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sua mochila está vazia

      Tag: natureza

    • por onde flor

      Amanhã é o dia da primavera e a gente já entrou no clima aqui no escritório. Rolou um super #sextou florido em parceria com a galera da Petalis Flores. Todo mundo saiu daqui com flores na mão e sorriso no rosto.

      A Petalis Flores & Folhagens nasceu do desejo de mudança da jornalista Paula Pizzi que abraçou o empreendedorismo e descobriu a importância da natureza na sua vida. Ela acredita que a floricultura oferece um mundo de possibilidades de criação e foi em uma conversa com amigas que ela percebeu o quanto as flores já eram uma paixão antiga e poderiam ser mais que hobby: “Eu era feliz como jornalista, mas sentia que faltava um certo propósito. Sentia vontade compartilhar alguma alegria com as pessoas, algo que me fizesse realmente bem”, conta.

      Daí, a Paula investiu em cursos pra aperfeiçoar a prática e criou a Petalis, que hoje conta com um clube de assinatura mensal – pra quem ama flores assim como nós, arranjos avulsos, cactos e suculentas em cachepôs exclusivos, buquês de noivas, e decoração de eventos. “Gosto de dizer que a Petalis é mais que uma floricultura. Somos uma ponte pra uma vida mais leve, colorida – acredito que ter um  pouquinho de natureza dentro de casa faz uma diferença imensa no astral”.

      E faz mesmo, né? Se você quer saber mais do trabalho da Paula, corre pra falar com ela aqui na página da Petalis. A gente tá amando!

      21.09.18
    • cheirinho que cura

      Respire fundo e sinta o cheiro da floresta. Cheiro de grama molhada, de mato fresco, o perfume de todas as flores diferentes que estão por perto, de água fresca do lago, da cachoeira ou do rio. Apostamos que só de imaginar uma onda de relaxamento deliciosa já toma conta do seu corpo, né? angel

      Sim, e faz todo sentido! Uma equipe de pesquisadores do Japão acaba de comprovar que o cheiro da natureza provoca uma onda boa que vai ainda além da tranquilidade, e o cheiro de mato pode curar os males da cuca, da alma e também do corpo. Como se a gente precisasse de alguma desculpa pra querer escapar pra uma floresta!
       

      Segundo os cientistas, uma bela caminhada pela natureza reduz profundamente os efeitos do stress sobre o sistema nervoso, diminuindo a pressão arterial e ativando as células do nosso sistema imunológico por até sete dias, o que reduz a chance de câncer e outras infecções.

      A pesquisa vai ainda além e agora a International Society of Nature and Forest Medicine quer provar que é o cheiro das árvores que causa esse efeito, e pra isso tem levado grupos pra passar pelo menos 3 dias em uma floresta, a maior parte do tempo ao ar livre.

      Quem mais adoraria ser "cobaia" dessa experiência científica? Então faça você mesmo e vá agora se curar e curtir a natureza!
       

      13.06.17
    • natureza do Rio

      O Rio de Janeiro não é conhecido como cidade maravilhosa à toa. Cercado por morros e pelo mar, a cidade tem uma beleza exuberante e até quem é carioca, de vez em quando, fica com a câmera na mão, impressionado. Mas é de impressionar mesmo: o nascer e o pôr do sol no Rio são incríveis, e cada praia e parque oferecem um visual diferente.

      A tradicional orla Ipanema-Leblon, fechada aos domingos, é o lugar perfeito pra uma corrida com visual. Pela areia ou pelo asfalto, não importa: a vista do morro Dois Irmãos compensa e incentiva qualquer atividade física! E o melhor você já sabe, né? É que quando acaba, você pode se jogar no mar!  
       

      Outro cantinho histórico da cidade é o Jardim Botânico. Além de lindo, ele conta com muitas espécies da flora brasileira, e é uma oportunidade única de conhecer mais sobre a natureza do nosso país. No dia 13 de junho, aliás, o Jardim comemora seu aniversário com entrada gratuita e apresentação musical. Imperdível, viu? 

      Quem nunca ouviu falar da famosa Pedra da Gávea? Uma das trilhas mais difíceis da cidade é compensada por um visual incrível, que contempla boa parte da zona sul e da zona oeste da cidade. Acredite: vale a pena!

