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      Tag: melhores blogs de viagem para crianças

    • bruges, nossa nova paixão

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      A Gabi Temer, do blog Juju na Trip, chegou esses dias de Brugges e está encantada com o lugar. Olha só o que ela conta de lá:

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      Tem muita gente que faz Brugges num bate e volta de um dia porque a cidade é pequenininha e dá mesmo pra visitar em uma manhã e uma tarde. Mas a gente ficou por lá 3 dias, e dava pra ficar pelo menos uns 5. Então nossa primeira dica sobre Brugges é: reserve um tempo e curta com calma, porque a cidade é linda de morrer!

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      Brugges é medieval, tem sua praça central (a Markt, e todos os caminhos acabam sempre nela), cheiro de chocolate no ar (sim, o melhor chocolate do mundo é daqui!), canais, ruelas. E tudo isso concentrado, porque a cidade realmente é pequena.

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      Pra conhecer: carruagem (eles cuidam bem dos cavalos, que param pra descansar e beber água no passeio que leva meia hora), a pé ou (o mais legal) numa magrela. Como Amsterdã, Brugges é uma cidade bike friendly e o melhor jeito de mergulhar na atmosfera deliciosa daqui é se perdendo de bicicleta. Olha só o que tem pelo caminho!

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      COMO CHEGAR: precisa ir pra Bruxelas e de lá pegar o trem para Brugges. Custa cerca de 17 euros cada trecho e leva cerca de uma hora até lá!

      ONDE FICAR: Aqui tem vários hoteis ótimos em Bruges, bem no centro. ficamos no Hotel Aragon, a dois passos da Markt! Lindo, limpo, charmoso e com um preço legal!

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      ROUBADA: fuja do Museu da Batata Frita. Lá dentro tem apenas meia dúzia de cacarecos vem velhinhos e distribuídos pelas salas de uma casa sem muitos atrativos. 

      O MELHOR CHOCOLATE: Pierre Marcolini é, de longe, o melhor chocolatier da área. E claro, nada como tomar um chocolate quente Godiva (uhuuu!). As duas lojas ficam na Markt.

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      E aí, quer ver mais posts pra inspirar sua próxima viagem? Corre aqui! 🙂

      25.10.15
    • mochilão em caraíva!

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      O post de hoje é sobre um lugar que a gente adora. Desta vez, a nossa colaboradora Gabi Temer, do blog Juju na Trip, desembarcou em Caraíva, no sul da Bahia. Olha só o que ela conta de lá:

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      Voltamos para Caraíva depois de 15 anos, e tivemos uma simpática surpresa. Caraíva até cresceu, mas continua a mesma. E por diversos motivos: o acesso à vila é difícil, a comunidade local tem consciência de preservação, ali foi instituída um Reserva Extrativista e, além disso tudo, o entorno da vila faz limite com a Reserva Indígena Pataxó. Isso tudo junto tem um valor super enorme, e faz de Caraíva um lugar especial.

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      Na pequena vila baiana construída entre o mar  o rio, não entra carro, as ruas são de areia, as casinhas todas coloridas, não há postes de luz (a fiação é subterrânea pra não poluir o visual), de noite se vê melhor as estrelas, e o tempo passa sem pressa. Então esqueça o celular (até porque o wifi não funciona aqui), entre em modo off e venha curtir esse lugar lindo.

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      PRA LAVAR A ALMA: O mar de Caraíva não é dos mais calmos, então aqui o melhor lugar pra pegar uma praia é… n0 rio. Posto isto, há dois melhores lugares no rio:  na prainha (rio acima; pegue um passeio de canoa até lá) ou na barra (quase no encontro com o mar). Outra diversão é descer o rio de bóia.

      ALIÁS… aqui, a beira-rio é mais importante do que a beira-mar. No fim da tarde, não existe lugar melhor para estar do que embaixo de uma das árvores frondosas da rua dos restaurantes. É onde você vai descobrir as histórias de Caraíva. Depois, vá ver o pôr do sol no João de Barro ou no Boteco do Pará , saboreando uma porção de pastéis ou um bobó de camarões fresquinhos.

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      A RUA DO PORTO: É onde ficam os restaurantes de Caraíva, o mercadinho e, de noite, é onde tudo acontece. No Bar do Porto tem sempre música ao vivo. E às sextas e sábados tem sempre um forró:  no Bar do Porto, no  Ouriço e o no Pelé (esses dois estavam fechados agora, fora da temporada).

