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sua mochila está vazia

      Tag: malu paes leme

    • vatapá de grão de bico

      Você conhece o vatapá? Ele é um prato afro-brasileiro, porém virou um prato tipicamente baiano!   Hm, vale dizer que também encontramos o vatapá na região norte do brasil com acréscimo de certos ingredientes, o que muda um pouco do tradicional vatapá baiano.

      Quem dá a dica pra gente sobre essa delícia é a nossa chef Malu Paes Leme: "Em busca de uma alternativa mais saudável e vegana, minha amiga Mirna Ribeiro, uma baiana linda e vegana compartilhou comigo uma receita deliciosa de vatapá vegan de grão de bico", conta. 

      Riquíssimo em proteínas e gorduras do bem, esse prato é uma ótima alternativa para ser servido com a Moqueca de Banana da Terra, receita mara da Malu que a gente já postou. Vamos à receita?  
       
      Vatapá de Grão de Bico
       
      Ingredientes:
      4 Xic. Grão de bico cozido
      400 ml de leite de coco natural
      100 g amendoim torrado
      100 g  castanha de caju hidratada
      1 cebola pequena
      2 colheres de chá de gengibre fresco ralado
      2 colheres de sopa de azeite de dendê
      Sal a gosto


       
      Modo de Fazer:
      Liquidifique todos os ingredientes, exceto o azeite de dendê.
      Em uma panela, coloque o azeite, aqueça um pouco, em seguida, adicione o creme que está no liquidificador.  Mexa até que o sabor seja incorporado e o “pirão” esteja cozido. 
      O vatapá acompanha muito bem moquecas e ensopados junto com salada vinagrete e arroz branco.

      Aproveita o sábado pra experimentar! 
       

      11.09.16
    • hm, delícia!

      Quem aí gosta de um pãozinho de queijo recém saído do forno? É muito bom, né? Mas e se a gente tornasse esse pão mais saudável e mais nutritivo? Essa receita vegana de pão de queijo é uma verdadeira delícia que você pode, inclusive, fazer numa quantidade maior e congelar. Desta forma terá sempre à mão um pão de queijo saudável para servir em casa e para seus convidados!


       
      Quem ensina é a Malu Paes Leme, nossa colab de delicinhas como essa! Sinta-se livre para adicionar ingredientes diferentes para mudar um pouco o sabor e os nutrientes. Porém a base de batata barôa, pra mim, é a melhor! Mas, fique livre para experimentar com abóbora, inhame, batata doce…
       

       
      Adicione sementes diversas, suco de beterraba ou cenoura, azeitona, varie nas ervas frescas, e pode até experimentar algumas ervas secas como orégano para dar um toque de “pizza"!
       

       
      Pão de Queijo (sem queijo) de Ervase Sementes
       
      2 xícaras de polvilho doce
       ½ xícara de polvilho azedo
       1 ½ xícara de batata baroa bem cozida e amassada (tipo um purê)
       1/3 xícara de óleo (preferencialmente azeite ou óleo de coco)
       ¼ xícara de água morna
       Sal a gosto
       Ervas diversas – escolher duas (manjericão, tomilho, salsinha, alho poró…)
       1 colher de sopa de sementes de chia
       
      Modo de Preparo:
       
      Primeiro de tudo, cozinhe a batata barôa até ficar bem macia. Amasse bem até virar um purê bem uniforme. Espere amornar um pouco e acrescente a uma tigela junto de todos os outros ingredientes. Misture bem até ficar homogêneo.
       
      Enquanto mistura, lembre-se de pré-aquecer o forno. Depois molhe um pouco as mãos (para não grudar muito) e comece a enrolar do tamanho escolhido o pão de queijo. Coloque em uma forma com papel vegetal (para não precisar usar óleo pra untar) com um certo espaçamento pois eles tendem a crescer um pouquinho, e coloque para assar em forno médio/baixo até ficarem douradinhos, por volta de 15 à 20 minutos (dependendo do forno). Se não quiser fazer toda a
      massa de uma vez, você pode guarda-la já em formato de bolinhas no congelador por algumas semanas e retirar somente na hora para assar.

      Conta pra gente se é bom!
       

      31.08.16
    • moqueca de banana da terra, puro amor!

      Moqueca é um prato bem tradicional da Bahia, e consequentemente bem brasileiro. Parece que quando pensamos em comida brasileira o que mais vem em nossa mente são as comidas tradicionais baianas. 

