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sua mochila está vazia

      Tag: new york

    • stella, a metamorfose ambulante

      bola-mari

      Frank Stella pode ser conhecido como um dos artistas que mais brincou com a pintura de uma maneira bem inteligente e ousada. Ele ganhou destaque na virada da década de 50 pra 60 com suas Black Paintings, se tornando um dos marcos inaugurais do minimalismo. A Mari, amiga do adoro, foi ver de perto a retrospectiva no novo Whitney Museum, em NY, e conta mais pra gente!

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      Vá com tempo e aprecie a exposição todinha, porque é a chance ficar cara a cara com um bom pedaço da história da arte contemporânea. Stella te convida a seguir o trajeto livremente, mas se quiser ir de acordo com a montagem feita pelos curadores, comece com os trabalhos minimalistas. Vai dar pra sentir como aquilo foi uma ‘afronta’ ao expressionismo abstrato e libertador pra quem curte uma estética mais limpa.

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      Seguindo pela expô, no entanto, a gente descobre como Stella, esperto que só, foi se reinventando a cada série, muitas vezes desdizendo aquilo que já tinha sido sua teoria. Sim, porque depois de fazer algumas obras-primas do minimalismo, ele surpreendeu com o uso de inúmeras cores, trabalhos em escalas monumentais, pinturas feitas em superfícies de alumínio (essa abaixo me lembrou muito a estética do graffiti). Ele se recusa a seguir uma linha específica, desafiando o mercado e os críticos.

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      Os andares do museu estão recheados com pinturas, esculturas (aliás, a pergunta ‘isso é uma pintura ou uma escultura?’ muitas vezes vem à tona), gravuras, trabalhos em relevo, além de estudos em desenho. O passeio por lá é uma delícia, algumas das galerias têm janelas que dão pro Rio Hudson, enchendo de luz natural o Museu.

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      É arte ‘fria’, é arte ‘quente’, é minimalista, é Carnaval. Tem-se um pouco de tudo na trajetória de um dos artistas plásticos mais importantes (e vivos) dos EUA. É bom pra treinar o olhar, ler e ouvir o que o artista tem a dizer e, claro… abrir a cabeça.

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      fotos: reprodução

      Por isso, se estiver em NY até 7 de fevereiro, simplesmente vá!

      22.01.16
    • matando a fome no brooklyn

      bola-ny

      Outro dia a gente falou sobre cinco opções de restaurantes irresistíveis em Manhattan, agora chegou a hora de descobrir o que o Brooklyn reserva pra nós. A Mari, que tava morando por lá, selecionou mais cinco dicas de lugares bacanas com diferentes tipos de culinária. Aproveita e visita na sua próxima viagem!

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      • Bunna Cafe

      Já ouviu falar da comida da Etiópia? Por lá, é comum abdicar de carne e álcool alguns dias da semana e fazer um belo ritual na hora de tomar café. Em Bushwick dá pra ter um gostinho das maravilhas que eles fazem e experimentar os pratos veganos (a variedade do ‘feast for 2’ surpreende), além do café passado na hora. E se você ficou curioso, aqui nesse vídeo dá pra saber mais.

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      • Union Pizza Works

      Quer comer uma pizza das boas sem pegar a fila e encarar os garçons antipáticos do famoso Roberta’s? Fuja pra Union Pizza, também em Bushwick. A gente garante que é tão bom quanto, com opções variadas, preço mais amigo e um climinha gostoso de cantina hispter. A galera por lá tá sempre disposta a indicar um bom vinho pra harmonizar com sua escolha – e os garçons costumam ser bem gatinhos.

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      • Rosarito Fish Shack

      Depois de rodar pelas ruas de Williamsburg visitando as lojinhas, vale aproveitar o happy hour desse restaurante mexicano, quando o preço da taça de sangria (delí) cai pela metade. Ah, e claro, entregue-se às quesadillas e ceviches feitos com um mega capricho.