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      PASSEIOS: Vale super à pena um bate e volta até Corumbau. Dá pra ir de bugre, e lá tem uma praia de águas calmas e uma legítima comunidade de pescadores. Na maré baixa, o banco de area entra mar adentro, formando a Ponto do Corumbau. Outra esticada legal é até a Praia do Espelho (a pé, com quase 2 horas de caminhada pela areia, ou de carro).

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      OBSERVAÇÃO DE BALEIAS: Quem não adora? Abrolhos é o lugar mais conhecido por suas baleias jubartes, mas é em Porto Seguro que estão os passeios de observação dessas lindonas. Quem faz é o pessoal do Baleia à Vista, e pra saber mais, é só ir aqui no facebook deles. O período é de julho e outubro.

      COMO CHEGAR: Caraíva fica 120 km ao sul de Porto Seguro; sendo que os últimos 40 km são de terra. Quem vem de condução própria deixa o carro no estacionamento na margem norte do rio e atravessa de canoa para o centrinho da vila. De ônibus, saindo de Porto Seguro custa R$ 16. E o transfer desde o aeroporto de Porto Seguro sai entre R$250 e R$300.

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      ONDE FICAR:  Aqui tem boas pousadas, e para todos os orçamentos. Nós ficamos hospedados na pousada San Antonio, que tem bangalôs lindos, super espaçosos e bem transados, e fica com a porteira na praia. O café da manhã é caprichadíssimo, com tapioca, frutas, pães, bolos, ovo.

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      ONDE COMER: Na beira-rio, tem várias opções. O João de Barro, o Aquarium e o Boteco do Pará servem comidas regionais. No Aquarium, inclusive, comemos um peixe servido na grelha que tava estalando de fresco. No Bar do Porto, come-se uma boa pizza. E no Principado, tem sushi, pizzas e risotos. Fora do porto, tem o Culinária Central com uma comida bem caseira, e o restaurante vegetariano Cantinho da Duca, que também vendo o clássico Nega Maluca, um doce com banana e chocolate delicioso.

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      Ah,as belezas da Bahia! 🙂

      29.07.15
    • alagoas, parte 2: praia do patacho

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      A gente continua hoje nossa viagem pela rota ecológica de Alagoas junto com Gabi Temer, do blog Juju na Trip. Ela estava lá agora em dezembro, e conta tudo desse trecho de praia aqui no Adoro.

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      A gente falou  aqui  da Praia do Toque, nossa primeira parada na rota. Do Toque, seguimos pra Patacho, considerada umas das 5 praias mais lindas do Brasil pelo Guia 4 Rodas.  A distância entre as duas é de dez minutos, e apesar de tão próximas, são praias diferentes.

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      A gente caiu de amores pelo Patacho. O mar é morninho, com água translúcida e coqueiros vistosos ao fundo. Na maré baixa, a praia se transforma, e além das piscinas entre corais, ganha  lindíssimos bancos de areia.

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      O Patacho é a praia mais  do simpático povoado de Porto de Pedras, que também merece uma visita. De todos os vilarejos da rota, Porto de Pedras é o maiorzinho, e é bem pitoresco. Você vai se deparar com o frondoso goitizeiro onde Dom Pedro I ficou acampado com sua comitiva durante dois meses, ouvir histórias locais, apreciar uma arquitetura bem característica e ainda provar um pastel de carne seca no bar Encontro das Águas, feito todos os dias bem fresco pelo Cal e a esposa.

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      E de quebra, pra quem conseguir acordar bem cedo, tem essa paisagem linda do sol nascendo por lá!

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      ONDE FICAR: No Patacho, fique na Pousada Xuê, que o casal Mariella Facci e Guido  Migliorini pilotam com uma energia deliciosa.  A pousada tem só 5 bangalôs de altíssimo nível, fica na beira da praia e de frente pros coqueiros que são o cartão postal do Patacho. A Mari cuida de tudo nos pequenos detalhes, enquanto Guido (que já andou pela cozinha do chef Alex Atala)  tira pratos incríveis da cozinha. É sem dúvida a pousada mais bonita do Patacho!

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      COMO CHEGAR: De Maceió pra Patacho são 2 horas de viagem, e você pode contratar o transfer nas pousadas (em médias R$25o por trecho). Já de uma praia pra outra você pega taxi, e custa entre R$30 e R$50.

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      COMPRAS: Perto do Povoado de Porto da Rua e Porto de Pedras fica a loja Sol Nascente, que vende rendas lindas, e artesanatos feitos com palha do coqueiro. Há também algumas lojas de esculturas em madeira.

      Pra ver mais posts de Alagoas, vem aqui!

