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sua mochila está vazia

      Tag: NY

    • um taxi (verde) e amarelo em nyc

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      Nova Iorque, New York, Big Apple… seja qual for o nome que você se refere à cidade, não tem quem visite e não fique maravilhado com tudo. Gisela Gueiros, escritora do blog Taxi Amarelo, é brasileira e mora em NYC desde 2007. Foi pra fazer um mestrado em História da Arte e adotou a cidade como lar doce lar.

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      Parte da razão de ter montado a barraca pra ficar foi o amor – conheceu seu marido e teve 2 lindos filhos. Mas também a arte – ela organiza visitas guiadas (em português) pelas galerias de arte do Chelsea e faz curadoria de exposições de artistas brasileiros em NYC.

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      Pra Gisela, morar longe é um desafio, porém uma delícia. “A gente aprende muito e percebe que vários hábitos que considerávamos ‘regra’ são na verdade questões culturais. A vida em Nova York é muito prática… Gosto de levar as crianças pra escola a pé (eles de patinete e eu meio que correndo atrás!), de poder ir de metrô pra qualquer lugar 24 horas por dia, de ver meus filhos convivendo na sala de aula com gente do mundo todo…”.

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      Como toda brasileira que curte sol e calor, Gisela gostaria que a temperatura na cidade fosse mais amena o ano todo. Outra coisa que ela sente falta é a alegria das festinhas brasileiras, que não possuem hora marcada pra terminar, coisa comum pros americanos! 🙁

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      E a impressão da cidade, mudou com o tempo? Sim e não é a sua resposta, já que conhecer a cidade como turista não é a verdadeira rotina de um morador. “Não dá pra ir em shows 3 vezes por semana e fazer compras o dia inteiro e ver todas as exposições do momento… Morar no Brooklyn também faz a experiência muito diferente de quando vim como turista e nem visitei esse distrito. Mas a gente sempre dá um jeito de se sentir em casa!”.

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      A dica pra quem vai pela primeira vez, como turista é conhecer além da ilha de Manhattan. No bairro do Bronx, ir no Wave Hill, pegar um trem e ir até o museu Dia:Beacon, ir ao Brooklyn conhecer os restaurantes. Pra quem vai pra morar, a dica é preciosa – o supermercado de comidas brasileiras Rio Bonito que fica no bairro do Queens, pra matar a saudade com pão de queio e requeijão! 🙂

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      A gente virou fã da Gi. Pra conhecer mais como a carreira de jornalista dela começou e seus cinco lugares preferidos de NYC, é só clicar aqui.

      26.01.16
    • afropunk, o caldeirão multicultural!

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      Semana passada rolou a 11ª edição do Afropunk Fest em New York, mais precisamente no Commodore Barry Park, em Fort Greene, bairro do Brooklyn. Esse é considerado o festival mais multicultural dos EUA pelo jornal NY Times. A Mari, amiga do adoro, que tá pela Big Apple, pode ver tudo de perto e conta mais pra gente!

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      fotos: @the_line_up

      O Afropunk atrai todos os anos uma mistura de estudantes, blogueiros, skatistas, artistas, mães, crianças, pais e até avôs festejando a liberdade e a multiplicidade da música black e suas derivações. É claro que um assunto assim tão caleidoscópico também influencia na escolha das roupas, acessórios, cabelos e maquiagens dos frequentadores. Sempre um show à parte!

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      E falando em shows… O público pode ir ao delírio com dois dias de apresentações de reis e rainhas como Lenny Kravitz, Lauryn Hill e Grace Jones, além de novidades que têm dado o que falar como o duo de neo-soul/hip-hop Oshun.

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      fotos: reprodução

      Tá a fim de ver de perto a próxima edição? Então fica ligado que este ano ainda rola Afropunk em Atlanta, nos dias 3 e 4 de Outubro. Ah, e aproveita pra ler o depoimento da lindíssima Magá Moura, que também conferiu de perto o Festival e contou mais no seu blog.

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      fotos: NY Times

      O convite dos organizadores é dos bons: sinta a musica, expresse sua personalidade e se junte ao movimento!

      02.09.15
    • farm visita – yoko ono no moma

      bola_yoko

      Não é simples falar sobre a arte de Yoko Ono. Suas criações são facilmente acessíveis ao primeiro olhar, mas carregam muitos significados, conceitos que embaralham nossas ideias e mexem com a gente… como a arte contemporânea deve ser. A Mari, amiga do adoro, tá em NY e foi no MoMa ver de perto a exposição sobre a musa de John Lennon (que é muito mais do que isso). Vem saber:

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      A mostra fica em cartaz até setembro e foi cuidadosamente montada pelo curador e pela própria Yoko, que aliás, deixa um recadinho no fim do percurso da exibição – mais um sinal de que tudo foi feito com cuidado pra você se sentir um pouco na vida da artista. Talvez também porque sua arte é muito autobiográfica: fala de ser Yoko, fala de ser mulher, fala de ser artista, fala do mundo.

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      E fala através de delicadas e fortes transgressões ao banal. Hoje, ver uma maçã sobre um pedestal de vidro pode parecer infundado, mas nos anos 60, quando a obra foi criada, era uma nova forma de refletir sobre o valor da arte, a transitoriedade do tempo e da vida. Por isso somos saudados com esse trabalho polêmico no começo da exposição. Aos poucos vamos descobrindo mais sobre a Yoko, e se nos deixamos mergulhar em seu pensamento sempre fora da caixa, vemos como seu valor foi muito além de uma maçã e ganhou o mundo com um discurso de paz, não violência, feminismo, amor, empatia, inteligência.

