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sua mochila está vazia

      Tag: the summer hunter

    • gente que faz… bonito!


       
      Muito se fala na geração Y e em sua facilidade em quebrar paradigmas e criar novos produtos, serviços e processos. Gente de cuca fresca, com seus 20 e alguns anos de bagagem, que combinam talentos múltiplos, boas ideias e uma boa dose de atitude e estão resignificando os moldes do mercado de trabalho e de vida.
       

       
      Daí, motivados por essa turma sabida todavida, o The Summer Hunter, em parceria com a Oyska (nova marca de bebida natural que dá um help no bronzeado e que falamos por aqui), resolveu criar o Sai da Sombra, plataforma pra divulgar e conectar histórias de pessoas talentosas e de alma solar.
       

       
      No site tem entrevista com gente de primera grandeza, tipo o nosso chefinho e head de marketing André Carvalhal; Pedro Perdigão, diretor criativo e de comunicação da Void; o fotógrafo e global trotter Raul Aragão; a DJ e designer Cix e mais uma galera afiada da nova geração.
       

       
      A proposta é revelar talentos de gente como a gente e desafiar e inspirar todos nós a sermos o nosso melhor. Além do site, a ideia é migrar o projeto pro mundo off-line e promover exposições, festas e ciclos de palestras onde todo mundo possa se encontrar e conectar de verdade. Vai que dá samba, né?
       
      Se inspira e vem fazer bonito também!
       

      06.03.16
    • o uruguai de vilaró

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      A Mari Caldas é amiga do Adoro, além de fotógrafa e redatora do The Summer Hunter. Outro dia, ela contou por aqui sobre seu encontro com a Chapada dos Veadeiros e que rendeu registros inspiradores. Hoje, ela descreve (quase como quem recita um poema) como foi sua passagem por Casapueblo, o refugio de verão de Vilaró. Olha aí:

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      “É engraçado como a maioria das coisas inesquecíveis que vivemos na vida simplesmente não estavam programadas. Casapueblo nunca esteve nos meus planos, mas foi um dos encontros mais arrebatadores que eu já vivi.

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      Foi de um dia pro outro que meu pai decidiu que queria passar o seu aniversário em Punta Del Este, uma ponta onde o mar encontra o Rio de La Plata, no delicioso Uruguai. E o seu presente seria a minha companhia na sua cidade preferida. É claro que eu fui. Já fazia tempo que a gente planejava esse momento, mas nunca dava certo.

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      E assim, não mais que de repente, já estávamos a caminho de Montevideo, com uma sensação deliciosa de que não gostaríamos de estar indo para nenhum outro lugar.

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      Punta Del Este é, antes de qualquer coisa, um charme puro. De um lado o vento bate poderoso no mar, do outro a placidez do rio de La Plata acalma. No recheio deste caminho, palmeiras e casinhas deliciosamente projetadas para estarem à beira-mar fazem o passeio ser ainda mais pitoresco. No último dia decidimos tentar ir até Casapueblo, a cidade-escultura do multiartista uruguaio Carlos Paéz Vilaró, construída em uma encosta arrebatadora em Punta Ballena.

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      Conseguimos um tour que passava por alguns pontos turísticos e terminava o dia no ninho de verão de Vilaró, que hoje em dia é um museu + galeria de arte + hotel. Eu já tinha ouvido falar sobre tudo aquilo, mas estava tudo rolando tão suave nos nossos dias uruguaios, que eu simplesmente estava muito de boa para ter qualquer expectativa boa ou ruim quando saímos para a nossa aventura turística por Punta e arredores.

      10fotos: Mariana Caldas

      Mas Casapueblo é uma experiência que a gente só entende quando vive. Dessas que não podem simplesmente ser descritas porque precisam ser sentidas. E você não precisa ter nenhuma relação de devoção com a arte ou a persona de Vilaró para sentir a sua alma respirando em cada pequeno detalhe dessa casa-museu-escultura que foi criada com um carinho infinito, em homenagem ao sol, que se despede naquela costa, todos os dias.”

      Deu vontade de arrumar as malas, né? Vem ler mais dessa aventura e se deliciar com os cliques dela aqui ó.

      28.09.15
    • lá do cerrado…

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      “Nunca mais esqueço a quentura do vento que invade o coração quando as nuvens baixas e densas do planalto começam a aparecer no horizonte. É uma sensação que a gente só entende quando o Morro da Baleia começa a aparecer, enquanto as araras atravessam os céus!”. Desde a primeira vez que a Mari Caldas, fotógrafa e redatora do ‘The Summer Hunter‘ ♥, respirou os ares do Cerrado, sabia que o caminho era sem volta.