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      • Pies ‘n’ Thighs

      Tá a fim de meter o pé na jaca? Aproveite o estilo comfort food de lá. O menu é recheado com frango frito (no site eles informam a preferência por fornecedores que não usam antibióticos nem hormônios na criação das carnes), waffles e sanduíches. Mas não pára por aí: as sobremesas incluem o melhor donut e a melhor torta de maçã de NY, eleitos por revistas especializadas da cidade. Se é pra se jogar, vai no mais bem cotado! Além da casa em Williamb eles abriram recentemente no L.E.S.

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      • Santa Salsa

      Com menu inspirado nas comidas de rua da Venezuela, esse restaurante tem um food truck estacionado dentro do bar Over the Eight, em Williamsburg. Os preços são ótimos e o cardápio traz opções como cachorro-quente (a versão veg com cenoura no lugar de salsicha é surpreendente!), empanadas e porção de aipim frito (boa pra matar as saudades). Aos sábados e domingos eles estacionam no Smorgasburg Food Festival, que rola em pontos diferentes do Brooklyn.

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      É verdade que depois de um tempinho nosso tradicional arroz com feijão faz falta. Mas, nessas horas, a boa é abraçar a variedade e conhecer os mais diferentes tipos de culinária do mundo. Pra inspirar o paladar e a sua próxima aventura na cozinha! 😉

      14.12.15
    • cinco restaurantes imperdíveis em ny

      bola-ny

      Quem é fã de um prato de arroz e feijão pode ficar perdido quando tá viajando por outro país, mas a experiência convida a se abrir ao desconhecido. Em NY, a capital do mundo, então, nem se fala. A Mari, colab do adoro, tava por lá e fez uma seleção com 5 restaurantes imperdíveis de Manhattan. Foi difícil, já que a cidade é lotada de opções maravilhosas, mas estes encantam pela culinária diferente do que estamos acostumados e pelo preço mais amigo. Olha só:

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      • Kiki’s

      Bem entre Chinatown (o letreiro da fachada é escrito em cantonês) e Lower East Side, região de Manhattan que fervilha com galerias, lojas e cafés, o Kiki’s é um restaurante grego, ou seja, espere encontrar Tzatziki (iogurte com pepino), entradinhas com beringela, polvo e cordeiro como opções – irresistíveis – do cardápio. O pão, servido por conta da casa, é um dos melhores também. Ambiente descontraído e comida boa tornam o clima perfeito pra um jantar por ali.

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      • Café Himalaya

      Menu com deliciosas opções vegetarianas e também pratos com carne. O espaço é pequeno, mas o atendimento é ágil. A salada de batata com abacate, o curry com vegetais ou o frango com iogurte são pedidas certeiras. O preço de cada prato geralmente não passa de 10 dólares. E já que você tá em NY, tem que dar a chance pra outras culturas mostrarem que mandam muito bem na cozinha… 😉

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      • Pepe Rosso

      Uma boa massa, um bom vinho… quem resiste? Esse italiano é praticamente uma rede, com opção no Chelsea, Greenwich Village e Little Italy/Soho. Mas seja em qual você for, vai encontrar pasta feita em casa e menu com diferentes massas e molhos. Ah, o pão servido pela casa também é irresistível e o menu de sobremesa é de perder a linha – pense em um tiramisu de nutella!

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      • by Chloe

      Esse lugar mostra como é possível fazer comida vegana e saborosa, seja hambúrguer, massa ou sorvete. É de provar e se surpreender olhando os ingredientes – burger de feijão, macarrão de batata? Sim, sim. Vá com paciência porque às vezes rola uma fila pra fazer o pedido, mas a decoração e o design da casa deixam a refeição ainda mais leve e gostosa. Aproveite pra andar pela Bleecker Street, uma das ruas mais charmosas do Greenwich Village.