      Com um visual incrível e muito verde, o Aterro do Flamengo vive lotado nos domingos, quando uma das pistas anexas é fechada. Por lá, não é muito difícil encontrar alguém fazendo piquenique ou praticando atividades físicas, seja na praia (onde sempre rola vôlei e futevôlei!), na grama ou no asfalto. É pra família toda!  

       

      O nosso amado bairro São Cristovão não podia deixar de aparecer na lista. É que lá tá localizada a Quinta da Boa Vista, um dos maiores e mais bonitos parques da cidade. E tem de tudo: quadra de esportes, lago e até museu – o Museu Nacional! Um programinha perfeito pra tarde de domingo angel

      E aí, já escolheu seu cantinho preferido da cidade maravilhosa?

      Fotos: @__oliveiras

      11.06.17
    • natureza de Brasília

      Brasília é a rainha das cachoeiras escondidas e dos córregos que você nem sabia que existiam! E pra comemorar o Dia do Meio Ambiente, nada melhor do que passar umas horinhas do dia com os pés na água e a cabeça em paz, né? 

      Saindo pelo Lago Norte, a gente tem o Córrego do Urubu, que fica a 14km da Rodoviária. Se você puder andar mais um pouquinho, vale chegar no Poço azul, que fica ali na saída pra Brazilândia. 
       

      Já no caminho da saída pra Unaí, no Lago Sul, tem o Tororó, cachoeira delícia com trinta minutinhos de caminhada no meio da mata.

      E se o dia tiver corrido demais pra um banho de cachu, ainda tem o Lago Paranoá, que é uma delícia nessa época do ano, e o conjunto de piscinas naturais do Parque da Água Mineral, onde a entrada custa R$13! 

      Num dia tão importante de conexão com a Terra, você não tem desculpa pra não dar um pulinho na natureza aqui da capital do país! 

      10.06.17
    • natureza de Maceió

      Lagoas, mar com todos os tons de azul que você possa imaginar, água quentinha o ano todo (há quem goste e quem não goste) e, nas piscinas naturais, você ainda pode nadar com os peixinhos depois de andar de jangada numa das praias urbanas mais lindas de todas, a Pajuçara. Isso é Maceió!

      E, em um bairro super antigo e fora da rota dos turistas, o Bebedouro, você ainda encontra o Parque Municipal, uma super reserva de Mata Atlântica com várias trilhas incríveis e bichinhos pelo caminho, como preguiças, tamanduás e raposas. Por lá, de vez em quando acontecem aulas de yoga, relaxamento e bons piqueniques. É um lugar incrível pra relaxar e se desligar um pouquinho de tudo.

      Pra respirar ar puro enquanto sente uma brisinha da praia, um programa delicioso é andar de bike na ciclovia da orla, de Cruz das Almas até o Jaraguá, olhando o mar e (re)conhecendo as paisagens de Maceió. No fim da tarde, a melhor coisa é ver o pôr do sol no bairro do Pontal, enquanto toma um caldinho de sururu ou uma água de coco na beira da lagoa Mundaú. O amarelo vai refletindo na lagoa e se transformando num dourado absurdo de lindo 

      Maceió tem toda essa natureza assim, bem pertinho da gente, e acho que isso é uma das grandes marcas da cidade. A gente vive cercada pelo verde dos coqueiros e das árvores, pelos tons de azul do mar e pelo azulzin do céu (menos no inverno, infelizmente). Não sei vocês, mas só colocar os pés na areia, num fim de tarde, pra mim, já é um grande encontro com a natureza. Das melhores sensações!

      09.06.17
    • natureza de Beagá

      BH é cercada pelas montanhas que são cartão postal de Minas. Com poucos quilômetros de estrada, também encontramos várias cachoeiras lindas pra se banhar e renovar as energias. Mas não é preciso sair da cidade pra ter contato com a natureza. Algumas das nossas ruas (ainda) são bem arborizadas e dá pra curtir um pôr do sol incrível entre um cantinho e outro das avenidas movimentadas, ou do alto das serras que nos lembram porque nossa cidade-jardim faz jus ao nome de Belo Horizonte. 

      Pra quem é do pedal, se arriscar pelas subidas e decidas das nossas ladeiras pode ser uma aventura e exige fôlego. Mas alguns passeios mais curtos, sentindo o vento bater no rosto, são um presente no meio da rotina corrida. E há sempre um ponto no meio do caminho pra admirar o horizonte bonito. 