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      E foi o segundo encontro da Mari com a Chapada dos Veadeiros que transbordou nesse registro inspirador. É que, mais uma vez, ela estava lá… feliz no universo inteiro de possibilidades que existem no alto do paraíso. Quando chegou na vila de São Jorge, cinco anos depois da primeira visita e em pleno Encontro de Culturas, percebeu como os caminhos tinham crescido por ali. E ao mesmo tempo, se deu conta do quanto ela também tinha se transformado:

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      “Nesses dias que passei de um paraíso ao outro, caminhando por trilhas e jardins de uma beleza que mal dá pra descrever e mergulhando nas águas milenares deste santuário que tem uma das formações geológicas mais antigas do mundo, também entendi como um lugar é tão insubstituível quanto uma pessoa que a gente ama muito. Com todas e cada uma das suas delicadezas, seus detalhes e nuances…”, conta.

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      Como da primeira vez, foi novo, lindo e transformador – simplesmente porque mais um encontro com a Chapada nunca é demais. A Mari afirma que sempre vai existir um cantinho, um rio, um cenário ou um jardim que você ainda não experimentou por lá. Tanto fora, quanto dentro.

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      fotos: Mariana Caldas 

      Dá vontade de se jogar na estrada, né? Então mata mais um pouco da curiosidade lendo a história da Mari, claro, nesse post do The Summer Hunter! 😉

      14.08.15
    • Instituto Guandu: já conhece?

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      Desde que descobriu o universo infinito e maravilhoso da compostagem, a jornalista Fernanda Danelon começou uma pequena revolução interna hehe. A naturalidade daquele processo que transformava lixo em vida fez com que uma luz acendesse no caminho e ela não hesitou: seguindo a intuição, transmutou o seu trabalho no seu propósito de vida….

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      E aí criou o Instituto Guandu, que nasceu com o objetivo de fazer a coleta seletiva dos resíduos orgânicos produzidos pelos restaurantes em São Paulo, transformar em adubo através da compostagem e devolver o lixo em forma de hortas (que podem ser instaladas nos próprios estabelecimentos ou coletadas em alimentos orgânicos produzidos por agricultores urbanos de São Paulo). Sim, por mais incrível que pareça: existe roça em SP. Segundo a Fê, são mais de mil famílias plantando, apesar de não serem reconhecidos por lei.

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      E ela sempre foi apaixonada pelo processo lindo e natural da vida – o concreto paulistano nunca a impediu de ter uma hortinha ou transformar lixo em adubo em casa. “Atualmente os brasileiros geram em torno de 200 milhões de resíduos orgânicos por dia. A compostagem pode começar dentro de casa e, por enquanto, a melhor solução são os minhocários – fáceis de manter até pra quem mora em uma apartamento de 30 metros quadrados”, conta a Fê. “É incrível como um minhocário pode mudar a vida de uma família.”

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      No TED que rolou em junho desse ano, inclusive, ela contou sobre uma iniciativa da Prefeitura de Sampa que distribuiu dois mil minhocários pra famílias de diferentes classes sociais. O resultado? 78% dos presenteados mudaram seus hábitos alimentares e começaram a comer mais frutas e verduras. A vontade de ter uma plantinha em casa também aumentou e um terço deles, de repente, se viu compartilhando ótimas experiências com a compostagem pra vizinhos, amigos…

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      “Quando criei o Instituto Guandu, não tinha milhões pra investir, mas sabia que tinha que começar. Falei com um ou dois restaurantes já mais sensibilizados com a causa e comecei a levar o lixo no porta malas do meu carro. Sou mãe, dona de casa… Quando vi, estava levando as crianças, o gato, o cachorro, mais o lixo lá no porta malas”, relembra. “Eles diziam: ‘mãe, você tá com lixo no carro, olha essa fedor’. E ninguém disse que seria fácil, mas não era um trabalho, é meu propósito de vida.”

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      Pra continuar por dentro da vida da Fê, passa no The Summer Hunter.

      31.07.15
    • o pantanal é aqui

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      Ver o sol se por no horizonte infinito do Pantanal é, sem dúvida, uma das coisas mais bonitas que podemos experimentar na vida. A cultura, tão rica em cada detalhe, também nos leva pra viajar a cada nova emoção. O dia começa com o canto dos papagaios, que dançam nas copas das árvores, e depois de um verdadeiro café da manhã de sabores pantaneiros, a gente tá pronto pronto pros encontros que estão por vir.

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      O Refúgio Ecológico Caiman fica no Pantanal Sul, mais precisamente na cidade de Miranda, interior do Mato Grosso do Sul, e é conhecido como um dos santuários mais espetaculares dessa região. Com uma estrutura que é puro conforto e aconchego, o hotel fica em meio a RPPN Dona Aracy, uma reserva de mais de 5 mil hectares, totalmente preservada.