      19.05.15
    • alagoas, parte 3 – praia de tatuamunha

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      A gente continua hoje nossa viagem pela rota ecológica de Alagoas com a Gabi Temer, do blog Juju na Trip, e desemboca em Tatuamunha. Repare só, que as fotos dizem mais que mil palavras…

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      Tatuamunha é uma praia simpática, cheia de vida marinha, com piscinas naturais incríveis. Tem aquele horizonte maciço de coqueiros, mas também amendoeiras e cajus. As tonalidades de lá são incríveis, um tom sobre tom de verdes e turquesas. De todas as praias da rota, essa foi uma das que mais gostamos.

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      Uma coisa legal é que além das piscinas naturais e de todo visual dos coqueiros e do mar, ainda tem a benção do rio Tatuamunha desembocando na praia. E não é um rio qualquer, tá? Esse aqui é bercário de Peixe-Boi.

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      Hoje, o Ibama e o Instituto Chico Mendes mantêm no Rio Tatuamunha um projeto super legal de preservação do peixe-boi. Atualmente, apenas 70 pessoas por dia podem visitar o santuário, e pra chegar na área onde onde ficam os peixes, a gente atravessa uma trilha de meia hora e depois navega mais um tanto pelo rio em jangadas sem motor – barulho mínimo para não afugentar os animais. E, com sorte, você ainda pode esbarrar com algum deles nadando também pela praia, já que o rio desemboca ali!

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      Nosso QG em Tatuamunha foi a pousada Borapirá, do mesmo grupo do Aldeia Beijupirá. Diferente das outras pousadas da rota, a Bora  parece um sítio. Tem um terreno enorme, alguns bangalôs super confortáveis espalhados numa vasta área sombreada por dezenas de coqueiros, redes pelo caminho, e a casa central parece uma sede de fazenda. É uma das poucas que tem piscina, e aceita crianças.

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      Demos a sorte de pegar a maré perfeita (maré viva, com a baixa pela manhã) quando estávamos em Tatuamunha. São várias piscinas, e a a graça é pegar o snorkel e flutuar por elas enquanto a vida marinha acontece logo abaixo. São vários corais, peixes coloridos.

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      E além de tudo, tem a delícia do vilarejo de Tatuamunha e seu casario colonial colorido. O povoado é uma simpatia, tem aquela leveza de vida com cheiro de maresia. Bom demais, visse!

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      COMO CHEGAR: Vá para o Aeroporto Internacional de Maceió e lá contrate serviços de transporte ou aluguel de carro. Você também pode pedir o transfer na pousada. Sai em torno de R$250 por trecho. O acesso é pela AL-101 em direção a Passo de Camaragibe e Barra de Camaragibe. Avianca, Gol, Azul e Tam voam para lá.

      ONDE FICAR: Na Borapirá, com certeza! Aliás, não deixe de comer o ensopirado, a moqueca de camarão que servem na pousada e que leva a assinatura do Beijupirá. Divina!

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      Agora é arrumar as malas e boa viagem! 🙂

      22.01.15
    • alagoas, parte 1: praia do toque

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      A Gabi Temer, do blog Juju na Trip, acaba de chegar de uma viagem pelo Nordeste. Ela foi de Alagoas até Carneiros, e vai contar tudo pra gente! Acompanhem a viagem, e arrumem as malas! Pode ser a sua trip desse verão, hein? A gente conta!

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      Praias idílicas de águas caribenhas, coqueiros a perder de vista, areias semidesertas, praticamente nenhuma construção à vista, e uma vila de pescadores que resiste aos tempos. E mais: a segunda maior barreira de corais do mundo, com quase 140 km de extensão. Essa é a Rota Ecológica de Alagoas, um trecho de praia totalmente preservado e isolado que começa a duas horas de Maceió.

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      A rota guarda preciosidades como a Praia do Patacho, Toque e Tatuamunha – todas super preservadas, sem acesso para carros, e livres de excursões de turismo –  e uma coleção de pequenas e charmosérrimas pousadas pé-na-areia escondidas entre a sombra dos coqueiros. O nosso post de hoje é sobre a Praia do Toque, a nossa primeira parada na Rota. As praias ficam a dez minutos uma da outra, mas nós decidimos ficar alguns dias em cada uma delas.

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      Toque foi  eleita a terceira praia mais linda do Brasil pelo jornal inglês The Guardian. Foi a primeira parada da nossa viagem. Ela não tem nenhum acesso pra carros até a areia (os caminhos param nos fundos das pousadas) e por isso se mantém bastante reservada e preservada. A praia é linda, linda, linda, com água morninha. Além disso, tem a barreira de corais, o que deixa o mar calmíssimo e garante a formação de piscinas naturais incríveis na maré baixa.

