, fazia todo sentido pro casal e para o tipo de cerimônia que eles queriam, então foi lindo. 

      E não é incomum a celebrante se emocionar junto com os amigos e a família. A Carla Vergara, que também é poeta, contou que no casamento de um casal que se conheceu no colégio e estava há 12 anos junto, ela conduziu um momento de votos coletivos, onde as pessoas tomavam o microfone para desejar algo aos pombinhos. Só que o depoimento do irmão do noivo foi tão intenso que pôs todo mundo a chorar, inclusive ela. Depois, o voto do noivo foi super bem humorado, e todos gargalharam. Quer coisa melhor?

      A Carla também começou casando amigos, e aí foi parar num episódio do delicioso “Chuva de Arroz”, programa sobre casamentos no GNT. Desde então passaram a chover mesmo convites pra que ela celebrasse casamentos. Pedimos pra Carla nos contar uma história inusitada sobre a profissão, e nos apaixonamos pelo casal que não queria escrever votos e acabou cedendo, mas de um jeito diferente. Olha que sacada incrível da moça:

      “Um tinha receio de que voto do outro não fosse na mesma 'linha', que ficasse um disparate entre um e outro em função do estilo pessoal – bem diferente – de cada um. Sugeri que cada um escrevesse os votos para si mesmo, e que na hora eles trocassem os papeis, assim cada um escutaria exatamente o que gostaria de escutar. Foi superdivertido, porque eles acabaram levando essa proposta com muito humor. Na cerimônia, apenas eu e os noivos sabíamos da brincadeira.”

      Já a Ilana, do Casamento Colorido, tem uma história diferente sobre como entrou pro ramo. Ela era redatora publicitária e vivia ouvindo da chefe que seu trabalho estava “poético demais”, que tinha que refazer pra ficar mais pé no chão. Como ela gostava mesmo era de escrever, e sonhava (como todas nós!) em um dia trabalhar com alguma coisa que realmente amasse e que a fizesse dar uma contribuição mais sensível pro mundo, Ilana ficou atenta. E aí, quando duas amigas resolveram se casar, ela viu ali sua oportunidade, e pediu pra celebrar. 

      “Acho que por trabalhar com criatividade, me incomodava muito a mesmice das cerimônias de casamentos que eu ia até então. Pouco se via da história do casal, pouco se via da identidade dos noivos. Quando me vi naquela função tão nobre, celebrando, com tanta alegria, o casamento de duas amigas, de um jeito único pra elas, pensei que poderia fazer isso por outros casais também. Foi uma sensação muito forte de 'é isso!!', sabe? Acho que ali todas as pecinhas se encaixaram. Era a possibilidade de trabalhar com histórias de amor, com pessoas reais, com criatividade e fazendo o que eu mais amo, que é escrever.”

      E aí, já te convencemos? Até a Luiza, nossa colaboradora aqui no Adoro, está entrando pro time de escritoras-celebrantes. Aconteceu com ela da mesma forma que com a Maria e a Carla – primeiro casou uma prima, depois amigos, e aí já viu – virou casamenteira também. Ela conta que a melhor parte é receber o carinho e os abraços dos parentes e amigos dos noivos depois.

      “É tanto amor direcionado a você que dá quase uma onda, sabe? Fazer parte do dia mais feliz da uma pessoa, de maneira tão íntima, é um privilégio que não dá muito pra explicar. Você se eterniza junto com a promessa deles naquele momento, e esse desejo de resistir ao tempo é algo que eu já buscava quando escrevia literatura, então foi um encontro muito feliz”. 

      E aí, quem é a próxima a subir no altar? Que tal apostar nas minas celebrantes?  #ficaadica!
       

      27.12.16
    • se faltar a paz, minas gerais

      Esse ano o festival MECA acontece em Minas! Pra embalar a estrada até lá, preparamos uma trilha especial na Rádio Farm e algumas dicas pra você aproveitar a ida e esticar a viagem até Beagá e arredores:
      Ouro Preto é sem dúvida uma cidade que faz todo mundo se apaixonar por Minas, seja pelo horizonte, seja pela comida. A gente recomenda ir beliscar os doces, visitar os ateliês de artistas locais e ficar de olho na programação da cidade que sempre tem evento culturais: ouropreto.org.br


       

      Serra da Rola-Moça: o caminho mais gostoso até Inhotim é, sem dúvida, pela Serra do Rola-Moça. O mirante do parque é a melhor visita ao mar de mineiro: as montanhas <3 Logo depois do parque, você passa por Casa Branca, uma vila charmosa e com os melhores pfs de comida mineira!

      Saindo de Ouro Preto, passa em Itatiaia! É uma vilinha com cerca de 300 moradores recheada das mais lindas casas pintadas por artistas da galeria QuartoAmado.

      Beagá está redescobrindo várias de suas ruas e espaços públicos. A começar pelo carnaval – isso mesmo, o carnaval de rua da cidade fica mais imperdível a cada ano que passa. A tradicional rua Sapucaí é o lugar para ir nas feirinhas e shows mais descolados da cidade feitos pela Benfeitoria e pelos bares e restaurantes como a Salumeria. De lá, dá pra ver uma das vistas mais lindas e antigas da cidade.

      A gente mal pode esperar! Bora lá? Pra saber mais sobre o MECAInhotim, clica aqui: meca.love

       

      01.11.16