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      Tag: livro

    • Dia do Poeta – Gabriela Gomes

      Porque acreditamos num futuro feminino, e porque o futuro se desenha de muitas formas mas também se escreve de muitas formas recorremos às palavras para semear uma nova realidade. E nesta nova realidade a voz das mulheres se faz ouvir. Na semana passada lançamos no @inspirafarm o video Futuro Feminino. Uma coletânea de palavras e imagens que inspiram alento e esperança para tempos difíceis. Palavras lidas e escritas por uma mulher, poeta como tantas que vamos jogando luz aqui no adoro! E essas mulheres que são muitas são também singulares, com nome e endereço. E por serem únicas e muitas acreditamos na importância de que o nome de cada uma delas seja reconhecido. Hoje, apresentamos Gabriela. Mulher, designer, poeta furta-cor. Militante dos afetos.

      Sobre açúcar e cafeína: os acidentes tropicais de uma poeta-furta-cor

      Ausente de movimento literário, ser alternante entre o disfarce de designer e a pele de poeta: toda ela dupla-face, Gabriela. É ariana, com lua em gêmeos (dupla-face, alow). Adora cachorros, Adília Lopes e manteiga de amendoim. Ultimamente tem se interessado muito por vulcões. Nasceu em Niterói, isto é um fato. Mas desde de que pode chamou de casa todos os lugares em que pode amar, comer, ler, escrever e, claro, encontrar o seu café favorito. Atualmente vive no Porto, em Portugal, onde se dedica ao Mestrado de Estudos Literários, Culturais e Interartes na Faculdade de Letras e à sua Dupla-face, estúdio de design e conteúdo. Atende por Gabe e o seu café favorito é a Rota do Chá.

      Falemos da pele de poeta.
      Em maio de 2018, Gabriela presenteou-nos com a primeira versão de seu primeiro livro de poemas Acidentes Tropicais, que começou a ser escrito lá em 2016. A versão desenhada, editada e impressa por ela, para ser lida, ouvida, perguntada e respondida, com direito a substantivo próprio e poema selecionado de acordo com o destinatário Acidentes Tropicais, chega acelerando assim todo um fenômeno cósmico do solstício de verão europeu. E chegou assim: com papel colorido, quase escolar, dobrado a meio por mãos pesadas de afeto, atados por um elástico vibrante que trazia em si a promessa de um outro acidente, tudo isso abraçado por um cartão cor-de-abóbora. E então: “o que é um acidente tropical pra você?”

      Longe de ser uma mini-bio ou uma resenha o propósito destas palavras, as minhas, é fazer ecoar as dela, Gabriela. Dela e dos seus acidentes, ambos tropicais. Dela e de todas as outras mulheres que também cabem nas mesmas palavras, dentro e fora de páginas.
      Num tempo em que a resistência feminina passa pela definição de um espaço de fala, que se quer mais amplo, mais vibrante, mais inclusivo e polifónico, a proposta de leitura do Acidentes chega como aquele abraço de irmã mais velha no fim de uma prova de matemática (quem nunca?). Deixo aqui uma escrita fotográfica pra vocês:

      Um lugar seguro, cuidadosamente preparado. 15 assentos. 15 livros-vivos. 15 nomes singulares. 15 poemas destinados. 15 oportunidades de estar. 15 oportunidades de sentir. Gabe se apresenta timidamente, quebra o gelo agradecendo a presença, pede silêncio e verdade e conta que ainda não tem editora mas que decidiu fazer por ela mesmo, seu primeiro livro. Poderia ser considerada ansiosa, mas a verdade é que ela quer ver suas palavras chegarem às pessoas, ali, na sua frente, na presença. Ela mesma chama o livro de livro vivo e as leituras são a própria experiência na presença, uma leitura compartilhada. Apresenta as suas avós: Deolinda, Ruth e Ruth. A partir daí é conosco. Cada uma de nós lê o poema destinado. São leituras intensas, muitas vezes interrompidas ou ritmadas pelos afetos. Risos ou choros.