      Eu tenho até uma pista porque isso acontece: é porque é boa demais mesmo e nossos queridos baianos levaram pra todos os estados brasileiros essa mão boa pra cozinha. Basicamente, a comida baiana leva ingredientes base que dão o sabor especial à la bahia como: pimentão, tomate, cebola, alho, coentro; e ao mesmo tempo trazem também uma oportunidade de conhecermos mais alimentos da terra que normalmente não consumimos no dia-a-dia como, por exemplo, a tão deliciosa banana da terra! 

      Hoje a moqueca que a Malu Paes Leme ensina, nossa colab que escreve sobre alimentação inteligente, é uma versão vegetariana. Banana da terra tem consistência, tem um doce característico suave e deixa qualquer prato saboroso, basta saber como escolhê-la e como prepará-la. 

      Pra essa receita, precisamos de banana da terra madura – quando sua casca começa a empretecer e ela fica mais macia ao toque. E por incrível que pareça, ela é super palatável se consumida crua, basta que sua casca esteja toda pretinha. Ela chega a ficar laranja por dentro e bem macia! É uma delicíaaaaa!!!

      Vamos à receita!

      Moqueca de Banana da Terra 

      Ingredientes
      4 tomates bem maduros picados
      1 pimentão vermelho bem maduro picado em cubinhos
      1 pedaçinho de gengibre ralado fino
      1 cebola picadinha 
      1 pimenta dedo de moça sem sementes e picadinha (opcional)
      500 ml de leite de coco caseiro!
      4-5 bananas da terra maduras e picadas em rodelas semi grossas
      1 colher de sopa rasa de páprica doce
      1 ou 2 colheres de sopa rasas de coentro em pó
      1 colher de sopa de azeite de dendê
      Sal marinho ou rosa à gosto 
      1 molho de coentro ou salsinha fresca picada

      Modo de Preparo
      Refogue a cebola, o pimentão, o gengibre, o tomate e a pimenta em fogo baixo por mais ou menos 10 minutos.  Acrescente a banana da terra em rodelas, o leite de coco e o restante dos temperos. Deixe cozinhar até a banana ficar macia e o leite de coco engrossar. Por último acrescente o coentro ou salsinha picadinha e o azeite de dendê. 

      Sirva com arroz integral, farofinha e seja feliz! 
       

      18.07.16
    • enquanto isso, na hora do almoço…

      Hummus é um receita de origem israelense, porém já bem difundida pelo mundo. Ela é feita basicamente com grão de bico cozido, sal, tahine (pasta de gergelim), limão e alho. 

      O legal do hummus (principalmente pros vegetarianos) é que ele é rico em proteínas, ferro e fibras, além do cálcio que vem do tahine. Vamos dizer assim, a alquimia desses ingredientes base é uma combinação perfeita tanto pro sabor quanto pra nutrição! 

      Porém, existem muitas variedades que podemos fazer com esta base. Podemos colorir adicionando beterraba, cenoura, folhas verdes, e assim deixar o hummus ainda mais nutritivo. 

      O importante mesmo é sempre conhecer os alimentos e suas propriedades pra saber melhor como consumí-lo e aproveitar tudo de bom que eles possam oferecer. 

      E o grão de bico é tudo de bom, mas pra ele ser realmente assimilado pelo nosso organismo, precisamos deixa-lo de molho sempre, assim eliminarmos os fitatos (que são antinutrientes e dificultam nossa absorção de nutrientes). Ao deixarmos de molho nós também acordamos esse grão e potencializamos assim sua biodisponibilidade. Lembre-se sempre disso! 

      A Malu Paes Leme, nossa colab de alimentação saudável , vai compartilhar com você uma receita que amo e faço muito nos eventos, que promovo com a Biomassa de Mandioca Ouro da Terra que produzimos artesanalmente. O nosso delicioso hummus de curry com cebolinha! 

      Você pode usar no pão, no sanduiche, como wraps, como entradinha, pode servir com palitinhos de vegetais e muitas outras possibilidades!

