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sua mochila está vazia

      Tag: rota ecologica de alagoas

    • alagoas, parte 2: praia do patacho

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      A gente continua hoje nossa viagem pela rota ecológica de Alagoas junto com Gabi Temer, do blog Juju na Trip. Ela estava lá agora em dezembro, e conta tudo desse trecho de praia aqui no Adoro.

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      A gente falou  aqui  da Praia do Toque, nossa primeira parada na rota. Do Toque, seguimos pra Patacho, considerada umas das 5 praias mais lindas do Brasil pelo Guia 4 Rodas.  A distância entre as duas é de dez minutos, e apesar de tão próximas, são praias diferentes.

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      A gente caiu de amores pelo Patacho. O mar é morninho, com água translúcida e coqueiros vistosos ao fundo. Na maré baixa, a praia se transforma, e além das piscinas entre corais, ganha  lindíssimos bancos de areia.

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      O Patacho é a praia mais  do simpático povoado de Porto de Pedras, que também merece uma visita. De todos os vilarejos da rota, Porto de Pedras é o maiorzinho, e é bem pitoresco. Você vai se deparar com o frondoso goitizeiro onde Dom Pedro I ficou acampado com sua comitiva durante dois meses, ouvir histórias locais, apreciar uma arquitetura bem característica e ainda provar um pastel de carne seca no bar Encontro das Águas, feito todos os dias bem fresco pelo Cal e a esposa.

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      E de quebra, pra quem conseguir acordar bem cedo, tem essa paisagem linda do sol nascendo por lá!

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      ONDE FICAR: No Patacho, fique na Pousada Xuê, que o casal Mariella Facci e Guido  Migliorini pilotam com uma energia deliciosa.  A pousada tem só 5 bangalôs de altíssimo nível, fica na beira da praia e de frente pros coqueiros que são o cartão postal do Patacho. A Mari cuida de tudo nos pequenos detalhes, enquanto Guido (que já andou pela cozinha do chef Alex Atala)  tira pratos incríveis da cozinha. É sem dúvida a pousada mais bonita do Patacho!

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      COMO CHEGAR: De Maceió pra Patacho são 2 horas de viagem, e você pode contratar o transfer nas pousadas (em médias R$25o por trecho). Já de uma praia pra outra você pega taxi, e custa entre R$30 e R$50.

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      COMPRAS: Perto do Povoado de Porto da Rua e Porto de Pedras fica a loja Sol Nascente, que vende rendas lindas, e artesanatos feitos com palha do coqueiro. Há também algumas lojas de esculturas em madeira.

      Pra ver mais posts de Alagoas, vem aqui!

      19.05.15
    • alagoas, parte 3 – praia de tatuamunha

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      A gente continua hoje nossa viagem pela rota ecológica de Alagoas com a Gabi Temer, do blog Juju na Trip, e desemboca em Tatuamunha. Repare só, que as fotos dizem mais que mil palavras…

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      Tatuamunha é uma praia simpática, cheia de vida marinha, com piscinas naturais incríveis. Tem aquele horizonte maciço de coqueiros, mas também amendoeiras e cajus. As tonalidades de lá são incríveis, um tom sobre tom de verdes e turquesas. De todas as praias da rota, essa foi uma das que mais gostamos.

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      Uma coisa legal é que além das piscinas naturais e de todo visual dos coqueiros e do mar, ainda tem a benção do rio Tatuamunha desembocando na praia. E não é um rio qualquer, tá? Esse aqui é bercário de Peixe-Boi.

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      Hoje, o Ibama e o Instituto Chico Mendes mantêm no Rio Tatuamunha um projeto super legal de preservação do peixe-boi. Atualmente, apenas 70 pessoas por dia podem visitar o santuário, e pra chegar na área onde onde ficam os peixes, a gente atravessa uma trilha de meia hora e depois navega mais um tanto pelo rio em jangadas sem motor – barulho mínimo para não afugentar os animais. E, com sorte, você ainda pode esbarrar com algum deles nadando também pela praia, já que o rio desemboca ali!

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      Nosso QG em Tatuamunha foi a pousada Borapirá, do mesmo grupo do Aldeia Beijupirá. Diferente das outras pousadas da rota, a Bora  parece um sítio. Tem um terreno enorme, alguns bangalôs super confortáveis espalhados numa vasta área sombreada por dezenas de coqueiros, redes pelo caminho, e a casa central parece uma sede de fazenda. É uma das poucas que tem piscina, e aceita crianças.

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      Demos a sorte de pegar a maré perfeita (maré viva, com a baixa pela manhã) quando estávamos em Tatuamunha. São várias piscinas, e a a graça é pegar o snorkel e flutuar por elas enquanto a vida marinha acontece logo abaixo. São vários corais, peixes coloridos.

