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sua mochila está vazia

      Tag: ronaldo fraga

    • baile no hotel

      O carnaval tá no nosso DNA. Quando falamos de Brasil, é impossível não lembrar da folia, dos sorrisos, da purpurina e da música que invade nossas ruas na melhor época do ano. Em todas as regiões, em todos os estados: carnaval é coisa nossa, é coisa de Brasil! 

      E foi com esse espírito que nosso carnaval invadiu a avenida em Beagá. Com cheirinho de pão de queijo, com afeto, com sotaque: participamos do Grande Hotel do Ronaldo Fraga (lembra que a gente conversou com ele?) e aqui fica um registro cheio de amor e verdade. Vem ver!

      Foi um presente poder apresentar e vender nossas fantasias no Grande Hotel. Na apresentação, a gente contou com móveis do Pé Palito e com o make up da Cidoca, parceria alegre que já nos acompanha há tempos. É ela que maquia muitas das nossas campanhas, tá? Musa! 

       
      A Lara, nosso sotaque de BH, fotografou o evento e fez um depoimento super carinhoso sobre esse encontro:  "Eu sou uma pessoa bem P&B. Meu guarda-roupas é feito de listras e poucas cores. Minha casa é predominantemente branca. Então no carnaval, é quando me cubro de cores e encho de amor por ver as pessoas assim também. Fotografar carnaval pra mim é um presente! É tempo de sorrisos, de encontros, de abraços. E foi com muitos adereços de cabeça, purpurina e fantasias lindas que eu me enchi de alegria clicando essa festa. E é sempre bom receber a Farm em casa, na minha cidade, na nossa BH  Que venham mais e mais encontros, por muitos carnavais!"

      E como um bom carnaval sempre acaba em festa, a gente colocou o bloco na rua no sábado, dia de Baile. À moda antiga, desfilamos ao som de músicos da velha guarda, dançamos e torcemos, pra que esse seja apenas o primeiro de muitos encontros felizes e carnavalescos que estão por vir.
      Até o próximo baile! 
      22.02.17
    • FARM entrevista: Ronaldo Fraga

      BH é a casa do Brasil. E falar de lá, é falar de tudo o que é nosso. Em pulsação, sentimento e em gentes que sabem contar história como ninguém. Uai, falar de Minas e falar de história é falar, dentre outras coisas, de Ronaldo Fraga: mineiríssimo, brasileiríssimo e mais uma porção de superlativos que a gente até perde a conta. Surpresíssimas e felicíssimas ficamos nós, com o convite dele pra que estívessemos presentes no Grande Hotel, espaço criado pelo próprio, em BH, pra reunir arte, gastronomia, encontros e, claro, moda.

      Vamos ao papo! 

      – Ronaldo, vamos começar a conversa explicando hehe. Como surgiu a ideia do Grande Hotel?
      Comecei a pensar um espaço que hospedasse pessoas, coisas e experiências, mas é também uma forma de repensar o varejo tradicional, quando eu acho que ninguém precisa de mais uma roupa, mais um sapato. Então que roupas e sapatos tragam outras coisas, tragam memória, tragam algo do inteligível. O espaço é um casarão tombado de 1920, que pra BH é muito tempo. O casarão foi restaurado pra que, nos seus 600 m², abrigasse hóspedes permanentes e temporários. Temos um café tradiocional do mercado central de BH, uma barbearia, a linha masculina sob medida que é feita pelo Rodrigo fraga, o site da Nathalia Dornellas, uma redação que faz um trabalho com experiência… E o meu universo. Tenho minha linha assinada em cama, mesa e banho, além da roupa. Eu nunca tinha tido um lugar que isso pudesse estar.

      – E há um carnaval no meio do caminho…
      Exato! Quando pensamos na história do carnaval e do baile, me veio: ta aí a oportunidade de hospedar uma marca gigantesca que o Brasil mais ama! Não pode faltar a malemolência e o swing de uma marca carioca. Resultado: estamos vendendo as fantasias da FARM. Passei uma mensagem pra Kátia e ela topou na hora, é festeira como eu e comungamos um gosto parecido. Ela super topou!