      3 xícaras de grão de bico cozido
      Suco de 2 limões
      1 colher de sopa cheia de tahine cru (pasta de gergelim)
      2-3 colheres de sopa de cebolinha picada
      Algumas folhinhas de manjericão
      1 colher de sopa rasa de curry
      Sal a gosto 

      Modo de Preparo
      Deixar de molho 1 xícara e ¾ de grão de bico por pelo menos 12 horas, sendo o ideal 24 horas. Descartar a água. Lavar bem. Levar para uma panela normal ou panela de pressão e cozinhar até ficar bem macio. Reservar um pouco da água do cozimento. Processar o grão de bico com todos os ingredientes acertando no sal se precisar e ir adicionando a água do cozimento para o hummus ficar mais pastoso. Se quiser pode armazenar  por até 3 ou 4 dias. 

      Bom apetite! 

      10.07.16
    • hmm, delícia de arroz!

      A gente bem sabe que o arroz é um alimento indispensável e a base da alimentação na maioria das casas pelo Brasil, e em muitos lugares do mundo também. Por aqui, dizem que o arroz foi trazido pelo Pedro Alvares Cabral como um dos últimos “presentes” para os índios. 

      Julho chegou e a gente quer começar o mês pensando no melhor, certo? A alimentação é um caminho e o assunto é basicão: arroz, uma gramínea do gênero oryza e um dos principais cereais do mundo, cultivado por cerca de 100 nações. 

      Você sabia que existem pelo menos umas nove variedades de arroz?  Tem o Vermelho, Parbolizado, Basmati, Tailandês, Selvagem, Japonês, Ráris, Agulha e Integral. Quanto mais integral for o arroz, mais fibras e nutrientes intactos ele terá. Porém, precisamos sempre deixar o arroz integral de molho para eliminar os fitatos (antinutrientes) e torná-lo realmente biodisponível, ou seja, mais fácil do corpo digerir e absorver. 

      Quem dá a dica é a Malu Paes Leme, nossa colab de gastronomia: "Eu, particularmente, acredito que pra quem tem uma alimentação baseada em alimentos refinados, o ideal é que foque em alimentos integrais, e o arroz é um deles. Se você já tem uma alimentação bem integral, consumir alternadamente arroz integral (sempre deixado de molho) e arroz branco polido de marcas seguras é super tranquilo. O arroz branco polido de marcas seguras como, por exemplo, a marca Volkamann, não refinam-o tanto, e ele não passa por nenhum processo de branqueamento, adição de talco e outras substâncias totalmente indesejáveis…

      "… E pras pessoas que têm o intestino irritado, disenteria etc., esse arroz é mais recomendado por ser mais leve pra digestão. Só precisa lembrar de comer junto com bastante fibra vinda de saladas, vegetais, sementes, leguminosas etc. Os que realmente não são muito saudáveis são o parbolizado e principalmente o branco comum. É tanta variedade e gostos diferentes e cada um traz um aporte nutricional muito bem-vindo e que vale a pena ser experimentado", conta.   

      Ah! E se a gente te disser que existe uma versão super interessante, saborosa e muito parecida com arroz, mas com os benefícios de ser mais baixo em carboidrato e rico em nutrientes do bem? Existem dois tipos que a Malu descobriu e que vem incorporando no dia-a-dia: arroz de Couve-Flor e de Brócolisangel

      São tão práticos de fazer. E são deliciosos de verdade. Se você consumir junto com feijão, você nem percebe a diferença! O Arroz de couve flor fica branquinho e lembra muito o arroz. Já o de brócolis fica verdinho, lindo! Vai depender qual você vai querer usar para colorir seu prato. 

      Vamos à receita? 

       Ingredientes:
      1 couve-flor grande (só os floretes) ou 1 brocólis americano (só os floretes)
      ½ cebola roxa picada
      3 dentes de alho amassados
      Pitada de sal rosa ou marinho
      Óleo de côco
      Pitada de noz mocada ou açafrão ou curry (opcional) 
      Alguma erva: salsinha, coentro, tomilho etc. 

       Modo de Preparo:
      Lavar bem a couve-flor ou o brócolis. Depois secar bem os floretes com algum pano de prato. Triturar no processador no modo pulsar os floretes até ficarem granulados (cuidado pra não processar muito e virar pasta!) ou ralar manualmente. Aquecer uma frigideira com óleo de côco, acrescentar o alho, a cebola e refogar bem. Depois adicionar a couve-flor ou o brócolis triturado e mexer bem por uns 3-5 minutos. Adicionar, sal e algum condimento que desejar. No final Acrescentar umas ervinhas picadas como salsinha por exemplo. E voilá: você tem um arroz super gostoso pra acompanhar qualquer prato do dia-a-dia. 

