• Tire suas dúvidas sobre pedidos, trocas e devoluções.
    Atendimento nos dias úteis das 9h as 18h.
  • Receba dicas de estilo, via Whatsapp, para realizar uma compra personalizada!

sua mochila está vazia

      Tag: ubud

    • bali, o paraíso – parte IV

      Hoje a gente vai sair do mar pra respirar os ares da montanhas em Bali. Seguindo nossa trip com a Gabi Temer, do blog de viagens Juju na Trip, a gente ruma pra Ubud, no interior da ilha, um lugarzinho cheio de charme, e inspiração máxima pra comer, amar, rezar, beber, comprar…

      Ubud é uma combinação de vila na floresta + artes, com clima de ommm pelas ruas. Tem um mood alternativo chic, com galerias de arte, lojinhas descoladas e bistrôs com música.

      O centrinho parece com a Rua das Pedras, só que em vez de praia, a paisagem é aqueles horizontes verdes das plantações de arroz.

      Como o trânsito em Ubud é bem menos caótico, uma boa é alugar uma bike, entrar no clima respirando-ar-puro e circular por lá com a magrela. Aliás, pra quem curte pedalar, tem excursões pelos arrozais.

      Uma delas, inclusive, é uma trip pro vulcão Kintamani. Já se a ideia é deixar o pedal de lado e andar, rola um trekking até o cume do vulcão pra ver o sol nascer. A galera sai às 2h de Ubud.

      Além de toda essa natureza, Ubud também é a meca das compras. O mercado de lá tem tudo e mais um pouco, e as coisas custam um terço do preço dos outros lugares.

      Mas tem que pechinchar. Batiks, palhas, bolsas, incensos. Mas as pratas, deixe pra arrematar em Celuk, uma vila ali do lado. Dica: em Celuk, entre nas ruas paralelas à central, onde ficam as lojas “ready to sale”. São muito mais baratas!

      TEM QUE: visitar a Floresta dos Macacos. E leve bananas pra dar a eles!

      ONDE FICAR: Você pode ficar bem no centrinho de Ubud e abstrair o barulho dos bares de noite, ou ficar em Nyuh Kuning, uma vila a um minuto do centro. A gente escolheu ficar em Nyuh, no hotel Alam Shanti. Já uma opção mais perto do buxixo é o Rama Phala.

      ONDE COMER: O Ibu Rai é fantástico! Outra delícia é o Café Wayan, com comidas tradicionais.

      AQUISIÇÃO: fora as pratas, tecidos e todo o mais, achei uma loja que vendia papéis decorativos de arroz. Lindo demais! Pra quem quiser ver, é só ir aqui.

      26.01.15
    • bali, o paraíso – parte I

      A Gabi Temer, colaboradora do mochilão, foi fazer Ommmm em Bali e voltou na maior vibe zen, ainda mais apaixonada pela vida, e cheia de coisas pra contar. Pra ficar por dentro, é só acompanhar os posts aqui no mochilão. Com a palavra, Gabi!

      Quando a gente começou a planejar essa viagem, todo mundo com quem eu falava ou tinha amado Bali, ou detestado, e as histórias eram sinistras, ou maravilhosas; não rolava meio termo.

      Preparei as energias, entrei em sintonia com o Cosmos, e fui, meio sem saber o que ia encontrar. E o que posso falar, pra começar, é que valeu demais, e que Bali é um caso de amor. De todos os lugares que já conheci, nenhum me emocionou tanto.

      Trinta e seis horas de voo e 2 oceanos, a gente desembarca em Bali e … é caótico. Engarrafamentos, gente andando no meio dos carros, motos, caminhão, cavalo, tudo tão confuso que a gente se pergunta se atravessou metade do planeta em busca de um paraíso perdido.

      Aí de repente a poeira assenta, e a gente é abraçado por uma energia linda. Bali é muito mais que uma ilha paradisíaca, com praias incríveis, ondas perfeitas quebrando no horizonte, etc e tal.

      Existe um mood Bali, uma atmosfera particular e apaixonante. As ruas têm cheiro de incenso, as pessoas vivem sorrindo, todo mundo é gentil, e tudo tem uma luz especial.

      Então a minha primeira dica é: preparem o espírito, abram o coração, e estejam prontas pra receber e transformar.

      Ninguém passa por Bali impunemente. E esse é o ponto. A Indonésia é um país islâmico, e das mais de 17 mil ilhas que formam o arquipélago, Bali é a única hinduísta.


      O que muda tudo, embora seja difícil pra gente aqui do Ocidente entender o significado disso. Superficialmente, o hinduísmo é tolerante, os cultos são ligados às forças da natureza, aos ancestrais, e tudo está conectado ao Karma. Se eu te faço bem, eu fico bem e tudo e todos ficam bem. E pra ser feliz, é só se embalar nessa onda!

      Pra ter uma ideia de como o Karma é levado a sério, compramos passagens pra Gili e o barco não era o combinado. Era mínimo, sem salva-vidas pra todos, e nesse dia o mar estava com ondulações por causa de um terremoto na Indonésia.

      A viagem foi um perrengue, e quando desembarcamos em Gili, pedimos o reembolso da passagem. A empresa não queria devolver, não importava o argumento. Então desisti, dizendo que não queria continuar porque estava ficando triste. Como assim triste? Imediatamente eles deram o dinheiro!

      A segunda dica é: não pensem que dá pra se hospedar em um único hotel e rodar a ilha a partir desse ponto. Ir dum pico a outro leva horas, e o ideal é entrar numa onda nômade e montar base em vários lugares. Quer mais uns toques?

      ORGANIZANDO A TRIP: Comece com Seminyak/Kuta (ótimas praias pra aprender a surfar), depois vá pra Nusa Lembongam (uma ilhota a vinte minutos de Bali, conhecida do filme Comer, Rezar e Amar), e continue com Uluwatu, Ubud, Karangasen, Amed, Lovina e Ilhas Gili.

      O BÁSICO: A moeda local é a Rúpia e a conversão aproximada é de 9,5 mil Rúpias pra um dólar. O visto da Indonésia é de 30 dias e eles dão no aeroporto. É preciso ter a vacina contra febre amarela.

      NO VOLANTE: Dirigir nas ruas de Bali é complicado. A mão é inglesa e é um vale tudo. Se pretende alugar carro, treine em uma rua calma. O aluguel custa em média 12 dólares, e é preciso permissão internacional pra dirigir (o Detran emite).

      QUEM VOA: Quase todas as europeias. A Emirates está super bem na fita como companhia aérea, e o stop é em Dubai. Se a ideia é parar na Europa, a KLM tem bons preços. Um alerta: a empresa espremeu os assentos, e criou a categoria confort. Custa 70 euros a mais, e vale!

      NA CHEGADA…  se hospede no Kunti Villas, que  é uma graça, e tem uma piscina pra cada villa. Dica: reserve pelo booking. Em Kuta, o Home at 36 é super fofo, fica na praia, e tem um preço ótimo.

      COMPRAS: Os outlets de surf ficam em Kuta, na Jalan Sunset e na Jalan By Pass Ngurah Rai. Tecidos e coisas pra casa deixe pra comprar em Ubud. Pra roupas no estilo Bali, em Seminyak tem uma loja do Paul Ropp, e em Kerobokan também.

      Pode anotar tudo que daqui a pouco tem mais dicas! 😉

      14.08.12