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      Uma dessas piscinas fica bem ali pela frente da Pousada Amendoeira, onde ficamos hospedados. Pra quem gosta de atividades, o mar aqui é calmo e liso, e dá até pra ir remando de SUP até as piscinas (a pousada Amendoeira disponibiliza pranchas e caiaques pros hóspedes). Não foi o nosso caso. Remamos bastante por lá, uma maravilha, mas optamos pela jangada (R$40 por pessoa) na hora de visitar as piscinas. A cereja é que, com todo esse visual e corais, não tinha mais ninguém nas piscinas.

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      Do Toque, é um pulo de 1o minutos de carro pra chegar na Praia do Morro. Enquanto não construírem um resort (prometido há mais de dez anos e barrado por enquanto), continuará deserta. A praia não tem a barreira de corais, e algumas vezes o mar sobe com ondas. Além dos coqueiros, tem uma paisagem de falésias, e o fundo do mar coberto por estrelas do mar. Pra chegar nela, precisa atravessar o rio Camaragibe de jangada (R$4 por pessoa) e depois uma fazenda linda de coqueiros. Como a praia é deserta mesmo, não há nenhum ponto de apoio: nem restaurantes, nem pousadas, nem nada. Leve água!

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      COMO CHEGAR: Vá para o Aeroporto Internacional de Maceió e lá contrate serviços de transporte ou aluguel de carro. Você também pode pedir o transfer na pousada. Sai em torno de $25o por trecho. O acesso é pela AL-101 em direção a Passo de Camaragibe e Barra de Camaragibe. Avianca, Gol, Azul e Tam voam pra lá.

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      ONDE FICAR: No Toque, fique na Pousada da Amendoeira. Ela fica de frente para a praia, oferece SUPs e Bikes pros hóspedes e tem uns bangalôs deliciosos e super espaçosos com rede e varanda. Um deles tem até uma piscina privativa.

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      COMPRAS: No Toque, fica o Instituto Yandê, que realiza um trabalho de artes e formação junto à população local. Lá fica a sede das costureiras do Toque, que fazem peixes-boi de pelúcia. Também no Toque  tem as sandálias de couro feitas há 30 anos pelo artesão Marcos Lima.

      Pronta pra viagem? Se liga que em breve tem mais dicas dessa região incrível!

      06.01.15
    • a escapada que sempre vale a pena!

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      A natureza caprichou em Búzios quando criou essa península com mais de 10 praias lindas, uma do lado da outra, e uma diferente da outra. Algumas quase desertas, outras super cheias, e pra completar, a Armação de Búzios, a Rua das Pedras, a vila dos Ossos. No post de hoje a gente volta pra Búzios com a Gabi Temer, do blog Juju na Trip, que fez uma lista das coisas mais legais pra fazer por lá.

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       imagem: reprodução

      AS PRAIAS:

      AS MENORES E MAIS LINDAS: A Ferradurinha é a nossa preferida. Continuação do canto esquerdo de Geribá, é pequenininha, aconchegante; uma bahiazinha boa pra fazer SUP (dá pra ir até Geribá remando, inclusive). A Praia do Forno também é uma graça. Tem menos barracas, é curtinha, água calma, mas é fria por causa da corrente de oceano que entra lá. E tem João Fernandinho, que de terça a sexta fica vazia e aí vira a coisa mais gostosa do mundo (vá de barco-táxi que ainda fica mais gostoso!)

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      AS MAIORES: Geribá e João Fernandes, sendo que Geribá é uma ótima pra quem tá aprendendo a surfar (tem várias escolinhas por lá). Já João Fernandes, apesar de cheia demais e um pouco bagunçada, ganha 5 estrelinhas pra quem gosta de nadar com peixes: lá tem um beçário protegido por bóias. Fora isso, a praia é perfeita pra fazer SUP e tem várias pranchas pra aluguel.

      AS SELVAGENS: Tucuns inabitada e linda (adoramos essa!), e a Brava, sempre linda e selvagem. E fica melhor ainda com uma champa no Rockas.

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      OFF PRAIA:

      PORTO DA BARRA – Tá uma delícia. Cheio de restaurantes no deck, vale super à pena almoçar lá na volta da praia ou jantar (clima luz de velas!).  Ali estão os contemporâneos Zuza e Donna Jô, o informal Anexo Praia e o tradicional Petiscos do Porto.

      ORLA BARDOT – A eterna! Voltar da praia, comer no O Barco e ver o pôr-do-sol da orla é um luxo. Outra delícia é parar nos bares da OrlaBuda Beach e Bar do Zé são dois ótimos! Aproveite e estique até a Igrejinha de Sant’Anna, construída em 1740!