      Até a próxima delícia! 
       

      01.07.16
    • AMAmentar

      Você já imaginou o quanto incrível é produzir um alimento cheio de anticorpos (a vacina natural do bebê), vitaminas, minerais e muita gordura que tem uma função linda de alimentar, proteger e fazer crescer um bebê em pouquíssimo tempo? Pois é: o bendito leite materno é algo fascinante. E melhor ainda é ver os olhinhos dos nossos bebês virando de tanto prazer. Quem fala sobre isso é a nossa colab Malu Paes Leme

      Leite materno tem tudo o que o bebê precisa. E ele inclusive é responsável pela saúde não só do bebê enquanto bebê, mas como criança e principalmente a vida adulta. Quer dizer, ser amamentado por um ano ou mais é determinante na verdadeira saúde do Ser Humano.

      Mais do que alimentar (nutrir) nossos bebês, o leite materno – e o ato de sugar – são incrivelmente reconfortantes pra eles e proporcionam muita segurança e ajuda no vínculo mãe-bebê. 

      Mas, por quê então a amamentação não é mais tão valorizada na nossa sociedade? O que aconteceu pra tantos e tantos bebês serem amamentados somente (e muitas vezes) no máximo até três meses?  Como eles conseguiram nos fazer acreditar que não somos capazes de produzir leite suficiente?

      A verdade é que muitas mulheres acreditam no famoso mito de que existe leite fraco, que tem pouco leite, que é impossível manter o aleitamento exclusivo por seis meses – e que amamentar mais do que isso não tem necessidade nenhuma. 

      Porém, ao mesmo tempo que a força da desconexão vem com tudo, a força da conexão vem também (e até mais forte!). E é por isso que nos dias de hoje vemos uma avalanche de mulheres querendo se emponderar cada vez mais e se conectar com sua força feminina e materna! 

      Aleitamento materno tem muito mitos, assim como a maternidade em geral. Acreditamos neles por medo, por insegurança, porque não temos apoio, porque não temos informação, porque queremos o melhor pros nossos filhos. Mas, nada melhor do que você produzir um alimento físico e emocional, através do seu corpo, dos seus seios que foram biologicamente e anatomicamente preparados pra alimentá-lo – e nem se comparam com um bico artificial de mamadeira e chupeta. 

      O mito do leite fraco ou da baixa produção de leite acontece porque muitas mulheres não têm apoio no aleitamento materno e não tem orientação que ensinem a pega correta do bebê nos seios da mãe pra conseguir sugar com eficiência o leite. Na verdade, a pega incorreta é a grande causadora de muitas mulheres não conseguirem amamentar. Sabe o porquê? 

      Porque a pega incorreta, ou seja, quando o bebê não abocanha a auréola inteira do seio formando a boquinha de “peixinho”, faz com que ele não consiga sugar o leite como deveria e por isso pode não engordar, acaba machucando o seios, pois feri os bicos gerando muita dor pra mãe e dificultando assim a amamentação em geral.

      A pega correta então é uma das grandes soluções pra todas essas dificuldades no início do aleitamento materno! 

      Vale buscar apoio, como ir ao Banco de Leite da sua cidade e receber boas orientações. Contratar uma Doula pós-parto pra te dar esse apoio em casa no primeiro mês também é a boa. Acredite em você – você é capaz de amamentar seu filho, você é capaz de produzir leite suficiente! 

      Um bom site para se inspirar, se fortalecer e se emponderar é o site o Amamentar É. Ah! E no meu site também tenho um post totalmente dedicado (com fotos) de como deve ser a pega correta e como você pode ter sucesso na amamentação! Vai lá 😉 

      29.05.16
    • o que saber sobre extrogestação

      "O bebê humano nasce prematuramente em relação aos demais mamíferos. Podemos considerar que são nove meses de gestação intrauterina e depois nove meses de gestação extrauterina. Quer dizer, quando o bebê chegar aos 9 meses de idade, tem um desenvolvimento semelhante ao de outros mamíferos poucos dias depois do nascimento (possibilidade de locomoção, por exemplo)." Laura Gutman

      A citação acima é do maravilhoso livro "A Maternidade e o encontro com a própria Sombra", da autora Laura Gutman (que aliás, é a boa pras mamães de plantão). Ela fala muito sobre os benefícios de se carregar o bebê durante os primeiros meses de vida o máximo possível colado à mãe. 

