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sua mochila está vazia

      Tag: livros

    • contrafluxo: 5 reconexões com o papel

      Se você é do time que ama cheiro de livro novo, caderno fechado e jornal de manhã com café, esse post é pra você. Listamos aqui 5 maneiras de praticar a reconexão com o impresso e, por aqui, as telas de cristal líquido não tem vez. É escrita na mão, é reconexão! Um salve ao papel! 
       


       

      1) Feiras de impresso / publicações independentes 
      adoro! indica: Feira Tijuana 
      Frequentar as feiras de impresso é uma das maneiras mais eficazes e mais deliciosas de se reconectar com o papel! Primeiro porque você ajuda quem está se dedicando a produzir a arte do impresso no Brasil (um beijo especial pras mini editoras que resgatam esta conexão ) e segundo porque você compartilha esse interesse com outras pessoas, que estão ali frequentando o mesmo rolê. Um dos maiores exemplos do sucesso dessas feiras é a Plana,  que começou pequenina em 2013 no MIS-SP e que esse ano chegou gigante à Bienal de São Paulo, com mais de 200 expositores. Outra grande feira de impressos é a Tijuana, idealizada pela Galeria Vermelho. Ela é a primeira feira de livros de artista no Brasil e foi inaugurada em 2009, a partir de uma parceria com o Centre National de L’Édition et de L’Art Imprimé (CNEAI, França). 

      2) Agulha
      Se você acompanha o adoro!, já deve ter visto a gente falar da Agulha por aqui, lá em janeiro. A Agulha é  um calendário colaborativo de arte/cultura, fruto da parceria entre coletivos independentes, eventos, agentes e espaços autônomos de cultura do Rio de Janeiro, com distribuição mensal e gratuita. A agulha resgata aquela sensação gostosa de se ler um jornal que converse com o nosso público, trazendo conteúdo, entrevistas, charges, a visão dos coletivos que produzem cultura na cidade, poesia e, é claro, a agenda do mês. É uma forma, impressa, física, que têm registrado e discutido, como um almanaque ou jornal, os movimentos independentes da cultura carioca. A Agulha é distribuída gratuitamente e mensalmente em pontos como o Colaboratório da ESDI, a Livraria da Travessa de Botafogo, o Teatro Ipanema e a Arena Dicró, na zona norte da cidade. Pra ficar por dentro das novidades da publicação, acompanhe a Agulha no facebook ou no site 


       

      3) MECAJournal
      O MECA Journal é o jornal impresso da galera do MECALove, e a gente já falou muito sobre o pessoal do Meca por aqui. Com o conceito de ser “a maior menor plataforma do mundo”, o MECA deixa de ser somente um festival de música pra se tornar uma plataforma de cultura. “Produzimos os eventos que a gente gostaria de ir. Geramos o conteúdo que a gente gostaria de consumir. Construímos os lugares que a gente gostaria de frequentar. Criamos os produtos que a gente gostaria de comprar. Investimos nos negócios que a gente gostaria de participar. Aproximamos as  pessoas com quem a gente gostaria de conviver. Conectamos as marcas que a gente gostaria de trabalhar. Simples assim.” E, simples assim, a gente também pode ter acesso todos os meses a esse conteúdo tão especial, criado pelo pessoal do Meca, de forma impressa, física e gratuita. O MECAJournal é distribuído em diferentes lugares entre São Paulo, Rio, Minas Gerais e Porto Alegre, e você pode acompanhar tudo sobre aqui


       

      4) Caju Cadernos
      Uma das maneiras mais simples e mais lindas de se reconectar com o papel é ter um caderno. E fica ainda mais legal quando esse caderno é feito à mão, como no Caju Cadernos, marca comandada pelo casal Joana e Lucas. A Caju funciona assim: você pensa em um tema, imagem, capa e encomenda o seu caju pelo e-mail cajucadernos@gmail.com. As entregas no Rio de Janeiro são sempre feitas ao final de cada mês, e vale lembrar que o processo é todo artesanal, desde a encadernação até a ilustra da capa. "Por um mundo sem pauta: desenhos, aquarelas, acrílicas, poemas, canções, mapas&receitas." é o lema da Caju. É ou não é uma conexão daquelas? Pra saber sobre, clique aqui.