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      NOS ARES: Sabia que Búzios também tem uma rampa de voo livre? Só ir aqui nesse link ou nesse pra saber mais.

      TRILHAS: Búzios têm  ainda várias trilhas pra fazer trekking. Aqui tem a descrição da maioria delas. A de Tucuns até a Ponta das Emerências é super legal e tem paisagens lindas!

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      ONDE FICAR: O Corais e Conchas é uma graça de hotel em Geribá,  com um perfil bem família, e chazinho da tarde com bolo, várias piscinas e jardins. O Pontal da Ferradura também é um graça.

      COMO SE LOCOMOVER: Precisa ir de carro. Ou alugue um buggy. Infos aqui.

      Boa escapadinha 😉

      15.10.14
    • viajando no insta

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      Quantas vezes não foi uma foto lindona que a gente viu por aí que decidiu nosso roteiro de férias? Um lugar incrível que a gente nunca tinha ouvido falar, de repente, todo a nossa frente… O post de hoje é sobre alguns perfis do insta que inspiram a gente a pegar a estrada e se mandar por aí. Agora é só seguir e ser feliz! ♥

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      Se você nunca pensou em ir pra Filipinas,  prepare-se pra mudar de ideia. Depois de ver essas fotos, esse lugar vai entrar na sua lista de roteiros tem-que-ir. Só pra apresentar, as Filipinas têm mais de 7 mil ilhas! O @cebusnaps é um perfil de regram e reúne pics da região de Cebu (onde fica Palawan e El Nido). Dá pra ficar horas entrando nos perfis indicados e viajando nas fotos.

      pinoy

      Mais um das Filipinas. Esse é o ig do fotógrafo Gabz, mas dessa vez tem fotos de vários lugares. O legal é que diz o nome dos lugares fotografados, então fuciona como um guia visual. E é tanta coisa linda que a gente já se empolgou de todas as formas pra ir pra lá. Ah! Antes, passa aqui, ó @pinoytravelfreak!

      juju

      @jujunatripblog é o ig da nossa colaboradora Gabi Temer, feito por ela, pelo Rico Sombra e pela Juju. Ali, eles mostram as viagens que fazem pelo mundo, e contam o que tem de mais legal em cada lugar. É um ig bacanérrimo pra qualquer pessoa que gosta de viajar, mas é ainda mais legal pra quem tem filhos e quer se jogar pelo mundo. Ah! A Juju é filha deles, tem 10 anos, e os três amam viajar juntos mais que tudo!

      voucontigo

      Quem faz esse ig é o casal de viajantes Ludmy Paiva e Átila Ximenes. Os dois vivem rodando por aí e piram com um roteiro mais exótico. Tailândia, Atacama, Bali e muitos outros do gênero estão nesse ig adorável. Detalhe: na última viagem deles pela Ásia, o casal resolveu celebrar o amor e renovou os votos em Bali, Índia, Laos, Camboja, …  pra saber mais, vai no ig deles. É o @voucontigo.

      nerds

      @nerdsviajantes, taí um perfil super legal da dupla estradeira Helder e Lilian. Eles fazem viagens de todos os tipos e vão postando um diário de bordo. Todo dia tem uma foto e uma dica. Eles estão em Minas agora, fazendo a Estrada Real e tá uma delícia! Vale à pena acompanhar.

      ilhagrande

      @jotailhagrande tem fotos e indicações de todas as praias, poços e piscinas da ilha. A gente tinha até esquecido de como tem coisa linda por lá. O ig é de uma empresa de lanchas (que deve conhecer todos os cantinhos secretos da ilha) e é super bacana.

      Agora é aproveitar as dicas ou criar o seu próprio perfil. Eternizar histórias em imagens lindas vale a pena! 🙂

      06.10.14
    • vamos pra copenhagem?

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      E já que a gente falou tanto de bike esse mês (ponto pra nossa web série Rio de Bike), o post do Mochilão de hoje é sobre uma cidade que vive sobre rodas: Copenhagem, a mais charmosa, a mais cosmopolita e a mais linda cidade da Escandinávia (foi mal, Estocolmo!). A Gabi Temer, do blog de viagens Juju na Trip, esteve por lá e conta pra gente um pouco desse roteiro. Vem!

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      A capital dinamarquesa floresceu e vive seus dias de primavera. Há mais cafés e restaurantes do que nunca e, mais importante, os moradores estão neles – mesmo que em uma segunda-feira molhada de chuva. Tem um pouco de Berlim e um pouco de Amsterdã. Tem ateliers de design e artes plásticas e uma geração promissora de estilistas e chefs de cozinha. Copenhagem acordou de vez, gente!