      Extrogestacão ou Extero Gestação significa “gerar fora”. E a melhor forma de conseguirmos fazer isto é usar carregadores como sling e/ou ergobabys, que são ergonomicamente preparados para deixar nossa cria bem amarradinha na gente, sentindo nosso calor corporal ( ajuda a regular a temperatura corporal deles), sentir os nossos batimentos cardíacos (ajuda a regular o ritmo e respiração deles), sentir o nosso aconchego, cheiro, voz e amor. 

      Quem vai falar sobre isso – com propriedade materna – é a Malu Paes Leme, nossa colaboradora! 

      Não tenha medo de ficar o máximo agarrada possível. Quanto mais damos colo, carinho e presença para nossos filhos, mais eles se sentem seguros para irem pro mundo e menos carentes eles ficarão. Pode confiar. 

      Em muitas culturas e tribos por todo esse mundão, não cansamos de ver mulheres e crianças carregando seus bebês colados ao corpo. Seja por segurança, seja porque são nômades, seja porque, claro, são concetados e sabem instintivamente que têm muitos benefícios. 

      Só é importante ficar atenta ao carregador de bebês. Ele deve ser ergonômico. Cangurus fazem mal ao desenvolvimento do bebê, além de pressionar a região do quadril, comprometendo o desenvolvimento da bacia e podendo trazer vários problemas físicos na área coxo-femural, pois deixa a coluna do bebê reta e assim não respeita o desenvolvimento natural da mesma. 

      Slings e carregadores como ergobabys são os ideais. Porém é preciso ficar atenta à amarração do sling pra também não prejudicar o bebê. A Malu super indica aprender direitinho como se amarra o bebê, na hora que for comprar. E é só na prática diária que a gente fica craque! 

      Tem uma página no facebook maravilhosa que compartilha várias informações dos benefícios e dicas de como utilizar o carregadores de bebês. Ela se chama Sling-se

      Além de todos os benefícios, as necessidades básicas do bebê que eram satisfeitas dentro da barriga, continuam lindamente sendo satisfeitas fora da barriga quando utilizamos os carregadores (sling ou ergobaby) como por exemplo: comunicação, contato e alimentação permanente (amamentação). 

      E o sucesso com a amamentação fica ainda mais possível tendo seu bebê ali grudadinho em você, pois ele fica pertinho dos seios fartos de leite pra hora que ele quiser. 

      As próximas dicas da Malu serão sobre os incríveis benefícios da amamentação. Até! angel
       

      16.05.16
    • green power

      Todo mundo sabe que folhas verdes são essenciais na nossa alimentação, porém, nem todo mundo consegue incluí-las no dia-a-dia com tanta facilidade e com tanto gosto. É aí que a Malu Paes Leme, nossa colab sobre alimentação inteligente, vem te dar bons motivos e dicas de como ajudar ter todo o poder dos Verdes! 

      A cor verde é uma cor essencial pra nossa saúde. Na cromoterapia, que é a terapia das cores, é calmante e traz equilíbrio, além disso, tem a capacidade de melhorar qualquer condição física negativa e energiza o corpo e a alma. É a única cor que não possui nenhuma contraindicação. Estar próximo de florestas, árvores e plantas traz essa paz e essa energia. 

      Do lado de fora, ter a cor verdenos ajuda nesse reequilíbrio. E do lado de dentro, o consumo de folhas verdes reequilibra nossos órgãos, nosso sangue e nossa saúde como um todo. Vale a pena!

      "Eu amo de paixão essa possibilidade doce e fácil de consumir verdes no dia-a-dia com as Vitaminas Verdes (ou Green Smothies). Elas são receitas práticas, fáceis e muito gostosas. Basta liquidificar frutas maduras, folhas verdes tenras (que precisam ser alternadas ao longo dos dias pra não haver excesso de alcaloides), algum líquido como água de coco, filtrada ou leite vegetal… Ah! Pode acrescentar sementes hidratadas como chia, linhaça, manteiga de amendoim ou outra manteiga de castanhas, farinha de coco, gelo e pronto! Ela também pode ser super simples e só ter frutas e folhas verdes. Os outros ingredientes são opcionais e dão um up!", explica a Malu!