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      Além do ecoturismo, a Caiman também trabalha com projetos de conservação superimportantes, entre eles o “Projeto Arara Azul“. Lá é um dos poucos lugares no Brasil que ainda conseguimos encontrar essa espécia tão especial, feliz em seu habitat natural. Aliás, graças a esse trabalho, 50 novos filhotes nascem por lá todo ano.

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      Outra iniciativa brilhante é o “Projeto Onça Safari“, que monitora as onças da região. Sim, um dos passeios que você vai experimentar por lá é um safari noturno – e pode ser que você viva a emoção de encontrar uma onça majestosa no caminho. As jaguatiricas sempre aparecem para dar um oi.

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      Pra ficar de olho em todos os projetos deles, é só colocar aqui! A gente dá mais uma dica: aproveitar o momento arrebatador das aulas de astronomia sob o céu maravilhosamente estrelado do Pantanal. É coisa linda de sentir, somos levados a observar e descobrir novas constelações… e expandir as nossas galáxias.

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      Continue lendo no The Summer Hunter.

      26.06.15
    • por um instante…

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      Cait Miers é uma verdadeira summer hunter. Aos 22 anos, a fotógrafa australiana tá sempre em busca de novos paraísos pra se inspirar e criar a sua arte. “Atualmente, minha realidade é essa. É como se eu estivesse vivendo minhas férias de verão eternamente”, conta. Faz três anos que ela começou a fotografar numa vida que parece até de sonho. O ‘The Summer Hunter’ conta tudo, vem ver:

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      Quando descobriu o amor pelos cliques, não olhou mais pra trás: “Descobri tarde que queria ser uma fotógrafa profissional, não cresci om uma câmera na mão. Então entrei pra faculdade de fotografia, descobri que poderia juntar a minha paixão pelo surf e pela vida no mar com minha carreira. Tudo mudou!”, relembra Cait, que lançou o primeiro livro “Washed Elegance” no ano passado com direito à primeira edição esgotada (ela garante que já tem uma nova leva chegando!).

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      O livro reúne uma coleção de imagens que retratam o surf com um olhar feminino, inspirado na graça da mulher quando desliza na água. “Esse foi um projeto especial que consegui realizar no ano passado e acabou virando livro. Não poderia estar mais feliz. Pra mim, ele é a celebração da mulher, de ser uma mulher no mar. Os livros voltam pro estoque no fim de junho!”.

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      E pra completar a vida de sorte (e de empenho), a Cait tá morando em Bali: “Tudo aqui me inspira, as pessoas, os espaços. É realmente um lugar único pra se estar e viver”, conta. O mar, pessoas criativas e revistas legais são as maiores inspirações do seu trabalho, que além de ser muito fashion, também flutua por paisagens paradisíacas e lindos momentos de contemplação junto ao mar.

      Continue lendo no The Summer Hunter.

      19.06.15
    • a nudez atemporal

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      A dica de hoje da galera do The Summer Hunter é sobre o trabalho de Magdalena Wosinska, que está entre os preferidos no nosso Instagram. Há quatro anos, a fotógrafa polonesa registra todos os lugares por onde passa em lindos e poderosos auto-retratos. E está sempre um pouco nua, nos mais diferentes e maravilhosos cenários.

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      “Eu sempre fiz auto-retratos, mas quando finalmente comecei a fazer essas fotos nas paisagens que eu passava, viajava e conhecia, percebi que a nudez fazia todo o sentido e daria um tom atemporal pra tudo”, conta Magda em entrevista ao The Summer Hunter.

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      Magdalena acaba de lançar o terceiro livro de sua carreira, “The Magdalena Experience Vol 1”. A obra conta em imagens um pouco do que ela viveu nos últimos anos e mostra um olhar sobre os infinitos lugares que visitou. Ele é o primeiro de uma coleção que, segundo ela, terá quatro edições e vai reunir os melhores momentos do projeto.

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      “Pra mim sempre foi muito divertido e libertador fazer essas fotos, mas com o passar do tempo o The Magdalena Experience acabou se tornando um dos meus vícios”, explica a fotografa, que não consegue nem contar por quantos lugares, países e paisagens passou desde que começou o projeto.

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      Quer continuar lendo a entrevista? Passa aqui no The Summer Hunter. Tá demais!

      27.04.15
    • farm entrevista: the summer hunter

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      Você já sabe que a gente adora tudo que é solar, alegre, divertido, inspirador e livre. Por isso vai curtir com a gente essa novidade: The Summer Hunter, site onde o conteúdo mostra que, seja onde for, a vibe do verão dura o ano inteiro. Conversamos com Ricardo Moreno, idealizador do projeto, e Mariana Caldas, editora, dois apaixonados pela estação mais quente (em todos os sentidos) do ano. Vem saber:

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      Como surgiu a ideia de lançar o site?