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      Sobre o meio de transporte? Alugue uma magrela. É como você vai circular melhor por lá. Pra quem não sabe, Copenhagem foi escolhida a Capital Verde da Europa 2014 por causa do transporte ecoamigo, das áreas verdes e das águas limpíssimas dos parques urbanos. Dá até pra se banhar por lá (no verão, claro!).

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      E tem muita coisa boa pra fazer, viu? Andar pela Alameda Stroget (é fechada pra carros e a maior rua de pedestres da Europa ), visitar o Kings Square, conhecer o pequeno Tivoli, um parque de diversões bem old times e ainda dar uma de turista com passeio de barco pelos canais, de preferência levando um cesto de picnic com pães e queijos. Pra te dar uma mãozinha, se liga no mini guia que a gente preparou:

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      A rua de pedestres Stroget é perfeita pra compras. Tem tantas lojinhas que você vai passar uma tarde por lá. A Illum Bolighus é daquelas lojas de tem-de-um-tudo, de garrafas térmicas a puxadores. E na Sogreni, você acha as bicicletas mais lindas do mundo, com design vintage e feitas à mão. A outra boa é visitar Christiania, o bairro hippie de Copenhagem que é uma comunidade independente e alternativa com leis próprias e tudo.

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      Já em Vesterbro fica o cenário hipster. O distrito da luz vermelha e antiga área operária infame de Copenhagem é, agora, uma dos locais mais hipsters da capital dinamarquesa. O bairro fica a uma curta distância do centro da cidade e também tem seu No Meatpacking District, com novos restaurantes e bares da moda.

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      Agora é arrumar as malas e boa viagem! 😉

      11.09.14
    • juju na trip!

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      Tem novidade pra favoritar na blogosfera e no Facebook! A Gabi Temer, nossa colaboradora do mochilão, colocou no ar um blog super fofo de viagens, o Juju na Trip. Lá, e na página do Face, ela agora divide com a gente tudo sobre as voltas que dá pelo mundo.

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      Os lugares mais lindos, as dicas de hospedagem, os programas diferentes, os restaurantes. E só tem roteiro incrível: Bali, Tailândia, Laos, Dinamarca, Caribe, Sul da França, Inglaterra, Noronha, rota verde de Alagoas, Gili…E é tipo um blog em família. A Juju é a filha da Gabi com o Rico, e o que os três mais amam fazer é se jogar no mundo.

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      Hoje a filhota tem dez anos, mas desde que a Juju tava na barriga ela viaja por aí (a primeira trip dela foi lá pra Bolívia e Peru, quando tinha 3 meses de vida (!) uterina!!! ). Então o blog conta as aventuras desse jeito super especial. As fotos são lindas de morrer, porque a Gabi é jornalista e fotógrafa, e o Rico e fotógrafo de natureza. Então já viu, né?

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      E o legal é que pelo blog a gente vê que dá, sim, pra viajar com criança pra qualquer lugar do mundo. Depois é só se inspirar e pegar a estrada também. A gente já curtiu!

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      Ah, e pra não perder nenhuma atualização, tem uma área de ‘assine o feed’ pra receber os posts por email. Só clicar aqui nesse link e  curtir aqui o face deles pra começar a viajar!

      31.08.14
    • tiradentes, aqui vamos!

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      O mochilão de hoje desembarca em Tiradentes com a Gabi Temer, do blog Jujunatrip, e olha quanta delícia tem por lá:

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      Fazia tempo que a gente não ia para Tiradentes, e a surpresa que tivemos foi das mais gostosas. Das cidades históricas que conheço, de Ouro Preto a Paraty, é Tiradentes a mais charmosa, a mais calma, a mais bem conservada. Uma praça, duas ruas principais e outra meia dúzia de vielinhas; em uma tarde se vê a cidade.

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      Mas para conhecer mesmo, tire mais tempo. Tiradentes merece pelo menos uma semana, e aí sim você vai entrar no modo off das ruas de pé de moleque, dos passeios de charrete, do pão de queijo quentinho saindo do forno à lenha, da vida que passa… devagar.

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      Tiradentes fica num vale alto, no altiplano mineiro, cercada de montanhas por todos os lados. Um horizonte verde que se avista fácil de qualquer janela. Super conservado, o entorno da vila não cresceu, não favelizou e não se descaracterizou. É tudo lindo.