      Aqui vão algumas dicas: 

      – Há pouco tempo, finalmente liberaram bikes no Parque Municipal, nosso pulmão verdinho no meio do centro meio cinza da cidade. Se quiser esticar um pouco a rota, comece pela Praça da Liberdade, descendo a João Pinheiro pela ciclovia. 

      – Pertinho do Parque, o viaduto do Floresta (meu preferido!) dá acesso à Sapucaí. No fim de tarde, o pôr-do-sol é emoldurados pelos prédios do centro e atravessa cada cantinho, aquecendo o céu com aquele dourado incrível! 

      – Uma vez por ali, a melhor dica é se acomodar em frente aos bares da rua (que servem de ponto de apoio), mas a maior parte das pessoas prefere continuar pela mureta e passar a noite ao ar livre

      Coisa linda, né? 

      08.06.17
    • natureza de Floripa

      Floripa é uma cidade muito conectada com a natureza. Do sul ao norte da Ilha encontramos diferentes cenários e, pra quem é facilmente maravilhadx como eu, até mesmo a fila de carros na Beira Mar nos horários de pico se torna palco de espetáculos – é sério, o pôr-do-sol visto de lá não decepciona!

      Já pra quem curte trilhas, a Lagoinha do leste é aquela que todo mundo tem que fazer pelo menos uma vez na vida. Dá para ir pelo Pântano do Sul, que é o caminho mais rápido e não tão difícil, ou pelo Matadeiro, que é o caminho mais longo e mais difícil – porém, tem um visual do costão que é l-i-n-d-o!

      Também existem trilhas mais leves como a da praia do Gravatá ou da Costa da Lagoa, e o bom é que no fim de toda trilha você encontra o mar ou uma cachoeira. 

      No Morro da Mole, que leva à praia do Gravatá, a galera costuma saltar de asa-delta e parapente. Um pouco antes, na Lagoa, dá pra passear de caiaque ou de stand-up e curtir as pequenas "praias secretas" pela encosta. 

      Seguindo em direção à Barra da Lagoa, temos o Projeto Tamar, que há 35 anos cuida de tartarugas marinhas. Vale a pena ficar de olho nos dias de soltura!

      E pra quem gosta de debates, vai rolar na UFSC, até o dia 05/06, a Semana do Meio Ambiente, com direiro a palestras, visitas técnicas, exibições de filmes e muito mais. Vamos? 


       

      07.06.17
    • natureza de Belém

      Belém, não por acaso, é a cidade das mangueiras. Em uma das principais avenidas (avenida Nazaré) os carros passam em um corredor cheio de árvores, e na chuva todos ficam temerosos com as mangas que caem. Todo mundo tem, aliás, uma boa história com a manga, e a minha é a seguinte: uma já caiu em cima do meu fichário quando eu saía do colégio, fiquei aliviada por não ser na cabeça, levei pra casa e comi! Tem relação mais intensa com a natureza que essa? Além de ser uma cidade cercada por rios

      No meio da cidade, tem as praças arborizadas: República, Batista Campos, Praça Brasil… E ainda o parque do Utinga, uma opção boa pra quem quer pedalar ou fazer uma trilha, e dar de cara com um igarapé verdinho e gelado (sempre bom ir acompanhado de um grupo!) ou ver as pessoas enchendo garrafões de agua em uma nascente no meio do parque, água pura e limpa. Sem esquecer do Parque dos Igarapés, o restaurante Terra do Meio (que também tem Igarapé verdinho), e a Ilha do Combú, que falo tanto e não me canso, pertinho da cidade, só atravessar de "pô-pô-pô" (barquinho) e pronto: banho de Rio, peixe, pôr-do-sol e muito verde. 

      Praia de água doce a 70km da cidade também não é pra qualquer um, né? Mosqueiro que o diga! 

      Pra mim, natureza é nossa maior conexão com o nosso interior e com a nossa força. Vamos valorizar e cuidar disso, respeitar e nos encontrar sempre com ela! 

       

      06.06.17
    • natureza de Sampa

      Pra celebrar o dia do meio ambiente (é hoje!), que tal passar a tarde no Jardim Botânico de São Paulo? Lá é perfeito pra fazer um piquenique, uma trilha e observar a beleza da nossa mata nativa. 