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      • Angelica Kitchen

      Um dos preferidos da Bela Gil (ela contou pra gente aqui, lembra?). Também pudera, o cardápio é bem variado, de sanduíches a saladas e currys, além de um menu diário, feito com os ingredientes fresquinhos vindo de produtores orgânicos e locais. As mesas redondas e coletivas deixam tudo com jeito de almoço/jantar em família. Fica no East Village. Vá!

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      As opções aqui listadas ficam mais ao sul de Manhattan, onde a gente encontra os lugares mais misturados, com culturas diferentes por todos os lados, opções menos turísticas e valorizadas pelos moradores locais. Se tiver com viagem marcada anota essas dicas ou manda pra aquela amiga que tá indo. Ah, e em breve por aqui indicações de onde comer no Brooklyn!

      07.12.15
    • FARM visita – pathmakers

      bola_mari

      Em tempos um pouco distantes pra gente, lá pelas décadas de 50 e 60, o universo da arquitetura, pintura e escultura era dominado por artistas homens. E o que estavam fazendo as mulheres pra se expressar? Se engana quem pensa que nada… Muitas delas criaram arte a partir de materiais alternativos, como cerâmica, tecido e metal. A exposição Pathmakers, em cartaz no Museu de Artes e Design em NY mostra bem isso!

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      A Mari, amiga do adoro, aproveitou pra visitar e contar mais pra gente: “Fiquei muito feliz em saber que o MAD preparou uma exposição só com artistas mulheres e ainda por cima reunindo arte que vai além do reinado da pintura e explora outros materiais. É a chance de ver mais de 100 trabalhos de pioneiras como Ruth Asawa, Edith Heath, Dorothy Liebes, Toshiko Takaezu e Lenore Tawney, pura inspiração pra quem é ligada em moda e trabalhos manuais”, conta.

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      Uma delícia observar como a delicadeza, a paciência e a investigação estética dessas mulheres foram capazes de produzir objetos que ganharam destaque num mundo onde a diferença de gênero ainda era/é motivo de privilégio. São obras que encantam e emaranham nossos sentimentos. E dão aquela vontade de aprender cada tradição com cada uma delas, entrar num ateliê e não sair mais, sabe?

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      A gente já falou algumas vezes aqui no adoro o valor de resgatar o que é feito à mão, em como isso é uma forma de emponderamento e de se sentir mais presente no momento. Que tal começar agora a criar seu próprio trabalho manual, seja ele qual for? A gente garante que vai ser recompensador!

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      fotos: @marivferrari

      Ah, e se você tá com viagem marcada pra NY não pode perder essa visita. Anota na agenda: a expô fica em cartaz até 30 de setembro!

      19.08.15
    • FARM visita – whitney museum

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      O MeatPacking District, um dos bairros mais efervescentes de New York tá mais bombado do que nunca. Isso porque acabou de se mudar pra lá o mais novo Whitney Museum of American Art, que desceu alguns quarteirões do Upper East Side pra chegar à região superartsy da Big Apple, pegando o frescor do Hudson River e logo ao lado do High Line Park. A Mari, amiga do adoro, foi lá conhecer a nova casa do museu e conta tudo pra gente!

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      Agora vizinho de galerias como a Gagosian, ateliês de artistas, estilistas e muitas lojas hypadas, o novo Whitney tá rejuvenescido, mais em casa do que nunca e com uma arquitetura totalmente diferente da anterior. Projetado pelo italiano Renzo Piano, que também foi responsável pelo Pompidou, em Paris, o Whitney dobrou de tamanho e tem uma estrutura mais aberta e transparente, superconvidativa.

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      Mas além de impressionar pelo tamanho e pela nova embalagem, o Whitney conquista pelo conteúdo, afinal ele é o líder mundial quando o assunto é a arte americana do século XX e contemporânea. Pra inauguração, a pedida foi escolher o melhor da extensa coleção do museu, que reúne mais de 22 mil trabalhos de vários meios, criados por aproximadamente 3 mil artistas.