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      As casas coloniais, a mata de Minas e a poderosa Serra de São José formam uma linda pintura.Para quem gosta, há trilhas que levam a cachoeiras, que passam por lagos cor de coca-cola (como a Trilha do Carteiro) ou que atravessam a serra (a mais longa leva cerca de 5 horas. Outra trilha legal, que pode ser feita a cavalo, leva até Bichinho, cidade  meca pra quem quer comprar artesanato.

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      Comer é outro prazer inenarrável por lá. Do cinco estrelas Traga Luz (faça sua reserva com antecedência) ao festivo e colorido Cantina Spaghetti (onde comi a melhor pizza da minha vida!), passando pelo Via Destra (italiano com uma varanda deliciosa e luz de velas).

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      O gran finale é sempre o Rocambole & Cia, com uma massa leve até não poder mais, e recheios de doce de leite em mil variações (não deixe de experimentar!). Outro patrimônio açucarado são os doces do seu Chico Doceiro, que aos 80 anos ainda faz seus docinhos em um tacho ao fogo. Tem canudinho de doce de leite, cajuzinho, doce de banana, beijinho.

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      O passeio de Maria Fumaça é um clássico. Vai até São João del Rey e percorre 13 quilômetros de estrada margeando o Rio das Mortes até chegar na estação final, construída em 1881. O bilhete de ida e volta custa R$56, e vale pegar uma van em São João e fazer o passeio (com calma) pelo Centro Histórico.

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      Mas o maior patrimônio mesmo de lá é mesmo o povo mineiro, com aquele jeitinho doce de receber a gente. E que a gente não esquece jamais! Amamos!

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      COMO CHEGAR – Os ônibus vão até São João Del Rey, e de lá pega-se um táxi (cerca de R$ 40 e 20 minutos) até Tiradentes. A Viação Paraibuna é que faz o trajeto saindo do Rio, com 5h30m de duração.

      ONDE FICAR – Ficamos no Hotel Richard Rothe, na Rua Padre Toledo, bem no centrinho, ao lado da Igreja da Matriz. Localização perfeita para quem quer ficar a pé em Tiradentes.

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      COMPRINHAS – Há muitas lojinhas e antiquários nas ruas Direita, da Cadeia e da Câmara. Em Bichinho, ficam os centros onde tudo é produzido, e onde dá pra negociar melhor os preços.

      ROTEIRO HISTÓRICO – Não podem ficar de fora do roteiro o Chafariz de São José; as igrejas de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, Nossa Senhora das Mercês dos Pretos Crioulos e a Matriz de Santo Antônio; e o Museu Padre Toledo.

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      CONCERTOS DE SEXTA – Na Igreja da Matriz, a musicista Elisa Freixo apresenta todas as sextas um concerto em um órgão de 1700, que chegou em Tiradentes trazido de navio. Para entrar no clima da corte!

      30.06.14
    • mochilão pela ásia parte 6 – ko tao

       

      A gente continua nossa viagem pela Ásia com a Gabi Temer, do Juju na Trip, e desembarca em Ko Tao!

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      Um lugar mágico, com as águas mais transparentes que já vimos, praias semi-desertas, e um cheiro de incenso pelo ar. Assim é Ko Tao, conhecida como a Ilha da Tartaruga, nosso último destino pela Tailândia. Muitas saudades de lá!!!

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      Decidimos ir para  Ko Tao depois que, em Phi Phi, ficamos sabendo que esse lado de mar era o melhor lugar para mergulhar. Barco, hotel, pernoite em Krabi e, depois de um dia de viagem, lá estávamos nós naquele paraíso.

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      A ilha é assim: de um lado, fica Sairee Beach e Mae Haad. Mae Haad é a área em volta do porto, super tranquila. Sem noite, sem barulho. Sairee é onde tudo acontece. Vários restaurantes fofos, uma ruazinha com cheiro de incenso e mil lojinhas, casas com teto de sapê e, de noite balada solta, com um luau do lado do outro.

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      O mar é impressionante. Ok, não conseguimos ver tartarugas e tubarões em Ko Tao como esperávamos. Mas em compensação, foi a cor de mar que mais nos impressionou. Uma imensidão azul. E a geografia dessa parte da Tailândia é bem diferente. Ko Tao fica no Golfo da Tailândia, é um ilha montanhosa e com muita vegetação. Linda de morrer.

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      O mergulho de cilindro lá é obrigatório. E super seguro. Inclusive para crianças. A partir de dez anos elas já podem fazer o batismo. A Juju fez, e adorou.