       

      Já pros amantes de cinema, recomendo ir ao festival de curtas socio-ambientais que vai rolar essa segunda-feira na USP, ao 12h30, atividade que faz parte da Semana do Meio Ambiente da Universidade.

      E pra quem tem menos tempo livre, recomendo dar um pulinho no Instituto Chão ou na Casa Orgânica, lugares superdescolados que trabalham com comércio sustentável e produtos orgânicos, e semeiam uma relação melhor com o meio ambiente. 

      Dicas anotadas? Amanhã tem mais natureza de outro cantinho desse Brasil-il-il! 

      05.06.17
    • verde que te quero renovado

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      Nossa nova coleção tem estampas inspiradas em plantas e folhas, dando um ar tropical cool ao visual. E que tal entrar nessa e aproveitar pra esverdear a casa também, apostando em diferentes formas de decorar o lar com mais natureza? Deixar tudo mais bonito e cuidar das plantinhas ainda vira uma terapia. Se liga nas nossas dicas:

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      Um jeito legal de começar a dar mais vida em casa é fazer seu jardim suspenso, colocando os vasos presos ao teto – pra dar mais bossa aposte nos penduradores de macramê. Algumas plantas que fazem bonito assim são Jibóia, a Planta Aranha e a Samambaia (revival!).

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      E sabe aquele espaço entre o corredor e o começo da sala? É perfeito pra ser lar de um vaso no chão com uma bela planta reinando por ali, de preferência uma espécie com caules altos, como Costela de adão, Ráfia e Dracaena. 

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      Tá sobrando espaço e você quer ter sua minifloresta em casa? Aposte numa incrível combinação de cactos e suculentas de tamanhos variados, em vasos de diferentes materiais e cores, alguns transparentes, outros coloridos… Aproveite o espaço de prateleiras, estantes e racks pra fazer aquele mix com a sua cara – e de quebra limpar um pouco da energia de casa!

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      Quer dar mais graça pra sala? Nem pense duas vezes e coloque uma (ou várias) plantas fofas na mesinha ao lado do sofá ou da sua poltrona favorita. Traz mais delicadeza e vira uma companhia naquele dia de cineminha em casa.

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      Essa é pra quem adora papel de parede e soltar a criatividade em tarefas manuais. Fica lindo usar estampas no padrão de folhas pra forrar o espaço em cima da cabeceira do quarto, por exemplo. E dar asas à imaginação recolhendo as suas folhas favoritas no jardim mais próximo pra fazer uma pequena e delicada instalação no canto que estiver precisando de mais amor!

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      Ah! E a gente te dá uma mãozinha com nossos terrários criados em parceria com a Wabi-Sabi Ateliê. É uma forma de ter seu jardim pessoal dentro de casa, enfeitar a mesa da sala, a prateleira do quarto, a janela, e onde mais você quiser com um mundo próprio feito com todo carinho. Pra olhar todo dia, cuidar, observas as mudanças e desacelerar um pouquinho.

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      Quer se sentir mais em casa? Comece agora a colocar mais verde pra dentro que tudo vai melhorar.

      17.07.15
    • em casa na natureza…

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      O Notas sobre uma escolha é um dos sites mais acolhedores da Internet. É feito um refúgio, um jardim secreto que você pode se aconchegar em qualquer momento da vida e mergulhar nas palavras doces e reveladoras da Manu Melo Franco.  Além de ser uma mulher inspiradora, ela também é fotógrafa e escreve deliciosamente. Vem saber mais! 🙂

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      No fim de 2013, ela e o Hugo, amor e companheiro, decidiram deixar Minas em busca de uma vida verde, na Chapada Diamantina. Eles queriam uma infância mais bonita, livre e sustentável pros filhos, Tomé e Nina –  e também ter a liberdade de viver com simplicidade e em absoluta harmonia com a natureza.

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      De lá para cá, foram infinitos os aprendizados e as transformações. Um ano depois da mudança, o terreno em que moravam na Chapada acabou sendo vendido e eles se viram, mais ama vez, com as portas abertas a uma nova aventura.