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      America is hard to see ocupa, até setembro, todo o seu espaço com mais de 600 trabalhos. O nome da exposição invoca o cenário cultural efervescente do país e também nos lembra que é dificil definir claramente toda essa ebulição. Será o novo Whitney, então, feito pra gringo ver? Não só, mas também – já que a visita por lá é superagradavel.

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      As salas, sem colunas, são perfeitas pra exibir grandes obras de arte de gênios como Willem de Kooning, Edward Hoopper, Jean-Michel Basquiat, Barnett Newman, Joan Mitchell, Mark Rothko, Louise Bourgeois, Jackson Pollock, Yayoi Kusama, John Baldessari, Frank Stella, Keith Haring, Nam June Paik e por aí vai. Entre um andar e outro, ainda dá para respirar um pouco na área externa do museu, observando Manhattan, a vista pra New Jersey e as esculturas que ficam do lado de fora.

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      Passeio perfeito pra ver de perto peças formalmente transgressoras, como as pinturas das décadas de 60-70 que, pra se reinventar, ganharam novos processos quase esculturais – se você também é fã, fique de olho nos trabalhos do sexto andar. E já que a arte também é uma forma de entender a história, não faltam criações com temas sociais como a luta contra a AIDS, questões raciais, reflexões pós-guerras e questões de gênero, enriquecendo a experiência e tornando tudo mais atual.

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      A exposição é montada cronologicamente mas, em vez de ter seus temas nomeados por estilos ou correntes artísticas, ela vem representada por capítulos – 23 no total – com nomes tirados das obras de artes mais significativas pra evocar o espírito de cada seção. Nada melhor do que arte pra definir arte com liberdade, né?…

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      Fotos:Mariana Ferrari

      …e nada melhor do que se reinventar pra continuar mantendo o espírito do seu tempo, como fez o novo Whintey! Pra fechar, uma dica valiosa: às sexta-feiras de 19h às 21h30 você paga o quanto quiser pela entrada – maravilha já que o passe normalmente custa 22 dólares por adulto.

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      Foto: reprodução

      Ah, e fome de arte saciada, é hora de agradar estômago. Aproveite pra conhecer o Gansevoort Market, logo ali. As opções vão das clássicas pizzas, passando por tacos, sushis e pratos típicos espanhóis e tailandeses. Ainda dá pra garimpar flores e novidades como chás orgânicos e bebidas feitas por uma nova castanha africana.

      Passeio completo pra ver, ser visto, e saciar a fome com estilo depois te ter alimentado a alma com tanta arte! 🙂

      08.07.15
    • espaço múltiplo

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      Quem tá de viagem marcada pra NY já pode conferir o novo espaço que a Urban Outfitters abriu em Williansburg, o Space Ninety 8. A nova loja-conceito gerou curiosidades e muitas filas no dia da inauguração, mas agora já dá pra colocar no roteiro e conhecer tudo de bacana que rola por lá. Vem ver:

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      Dentro da multimarcas, um mundo à parte com várias opções, de discos em vinil, passando pelas peças únicas e garimpadas pelo mundo da Urban Renewal, até às pranchas da Salt Surf.

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      A Local Made, que ocupa todo o primeiro andar, parece ser uma das mais bacanas. A marca vende produtos e trabalhos de novos artistas locais e dá pra encontrar desde bikes customizadas a vasos de cerâmica fofos e divertidos. Pra passar o dia inteiro descobrindo!

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      E no terraço, lugar sempre bem aproveitado seguindo a tradição nova yorkina, ainda tem o restô conceito The Gorbals.

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      Curtiu a dica? Então anotaí as direções: 98 N 6th Street Brooklyn, NY, 11249.

      06.05.14
    • um dia em nyc ♥

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      Apesar do frio, não tem como negar o quanto essa cidade é cheia de energia. Hoje a gente passa um dia em New York com a Ju Kang, nossa colaboradora que também já foi nossa correspondente de lá há um tempo.