       

      5)  Desmanual da escrita / Caderno buena onda, por Go Writers!
      O Go Writers! já é — dentro da reconexão com o papel — um capítulo à parte. Pra quem ainda não conhece, o Go Writers! é uma escola itinerante com cursos livres de criação e escrita, onde a palavra é a matéria prima e o coração é deslocado pras pontinhas dos dedos. E é dentro desse clima de amor às palavras que a criadora do Go Writers!, Cris Lisbôa, teve a ideia de fazer um clube da escrita e, a partir dele, nascer o "Desmanual da escrita", que, segundo a Cris e o Paulinho da Viola,  "Serve, antes de tudo, para aliviar o peso das palavras. Que ninguém é de pedra.” O caderno buena onda traz cento e poucas páginas de um convite: transformar em palavra toda lágrima, alegria e todo o amor que nos modificou  O desmanual promete mapas de saída da inércia, sugestões de leituras, dicas pra colocar planos em prática, exercícios de escrita, auto-conhecimento e jeitos possíveis de atribuir palavras às experiências, pra criar significado e representação. O caderno tem intervenções manuais e é acompanhado de detalhes surpresa, como adesivos, bilhetes coloridos, saquinhos de pipoca e folhas de livro carimbadas com amor. É ou não é um dos melhores jeitos de praticar a retomada do papel e do amor ao impresso? 

      Amanhã tem mais #contrafluxo por aqui. Não vai perder, hein? 

       

      19.05.17
    • pra inspirar

      Já listou os desejos pra 2017, organizou a agenda e agora só falta um empurrãozinho? Sem problemas! Aproveita esse começo do ano e se joga na leitura de livros inspiradores, que vão te motivar a fazer diferente nesse ano que se inicia.  Vem ver! 

      girl boss
      Você com certeza já ouviu falar do site Nasty Gal e de todo o sucesso que ele faz lá na gringa. Agora dá pra imaginar que sua fundadora e CEO já furtou em lojas, passou a adolescência viajando de carona e comendo donuts do lixo? Pois é! Sophia Amoruso, assim como muitas outras jovens, não sabia bem o que queria quando, quase que por acidente, abriu um inocente brechó no eBay. Deu certo. Depois de muito trabalho duro, Sophia hoje tem um negócio de mais de 100 milhões de dólares e, no livro, dá conselhos, dicas e pitacos super curiosos, inspirados na sua vida. Porque todos nós podemos ser uma #girlboss, certo? 

      a mágica da arrumação
      Sabe aquela baguncinha acumulada no canto da sala? Dentro do armário? Embaixo da pia? Então! É hora de acabar de vez com isso e colocar a casa – e a mente – em ordem. Pelo menos é isso que propõe o livro "A mágica da arrumação", bestseller que orienta a reorganização do lar e, consequentemente, da vida. Pra japonesa Marie Kondo, autora do livro, devemos nos cercar apenas daquilo que nos faz bem e nos livrarmos de tudo o que é "descartável". Libertador, hein? 

      livro do bem
      Sabe a página "Indiretas do Bem", com mais de 7 milhões de pessoas no Facebook? Então! Com a mesma vibe do projeto, suas fundadoras lançaram o "Livro do bem", com várias sugestões de atitudes que podem melhorar o seu dia, a sua semana e até mesmo a sua vida. Inspirador, esse livro vai te mostrar que não é preciso muito pra ser feliz, e que a alegria mora aqui, ó, dentro de cada um de nós Bora encontrar mais motivos pra sorrir? 

      comer, rezar, amar
      Esse é um livro sobre recomeços. Sabe quando tudo parece dar errado, a gente perde o rumo e já não sabe pra onde ir? Pois é, todo mundo já se sentiu assim! Mas é justamente daí que podem surgir grandes e positivas mudanças na nossa vida. Elizabeth Gilbert passou por isso e decidiu largar tudo pra viajar o mundo, e o relato você encontra no livro "Comer, rezar, amar". Um spoiler: depois de ignorar os "ideais da sociedade" e viver livremente, Elizabeth não se arrependeu. Não é dos mais novos, mas é necessário sempre. E atemporal. 

      Assim fica fácil fácil se inspirar e começar o ano com tudo, hein? 

      16.01.17
    • os 5 mais…escritores!

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      Quem não adora se jogar numa poltrona assistindo um filminho ou lendo um bom livro? E quando junta os dois, melhor impossível! A gente selecionou cinco filmes que contam a história de grandes escritores brasileiros- ou quase- e de suas obras. Vem conferir!

