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      Tag: força feminina

    • #forçafeminina: poesia com elos

      O corpo é uma extensão de nós mesmos e através dele sentimos, falamos, dançamos, agimos e somos. É essencial nunca esquecer que o nosso corpo é nosso. Vai além do sensual, sexual, além do que o outro vê. Através do corpo colocamos pra fora o que vem de dentro, o que a alma pede e precisa. Nos relacionamos com outros corpos, com o ambiente, com a vida e com o tempo.

      A partir dessa reflexão sobre a imagem do corpo nu e só, principalmente o feminino, tão objetificado, a fotógrafa Pamela Facco criou a série de fotografias “Poesia com Elos” que pra ela é “O corpo como verso em um diálogo orgânico com a alma”.

      O projeto começou como Poesia com Elas, uma forma de artística de explor a nudez feminina como uma ferramenta de autoconhecimento, empoderamento da mulher e quebra do círculo vicioso no qual o corpo feminino sempre acaba como uma mercadoria sexual para o universo masculino.

      “Os ensaios aconteciam em grupo e a energia e troca positiva que acontecia entre todas nos era absurda. Ensaio pós ensaio o projeto foi ganhando uma identidade mais forte e foi se descolando das poses habituais. Entendi que a alma é orgânica e que o que busco é um verso. Que cada modelo tem uma força e que essa força se apresenta numa forma própria e única. Ela surge no meio da imersão do ensaio, ela salta aos meus olhos como num passe de mágica, num clic (duplamente)”, conta ela em seu Instagram.

      A ideia transbordou e o Poesia com elas chegou para eles, para todos, e em união desses laços nasceu o POESIA COM ELOS. A gente bateu um papo com a Pamela pra conhecer melhor as inspirações por trás dessa força feminina e poética, ó.

      Como começou sua história com a fotografia?

      Ser fotógrafa nunca foi um objetivo de vida, um sonho. Tudo aconteceu como a fluidez da água de um rio que corre num sentido único, sem muita escolha ou a possibilidade de voltar atrás.
      Eu sou extremamente sensível sobre as dores do mundo e aprendi a transformar em arte o tanto que sentia. Comecei ainda adolescente, ao colocar minhas vivências em ilustração e pintura, depois para a escrita. Logo depois, comecei a faculdade de design gráfico e uma inquietação me levou a viajar muito e também a procurar trabalhos sociais. Para registrar essas experiências, cai no mundo da fotografia. E foi através dela que amadureci e me reconheci como um ser possuidor de voz por meio do silêncio ambíguo de uma imagem. É uma história da qual me orgulho muito porque sinto que através das minhas criações fotográficas não só encontrei minha profissão, como nasci como mulher e artista, ao perceber que minha fala e alma tinha um espaço no mundo.

      Ultimamente a imagem do corpo nu é um tema ainda bastante discutido. Como surgiu seu interesse por fotografar as pessoas nessa situação, ao mesmo tempo, simples e única?

      Você já reparou que a maioria do material sobre o corpo da mulher é produzido por homens e para homens? Percebia que a maioria do material sobre o corpo da mulher era produzido por homens e para homens, então fiquei motivada a dar para a mulher o protagonismo de sua própria imagem: o corpo da mulher registrado pela lente de uma fotógrafa mulher e tendo como público final principalmente o feminino. Queria atropelar a ideia do nu como algo apenas sensual, sexual e que serve para agradar ao homem. É trabalho plástico sim, mas é ativismo feminista também. Os ensaios são coletivos para derrubar esse tabu do nu como algo envergonhado. É uma libertação, uma possibilidade de se ver despido dos preconceitos e do peso do julgamento constante de ser mulher em uma sociedade tão machista e aprisionadora. Em grupo, existe um desligamento do ego, um rompimento das inseguranças pessoais em troca de pertencer a um processo maior, uma luta coletiva pela essência feminina na qual todas as mulheres estão de corpo e alma desconstruindo-se mutuamente e apoiando-se umas nas outras. No final do processo as mulheres saem da minha sala com o dobro de tamanho, tudo por causa da troca. O coletivo de mulher é amor.

      Ao fotografar mulheres e seus corpos você empodera cada uma delas, dando força e auto-estima, né? E a sua força femina, de onde vem?

      Acho que a minha força feminina vem por obrigação. Parece estranho, mas não tem muita saída, ou se luta ou te enterram. Sendo uma artista mulher você passa por muitos silenciamentos, quanto maior a ruptura, maior a censura. Recentemente, abri meu trabalho de nus femininos para ensaios masculinos, para mostrar um olhar mais sensível sobre a dureza do corpo do homem. Assim que publiquei minha primeira foto, fui denunciada e tive meu instagram banido do sistema. Tive que recomeçar e contei com a ajuda de muitos amigos e conhecidos que abraçaram a causa, mas também tive a noção do tamanho da hipocrisia da nossa sociedade, do machismo cotidiano. A nudez feminina foi tão objetificada pelo olhar masculino, que pode ser vista em qualquer lugar, já a masculina é um choque, tem que ser banida. Foi uma censura que revela diversas questões: a visão do que pode ou não ditada pelos preconceitos masculinos, o medo em colocar o homem em um lugar mais poético, exposto, e o ataque pessoal por ser uma fotógrafa mulher que decide virar o jogo de alguma forma, afinal existem diversas galerias de nudez de fotógrafos homens que não são denunciadas. Então minha força feminina vem para derrubar absurdos como esse, mostrar que tenho o que expor e ainda para ajudar mais mulheres a encontrarem sua força e colocarem sua voz no mundo, afinal se enfrento isso sendo uma mulher branca de classe média, como fica o lugar de fala de uma mulher negra e pobre no Brasil?

