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sua mochila está vazia

      Tag: upcycling

    • Ressignificar é urgente!

      No mês passado, em julho, tivemos a notícia de que, em 7 meses, esgotamos todos os recursos que o nosso planeta é capaz de oferecer de forma sustentável no período de um ano, desde a filtragem de gás carbônico (CO2) da atmosfera até a produção de energia e matérias-primas para fabricação de bens de consumo.

      Essa é uma conta feita pelo Global Footprint Network (GFN), uma organização de pesquisa que mede a chamada Pegada Ecológica das atividades humanas no mundo. O cálculo da Pegada Ecológica leva em conta a quantidade de área terrestre e marinha necessária para produzir todos os recursos consumidos por uma pessoa, uma cidade e até um país e para absorver seus resíduos. Ou seja, a quantidade de natureza necessária para manter seu estilo de vida.

      Se mantermos o ritmo atual de produção e consumo, até o fim 2019, teremos consumido 1,7 planeta Terra! Todos nós estamos utilizando a natureza de forma mais rápida do que os ecossistemas do nosso planeta podem se regenerar. Então mais do que nunca, ressignificar é urgente!

      Essa semana falamos sobre um lançamento super importante pra esse processo de cuidado e respeito ao meio ambiente, o jeans re-FARM. E hoje, vamos contar pra você sobre outras duas novidades pra gente ressignificar junto a nossa pegada no planeta: FARM + Insecta Shoes e a nova coleção de re-FARM re-ROUPA.

      FARM + Insecta Shoes

      A gente já é apaixonada pela Insecta Shoes há bastante tempo e por isso pensamos que já tava mais do que na hora de trazer as ideias transformadoras que elas propõem pro mundo, em uma collab cheia de verdade e vontade de repensar nossas hábitos. Uma parceria pra lá de especial em sapatos feitos de roupa!

      Isso mesmo, a gente se juntou com a Insecta Shoes pra colorir de um jeito especial um dos modelos queridinhos da marca, a Argia. Selecionamos peças e tecidos que sobraram das nossas coleções passadas e transformamos tudo em sapatos 100% veganos e unissex.

      Para dar vida a cada Argia escolhemos um mix diferente desses tecidos pra otimizar o uso de cada retalho, ou seja, cada calçado tem uma combinação de estampas e cores única! Foram mais de 160m² de tecidos reutilizados. Além disso, o solado é feito com borracha reciclada excedente da indústria calçadista. Demais, né?

      É sapato feito de roupa, pra você usar por onde for!

      re-FARM re-ROUPA

      Nossa collab re-FARM re-ROUPA começou lá em 2017, em um movimento lindo dos nossos primeiros passos por um caminho mais sustentável, reaproveitando sobras de tecidos de coleções passadas ressignificando em novas peças.

      O re-FARM re-ROUPA retorna esse ano, na 4ª edição, com muita energia boa no reaproveitamento de mais de 1.500 metros de tecidos na produção dessa coleção.

      “Essas peças da FARM que estão sendo reaproveitadas mostram que uma modelagem, que significa tempo e energias gastos de várias pessoas, não precisa ter um fim no término de uma coleção. Elas podem ser reaproveitadas em novas peças ganhando  uma composição de estampas que nunca foi feita antes! A ideia é trazer pro mundo da moda, onde o novo é sempre o foco, um pensamento de que a gente pode usar modelagens, tecidos e coleções passadas, transformando tudo isso com uma cara nova e única.” explica a Gabi Mazepa, do re-ROUPA.

      É roupa feita de roupa, com respeito e atenção ao meio ambiente! Ficou curiosa pra conhecer as peças ressignificadas? Fica de olho que já já elas chegam nas lojas e no site 😉

      19.08.19
    • Como foi o último encontro Re-FARM

      O último encontro Re-FARM que aconteceu na nossa loja da Harmonia, em São Paulo, foi muito especial. Isso porque foi o lançamento oficial de uma parceria muito incrível nossa com duas empresas muito muito legais: a Banco de Tecido e o Nosso Tecido.

      A partir de agora, você pode comprar nossos tecidos nesses dois lugares! Sim, tecidos da FARM de coleções antigas que não foram usados. Já são mais de 10 mil metros de tecido doados, catalogados e colocados à disposição da gente. É uma iniciativa bastante corajosa e muito necessária pra que se possa diminuir o desperdício da produção das roupas e colocar mais essa questão em debate, inclusive pra além daqui.


      Quem compra, recebe também etiquetas que identificam o tecido como oficial nosso. E todo mundo pode usá-las.  Convidamos a Cristal Muniz, do blog Um ano sem lixo, pra escrever esse post aqui. Ela conta sobre esse processo todo com afeto, vem ler!

      As sobras de rolo, como são chamadas na indústria têxtil, são os rolos de tecido que não foram utilizados até o fim. E isso acontece porque lá no conceito a coleção muda por conta das alterações de modelagem etc. Essa sobra muitas vezes não serve mais para ser utilizada no modelo de produção normal, e por isso acaba esquecida num cantinho. Mas essa sobra não é pequenininha, ela é gigante!

