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sua mochila está vazia

      Tag: comida vegana

    • vibe bonita

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      Tem nascer do sol na Pedra Bonita, tem gente querida por perto e tem momentos inesquecíveis em uma casa mágica. Sabe aquele dia em que tudo conspira a favor? A gente agradece às meninas do Mais Asas, que fizeram a realização deste dia incrível e reforçaram com a gente o clichê mais verdadeiro de todos: as melhores coisas da vida não são coisas. Ufa!

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      O coração tá até mais leve! A gente tirou um sábado pra madrugar, subir a Pedra Bonita e ver o sol nascer ao som do Mohandas (sim, eles tocaram lá em cima ♥!) e partir pra uma casa toda mística, no Alto da Boa Vista, chamada Pedra Luz. Pelo nome a gente já dá pra sentir que é especial, né?

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      Pra deixar tudo mais animado, convidamos algumas amigas e clientes pra curtir esse dia também e é claro que todo mundo não vê a hora de repetir a dose: “Se eu fosse definir a experiência em uma palavra seria revigorante. Estava tudo lindo e deu pra ver que cada detalhe foi pensado com muito amor”, contou a Rê Ladogano, uma das participantes.

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      Na casa Pedra Luz, depois daquele amanhecer lindo na Pedra Bonita, rolou uma prática renovadora de yoga e acroyoga com a anfitriã Daniele Zimetbaum. A acro deixou a gente encantada porque mistura a yoga tradicional com elementos da acrobacia, ou seja, é divertida e bem dinâmica. Vale experimentar!

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      “Percebi o quão perto a natureza está da nossa espiritualidade. Tudo foi um verdadeiro aulão de como aproveitar o dia e a vida desfrutando do melhor que a natureza pode oferecer. Experiência pra guardar pra vida toda. Valeu, FARM!”, contou a Daluanne da Cunha.

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      A gente é que agradece. Depois da yoga, o reiki ganhou espaço com a Karina Miotto, que é reikiana e morou por cinco anos na Amazônia. “A experiência significou um dia de vigor espiritual e conexão completa comigo mesma. A energia foi tão intensa que me revigorou pela semana toda e abriu portas com novos caminhos positivos”, contou a Carol Abreu.

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      Comandada pela Mari Ostermann, a leitura de aura também foi um dos presentes lindos que passeou por lá: “Na leitura, a Mari comentou sobre eu me conectar mais com a natureza e precisava mesmo desse empurrãozinho. Vou fazer yoga e quero viver mais momentos como esse de pura energia. Foi sensacional!”, disse a Gabi Tardin.

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      Pra fechar, a gente relaxou com a Tai Massage, feita pela Dani Zimetbaum e aproveitou as delícias do almocinho vegano servido pelo chef Marcelo Doin da Vega. Os sucos vivo da Green People também entraram na roda e é claro que a alimentação saudável fez a diferença na hora de fechar o evento com chave de ouro.

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      Fotos: Juliana Rocha

      “Ter tido a oportunidade de ver o nascer do sol da Pedra Bonita foi uma das experiências mais energizantes que já vivi. Foi tudo perfeito e apenas uma palavra define: gratidão!”, finalizou a Dani Andrade. Dá play no vídeo pra sentir a vibe linda que protagonizou nosso momento. De emocionar! 😉

      O nosso obrigada a todos que participaram com a gente nessa e um beijo especial pras meninas do +Asas (vocês arrasaram!). Que o próximo encontro seja logo e que a gente aproveite cada segundinho pra agradecer a natureza linda que tá ao redor. Aqui, na Pedra, na Casa ou em qualquer lugar. Vem!

      05.09.14
    • pão nosso

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      Inês é daquelas que ilustram bem o conceito “faça você mesmo” e tira disso um negócio prazeroso e pra lá de inspirador. Lisboeta na identidade e carioca de coração, ela se apaixonou pelo Rio de forma arrebatedora: em seis meses descobriu que é aqui que ela quer chamar de casa. De lá pra cá, criou o Alface do Rio, marca de pães caseiros deliciosos pra entrar na sua listinha.

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      Essa história começou com a constatação de que nenhum pão era tão saboroso a ponto de conquistar o paladar da lisboeta. “Entre receitas que sabia e outras que comecei a pesquisar”, ela explica, “comecei a fazer meu próprio pão”. E foi assim, colocando a mão na massa que além de receber o aval do paladar da criadora, o pão também conquistou as amigas, as amigas das amigas…

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      E hoje o Alface do Rio já comemora um ano. Mas não foi sempre assim. Inês já chegou a desdenhar do próprio talento. “Não. Não vou vender pão”, já pensou. “Mas hoje estou rendida aos seus encantos”, ela admite.

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      Ela explica o nome do negócio: “Alface vem de “alfacinha” (nome que se dá a quem nasce em Lisboa), e do Rio, por estar entre Rios, Rio Tejo e Rio de Janeiro“. Sem mistério! Ela faz questão de dizer que além de nome da marca, o Alface do Rio também representa um movimento dos lisboetas amantes das terras de cá. Até porque não é difícil esbarrar com os vizinhos do Rio Tejo pelas calçadas cariocas, não é mesmo?

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      Já que boa parte dos ingredientes dos pães da Alfacinha são orgânicos e vegans, ela deixa aqui a sua dica de programa saudável na cidade que já pode chamar de sua: “dar uma voltinha de patins no calçadão e depois um tchibum no mar”. Isso, claro, depois de passar ali no café da Qguai em Ipanema ou escrever pra alfacedorio@gmail.com pra garantir a sua delícia do dia.

      Bora lá?

      26.02.14