      E falando ainda mais de carnaval, quando vi a casa, pensei: 'olha que baile de carnaval maravilhoso que dá aqui'! A coisa foi crescendo e virou um grande baile durante o dia, na rua, pra além da casa. Teremos três pianos na rua, um duelo de pianistas tocando xote, frevo, marchinhas. Vai ter um bloco de BH e vários artistas amigos que vão passar pra fazer uma festa do nosso palquinho. A FARM está presente, a seleção de comidas foi extremamente bem cuidada e o acesso é democrático: um pacote de fraldas descartáveis pra doarmos a um asilo local.

      – Você trouxe a questão da representatividade pro seu último desfile (com modelos trans) e é uma questão super importante porque o Brasil é um dos países que mais mata trans no mundo. Dar visão a isso tem uma importância social gigantesca. Como você associa moda à responsabilidade? 
      A moda antes de qualquer coisa é um canal de comunicação poderosíssimo. Muito se pode falar e muito se fala. Vai mt além do comprimento da estação e pode falar de outros valores. O que me move na moda é justamente quando ela vai por esse terreno, muitas vezes político e cultural. De transformação.

      – É importante entender também o setor de moda, né? Nesse lugar de uma indústria poderosa capaz de gerar emprego, de ser uma força potente e dar luz a questões fundamentais.
      A moda é muito parecida com gastronomia. Quando você fala do alimento, você fala de transgênico, dos frangos, do que é feito em série, do abate. Mas você também tem uma gastronomia que é mais que a comida, que é um vetor cultural. Ela fala de outras coisas. Tem uma coisa da indústria da roupa que fala de números e tem a outra parte dessa indústria que fala de roupa, de cultura. É o registro de um tempo. O que é fascinante na moda é que ela é um vetor extramemte mutante e é um reflexo do tempo que vivemos. Aquilo que tem alma passa a ter mais valor!

      – Falando de alma, como é o seu processo de criação?
      É não ter um processo! Rs Brincadeira. Em cada espetáculo de criação eu procuro um caminho, um campo minado que nunca tinha cruzado. Entendendo a moda como um vínculo de comunicação com as pessoas do nosso tempo e trazendo questões que me emocionam, como a poesia e a cultura, mas também as que me causam repulsa. 

      – Você fala de poesia e é, de fato, muito ligado à literatura. Conta pra gente um livro que tenha marcado sua vida?
      Dessas 44 coleções, as pessoas já até separam. As coleções literárias, as biográficas, as etnográficas…. a moda pode ser subsediada sobre qualquer assunto. O ato de vestir, a escolha do vestir é muito mais do que a frivolidade que as pessoas, não raramente, associam. De literatura nordestina, eu amo Graciliano Ramos, José Lins do Rego… São tantos! Mas se é pra citar apenas um, sem dúvida é o Drummond. Ele fez com a literatura o que eu acho que a moda, com sua essência, poderia fazer. Ele foi um observador do seu tempo e,observando seu tempo vivido, trouxe isso pra poesia. Nos trouxe uma poesia atemporal. A angustia que está em Drummond é a angustia do homem. Ele fala do impoderável o tempo todo, mas de forma singular.

      – Isso traz um marco, um movimento. Como você vê os movimentos de agora? 
      A crise dos refugiados vai mudar o mundo, mais uma vez e nos faz entender – por mais que muitos não queiram – que a cultura é algo em constamente crescimento. Pra quem pensa em fechar fronteira, o que seria da cultura brasileira sem os alemãos, os japoneses? Todo movimento de arte e literatura nessa direção tem me chamado a atenção e eu destaco também autores que me inspiram, como Valter Hugo Mae e Mia Couto. 

      A FARM tá presente no Grande Hotel até o dia 18/2 – que é o dia do grande baile de carnaval. Colocamos pra jogo (e pra venda angel) nossas fantasias e itens selecionados de Sarongue. Passa lá pra conhecer tudo que tá lindo, lindíssimo! 