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      A gente começa por um passeio no Central Park, nos arredores do Museu Metropolitan, onde está acontecendo a exibição “Paris as Muse” do fotógrafo Charles Marville, com fotos da cidade luz entre 1840 – 1930.

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      Por lá a gente encontrou com as irmãs de 4 patas Tiny & Mila que adoram passear pelas ruas sempre com sapatinhos pra proteger as patinhas do gelo. Dica pra quem tá com viagem marcada, é bom levar um sapato impermeável pra quando a neve derreter. 🙂

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      Bateu a fome, o Cafe Gitane no Jane Hotel é uma opção clássica pra um brunch bem caprichado, com um dos melhores waffles da cidade! Lá o dia começa bem cedo, o que não é comum entre os restaurantes no fim de semana.

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      Dica pra quem ama objetos de casa, a Fish Eddy’s tem os pratos e copos mais divertidos (tipo o “Big Mistake”, pra comer uma mega fatia de bolo de chocolate nele!).

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      De lá nosso passeio continua pelos bairros de Soho e Nolita, e se as temperaturas deixarem, é bacana pegar uma Citi Bike e sair pedalando pelas ruas pequenas e menos visitadas pelos turistas, onde sempre tem alguma coisa de interessante pra ver, pra comer, e pra comprar.

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      A marca francesa agnès b. na Howard Street tem uma loja que também é uma galeria, um espaço dedicado à arte e às compras ao mesmo tempo! Os trabalhos de arte escolhidos são trocados de tempos em tempos, resultando em uma experiência diferente a cada visita.

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      Depois de bater muita perna pelo bairro, recarregar as energias na Olive’s é muito bom, pois eles tem um dos melhores cookies da cidade. Depois na hora do jantar a escolha vai pro recém aberto Lafayette, um bistro francês super charmoso pra qualquer hora do dia.

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      E pra quem curte graffiti, não pode deixar de conhecer a parede da loja Rag & Bone, que tem um espaço dedicado a mostrar o trabalho de vários artistas diferentes, na Elizabeth Street.

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      E claro, o Bowery Mural que sempre coloca em exposição artistas locais. Agora o trabalho neon e geométrico da artista Maya Hayuk colore os milhões de tons de cinza da cidade!

      Deu pra matar um pouquinho da saudade da Big Apple? hihi

      23.03.14
    • metro card yourself

      Artista alemã radicada em Nova York, Nina Boesch usa a cidade como inspiração pras suas obras, e o MetroCard, o famoso ticket de metrô da cidade, como matéria prima.

      Isso mesmo! Todas essas colagens foram feitas usando somente tickets de metrô. Tickets usados, reciclados, e picotados.

      Pontos turísticos como a Ponte de Brooklyn e a Estátua da Liberdade foram “colados” por Nina, mas também outras coisas como o próprio New York Times. Com direito a letrinhas minúsculas do jornal e tudo!

      Ela usa a parte da frente do cartão (que contém as cores amarelo, azul, e laranja) para colagens coloridas, e a parte de trás pras colagens em preto e branco. Nem Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo escapou!

      Curtiu? Pra ver mais, é só clicar aqui 🙂

      13.09.12
    • fashion insider: john sohn

      Já pensou um estilista de uma marca internacional respondendo às suas perguntas? Foi isso que a gente sentiu quando bateu um papo lá em NY, com o estilista John Sohn, da marca The Row, das gêmeas Olsen! O máximo, né?

      A The Row é a única marca vinculada a uma celebridade (ou duas, nessa caso!) que é realmente levada a sério pelos críticos de moda!

      Nome: John Sohn

      Profissão: Estilista, The Row

      Formação: Fiber Science & Apparel Design, Cornell University (em português, algo como Ciências Têxteis & Estilismo)

      Onde mora: Soho, Nova York

      Como chegou na marca The Row: tudo aconteceu depois do meu primeiro estágio com a marca. Conheci as pessoas certas, na hora certa, que poderiam me ajudar no futuro.