      Em sua primeira leitura no Porto a poeta diz: “Hoje reuni pessoas queridas e próximas a mim aqui no Porto para fazer uma primeira leitura do acidentes tropicais, meu primeiro livro de poemas. Fiquei colocando o tempo inteiro na minha cabeça que isso não era o lançamento e sim uma leitura. O acidentes ainda não tem uma editora definida, estou neste processo de busca. mas isso não me impediu de uma vontade de reunir essas pessoas próximas pq queria ouvir da boca delas os meus textos. queria entender onde cada um quebra o verso, de onde vem o ritmo, onde riem com o canto da boca, onde choram, onde se engasgam, reuni 15 pessoas que leram 15 poemas. não era pra ser um lançamento, era pra ser uma leitura, mas foi um lançamento. foi o meu lançamento, um jogar no mundo o amor que tenho por esse livro e receber de volta tanto afeto. a gente vai realizando aqui e ali, na unha, na fotocópia mas vai. vamos aos poucos mas vamos longe!”

      A partir daí é conosco. Depende do quanto cada uma consegue e quer se dar. É uma leitura performática, terapêutica, não canónica, de fora pra dentro. E de repente já não somos apenas 15, somos nós e todas as outras mulheres que já fomos, ou as que queremos ser, transitando entre as 9 possibilidades capitulares deste livro que é, antes de mais, um convite para a vulnerabilidade. E quão lindo pode ser despir a alma em público!

      No Brasil as leituras tiveram lugar no mês de setembro em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Niterói, cidade natal da poeta onde sua família vive até hoje. Agora de volta a Portugal a poeta pretende repetir a experiência na cidade-teste Porto, e também em Lisboa. Para acompanhar de perto o que tem sido feito pela poeta basta ficar de olho no instagram do @acidentestropicais e em sua conta pessoal @gahbe. Ah! Ela também escreve uma newsletter contando sobre suas criações e a vida no Porto, para se inscrever basta clicar aqui. Ficamos por aqui deixando o espaço necessário para que cada qual encontre o seu próprio acidente tropical! E pra vocês, o que é um acidente tropical?

      Este texto foi escrito por Isabeli Francis, amiga, curadora no @marginal.curators e historiadora de arte, roomate, compania para bolos de chocolate e leitora da poeta.

      20.10.18
    • a vista do rio

      A Vista Chinesa, um dos pontos turísticos do Rio de Janeiro, assim como Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Copacabana e tantos outros, guarda memórias e histórias mil das mais variadas épocas e pessoas. E nada melhor do que conhecermos ou relembrarmos algumas delas em um livro dedicado, né? A dica é o livro A Vista do Rio, que é lançado essa semana e fala sobre a trilha que corta a maior floresta urbana do mundo e as curiosidades que passam por lá!

      Dados históricos e fotos inéditas da região, além de 17 crônicas sobre pessoas anônimas e famosas, que fazem da Vista seu segundo lar são o pano de fundo da obra. Entre os entrevistados, Rodrigo Hilbert, Dado Villa-Lobos, Jayme Buarque de Hollanda, Dani Genovesi, padre José Maria e Renata Ceribelli. Com coautoria do fotógrafo Alex Ward – que tem mais de cinco mil cliques da região e não perde as pedaladas por lá, pesquisa de Patricia Pamplona e edição pela ID Cultural, o livro chega às livrarias esse mês.

      A paixão pelas palavras e pelo ciclismo é o fio condutor que uniu os autores com perfis bastante diferentes. Gustavo, aos 60 anos, ex-executivo e idealizador do projeto pedala 4 vezes por dias, e Luiza, aos 26 é jornalista, escritora apaixonada pela natureza, pessoas, esporte e poesia.  A dupla se conheceu na pós-graduação em Formação do Escritor na PUC do Rio e em pouco tempo, perceberam que a Vista rendia muito mais que um fim de semana.

      “O livro resgata a história da cidade, suas transformações e origens e a ressignificação de um espaço antes usado por aristocratas e que hoje é um dos principais pontos turísticos e rota predileta dos ciclistas cariocas”, conta Luiza.

      Através da pesquisa de Patricia, a primeira parte do livro apresenta dados históricos e curiosidades sobre a Vista Chinesa, além de fotos inéditas produzidas desde 1890! A ligação da região com a imigração chinesa, o espaço como área de lazer do imperador e da elite, mais tarde, a inauguração do mirante, e ainda a escolha da Vista como cenário de filmes nacionais e estrangeiros, incrementam a obra.