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      “Pise na arte”, diz um trabalho, “esqueça isso”, diz outro. A anti-arte de Yoko reflete os novos rumos da contemporaneidade, trazendo uma reflexão ao trabalho que vai além da obra e abre espaço na nossa mente pra novos insights, mudança de conceitos e vontade de sair da tal ‘zona de conforto’ e também da ‘zona de ignorância’. Porque ver o mundo com um outro – e encantador – olhar é simples, basta virar uma chavezinha na mente pra destravar o botão que deixa nossos pensamentos padronizados.

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      Se entregar a essa exposição é também ter acesso a escritos do livro Grapefruit, que reúne 150 pequenos textos de Yoko que são como ‘instruções’ pra fazer arte, uma reunião das ideias mais possíveis às mais improváveis, todas guiadas pela imaginação da autora. Se o ‘click’ ainda não tinha vindo, esse é um bom momento pra se deixar levar e perceber que arte na verdade é um estilo de vida, que várias ações cotidianas ‘viram’ arte se a gente colocar a intenção, o conceito, a reflexão. Não é preciso sempre ter tela, pincel e tinta pra criar e inspirar…

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      Observar a instalação Half Room é curioso. Um cômodo belamente decorado com cadeiras, estantes, utensílios, quadros, roupas, acessórios…mas todos pela metade. O que a artista queria? Despertar no outro a consciência de como somos todos incompletos, metades procurando significados na arte, na política, na moda, em lugares e em pessoas pra nos ajudarem a revelar nossa essência. Algo profundo, mas relativamente ‘simples’ de ser mostrado. Assim como Morning Piece, fragmentos de vidro com datas futuras coladas pra se ter um pedaço da manhã de um certo dia… quem não queria?

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      Na expô também dá pra ver muitos trabalhos criados entre Yoko e John, casal unido pela arte e que mostrou como cada ação, cada período da vida (até a lua de mel) pode ter um significado, pode levantar uma bandeira, pra eles, principalmente política. Na época da guerra do Vietnã, os dois espalharam cartazes dizendo que a guerra tinha acabado… se você quisesse. Um despertar pra quem estava se achando incapaz de mobilizar a paz naquele momento. Um recado pra vida toda, em qualquer época: a paz sempre vai ser uma opção.

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      Fotos: @marivferrari

      Ali, naquele pedacinho de Manhattan, a gente também entra numa máquina do tempo e acompanha algumas performances e instalações criadas por Yoko, algumas dos anos 60-70, outras feitas pra exposição. Uma delícia se envolver em cada trabalho e deixar sua mente e coração serem guiados por essa mulher que até hoje encanta com palavras e representações – quer ter um gostinho? Segue ela no Instagram. Por lá ela continua fazendo, e vivendo, arte.

      22.07.15
    • recordar é viver

      bola_harlem

      Como você imaginaria o Harlem, um dos principais bairros afro-americanos de Nova York, durante os anos 70? É o que retratou o fotógrafo francês Jack Garofalo. As imagens cheias de atitude, beleza e super empoderadas, estamparam na época a edição da revista Paris Match e, agora, voltaram a rodar o mundo:

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      O panorama dos “Harlemites” da época parecia ser pouco otimista: uma região com altas taxas de violência e uma rede de ensino precária, que levou a dois boicotes por parte da população. Mas ainda sim, o povo foi pras ruas em prol de um sistema de ensino de qualidade e segurança.

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      Atualmente, o Harlem é considerado a capital cultural e política de Nova York. A luta dos 70’s por melhorias acarretou em teatros, importantes galerias de arte e casas de jazz imperdíveis pros amantes de uma boa vida noturna – sem contar com os admiráveis e inspiradores personagens do bairro. Um local fantástico, que faz a perfeita mistura entre tradição e vanguarda em um clima nostálgico e vibrante que, como podemos ver nas imagens de Garofalo, não é de agora.

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      Black is beautiful. Harlem is beautiful!

      16.04.15
    • ny é uma beleza de inspiração

      Que Nova York é tudo de bom todo mundo já sabe né! A cidade é poderosa, capaz de influenciar o mundo da moda, cultura, comércio, tudo e mais um pouco… Quem não conhece quer conhecer, e quem conhece tá sempre querendo voltar.

      Tamanha inspiração rendeu (oba!) dois lançamentos de maquiagem que já nascem “tem que ter”. A Urban Decay acabou de colocar à venda seu 3º Book Of Shadows, com referências da populosa metrópole. O furor em busca da paleta foi tanto que rolou até fila de espera gigantesca em frente à Sephora (a gente super entende!).

      A Chanel também dedicou uma coleção inteirinha ao Soho, famoso bairro de NY, eles criaram a linha especialmente para reabertura da loja, e claro, para declarar todo seu amor ao badalado lugar.

      Agora imagine que legal se alguma marca resolvesse homenagear o Rio, a Bahia, São Paulo em uma linha de maquiagem. A gente ia adorar, e vamos combinar que cidade linda pra inspirar é o que não falta 😉

      10.09.10
    • o coração de marc

      Marc Jacobs está aprontando mais uma, e a gente tá adorando! Ele tá lançando uma nova linha, dentro dos Special Items que a gente ama, a Book Marc. Dizem que é por conta da livraria que ele planeja abrir, em frente à Magnolia Bakery (cupcakes de SATC!), no West Village, em NY. Lá vem falência dos nossos bolsos por aí…..

      O que a gente mais amou foi essa caixa de lápis de cor com o coração, ohnnn! Mas dizem por aí, que o coração de Marc anda passando por maus bocados, e ele até fez uma edição “coração partido” do seu famoso espelhinho.

      A gente torce pra ficar tudo bem, já que dor de amor é difícil curar, né?

      12.05.10