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      Para Sempre Teu Caio F. – o documentário conta a história do escritor Caio Fernando Abreu. Num tom poético, o filme entrevista amigos de Caio, mostrando traços da vida dele. Camila Pitanga e Natalia Lage são algumas das atrizes amigas que declamam trechos da sua obra e fazem as lágrimas escorrerem. Pra quem já é fã e pra quem ainda não leu, com certeza, vai entregar o coração ao escritor.

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      Cora Coralina- Todas as vidas – a biografia Cora Coralina – Raízes de Aninha virou filme. E dos bons. O filme narra a trajetória de Cora, desde de criança, em Goiânia, até sua fase adulta, passando por Jaboticabal e Penápolis. A história é vivida por quatro atrizes (Camila Márdila, a Jéssica de ‘Que Horas Ela Volta’ tá nele ♥!) que se revezam em encenar a vida da escritora e recitar parte de sua obra em estúdio. Um filme poético, lindo, lindo, lindo! Tem que ver!

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      Clarice Lispector – a escritora é ucraniana, mas sua obra com certeza transformou a literatura brasileira. Apesar de Clarice ainda não ter ganhado as telonas (mas tá a caminho, fica ligad@!), suas histórias já conquistaram o mundo da dramaturgia. Além dos filmes de ‘A Hora da Estrela’, ‘Estrela Nua’ e o ‘Corpo’, também tá rolando peça sobre a vida da atriz, ‘ Simplesmente Eu’, no SESI do Centro. A gente ♥ Clarice, corre pra garantir os ingressos!

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      Manoel de Barros- Só Dez Por Cento é Mentira- ô delícia o documentário do Manoel de Barros! Desde o título já vemos pegadas da obra do autor e é uma lindeza mergulhar no universo dele através da montagem que mistura dramaturgia, ficção, depoimentos e muita linguagem visual. Tem online, bora dar o play?

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      Flores Raras– tá, o filme não é sobre uma escritora brasileira, mas é de produção brasileira e tem a Glória Pires arrasando no papel da arquiteta Lota de Macedo Soares. ‘Flores Raras’ conta a história de amor vivida entre Lota e a poeta americana Elizabeth Bishop. Ou seja, o filme junta amor, literatura e até história do Brasil! Se ainda não viu, corre pra ver!

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      É muito bom perceber que a literatura continua com um espaço legal e como o cinema consegue explorar de uma forma tão linda todas essas palavras que um dia pertenceram só a nossa imaginação. Agora é aguardar (ansiosamente) a bio da Clarice, mas enquanto isso, ficamos com esse tanto de coisa boa pra acompanhar ♥!

      31.01.16
    • os 5 mais… livros!

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      Que o Adoro tem os amigos mais antenados do Brasil, ninguém duvida. Daí, meio que de brincadeira, a gente resolveu criar o ‘5 mais’, um post sem data ou hora certa, com as cinco coisas mais bacanas eleitas por essa turma esperta.

      A Lê, do Letuce, por exemplo, ama livros e deu as dicas dos que não saem da cabeceira, nem do ♥ dela. Vem suspirar:

      1) Moby Dick: Sempre tive fascínio e terror com baleia. Mergulho em Angra dos Reis, vejo uma pedra e acho que é baleia e saio nadando em pânico. Era um clássico que me sondava, eu abria umas traduções, não me interessava, até que de repente, rolou. Fluiu. Aprendi muito sobre o mar com esse livro, me senti conectada aos 70% do que é o planeta, afinal: água. Sei que não é qualquer pessoa que se emociona com o funcionamento de uma embarcação ou caça, mas justamente por ser algo tão estranho ao meu mundo, bateu forte.

      2) Paixão segundo G.H: Clarice Lispector já fazia parte da minha rotina, já tinha sido sequestrada por ela, já sabia que o lance ali era sagrado e infinito. Com 25 anos, achei que estava na hora desse. Quando fiz teatro, ouvi rumores que Fauzi Arap tinha dado LSD para a escritora, e ela escreveu tal romance em uma talagada só. São boatos, pode ser besteira, pode ser maravilhoso, não julgo, acho curioso saber e viajar longe. Esse livro me machucou muito. Mas eu queria, eu desejei ser agredida, e tudo bem, viver é uma agressão. Esse livro dividiu minha vida, lembro que em determinado momento, parei de ler, porque não estava aguentando. Mas depois retomei, ainda bem.