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      Ficamos apaixonados por Koh Nangyuan, dessa foto ai de baixo. São duas ilhas ligadas por uma faixa de areia. Lá fica o Jardim Japonês, embaixo d’água, com dezenas de corais loucos e coloridos. Muito legal! Dá pra ver tudo de snorkel. É só pegar um barco no cais ou na praia de Mae Haad que chega lá em dez minutos.  Aliás, em Ko Tao, praticamente só se anda de barco. Taxi lá é o longtail boat.

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      Outras praias que a gente amou muito foram Mango Bay, Haad Tien – que foi ocupada por um resort  (infelizmente) mas continua linda – e Ao Leuk. Essa última é uma praia com grama, super gostosa, com um clima máximo de sombra e água fresca.

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      Nosso dica importante: não deixe de ir pra Ko Tao. Merece demais! Em tempo: nenhuma foto aqui tem filtro ou tratamento. Ko Tao é exatamente assim!

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      COMO CHEGAR: Tem que pegar o barco em Krabi ou Pukhet. São duas horas até Ko Tao. A boa é pegar o primeiro barco, logo da manhã, até porque o mar normalmente é menos batido nesse  horário.

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      ONDE FICAR: Depende do que você quer. Se for um lugar acessível, com restaurantes em volta, etc, fique em Sairee ou Mae Had. De Sairee para Mae Haad, a pé, leva cerca de 30/45 minutos de caminhada. De táxi, custa US$30 (caro pros padrões de lá!). As outras praias só são acessíveis de barco, porque as estradas são muito ruins.

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      PARA SE HOSPEDAR: Em Mae Haad, o Napada é super fofo, arrumadinho e barato. Para um hospedagem mais upscale, a dica é o Haadtien Resort.

      Quer ver mais dicas de viagem pela Ásia? Corre aqui!

      23.05.14
    • mochilão pela ásia parte 5 – railay

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      Nossa viagem pela Ásia com a Gabi Temer, do Juju na Trip, continua hoje e desembarca em Railay. A gente já falou de Railay aqui uma outra vez, mas o que a gente não sabia era que por ali tem algumas ilhotas lindas e imperdíveis. Então a dica é assim, você chega em Railay, curte um dia por lá, e tira mais dois dias para fazer o passeio. O cenário?

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      RAILAY

      É o paraíso dos alpinistas. Isso porque essa parte da costa é cheia de montanhas escarpadas perfeitas pra escalar. Pra quem vê de baixo e não curte subir nas alturas, a beleza não perde em nada. Ficar no mar vendo aquelas pedras é a maior energia.  A ilha é linda, e tem quatro praias (dá pra ir caminhando pra todas): Railay West e East, Ton Sai e Phranang. O mais legal é ficar em Railay West, onde também estão os restaurantes (o lado leste, na verdade, é lodoso; mas as acomodações são mais baratas pra compensar). Phranang é uma baiazinha ultra charmosa, mas para se hospedar lá só existe um hotel (o Rayadee), esquema lua de mel.

      railay

      KO PODA

      É aquela clássica das fotos, com uma pedra rasagando o mar. A água é exatamente como você vê aí embaixo: a foto não tem filtro, nem tratamento. Simples e lindo assim!

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      PHAK BIA ISLAND

      Essa ilha é linda.  Na verdade, são várias ilhas juntas, e quando a maré baixa, dá pra ir andando de uma para a outra. Tem mil peixes!

      railay phak bia

      PARADISE BEACH

      Essa o nome já diz tudo. De novo, aquele cenário de sonho: águas transparentes, areia branca e muito peixe para ver debaixo d’água. E várias ilhotas para ir andando ou nadando, uma do lado da outra.

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      HONG ISLAND

      Essa é a obra-prima da natureza! Hong Island é selvagem, com uma vegetação exuberante, verde vibrante, contrastando com as pedras e o azul absolutamente transparente do mar. É uma ilha com duas baías, uma do lado da outra, e uma das mais lindas dessa região. Vale passar o dia todo, e ir de lancha, pra não perder no caminho. Cada minuto aqui vai ser inesquecível.

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      COMO CHEGAR EM RAILAY:  Não há estrada até Railay, então tem que pegar long tail em Ao Nang. Se você estiver em Krabi, vai de van até Ao Nang. Se estiver em Ko Phi Phi, tem ferry direto.

      COMO CHEGAR NAS OUTRAS ILHAS: Em Krabi, é só contratar o passeio em uma agência ou no seu hotel.

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      O QUE NÃO PODE FALTAR:  Snorkel, pé de pato e protetor.

      ONDE FICAR: No Railay Bay ou no Princess Resort. Mas se quiser top, vá para o Rayavadee.

      25.04.14