      As vitaminas são doces, e rápidas de fazer, mas os sucos verdes tão famosos também têm seu lugar e valem muito a pena serem tomados ao longo da semana como um detox da melhor qualidade. O legal do suco verde é que ele, por ser coado, entra mais rápido na corrente sanguínea, nutrindo e hidratando todas as nossas células. Por exemplo, nosso corpo recebe muito bem os sucos verdes e quando estamos muito intoxicadas podemos ter uma reação de detox mais forte, mas isso é uma coisa boa, apesar de incômoda, viu?

      Uma receita bem gostosa é essa aqui: 1 manga madura + 1 pera madura + 2 bananas congeladas + 1 pedacinho de gengibre fresco + 2 colheres de sopa de linhaça hidratada + 2 folhas de couve grandes sem os talos + 1 colher de sopa de pasta de mindubaru da Bioporã . Só liquidificar tudo até triturar bem todos os ingredientes!

      E quando temos que mastigar esses verdes? Precisamos nos conectar mais com as folhas verdes, saber como escolher, saber onde comprar, saber seus nomes e pra que servem. Tudo isso faz parte de uma alimentação amorosa, inteligente e nutritiva. Precisamos saber escolher bem as folhas, saber que folhas verdes normalmente são bem sensíveis ao calor… Optar por comprar nas feiras orgânicas bem cedinho de manhã é essencial, pois você conseguirá folhas vivas, tenras, firmes, muito saborosas e, claro, livre dos agrotóxicos!

      Com as folhas orgânicas frescas, você agora só precisa de um molho delicioso pra tornar uma salada verde bem apetitosa. Anota essa dica de molho: ½ xícara de castanha de caju hidratada por 4 horas + ½ colher de sopa de açafrão em pó + Pitada de Sal + ¼ de limao (suco) + 1 colher de café de mostarda + alguma erva de sua preferência. Liquidifique bem com um pouco de água até atingir uma consistência bem cremosa e lisinha. Se quiser mais líquida, só colocar um pouco mais de água.

      E aí, partir curtir nossos verdes? 

       

      01.05.16
    • mais (ainda) sobre coco


      Na primeira parte do texto que a nossa Malu falou sobre as maravilhas do coco (vem reler aqui!), rolaram várias dicas sobre a água, a polpa de coco verde e o leite, além de uma receita escandalosamente maravilhosa: o brigadeiro funcional. 

      E a saga continua com alimentos que tem animado as notícias gastronômicas por aí: manteiga de coco, óleo de coco e farinha de coco! 

      A manteiga de coco é uma verdadeira iguaria, além de ser extremamente nutritiva e saudável porque é o coco prensado, ou seja, cheio de fibras e vitaminas. Nosso corpo recebe esse tipo de alimento de forma muito prazerosa e sabe utilizar de forma gradativa todos os nutrientes, dando aquela saciada, sabe?

      "Eu super recomendo utilizar mais manteigas vegetais feitas a partir de sementes e castanhas do que seus óleos isolados. A única marca que produz manteiga de coco de qualidade é a marca Bioporã, por exemplo. Dá pra fazer sorvetes, chocolate branco, caldas, pode passar no pão, na tapioca como se fosse manteiga mesmo. Ela derrete e fica um saborzinho de coco. Hmmm! 

      Óleo de coco é gostoso, faz bem pra saúde, e é uma ótima alternativa aos tradicionais óleos isolados tradicionais. Além de ter o diferencial de ser uma gordura saturada do bem que até solidifica em temperatura ambiente mais fria ou na geladeira (e parece até com uma manteiga), não oxidando tão rápido.

      Já outros óleos, como de oliva e de oleaginosas em geral, tendem a oxidarem muito rápido e perderem grande parte de seus benefícios à saúde.

      Dica da Malu: troca o azeite pelo óleo de coco na hora de cozinhar 😉
      E tem até receita, ó: refoga alho e a cebola no óleo de coco quando for fazer um arroz especial. Misture vegetais bem coloridos e tenha um arroz bem temperadinho com aquele toque de coco que nos lembra a Bahia! 

      A farinha de coco é a alternativa saudável e mais gostosa de farinha sem glúten. Ela tem muita fibra então ajuda no funcionamento do intestino, tem pouco carboidrato, mais gordura do bem e muitas vitaminas.

      Pode ser usada na substituição de parte das farinhas à base de glúten em receitas saudáveis, como pães e bolos integrais (só tem que lembrar de acrescentar um pouco mais de líquidos que a receita pede, pois a farinha de coco tende a 'sugar' mais os líquidos da receita).