      14.02.17
    • saibalá

      bola_principal_saibala

      “A indignação com o formato arcaico de ensino e a falta da associação entre prazer e aprendizado nos modelos atuais, sejam online ou tradicionais, funcionaram como denominador comum entre nossos fundadores”, foi assim que o nosso papo com a galera da Saibalá começou. Eles são uma escola online que propõe o ensino das habilidades necessárias pra galera fazer o que ama de um jeito ainda melhor, além da vocação. Ó o time que tá por trás:

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      O Martim Konigsberger, o Filipe Heilberg e o Rodrigo Klepacz pensaram o projeto a partir de experiências pessoais na educação. A ideia foi construir um coletivo capaz de repensar a forma que o ensino se dá nos dias de hoje, através de um modelo de negócio que fosse a antítese da rigidez das grades curriculares. Como se já não bastasse, eles convocaram uma galera renomada pra ministrar as aulas, como os estilistas Ronaldo Fraga Gloria Coelho, o designer Carlos Motta

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      “Foi necessária muita audácia e até cara de pau pra chegar a esses profissionais, mas a verdade é que trabalhamos duro pra desenvolver um modelo único e inovador que engajou nossos professores. Eles realmente compraram o projeto e se tornaram nossos principais parceiros pra que esse sonho se tornasse realidade. Nos divertimos e aprendemos muito durante o processo de desenvolvimento dos cursos”, conta o trio, que criou o projeto no ano passado.

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      Os cursos passeiam por categorias da economia criativa. Tem ‘Fotografia Mobile’, ‘Carreira do Estilista’, ‘Criação de Coleção de Moda’ e a ideia é dar aquela força pra galera realizar os sonhos profissionais e pessoais: “Buscamos revolucionar o ensino online, através de uma experiência de aprendizado tão envolvente quanto um filme e tão didática quanto ela, na realidade, deveria ser. A ideia é que nossos cursos sejam atraentes pros olhos e pra mente”, explicam.

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      Com essa galera, não há dúvida de que o Saibalá vai ainda mais longe, né? A gente tá na curiosidade pra saber dos próximos cursos e dá a dica: passa no site deles pra acompanhar de perto o roteiro das oficinas, e claro, vivenciar experiências inesquecíveis de aprendizado.

      Valeu, meninos! 🙂

      12.05.15
    • instituto rio moda e ronaldo fraga

      Aprender sobre moda já é incrível. Com quem sabe, então, nem se fala! Quem se sente como a gente, pode ficar feliz porque nada mais nada menos que Ronaldo Fraga (!!!) vai ministrar um workshop do Instituto Rio Moda!

      Com o tema Moda, Criação e Criatividade, o objetivo da oficina é afinar a forma de pesquisa na hora de criar uma coleção. Tudo pra que a identidade do estilista fique bem clara nas roupas! Bacana, né?

      O palco da oficina vai ser o showroom da La Estampa, na Lagoa, e as inscrições são limitadíssimas. Tudo acontece entre os dias 04 e 05 de maio das 18 às 21h e das 9h às 18h, respectivamente.

      Pra garantir sua cadeira, clica aqui!

      26.04.12
    • ronaldo e o velho chico

      Tá com a agenda aberta? Então, aproveita pra anotar um programa imperdível, que começou ontem, e vai até o dia 10/02. A gente tá falando da exposição Rio São Francisco, um rio brasileiro, do estilista Ronaldo Fraga.

      Quem espera ver só roupas, vai ter uma belíssima surpresa. É que além dos vestidos com a estampa de carranca (pra lá de inusitada!), a expo mostra praticamente um diário da viagem que Ronaldo fez no Barco Benjamin Guimarães pelo Velho Chico.

      O abre alas é um vídeo, gravado em Pirapora, que explica tudo o que vai ser visto dali pra frente, como histórias, poesias, lendas sobre o rio e muito mais!

      Quem for acompanhada de sobrinhos, afilhados e agregados (hihihi), pode relaxar que tem atividade pros pequenos também: uma pescaria que ensina os nomes das principais espécies do rio. 😀

      A expo acontece no Palácio da Cultura Gustavo Capanema – Rua da Imprensa, 16 – Centro do Rio. A gente já conferiu, mas quem estiver sem companhia, pode convidar que a gente vai de novo!  😀

      12.11.11