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sua mochila está vazia

      Tag: recife

    • oi, copa! bora pra onde?

      Oba, a contagem regressiva chegou ao fim! É hora de curtir essa copa lindona com os amigos, a família, o match, a galera toda. Até o dia 15 de julho tem muuuuita festa pra celebrar! A gente mostra agora os 3 lugares favoritos dos cariocas pra se jogar na festa e as meninas do Sotaques FARM (sim ele voltou!) contam as 3 melhores dicas das cidades de Salvador, Recife e Porto Alegre.

      Tá na dúvida pra onde ir? Chama a galera e dá um bizu aqui pra escolher 🙂

      As boas do Rio

      Village

      Idealizado e produzido por cariocas que amam e que enxergam a cidade como o maior e melhor cenário de diversão do país, o evento já contou com 2 edições de muito sucesso. Quem aí lembra da Copa de 2014? Bateu saudade né? O Complexo Sheraton, no Leblon, promete ainda mais encontros, magia e alegria. Serão diversas festas, atrações, transmissão dos Jogos do Brasil e o melhor da gastronomia!

      Biergarten

      Lembra da energia suepr alto astral que rolou nas Olimpíadas? O Biergarten foi um dos maiores projetos daquela época e agora tá de volta agora com 3 pistas, sendo a principal no Biergarten em si, somada a mais 2 nas margens da Baía da Guanabara, com uma vista sensacional e um pôr do sol incrível. Além das transmissões ao vivo dos jogos, rolam várias opções de comidas e bebidas num food park especial pra todos os gostos.

      Terraço Lagoa

      Até 15 de julho o Terraço Lagoa vai oferecer uma programação pra lá de animada pro público torcer e curtir muito. Depois dos jogos, as melhores festas tomam conta do Complexo Lagoon com dj’s e atrações super bacanas. Partiu!

      Dicas do Sotaques FARM

      Gio, Recife:

      1 – Arena Cais da Alfândega: No Recife antigo, coração da cidade, a prefeitura está preparando uma espécie de arena para quem quiser acompanhar os jogos. A festa por lá vai entrar no clima do São João, com shows de artistas locais e nacionais.

      2 – Haus Bar: Localizado no bairro do Pina, o Haus é um bar super estiloso especializado em drinks exóticos e bem elaborados, além de contar com um cardápio de petiscos pra ninguém botar defeito! O bar fica na descolada Galeria Joana D’arc, conta 3 ambientes diferentes e é uma ótima opção para reunir a torcida!

      3 – Bud Basement: Aqui a farra promete! Novidade no Recife e inspirada nos porões de NY e Berlim, o Bud Basement já anunciou artistas de nome como Nação Zumbi e Baiana System para comandar os dias de festa, tudo isso regado à muita cerveja. A estrutura conta com telões para transmissão dos jogos que permitem visão 360º e ainda quatro bares, uma barbearia e um estúdio de tatuagem!

      Hury, Salvador:

      1. Largo da Cruz do Pascoal (no bairro do Santo Antônio Além do Carmo) – bairro residencial no centro histórico de Salvador, do lado do Pelourinho. Tem clima de cidade do interior, telão nos bares, cerveja e vista pro mar.

      2. Rua da Mouraria (centro de Salvador) – melhor lugar para comer frutos do mar e assistir futebol entre amigos!

      3. Trapiche Barnabé (espaço cultural no bairro do Comércio) – nos dias de jogos do Brasil vai ter o Bud Basement – Budweiser com telão para assistir aos jogos e show após, galerinha descolada da cidade só fala nisso.

      , POA:

      Brahma Street Viewing – Fan fest que será montada pela Brahma no centro de Porto Alegre, em frente ao Mercado Público, para transmitir os jogos.

      Brechó do futebol – Bar temático de futebol no centro histórico, com transmissão de jogos e venda de camisetas de times do mundo.

      Roister – Bar/restaurante com uma carta enorme de cervejas locais. Para quem quer assistir o jogo mais tranquilo. É um lugar meio bombadinho de POA.

      Eaí, bora pra onde? Prepara o look (vem ver a nossa seleção aqui!), joga pro alto a animação e bora ser pé-quente. Vai, Brasil! 

      14.06.18
    • o sotaques FARM tá de volta!

      Olha só quem tá de volta! O Sotaques, a nossa rede colaborativa de meninas pelo Brasil <3 A gente se uniu a 3 novas participantes: a , de Porto Alegre, a Gio, de Recife e a Hury, de Salvador. E ninguém melhor que elas mesmo para se apresentarem por aqui, ó:

      Oi, meu nome é Fernanda, mas pode me chamar de Fê. Cresci entre o campo e cidade – e da infância, guardo lembranças de caminhar por avenidas mas também com os pés descalços na terra. Sou pesquisadora, vivo de ouvir e contar histórias. Viajo a trabalho, mas sempre volto pra casa 😉 Amo afu essa cidade chamada Porto Alegre! Meu coração é aqui, minha alma é andarilha e o sotaque eu carrego pra me lembrar que sou parte desse pedacinho tão latino de Brasil.