      Como o coco já é um alimento adocicado naturalmente, você pode utilizar menos açuçar em certas receitas. É só utilizar o bagaço que sobra do leite de coco e desidratar no forno na temperatura mais baixa possível até ela ficar sequinha (ou compre agora!). 

      E tem mais! A gente tá pirando com essa vitamina super delícia que ainda sacia. Anota aí:
      1 manga + 4 bananas + 1 punhado de espinafre + 1 colher de sopa de farinha de coco + 1 colher de sopa rasa de manteiga de amendoim + água gelada ou gelo. Liquidifique tudo! Rende 1 porção bem servida ou 2 porções. 

      "Use e abuse com consciência dos alimentos de verdade e de origem vegetal na sua alimentação. Inclua-os mais e com certeza você estará se amando mais e tendo muitos benefícios", indica a Malu.

      A gente já tá doida pra saber qual vai ser a próxima boa dica dela. Valeu, Malu! 

      24.04.16
    • coco é amor

      Que água de coco, polpa de coco e leite de coco fazem bem, a gente não tem dúvida, né? A água desce bem, refresca e hidrata. A polpa, quando macia, é deliciosa, nutritiva e super dá aquela mascarada na fome. A gente adora e pediu uma forcinha à Malu Paes Leme, nossa colab, pra falar sobre o alimento. 

      O leite de coco é o que mais se parece com o leite materno, uma vacina natural. Além da água, da polpa e do leite de coco, é bom ficar atento também ao óleo, à manteiga e à farinha de coco. Aliás, a A Malu empolgou tanto sobre o tema que já tá preparando uma próxima coluna pra falar sobre eles, fica de olho! 

      "Podemos chamar também a água de coco de água estruturada. A água é produzida dentro do fruto sem nenhuma intervenção humana e não precisa passar por nenhum filtro pra ser consumida. Ela já está ali prontinha. Assim como a água de coco, a água de nascentes e as que correm pelas pedras também são consideradas águas estruturadas, cheias de vitalidade, minerais e elementos benéficos, que o organismo reconhece prontamente", conta a Malu.

      Além disso, tem o equilíbrio perfeito entre sódio e potássio, é antioxidante, mineralizante, energética, hidratante… A dica é sempre compra-lo em lugares mais baratos como CEASAs e CADEGs, pois lá o preço é bem menor e rola de comprar em quantidade!

      A Malu indica fazer Iogurte de Coco em casa usando a quando está um pouco mais firme, porém macia ainda. Bastam 4 xícaras de polpa de coco verde, 1 xícara de água de coco (pois queremos uma consistência cremosa) e 1 cápsula de probiótico.

      Como fazer? Liquidificar bem, colocar em uma jarra ou pote aberto e protegido com um tecido por cima, colocar em um lugar mais morno da cozinha (até mesmo dentro do forno) e deixar fermentar por aproximadamente 4 horas. Depois é só se deliciar com essa nutrição pura sem lactose e, se precisar, armazenar na geladeira por até 4 dias! 

      A polpa do coco marrom (que é o coco verde bem maduro), é uma outra iguaria nutritiva na culinária saudável. O leite é muito fácil de fazer em casa e não precisa nem um pouco ficar dependendo da indústria pra tê-lo sem nenhum tico de conservante. Basta comprar a polpa já solta da casca (que hoje em dia é um pouco mais fácil) ou comprar o coco seco.

      Como fazer? Leve ao fogo. Coloque-o em uma das bocas do fogão e vai virando por três a cinco minutos. Depois, retira do fogo e com um martelo, martele o coco todo. Quebre-o ao meio, retire a água e a polpa sairá bem fácil e inteira praticamente.

      Leve essa polpa pro liquidificador com água morna, depois é só coar num paninho de voal ou pano de prato. Armazene na geladeira por até 3-4 dias no máximo. 

      Dica da Malu: você pode usar o leite de coco em quase todas as receitas que 'precisam' de leite de origem animal, mas lembre-se de que algumas que precisem descansar na geladeira podem sofrer uma separação de água e gordura do leite de coco, que é natural, e podem não ficar tão boas. Nessas receitas o melhor é utilizar leites de outras sementes. 

      E pra quem acha que tá acabando, tem mais. Depois de duas receitinhas maras, tem a incrível de… brigadeiro de colher! 