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      3) Ariel: Sylvia Plath era um nome, não sei se veio na faculdade de Letras, ou se já antes eu fiquei curiosa e saí à caça. Tenho o livro em inglês e português, acho importante nesse caso, ainda mais falando a língua. Algo de muito perturbador e sonoro nela, me comove. Me fez ficar atenta às metáforas, me fez entender o poder das metáforas. Amo os finais, amo a forma como ela conclui suas sagas mentais. Sempre volto nesse livro.

      4) O Amor nos Tempos do Cólera: Outro grande clássico. Já tinha lido ‘Cem anos de Solidão’, do Gabriel Garcia Marques, já tinha salivado e vislumbrado toda uma vida fantasiosa, mas sagas de amor me interessam demais, e peguei o livro do meu avô, com sublinhados dele, o que me emocionou mais ainda, e fiquei fascinada com a epopéia romântica que o livro conta. GGM é de outra raça, aquilo ali é muito sério, cada página dá vontade de abraçar ou sublinhar tudo, avassalador. Nem quis ver o filme, perdão.

      5) A Louca da Casa: Rosa Montero, escritora espanhola me chegou de surpresa. Estava num sebo, vi um livro chamado ‘Paixões Sobre Vários Casos de Amor ao Longo de Toda História do Mundo’, e adorei o jeito dela. Daí, soube que ela tinha escrito “A Louca da Casa”, um livro que fala sobre escrever, sobre ler, sobre escritores, sobre manias, sobre os personagens x autores, fiquei fascinada e vibrei de cabo a rabo, quando o livro acabou, fiquei tristinha. Todo mundo que gosta de ler ou escrever, ou os dois, deveria ler esse livro.

      03.10.15
    • todo mundo é artista

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      Depois do sucesso do primeiro (e adorável) livro, “Amor, Pequenas Histórias” (lembra que a gente falou dele aqui no adoro?), a Confeitaria mag tá de volta com mais um projeto lindo: o livro de poemas e fotografias, “Não conheço ninguém que não seja artista“.

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      Tudo começou quando a editora Fabi Secches convidou Camila Svenson, fotógrafa que mora em NY, e Ana Guadalupe, poeta que mora em São Paulo, pra trocarem 10 fotografias e 10 poemas entre si. A Ana recebeu as fotos da Camila, que recebeu os poemas da Ana. Então, começou a conversa: se inspirando uma na arte da outra, foram criados mais 10 poemas e 10 fotos.

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      Ao todo, são 20 poemas e 20 fotografias que demonstram uma troca sensível, com olhar particular sobre o dia a dia e a relação de cada uma com as cidades em que moram. Férias, amizade, programas de tv, redes sociais… o cotidiano virou arte e inspiração. Mais um projeto colaborativo que a gente tá ansiosa pra conferir.

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      O livro vai ser lançado na Feira Plana, em SP. Quem tiver de passagem pela cidade nos dias 7 e 8 de Março, vai poder garantir um exemplar. Mas também tem pré-venda tá rolando online, com descontinho especial. Só clicar aqui. 😉

      02.03.15
    • faça você mesma: marcador de livro

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      O diy de hoje é pra quem adora ler. Que tal aprender a fazer um marcador fofinho de coração com nossa estampa? As meninas do Girl Etc ensinam pra gente:

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      Você vai precisar de: molde impresso (aqui), tesoura, e um bom livro!

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      Primeiro, imprima nosso molde estampado  em papel A4 sulfite, não precisa ser em papel grosso pois o papel sulfite é melhor pra dobrar. Corte os quadradinhos, cada um será um marcador.

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      Dobre o quadrado ao meio, depois ao meio novamente. Abra o papel, e você verá que ele está marcado em 4 partes. Na parte inferior, dobre horizontalmente, como na foto.

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      Vire o quadrado, e dobre cada pontinha pra cima na diagonal seguindo a linha vertical do meio. Vire o papel, e pegue a pontinha do triângulo que foi formada e dobre pra cima como no foto.

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      Vire novamente, e você terá esse formato estranho da primeira foto! Calma que já já o coração vai aparecer. Dobre seguindo as fotos acima, abrindo mini triângulos nos dois lados.