      Pra indústria fica muito difícil de usar, mas pra gente, que só queria coisinhas combinando com aquele tecido que a gente amou da coleção passada, é mais que possível. Lá no evento eu pude ver um pouquinho da quantidade de estampas e variedades de tecidos (moletom, jeans, viscose, rendas, metalizados) disponíveis, além de entender um pouco como funciona cada um desses parceiros, que eu conto pra vocês aqui:

       

      O Banco de Tecido



      Criado pela Lu Bueno, o Banco de Tecido é um espaço de troca e venda. Se você tem sobras de tecido em casa, seja porque costura ou porque um dia quis fazer uma peça que acabou nunca saindo do papel, pode leva-la até o Banco e ganhar crédito pra levar outro pra casa. Os tecidos são trocados e comprados por peso – e o preço é único! Você fica com 70% do peso do que levou em crédito se for correntista. Se você só quer um pedacinho de tecido pontual, não costura e não vai ter sobras pra levar, pode comprar com dinheiro – essa modernidade ainda funciona também, hihi. 🙂 Se você não é de São Paulo, pode mandar um whatsapp que eles conversam e mandam pra outras cidades também.

       

      A Nosso Tecido

      Diferente do Banco, a Nosso Tecido é um negócio online. Isso significa que os desafios são diferentes, um muito importante: o cliente precisa saber exatamente qual tipo de tecido é, já que não pode tocar e sentir. Por isso, eles contaram com uma rede de voluntários que desenrolou, mediu e avaliou todos os tecidos recebidos da FARM pra ter todas as infos certinhas no site.

      Depois do bate-papo com a Lu do Banco de Tecido, a Pamela do Nosso Tecido, a Taci da FARM, a Mari Pelli do Roupa Livre e o Ednelson Soares da Rede Asta contando um pouquinho como tudo funciona e quais os desafios dessa nova jornada, ainda rolou um workshop de caderninhos reaproveitando tecidos da FARM para fazer a capa.

      A Rede Asta, que já é um parceiro de muito tempo, é um negócio social que capacita artesãs como empreendedoras usando resíduos para criar produtos. Cerca de meia tonelada de resíduos de tecido é doada por mês pela FARM. Dessa vez, esses resíduos são menores, aquele resíduo da hora de cortar a modelagem da peça. Com eles são feitas almofadas, fuxicos, caderninhos, molduras, o que você pensar é possível.

      Sobra não é lixo. Eu, que trabalho diretamente com evitar o desperdício, vejo essas possibilidades de novos usos que a própria marca criou como sensacionais.

      Esse é só o começo, eu tenho certeza, de muitas ações legais que a FARM vai fazer pra, cada dia mais ter uma logística circular dos seus produtos. Como disse a Taci, a head de marketing da marca “uma marca também é o que as pessoas que trabalham nela são e as pessoas já estão diferentes”. É justamente pelos feedbacks dos clientes que as marcas podem aprender a fazer a mudança. Eu sou bastante otimista, não sei vocês! 🙂

       

      Cristal Muniz vive um estilo de vida lixo zero desde 2015, quando criou o blog Um Ano Sem Lixo. Hoje se dedica a divulgar a causa em reportagens, palestras e nos workshops que ministra por todo o país. Cristal também é autora do livro Uma Vida Sem Lixo (Editora Alaúde), lançado em julho desse ano, um guia prático para aprender a viver sem desperdício.

       

      11.10.18
    • moda consciente ♥

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      Há alguns meses rolou aqui na fábrica o Casulo, curso de cultura de moda consciente facilitado pela turma do Flor & Ser, da Casa Sou.l. Foi super legal e um monte de gente participou!

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      E porque tinha tudo a ver com o tema, no fim do curso as meninas ainda tiveram chance de participar do Re-roupa, workshop de upcycling da Gabi Mazepa que rola no IED e que a gente adora dar ibope (ela merece)!

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      Nos mesmos moldes do outro, a graça era pegar peças das nossas coleções passadas e dar uma repaginada – e não é que as meninas curtiram recriar as roupas que elas  próprias viram ‘nascer’?

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      A gente amou tudo e segue se transformando e aprendendo cada vez mais sobre os caminhos da moda consciente. Gratidão a todos que colaboram com esse processo ♥

      08.10.15
    • bora reutilizar!

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      Faz uns meses que a gente contou por aqui do curso de ‘Upcycling – Transformando roupas em novas peças’, que a Gabriela Mazepa deu no IED Rio, em parceria com a FARM.

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      A ideia era usar peças das nossas coleções passadas e dar cara nova e, cá entre nós, ficou lindão! Teve jardineira que virou casaco, blusa que virou calça, mix de estampas…A ordem era usar a criatividade e, claro, ganhar consciência no processo.

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      A gente, claro, registrou tudo, e mostra em primeira mão o que rolou por lá. Aperta o play!

      https://www.youtube.com/watch?v=lDbg80uKuEw

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      Curtiram? Em janeiro a Gabi começa uma nova turma por lá. Bora reutilizar!

       

      06.10.15