      Depois de estagiar na The Row durante as férias de verão da faculdade, a equipe de criação decidiu me contratar! No último mês de estudo, fiz um projeto especial pra marca como teste, que felizmente foi aprovado pessoalmente pela Ashley.

      Como é trabalhar com ícones da moda como as gêmeas Olsen: trabalhar com elas é o meu trabalho dos sonhos. O nosso escritório no bairro Chelsea é um ambiente muito criativo, e venho cheio de inspiração pro trabalho.

      O que não pode faltar no guarda-roupa: pulseiras Burkman Bros, Levi’s vintage, jeans skinny da BLK DNM, e meias coloridas da Happy Socks!

      Restaurante preferido em NY: não é o meu preferido, mas sempre estou no Ruby’s Cafe, pertinho do meu apartamento no Soho. O espaço é minúsculo, mas eles fazem um panini muito bom pra comer no brunch!

      Curtiram? 🙂

      17.11.11
    • new yorker vs. turista

      A gente acha super graça e sempre reconhece de cara turistas na nossa cidade. Mas e quando a gente é turista na cidade dos outros? 😀

      Com a comparação do típico new yorker com o típico turista que a Ju (nossa colaboradora da Big Apple) fez, na próxima viagem, dá até pra brincar que é um local sem ninguém perceber!

      Tudo bem que em uma viagem, usar salto alto é um pouco demais, mas também não precisa usar tênis de correr, sem estar na academia. Existem aquelas nova iorquinas que em plena neve usam um Loboutin poderoso, mas elas também usam as sapatilhas, ou até um Converse estiloso de vez em quando!

      Tudo bem, às vezes precisa. Mas bem que a gente queria só sair pelas ruas de lá com sapatos maravilhosos a la Carrie Bradshaw hihihi 🙂

      Muitos new yorkers sempre carregam as eco bags pra todo lugar, e não é só pra carregar as compras do supermercado não!

      Eles gostam também de consumir orgânicos, e todo mundo tem que separar o lixo. Se bem que pra um turista, não tem eco bag grande o suficiente que poderia caber todas as compras na Forever 21 (quem resiste, né?)!

      Chamar um táxi em NY pode ser complicado pra quem visita a cidade pela primeira vez. Na hora do rush, não falta táxi, mas parece que nenhum quer parar! Abanar os braços freneticamente cada vez que eles passam não vai adiantar.

      Só tem que lembrar que, o carro só vai parar se a luz da placa estiver acesa! Se a luz da placa do táxi estiver apagada, ou “off duty“, o carro está ocupado ou fora de serviço.

      A fama de que os new yorkers são impacientes e ocupados é bem comum. Sempre andando muito rápido, eles só olham pro chão ou ficam com a cara grudada no Blackberry! Já os turistas só andam olhando pra cima admirando os arranha-céus.

      Se bem que, isso quem precisa aprender são os locais. É muito melhor passar os dias olhando pra cima e apreciando a vista e os lindos prédios que a cidade tem, né?

      06.11.11
    • lixo de luxo

      Todo mundo que já passou um tempinho em Nova York reparou nas sacolas de mercearia que tem em cada esquina. A mania de tirar foto delas cheias de lixo nas calçadas foi tanta que elevou as pobres sacolinhas a ícones!

      Daí olha que bacana: a Cast of Vices, marca de Los Angeles, resolveu pegar as tais sacolas e transformar em itens de luxo, vem ver a transformação!


      Do plástico ao couro!

      As bolsas são feitas de couro molinho e vêm nessas três versões. A do smile é a nossa favorita! As bolsas-sacola custam $300 dólares e estão a venda na Collete. Dá pra carregar tudo o que a gente precisa e mais um pouco. Só não pode lixo! ;P

      23.03.11