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      Vire o papel de novo, e voi-là! Agora é só dobrar as duas abas pra dentro, dando assim um destaque especial ao coração. Faço o mesmo com o segundo quadradinho.

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      Escolha a leitura da vez (o nosso livro preferido do momento é “A moda imita a vida” do nosso gerente de marketing André Carvalhal), e coloque o coração pra marcar as páginas.

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      Vale também fazer vários pra marcar as páginas mais importantes, talvez aquelas que você quer voltar a ler mais uma vez! Fofo, né? Bom domingo 🙂

      09.11.14
    • os achados da condé nast

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      Se qualquer programa junta moda e fotografia, não precisa nem inventar desculpa pra ir logo conferir, né?! E foi em Paris que a amiga do adoro, Bruna Calasans, foi ver a exposição (tudo de bom)Papier Glacé, um século de fotografia de Condé Nast. Agora ela conta pra gente:

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      Mostrando todos os achados fotográficos dogrupo editorial Condé Nast, a exibição conta com imagens originais do acervo das Condé Nast New York, Paris, Milão e Londres e reúne os maiores fotógrafos da moda de 1918 até os dias hoje.

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      Entre os nomes de peso, estão fotógrafos como o Barão Adolf de Meyer, o primeiro contratado pela empresa em 1914, Edward Steichen, Cecil Beaton, Muray, Erwin Blumenfeld, Irving Penn e muitos outros. Cheia de detalhes, a mostra conta como os estúdios Condé Nast eram transformados em verdadeiros laboratórios de criatividade que permitiam os melhores cliques em cada editorial, e o que explica todas as novidades sempre lançadas pelo grupo.

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      Além da Vogue, o acervo conta com fotos de edições da Glamour, Vanity Fair e de edições internacionais. As mesmas são organizadas de forma temática, o que permite um olhar bem legal sobre como a fotografia de moda foi se transformando e caminhando segundo a história, ícones fashion, características e padrões sociais de cada época.

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      Dentre alguns temas da apresentação estão o “Realidade Urbana” quando em 1930 a fotografia de moda sai do estúdio e vai pra rua e o “Natureza morta“, em que roupa é 100% o personagem principal.

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      E a boa notícia é que depois de ter passado por Berlim, Milão, Edimburgo e Paris a exposição que se encontra em Zurich, já está no calendário de West Palm Beach, Fort Worth e Tóquio. Em inglês a exposição é chamada de Coming into Fashion A Century of Photography at Condé Nast e já tem até livro.

      Falando nisso.. quer dar um up na biblioteca? Aproveita que nosso livros estão com desconto na linha Quero!

      24.06.14
    • o brasil em livros

      bola_brasilUma designer e uma pesquisadora resolveram fazer da internet um lugar pra mostrar o que “o Brasil que o Brasil não conhece” tem pra ensinar. E mostrar, não só pro mundo afora, mas também pros brasileiros, que às vezes não tem ideia do tanto de bacaneza que tem por aqui.

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      Assim nasceu O Brasil Com S, comandado pela Ana Luiza Gomes – do nosso querido A Pattern A Day e outros projetos riqueza pela rede – e pela Mayra Fonseca. Elas definem a ideia como “um projeto de pesquisa e curadoria pra estimular o autoconhecimento do país.” Claro, a gente se apaixonou de cara.

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      O site já funcionava como um acervo de conhecimento virtual pra ser compartilhado, recebendo atualizações quinzenais. E aí elas decidiram ir mais longe: depois de ganharem, comprarem e se apaixonarem por um monte de livros, elas decidiram compartilhar esses saberes pra além do computador.

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      E assim nasceu a Biblioteca Itinerante, que vai disponibilizar os livros pra consulta em algum espaço físico de São Paulo – pra começar! – que tenha o espírito do projeto. O primeiro local escolhido foi o Retrozaria, onde fica até o dia 9 de junho (é só passar um inbox pra marcar sua visita).

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      Mas a melhor notícia é que, as meninas pretendem fazer com que esses livros circulem muito por aí, então, se você quiser abrigar a biblioteca num cantinho bem legal e aberto à visitação, fala com elas: contato@obrasilcoms.com.br

      Lindeza 100% brasileira, a gente ama!