      A reflexão é mais do que atual e necessária. E a gente convida você a pensar junto e principalmente, agir junto. Pela nossa liberdade de ser o que somos, ter o corpo que temos e garantir essa liberdade ao outro. Vamos juntas e juntos?

       

      22.03.18
    • #forçafeminina: bate-papo com Bebel Clark

      Qual a sua força feminina? Onde ela está? Essa é a reflexão que a gente puxou essa semana pra fazer a nossa homenagem mais do que ao Dia da Mulher, mas à vida feminina. Afinal todo dia é nosso dia e mais do que nunca, é tempo de pensar, colocar nossa voz pra fora e fazer valer nossas emoções, vontades, incômodos e sonhos.

      Além de convidar mulheres do nosso escritório pra construir junto essa história contando cada uma um pouquinho sobre sua força
      feminina – perdeu? Confere aqui -, chamamos todas as mulheres que tão juntinho com a gente no nosso dia a dia do escritório pra um bate-papo cheio de energia boa com a nossa super parceira, a Bebel Clark.

      A Bebel chega junto em vários momentos pra resgatarmos nossa verdade interior, aflorarmos aquilo de bom que realmente somos. Na última sexta-feira, o convite foi pra todas nós falarmos sobre a nossa força feminina, uma roda de conversa com muito amor, sentimento e empatia.

      Sabe o que a gente descobriu juntas? Amar é cuidar. O cuidado é fundamental pra conseguirmos viver em harmonia, com felicidade, entendendo nossos limites e respeitando os da outra e do outro. Tem força feminina maior que um cuidado que vem do coração?
      E a mensagem que a gente levou pra casa e sugere que você aí do outro lado da telinha também faça é: pare, respire e tente ser mais cuidadosa com você mesma, com as suas necessidades e desejos e assim, cuidar de quem tá perto, de quem tá longe. Pra florescer tem que cuidar, então bora junto?

      Ó, no próximo feriado de páscoa, a Bebel vai realizar a Imersão Essencial para mulheres, num paraíso aqui no Rio: no TerraLuz em Cachoeiras de Macacu. É conexão pura com a sua própria natureza e a natureza do planeta. Faz sua inscrição que a experiência é imperdível!
       

      12.03.18
    • #ForçaFeminina

      Para ler ouvindo 'Força Feminina',
      a playlist feita pelas mulheres do escritório da FARM. 

      Dia nosso é todo dia. 
      Cá estamos: somos mulheres, plurais, humanas. Corremos com lobos, umas com as outras, sozinhas. Nossa luta é por protagonismo. É por igualidade. É por respeito. É pelo corpo não objetificado. E haja força!

      Desde o começo do ano passado já se dizia que o 'feminismo' seria a palavra chave (lembra aqui?). Começamos a respeitar o volume da nossa voz e a questionar do cara que senta com as pernas abertas no busão a situações como manter relações sexuais sem vontade. Nunca se falou tanto sobre relacionamento abusivo, por exemplo. O 'El Pais' fechou o ano com uma matéria que questionava a continuidade do feminismo para além de 2017 – e alguém aqui duvida que isso só tá começando?

      E esse ano, trouxemos pra reflexão a #forçafeminina. Durante a semana, trocamos uma ideia com as meninas do escritório sobre isso e o resultado você vê nos stories do @adorofarm. Foi lindo ouvir o que as mulheres de cada departamento pensam – da criação ao operacional. 

      "Estamos juntas todos os dias, a FARM é uma empresa feminina, feita majoritariamente por mulheres. Hoje, vamos apresentar nos stories um pouquinho sobre onde está a base de cada uma de nós e a ideia é justamente essa: ir de dentro pra fora. Reverenciando a beleza de cada uma, somos fortes nas singularidades!", conta Fernanda Moreira, que é redatora e cuida do endomarketing da FARM. 

      Todas as fotos e vídeos foram feitas pelos ambientes do escritório com o super olhar da Elisa Mendes, nossa parceira de imagem, e a gente agradece muito a todas as meninas que participaram e toparam a brincadeira: cada departamento escolheu 1 mulher para representar a #forçafeminina e essas da foto são algumas das escolhidas! 

      A Pri Ferreira, vendedora do Rio Design Leblon, curtiu chegar junto: "foi muito satisfatório ter participado dessa ação. Por mais que tenha sido um story de poucos segundos, foi gratificante ter representado um pouquinho de cada uma de nós, o mundo tem medo de mulheres extraordinárias. Somos muito capazes", conta. 

      Pra fechar o dia com chave de ouro, vai rolar um bate-papo com a Bebel Clark, nossa parceira, à noite. E tem mais presente:

      – Nossas meninas se uniram e criaram uma playlist especialzona para a Rádio FARM – só com mulheres, claro. As escolhas pessoais permearam a tag e, se você não clicou no começo do post, ainda dá tempo hehe clica aqui que tá lindimais!

      – No ano passado, a gente fez os lambes de presente também no 'dia da mulher' e deu tão certo (muita gente pede até hoje, sabia?) que repetimos a receita com uma mensagem novinha em folha. A imagem é a que está em destaque na bola do post e você pode baixar as versões no fundo rosa (clica aqui) ou p&b (clica aqui)! 

      E a sua força, onde está? 

      08.03.18