      Ricardo: Depois de um ano sabático, em 2013. Eu estava com três dos meus melhor amigos passando uma temporada em uma ilha na Sardenha chamada San Pietro. Foram os dias mais lindos, alegres e reconfortantes da minha vida. Com amigos queridos, praias lindas, comida fresca e muito amor. Quando parti, pensei: preciso fazer disso a minha vida e inspirar e estimular as outras pessoas a sentirem o mesmo. Ali, me dei conta de que eu só era feliz debaixo do sol. E resolvi que queria ter um estilo de vida ‘summer hunting’.

      E o que espera com ele?

      Ricardo: Inspirar pessoas e marcas a espalhar uma mensagem positiva. Mais do que um site de notícias sobre o verão, queremos ser a marca que mais entende de verão no mundo. E queremos estar em todas as partes: parcerias de produtos com outras marcas que compartilhem nossos valores, festivais de música, pop-up hotel em diferentes lugares, guias de viagem focados na estação… O site é só a pontinha do iceberg 😉

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      Quantas pessoas estão envolvidas no projeto?

      Ricardo: Somos um grupo bem enxuto. A Mariana Caldas, que além de editora do site é fotógrafa e responsável pelos lindos ensaios de fotos. Temos dois colunistas, o Sergio Roveri, que é um dramaturgo premiadíssimo, dono de um texto irretocável. Ele tem uma coluna que só fala mal do verão – é o nosso contraponto. Também temos de colunista a Carolina Reymúndez, uma jornalista argentina que está sempre na estrada descobrindo novidades para nós (e, claro, para outros veículos da américa latina e europa). E também alguns colaboradores ao redor do mundo: cerca de 5 ou 6. Em maio o novo site entrará no ar, aí sim teremos muitas outras novidades. Mal podemos esperar para que chegue maio.

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      Dá pro público colaborar de alguma forma?

      Ricardo: No Instagram (@thesummerhunter) vocês podem usar a hastag #thesummerhunter toda vez que postarem uma foto linda, solar, não necessariamente na beira do mar. 😉

      Por que o verão é a estação favorita de tanta gente?

      Ricardo: O verão é a mais esperada, alegre, sexy e inspiradora estação do ano. É no verão que a gente conhece pessoas novas, descobrimos novas músicas, nos divertimos mais e cuidamos mais do nosso corpo É no verão que a gente procura e encontra novas maneiras de aproveitar a vida e viver um novo amor. É no verão que a gente acha novas maneiras de ser feliz.

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      Qual a lembrança mais inesquecível do verão pra vocês?

      Ricardo: a primeira lembrança que tenho é tomando banho de esguicho e comendo (e me lambuzando) de Chicabon com minha família na praia.

      Mariana: uma viagem pra Chapada Diamantina que fiz ano passado. Mas tenho muitas memórias lindas dos verões da minha infância, era muito gostoso passar as férias jogada na casa de praia do meu avô em Cabo Frio ou então mergulhando e vivendo altas aventuras com meu pai no Rio ou em Búzios. Muito amor.

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      O que vocês mais adoram no verão do Rio e de SP?

      Ricardo: A Mari é do Rio mas mora em São Paulo. Vive na ponte aérea ou viajando pro litoral de SP. Ela é uma verdadeira summer hunter. Eu sou de Curitiba, quem sabe até por isso o sol sempre foi muito importante para mim, já que ele mal dá as caras por lá. Verão no Rio, para mim, por incrível que pareça, nem é estar na areia: é andar de bici no finzinho do dia e ou ver os primeiros raios de sol na Lagoa; é tomar suco e andar sem pressa pelo Leblon; é curtir a noite de chinelo e copo de cerveja na mão no Baixo Gávea; ou ir de carro para uma praia mais distante e longe da muvuca. E ficar lá, lagarteando até cansar.

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      Qual os próximos destinos hypados pro próximo verão no Brasil e no mundo?

      Ricardo e Mariana: A gente anda bem obcecado com a América Central. Nicarágua, na minha opinião, vai ser o grande destino. Há novos hoteis, como o Tribal e o Maderas Village, e uma cultura de luxo sem ostentação, de consumo consciente, que a gente compartilha muito. Fora isso, as pequenas ilhas dos mares Tirreno e Baleares são destinos certos. E ainda gasta-se muito pouco pra comer e dormir bem lá.

      Se apaixonou pela ideia também? Dá play nesse vídeo-manifesto superinspirador e vem visitar o site (não esquece o protetor solar, hein? haha). Ah, e em breve tem surpresinha aparecendo aqui no adoro, fica ligado!

      09.04.15