      11.05.14
    • farm entrevista – editora guarda-chuva

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      foto: @carolbnds

      Pés pra cima, sombra, água fresca, e um livro, não existe combo melhor pro relax nos dias de verão. A verdade é que um bom livro, daqueles que a gente não consegue desgrudar (como o nosso!), se equivale a uma grande paixão: a gente dorme e acorda pensando nele, troca boas festas pela sua companhia, e bem, fica deprê quando ele termina, certo?

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      E agora, na hora de correr pra livraria e procurar um novo título-paixão, fique de olho nas edições da Guarda-Chuva, editora novíssima do mercado carioca formada por um trio tinindo de vontade de publicar livros que nascem querendo morar na nossa cabeceira.

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      Por uma razão bem simples, por trás da Guarda-Chuva estão jovens bacanérrimos que pensam como a gente e estão dispostos a preencher prateleiras com autores que falam a nossa língua. Conversamos com produtora editorial Luiza Sposito Vilela, que conta aqui tudo sobre os desafios, as delícias e os novos talentos que vão invadir a nossa praia (não resistimos!)

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      Sua vida profissional começou praticamente junto com a guarda-chuva, conte um pouco!

      A Alice Galeffi, que tinha estudado letras comigo na PUC e depois se mandado pra Nova Zelândia pra estudar artes plásticas, me convidou pra trabalhar na Guarda-Chuva em 2011, basicamente ao mesmo tempo em que eu entrei no mestrado pra estudar poesia contemporânea. Na época, a Guarda-Chuva tinha acabado de ser adquirida pela Versal Editores (que é a nossa editora-mãe).

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      Luiza (foto: @yanmotta) e Alice

      Passamos os dois últimos anos dando continuidade à linha editorial que a Guarda-Chuva já possuía, focando em livros da área de saúde e questões contemporâneas, mas o nosso sonho sempre foi publicar literatura, e realizar projetos de um jeito diferente, e foi aí que no final do ano passado convencemos o nosso editor-chefe a publicar os livros da Clara Drummond e do Cartiê Bressão.

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      Quais maiores desafios de ser uma jovem editora no Brasil?

      O mais complicado é convencer as pessoas de existe muita coisa boa sendo escrita neste momento. Virou lugar comum dizer que não se faz mais boa literatura no Brasil, mas falta disponibilidade para de fato ler a produção contemporânea, porque coisas boas existem aos montes. É uma pena, mas trabalhamos para mudar essa visão. Aliás, sobre isso recomendo esse texto do Hermano Vianna chamado “Era melhor antes”.

      O público carioca tem suas peculiaridades?

      Acho que elas existem mais no âmbito geracional. O livro hoje precisa ter um apelo visual muito maior do que no passado, porque somos uma geração extremamente visual. Hoje o livro é valorizado não apenas pelo seu conteúdo, mas enquanto objeto, então dedicamos muito do nosso tempo para pensar essas questões. Também é preciso estar presente na internet, usando outras mídias além da impressa para divulgar o trabalho. Fizemos, por exemplo, uma trilogia de book trailers para o livro da Clara Drummond que foi super elogiada!

      Três autores que a gente não pode passar pela vida sem ler?

      Isso é sacanagem com quem vive literatura desde a infância, mas vamos tentar:

      1. Shakespeare: Acho que todos deviam pelo menos tentar. Porque se tentar não vai ter como não gostar. Fui estudar na Inglaterra porque era meu sonho ler Shakespeare numa universidade inglesa, e a experiência superou todas as minhas expectativas. Está tudo lá. Todos os grandes temas, todos tipos de narrativa, tudo.

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      2. Haruki Murakami: acho que uma boa palavra pra definir o estilo do Murakami é surpreendente. É surpreendente o quanto a prosa dele é ao mesmo tempo cristalina e estranha, e a maneira como ele consegue introduzir os temas e personagens mais absurdos como se fossem as coisas mais banais do mundo.

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       foto: @marivferrari

      3. David Foster Wallace: a história de vida insana e trágica do Foster Wallace geralmente precede qualquer comentário sobre a escrita dele, mas o importante mesmo é que a obra dele me ajuda a dar conta do mundo contemporâneo como nenhuma outra, e influenciou grande parte dos jovens autores de quem mais gosto.

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       foto: @flaviarubim

      E 3 jovens talentos do Rio pra ficar de olho?