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      E além de tudo, tem a delícia do vilarejo de Tatuamunha e seu casario colonial colorido. O povoado é uma simpatia, tem aquela leveza de vida com cheiro de maresia. Bom demais, visse!

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      COMO CHEGAR: Vá para o Aeroporto Internacional de Maceió e lá contrate serviços de transporte ou aluguel de carro. Você também pode pedir o transfer na pousada. Sai em torno de R$250 por trecho. O acesso é pela AL-101 em direção a Passo de Camaragibe e Barra de Camaragibe. Avianca, Gol, Azul e Tam voam para lá.

      ONDE FICAR: Na Borapirá, com certeza! Aliás, não deixe de comer o ensopirado, a moqueca de camarão que servem na pousada e que leva a assinatura do Beijupirá. Divina!

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      Agora é arrumar as malas e boa viagem! 🙂

      22.01.15
    • alagoas, parte 1: praia do toque

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      A Gabi Temer, do blog Juju na Trip, acaba de chegar de uma viagem pelo Nordeste. Ela foi de Alagoas até Carneiros, e vai contar tudo pra gente! Acompanhem a viagem, e arrumem as malas! Pode ser a sua trip desse verão, hein? A gente conta!

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      Praias idílicas de águas caribenhas, coqueiros a perder de vista, areias semidesertas, praticamente nenhuma construção à vista, e uma vila de pescadores que resiste aos tempos. E mais: a segunda maior barreira de corais do mundo, com quase 140 km de extensão. Essa é a Rota Ecológica de Alagoas, um trecho de praia totalmente preservado e isolado que começa a duas horas de Maceió.

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      A rota guarda preciosidades como a Praia do Patacho, Toque e Tatuamunha – todas super preservadas, sem acesso para carros, e livres de excursões de turismo –  e uma coleção de pequenas e charmosérrimas pousadas pé-na-areia escondidas entre a sombra dos coqueiros. O nosso post de hoje é sobre a Praia do Toque, a nossa primeira parada na Rota. As praias ficam a dez minutos uma da outra, mas nós decidimos ficar alguns dias em cada uma delas.

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      Toque foi  eleita a terceira praia mais linda do Brasil pelo jornal inglês The Guardian. Foi a primeira parada da nossa viagem. Ela não tem nenhum acesso pra carros até a areia (os caminhos param nos fundos das pousadas) e por isso se mantém bastante reservada e preservada. A praia é linda, linda, linda, com água morninha. Além disso, tem a barreira de corais, o que deixa o mar calmíssimo e garante a formação de piscinas naturais incríveis na maré baixa.

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      Uma dessas piscinas fica bem ali pela frente da Pousada Amendoeira, onde ficamos hospedados. Pra quem gosta de atividades, o mar aqui é calmo e liso, e dá até pra ir remando de SUP até as piscinas (a pousada Amendoeira disponibiliza pranchas e caiaques pros hóspedes). Não foi o nosso caso. Remamos bastante por lá, uma maravilha, mas optamos pela jangada (R$40 por pessoa) na hora de visitar as piscinas. A cereja é que, com todo esse visual e corais, não tinha mais ninguém nas piscinas.

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      Do Toque, é um pulo de 1o minutos de carro pra chegar na Praia do Morro. Enquanto não construírem um resort (prometido há mais de dez anos e barrado por enquanto), continuará deserta. A praia não tem a barreira de corais, e algumas vezes o mar sobe com ondas. Além dos coqueiros, tem uma paisagem de falésias, e o fundo do mar coberto por estrelas do mar. Pra chegar nela, precisa atravessar o rio Camaragibe de jangada (R$4 por pessoa) e depois uma fazenda linda de coqueiros. Como a praia é deserta mesmo, não há nenhum ponto de apoio: nem restaurantes, nem pousadas, nem nada. Leve água!

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      COMO CHEGAR: Vá para o Aeroporto Internacional de Maceió e lá contrate serviços de transporte ou aluguel de carro. Você também pode pedir o transfer na pousada. Sai em torno de $25o por trecho. O acesso é pela AL-101 em direção a Passo de Camaragibe e Barra de Camaragibe. Avianca, Gol, Azul e Tam voam pra lá.

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      ONDE FICAR: No Toque, fique na Pousada da Amendoeira. Ela fica de frente para a praia, oferece SUPs e Bikes pros hóspedes e tem uns bangalôs deliciosos e super espaçosos com rede e varanda. Um deles tem até uma piscina privativa.

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      COMPRAS: No Toque, fica o Instituto Yandê, que realiza um trabalho de artes e formação junto à população local. Lá fica a sede das costureiras do Toque, que fazem peixes-boi de pelúcia. Também no Toque  tem as sandálias de couro feitas há 30 anos pelo artesão Marcos Lima.

      Pronta pra viagem? Se liga que em breve tem mais dicas dessa região incrível!

      06.01.15