      Oi! Sou Gio, artista plástica, crescida com o aroma da brisa do mar do Recife e filha de Iemanjá. Meu sotaque é dessa terra de céu azul e folia, de afeto e hospitalidade, onde a diversidade ancestral de seu povo sussurra força e poesia. Foi no Recife que tomei minhas primeiras lições de vida e é nele que retomo continuamente minha identidade e raiz. Com a arte, soube que não existem fronteiras e limites que possam diminuir a força da vida. Em Recife, sei que o mundo existe.

      Me chamo Hury e nasci de um encontro inesperado que só Salvador podia dar, entre um escritor curdo-iraniano e uma professora-artesã soteropolitana. Cresci com constantes idas e vindas; entre as águas salgadas das praias e as águas doces das cachoeiras da Chapada Diamantina. A água sempre foi uma constante na minha vida, onde coloco os pensamentos no lugar e me limpo. Sou apaixonada por histórias e pela mágica de criar narrativas e por isso me formo como produtora cultural em breve. Carrego sempre um caderninho e alguma coisa que tire fotos nas mãos – e não troco meu ôxe por nada.

      São elas quem vão ocupar nossas redes de muita brasilidade e com muito sotaque! Todo mês tem música nova lá na nossa playlist do Spotify com o melhor das bandas locais, vai ter take over no stories com várias dicas locais de eventos e festivais e muito mais! Turminha boa, né? 

      Ah! E se sua cidade não está nessa segunda edição do SOTAQUES, não se preocupa: nas próximas a gente vai acompanhar outras meninas de outros tantos lugares.

      Partiu falar junto com todos esses sotaques?

      13.06.18
    • luz, câmera, afeto

      De quem é a cidade? Pra quem é a cidade? A partir dessa e de tantas outras perguntas surgiu a ideia de um documentário super bacana que vai contrapor a mulher e o espaço onde ela transita, quase sempre cercada por grades de opressão invisíveis ou concretadas. AFETO é um documentário que se propõe a investigar como a arquitetura das cidades influencia nos corpos que transitam neles, ou melhor, nos corpos femininos, que a todo o momento se veem ameaçados e impedidos de transitar livremente.

      O filme tem como ponto de partida o coletivo Teatro de Afeto, grupo carioca formado por jovens atrizes com diferentes trajetórias e se baseará em três eixos: Recife e Rio de Janeiro, enquanto cidades símbolos do patriarcado, e artistas mulheres das duas cidades que vêm ocupando esses espaços, que ainda carregam a hostilidade às mulheres, questionando o conservadorismo ao expor sua arte e sua intimidade nas ruas dessas capitais.

      O projeto foi idealizado "e levado na anágua da saia" por duas estudantes de cinema, a Gabi (Gabriela Gaia Meirelles), da PUC RIO, e pela Tainá Medina, da UFRJ. Formada em grande maioria por mulheres, a equipe ainda conta com estudantes de Design, Arquitetura, Publicidade, Teatro, entre outros cursos que abraçaram o projeto e estão levando no amor (e no afeto) a ideia pra frente.

      A gente adorou a ideia e foi saber um pouco mais sobre o documentário. Olha só o que as meninas contaram…

      O QUE É?
      Um retrato da mulher como força transformadora de um antigo modelo de cidade que não a acolhe: a mulher num resgate espacial. Mais que um filme, AFETO é um respiro, uma súplica por uma cidade onde as mulheres possam transitar livremente, transar livremente, estar livremente, e enfim serem livres.

      QUAL A LINGUAGEM?
      Performances das atrizes do Teatro de Afeto nas ruas de Recife e do Rio se mesclaram com registros poético-visuais das grafiteiras em ação e de seus grafites nas paredes. Imagens das duas cidades, das arquiteturas, dos prédios e estátuas também entraram no filme, como um “mapa radiográfico urbano”. Quais são as estátuas de mulheres? Quantas são essas estátuas? E os prédios, quem os fez? Quem aprovou os projetos? Como esses edifícios falocêntricos e espelhados apontam pra nossa carne? De quem é essa cidade? Pra quem é essa cidade? Esses são alguns dos olhares e temáticas que abordaremos.

      PORQUE ESSAS CIDADES?
      Pra gente, tanto Rio de Janeiro quanto Recife têm muito em comum. Além de serem polos culturais (o Rio com uma produção artística enraigada e Recife como local de vanguarda cinematográfica e musical), as duas cidades têm o mar cruzando a cidade e alterando drasticamente a dinâmica dos corpos que transitam pelos espaços. São cidades da rua, da calçada, do externo. Pretendemos fazer associações entre as águas que banham essas cidades com as mulheres que vivem nas duas metrópoles. Cidades essas que têm muito mais provincianismo e personalismo que grandes centros como São Paulo.