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      Depois de passar um tempo em Minas, o casal seguiu pra um ecocentro, perto de Pirenópolis, em Goiás, dispostos a descobrir os universos do viver em coletividade. A gente adorou essa história (cheia de amor pro dia dos namorados) e foi conversar com Manu sobre as flores do seu caminho verde. Emocionante descobrir um pouco mais sobre os processos profundos que ela tem vivido! ♥

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      Qual foi a maior e mais profunda motivação da sua mudança pra Chapada Diamantina?

      “Foram muitas mesmo, mas creio que a maior de todas foi a busca por uma infância mais bonita, livre e sustentável pro Tomé e pra Nina. Eu e Hugo acreditamos que nossos filhos precisam de espaço pra potencializar suas potências enquanto seres nesse mundo…

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      … A cidade grande não permite essa liberdade, são tantos condicionamentos e amarras sociais que a essência fica empoeirada lá no fundo. Optamos por uma vida com conceitos e valores baseados na simplicidade, na força da terra, nos cuidados com a natureza, na consciência da transformação de um mundo bem melhor que este!”.

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      O que de mais precioso você aprendeu neste tempo que passou por lá?

      “A ideia de coletividade. Talvez esse seja o caminho pra uma grande transformação: a força dos grupos, das trocas, de várias mãos dadas. Sentimos isso de forma muito forte na Chapada. Não se pode construir nada sólido e duradouro com duas únicas mãos, não se dá conta de ser uma ilha, tudo em conjunto é mais forte, ninguém é livre sozinho.

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      … O caminho, ao menos esse que escolhemos trilhar de forma verde e consciente, é a coletividade, a comunidade, o outro, o nós. As pessoas estão muito presas no singular, a vida rotineira das grandes cidades impõe isso a todo momento. A natureza oferece o oposto, nenhuma planta cresce e completa seu ciclo sem a ajuda de um bom solo+o sol+a água”.

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      Qual a memória mais arrebatadora?

      “O nascimento da Nina. Um pequeno hospital público sem água há dias, uma mulher recém-parida de um bebê morto, a outra sofrendo uma hemorragia perigosa. Nina dormia profundamente desde a hora que nasceu, meu corpo pronto pra limpar uma casa inteira e nós duas ajudando aquelas mulheres enquanto esperávamos a hora de ir pra casa…

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      … Foi tão forte, tão bonito receber a vida da Nina colaborando com duas pessoas que não tiveram a mesma sorte que a gente. Na volta pra casa, apertada na cabine de uma saveiro com Tomé, Hugo e Nina no colo, olhei pela janela e vi o sol da manhã enfeitando de alaranjado o mar de morros da paisagem. Nunca me esqueço do amor que senti ali, com certeza ele chegaria mais alto do que qualquer montanha daquelas.

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      Coisa linda, né? De inspirar pra toda vida. Continua lendo a história da Manu no The Summer Hunter.

      12.06.15
    • natureza ou escultura?

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      Elementos naturais são fonte mais do que abundante pra criação e inspiração de muitos artistas. Prova disso são as produções lindonas que aparecem por aí quando eles resolvem dar um novo significado à natureza, percorrendo uma série de áreas da arte contemporânea! 🙂

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      A escultura é uma das que mais tem sucesso nesta empreitada e traz esses elementos naturais pra dentro dos ateliês. O artista plástico Michael Anastassiades, por exemplo, criou uma coleção com cinco objetos que discutem brilhantemente o crescimento e o passar do tempo na natureza e é a dica da Amarello dessa semana! 🙂

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      Michael, que já trabalha com questões ligadas ao tema por mais de vinte anos, tem seu acervo espalhado pelos principais museus do hemisfério norte. Atualmente, em Londres, ele apresentou a novidade e anunciou o lançamento dividido em cinco datas, uma pra cada escultura!

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      As peças contam com sementes de carvalho em diferentes estados de germinação. Com nomes de disco, móbile, clipe, cone e gangorra, as criações foram inspiradas em peças desenvolvidas por Estrid Ericson, uma das grandes referências de Anastassiades.

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      O legal é que cada criação traz um ambiente diferente pro crescimento da planta, lidando com equilíbrio, verticalidade… Além de muito bonitos, os objetos também se prestam a dar boas vindas à primavera por lá, que chega trazendo uma nova etapa de crescimento natural.

      Lindeza, né?

      03.06.15