      1. Maria Clara Drummond: A Clara é carioca e trabalha como jornalista, mas pra nossa sorte escreve ficção desde pequena e finalmente resolveu publicar. Editar o livro da Clara foi maravilhoso, porque a escrita dela tem todos os elementos que eu adoro na literatura contemporânea – diálogos bem feitos e misturados ao corpo do texto, ironia, ritmo. Fora que é o melhor título dos últimos anos: A festa é minha e eu choro se eu quiser.

      2. Paula Gicovate: A Paula já era escritora quando nos conhecemos na faculdade de letras, e editar o livro dela foi o meu grande presente deste início de ano. Ela é uma dessas pessoas que não sabe fazer outra coisa na vida que não seja escrever, e por isso escreve para todas as mídias. É roteirista, é blogueira, é jornalista. E é obcecada com amor, o que pra mim é uma grande virtude. O livro que vamos publicar em abril deste ano chama Este é um livro sobre amor, e será seu primeiro romance.

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      3. Alice Sant’Anna: chamar a Alice de jovem talento só funciona porque ela é de fato bem jovem e  seu talento é incontestável, mas ela está longe de ser uma novidade. Seu primeiro livro, Dobradura (7Letras, 2008), transformou-a quase que instantaneamente em um dos nomes mais comentados da poesia contemporânea brasileira, e seus poemas já foram publicados em várias antologias mundo afora. Alice publicou alguns pequenos livros independentemente, mas estou apaixonada mesmo por Rabo de baleia (Cosac Naify).

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      foto: @leticiagicovate

      E qual o seu livro de cabeceira no momento, conta pra gente?

      Estou lendo e amando o The Luminaries, da Eleanor Catton, vencedora (mais jovem da história) do Man Booker Prize de 2013.

      Anotado?

      28.01.14
    • flor e cultura

      Você jé percebeu que entre as flores da FARM você encontra algumas palavras? Na verdade palavras, imagens, novidades, música e dança!

      Sim, é a nossa “Flor e cultura”, espacinho onde você pode descolar um pouco do universo imenso que nos inspira.

      Uma seleção “daquelas”  de livros, revistas, CDs que nós amamos e você encontra no e-FARM e também na nossa Casa de Verão, que conta com um espaço especialíssimo da linha Quero!

      Pra curtir em casa, na praia, na fazenda 😉

      04.01.13
    • memórias de grace

      Se você assistiu o filme The September Issue, você com certeza é fã dessa senhora de traços exóticos e cabelos vermelhos.

      … e bem, se você não assistiu ao filme mas não perde uma edição da Vogue Americana, talvez você nem saiba, mas também é fã de Grace Coddington! A alma criativa por traz da revista número um em vendas do mundo e braço direito e esquerdo de Anna Wintour, acaba de lançar seu livro de memórias.

      E nada de revelações bombásticas ou fofocas do bastidores, queremos mesmo é conhecer mais sobre as impressões, inspirações e o olhar cheio de sensibilidade de Grace sobre o universo que ela conhece como poucas…

      Desde os tempos de modelo aos mais de 20 anos como diretora criativa da Vogue, o livro “Grace” é recheado de memórias, histórias deliciosas e como não poderia faltar, imagens deslumbrantes:

      Já está na listinha de Natal! 😉

      30.11.12
    • páginas do rio

      Hoje vai rolar na Livraria da Travessa de Ipanema, o lançamento do livro A Carioca. Uma super homenagem da Renata Abranchs e Tiago Petrik, fundadores do Rio Etc, pra quem anda num doce balanço, pra quem faz parte – e constrói – a paisagem, do Leme ao Pontal.

      Com as ilustrações deliciosas de Bruno Drummond, o livro é um guia do estilo de vida e moda da carioca, de coração ou da gema, inspirado no A Parisiense, de Inés de La Fressange. Só que sobrando bronzeado e com sotaque carregado!

      Além de todo o sol, sal e mar, as páginas da publicação vêm com vários QR Codes pra você fotografar com o celular e mergulhar em uma playlist selecionadíssima!

      E ó que lindeza: leitoras do Adoro! tem acesso exclusivo à lista de músicas feita especialmente pra aplaudir o pôr-so-sol do Arpoador.

      Funciona assim, baixa o aplicativo Neo Reader, use em cima da foto e espere a mágica acontecer 😉

      #Ficadica pra curtir a trilha na pedra e depois partir direto pra livraria. O evento começa às 19h. Nada de se atrasar!

      22.11.12