      COMO VAI SER PRODUZIDO?
      A produção do documentário é totalmente independente, no estilo “uma câmera na mão, e uma ideia na cabeça”. Mas pra rolar essa câmera (e o tripé, o cartão, a bateria e por aí vai…), é preciso algum recurso. Acreditamos no financiamento coletivo e na colaboração como meio de fazer projetos acontecerem. Enquanto nos articulamos com coletivos cariocas e recifenses, precisamos ter o mínimo de segurança quanto aos equipamentos e à passagem que nos levará às filmagens. Dá uma olhada no teaser:
       

      Lançaremos uma campanha no Vakinha e realizaremos alguns jantares coletivos pra amigos, onde pediremos em troca a contribuição pro filme. Também ocuparemos praças e eventos públicos com uma arara de roupas nossas. Cada um pega o que quer e dá o que achar justo em troca. O dinheiro arrecadado irá todo pro documentário.

      Demais, né? Vamos ficar de olho nas ocupações e daremos as mãos pra divulgar esse projeto incrível. Ajuda, divulga, curte, compartilha – AFETO.
       

      07.08.16
    • paço do frevo e cais do sertão

      bola

      Tá programando uma viagem pra Recife? Seja no Carnaval ou fora da época de folia, agora você pode ter o gostinho da festa o ano todo! É que tem pouco mais de um ano que inaugurou o Paço do Frevo, um espaço criado para perpetuar a memória do frevo – ritmo e dança de origem pernambucana.

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      O charme do lugar começa pela localização: fica em frente à Praça do Arsenal, no Recife antigo, região mais turística da cidade. Ao entrar, a gente já fica impressionado em ver as paredes vermelhas cheias de palavrinhas e nomes de personalidades.

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      No primeiro andar, podemos conferir toda a linha do tempo do frevo, mostrando a história dessa manifestação artística desde 1900 até hoje. As paredes são repletas de rabiscos de giz – a ideia era que os visitantes acrescentassem suas histórias à linha do tempo “oficial”, mas acabou virando um emaranhado de nomes. 😛

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      No terceiro e último andar, rola a exposição permanente – uma sala bem grande com várias fotos e trechos de músicas do carnaval pernambucano, além dos maravilhosos estandartes expostos no chão e do glossário interativo do frevo, um recurso pra desvendarmos palavras típicas de lá.

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      Outro lugar que vale muito a visita é o Cais do Sertão! O espaço, também localizado no Recife Antigo, é dedicado a retratar a vida e a cultura do sertão nordestino.

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      O museu usa a vida de Luiz Gonzaga como fio condutor e o mais legal é que a história do sertão é toda contada com alta tecnologia, de forma interativa. É o tradicional se mesclando com o moderno. 🙂

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      Por lá, dá pra ver a exposição permanente sobre o Rio São Francisco, e também é possível ouvir a obra completa de Luiz Gonzaga, cantar nos estúdios de gravação, conhecer o percurso do artista e até tocar instrumentos musicais típicos da região.

      08Fotos: Vanessa Mello e José Felipe Gasparian

      Imperdível! Pra ver mais posts de viagens, clica aqui.

      11.02.15
    • férias: um dia na praia dos carneiros

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      A Praia dos Carneiros – eleita a 12ª praia mais bonita do mundo e a segunda mais bonita do Brasil – fica em Tamandaré, a aproximadamente 1h40m de Recife, Pernambuco. Bora saber mais sobre ela, a partir da viagem da nossa colaboradora @vanessamellot?

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      A praia tem água calma, morninha e cristalina, e conta com coqueiros por todo beira-mar, além dos recifes de corais onde é possível ver ouriços, caramujos… Na maré baixa, a boa é caminhar por ali (de chinelo, claro!, e com cuidado pra não pisar nos bichinhos).

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      É só dar uma voltinha pela areia pra esbarrar com um barqueiro oferecendo o passeio que passa pela linda igrejinha São Benedito, nos bancos de areia

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      …na Praia de Guadalupe pra um banho de argila natural e no Bar do Mangue, ambiente bem rústico, sem energia elétrica, onde as mesas ficam no mangue e você escolhe na hora o camarão ou peixe que quer comer. Sim, você come com os pezinhos na água! 🙂

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      A boa de fazer esse passeio é que o barco tem capacidade pra poucas pessoas, então dá pra fechar só pra amigos ou família. O preço é camarada, por volta de R$ 25 por pessoa, e é você quem escolhe o tempo do passeio e de cada parada. Maravilha, né? Na volta, vale ficar na Praia dos Carneiros até o sol se pôr! É maravilhoso! À noite, se quiser ir em algum restaurante à beira-mar, a dica é o famoso Bora Bora.

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      Fotos: José Felipe Gasparian

      Lindo demais! Agora é só incluir o destino na sua visita ao Nordeste e aproveitar! 🙂

      13.01.15