      Anota aí: 

      1 xícara de leite de coco 
      3/4  xícara de biomassa 
      ¼  xícara de cacau em pó orgânico ou chocolate 70%, derretido
      1/2 xícara ou mais de açúcar de coco
      2 colheres de sopa de chocolate 70%, ralado
      Óleo de coco pra untar as mãos
      Cacau, lascas de chocolate 70% ou sementes de chia para enrolar e decorar

      Como fazer? Junte o leite de coco, a biomassa, o cacau, o açúcar de coco e leve ao fogo até ferver. Mexa por 3 minutos até engrossar. Transfira pra um pote hermético e leve à geladeira por 8 a 12 horas. Assim ficará mais firme e mais fácil de enrolar… e é uma delícia que só!

      Depois, claro, é só aproveitar muuuito! 

      17.04.16
    • pra ser melhor

      "Quero começar minha coluna por aqui dizendo: você vale cada mudança que fizer em relação a sua alimentação, seu estilo de vida e sua escolhas de forma geral. Você vale esse esforço, merecendo todos os benefícios ao escolher esse caminho". Essas são as palavras da Malu Paes Leme, que a gente já apresentou aqui e que agora vai dividir com a gente dicas essenciais pra se alimentar melhor (e viver muuuito melhor!). 

      A Malu é chef de cozinha autodidata e Personal Cooking de comida natural e vegetariana, escritora e pesquisadora da vida saudável e conectada… e mãe do Cauê. Conversando com ela, a gente chegou a conclusão de que é nada fácil encontrar tempo e foco pras mudanças, mas quando você faz essa escolha e sente todos os benefícios, simplesmente não tem como não continuar. O cuidado com você mesma vai causa benefícios não só ao seu corpo. Lindo, né?

      Se amar é o primeiro ato pra viver bem e com mais equilíbrio. A gente precisa sentir, praticar e doar. Todas essas escolhas que nos trazem muitas consequências negativas vem da falta de se amar. E a culpa não é sua. A situação problemática e de desamor que vivemos está muito mais arraigada do que podemos imaginar… Precisamos de novos horizontes, novas e ao mesmo tempo milenares formas de se alimentar e de se cuidar verdadeiramente, respeitando cada célula do nosso corpo!

      A partir de agora, a Malu vai nos atualizar com melhores práticas pro dia-a-dia pra vivermos uma vida mais conectada, saudável e cheia de amor. Ah! Pra entrar no clima, entra no site dela por aqui

       

      04.04.16
    • clube orgânico

      bola-organico

      Na última terça (8) rolou encontrinho pra lá de especial na loja de Ipanema, resultado da nossa parceria com o Clube Orgânico! Foi super emocionante e cá estamos pra contar os detalhes do que rolou e já adianta: amanhã tem mais, às 10h.

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      Começou assim: a loja de Ipanema virou um ponto de retirada dos produtinhos frescos e orgânicos do clube, apoiando uma alimentação consciente e propagando hábitos saudáveis pro dia-a-dia. Ponto! 🙂

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      Além disso, recebemos a chef Malu Paes Leme (lembra que ela já marcou presença aqui?) que nos ensinou tudo sobre alimentação inteligente, sobre a importância de fazer escolhas mais naturais e, claro, ainda deu o passo a passo de uma vitamina super delícia! A gente amou!

      malu

      ‘O evento da FARM com o Clube Orgânico proporcionou pra mim, como palestrante, uma maravilhosa oportunidade de comunicar de forma despretensiosa sobre informações extremamente valiosas nos dias de hoje, como uma alimentação mais conectada, mais natural possível, mais verdadeira e naturalmente mais inteligente.’ – a Malu contou pra gente.

      5

      A Dani Vargas, nossa Analista de Projetos Culturais e Sociais, responsável pelo evento, também deu seu depoimento: ‘Ficamos muito felizes com todo o processo da nossa parceria. Foi muito gratificante ver de perto o envolvimento das pessoas com a boa alimentação, com uma nova consciência, preocupadas com a cadeia do alimento. Também foi muito bom ver a galera chegando com a própria ecobag, o que expressa maior conscientização com o mundo!’.

      6

      Curtiu? Então prepara a ecobag que ainda tem mais. É que amanhã tem segundo round, dessa vez com a chef Karin Gama. É só passar na loja, levando a ecobag e escolher os alimentos que vai levar pra casa.

      Acompanha o projeto pelo evento no facebook e a gente se encontra lá!

      14.12.15