      Pra produzir a segunda parte do livro, os autores se uniram ao fotógrafo Alex Ward, que circula diariamente pela Vista, com a missão de selecionar pessoas que, por uma infinidade de razões, são a cara do lugar.

      “Todos que estão no livro têm verdadeiro amor pela Vista Chinesa. Alguns têm ali o seu trabalho, outros usam a área como ‘terapia’, exercício e até como sustento”, explica Gustavo.

      E olha que demais! No final da publicação a gente encontra o QR Code Vamos Subir a Vista, que traz um vídeo com imagens produzidas por drones e GoPro pra curtir, mesmo que de longe o visu do local.

      “Esse livro é um presente pros cariocas, a prova de que ainda temos crença nesse tesouro incrível que é o Rio de Janeiro”, contam os autores. Lindo, né?

      E claro, a gente já garantiu um exemplar pra nossa biblioteca!  Aproveita também pra ter o seu e ficar ainda mais in love por esse tesouro da nossa cidade maravilhosa 🙂
       

      06.12.17
    • queremos livro ♥

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      Que o Queremos faz parte da história da FARM e vice-versa, vocês já tão cansados de saber, né? Eles já encheram nosso coração de alegria, realizando infinitos shows das bandas e cantores que a gente ♥

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      Em 2011, nos juntamos numa parceria linda, o ‘Eu Quero Festival’, no Circo Voador, que bateu recorde de vendas e ainda virou coleção de silks nossas. E ano passado, o Queremos virou playlist da nossa rádio, trazendo pra pertinho o som dos nossos artistas preferidos.

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      E claro que história boa não acaba assim, né? Ela deve ser escrita, eternizada pra gente recordar e se emocionar. E foi nesse clima que, agora, o Queremos virou livro! Pra comemorar os 5 anos de vida, o crowdfuding mais animado do Brasil organizou uma coletânea contando toda essa história: são pôsteres , cartazes, depoimentos e tudo que marcou essa trajetória, além de uma coleção de adesivos exclusiva! Nossa parceria de amor tá registrada lá também ♥

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      Pra comemorar do jeito que a gente gosta, ainda vai rolar uma super festa de lançamento, dia 12 de novembro, com uma atração internacional e DJs surpresa (ansiedade máxima!). Então bora participar e continuar construindo essa história tão especial e vem garantir o combo do livro + festança!

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      Vem relembrar todos esses momentos com a gente e continuar se emocionando 🙂

       

      07.10.15
    • faça você mesma: vaso de livro

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      O fim do ano tá aí, e chega aquela vontade de dar uma limpa na casa pra começar o ano mais leve né? O diy de hoje é pra quem tem muitos livros antigos na estante, já leu, re-leu, e gostaria de dar um novo uso pra eles. As meninas do Girl Etc têm uma ideia: fazer esse vaso/suporte de plantas. Olha só:  (mais…)

      12.12.14
    • no bote

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      E lá vamos nós, com mais coisas lindas desse mundo dos impressos! Desta vez, a gente bateu um papo com o pessoal da Editora Bote pra conhecer mais do que tem por trás de tanta publicação bacana.

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      Fernando Mira e Bruna Bismara já trazem na bagagem um universo inspirador que só, desde pequeninos. Ele é filho de um gráfico e desde adolescente espalha seus zines e stickers por aí. Ela tinha na editora do avô e nas fotografias do pai sua fonte de inspiração.

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      Pra eles, “esse mercado tátil do livro independente sempre teve seu lugar nas prateleiras, mas com a evolução das mídias digitais, o fanzine precisou se reencontrar, criar uma maneira colecionável de existir e principalmente buscar seus similares, em feiras, lojas, priorizando o preço acessível e a publicação independente”.

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      A grande sacada é fazer de cada projeto – que chega por meio de indicações, de curadoria e afins – um desafio autoral. “Sempre que surge um projeto novo, gostamos de desenvolver um livro com características únicas que façam ele se tornar especial, adoramos trabalhar com a simplicidade da xerox, o acabamento impecável da serigrafia, com risografia e com a qualidade da impressão digital.”

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      Assim como a gente, eles andam de sorriso aberto com o crescimento do mercado independente de impressos de arte, e desejando muito mais pela frente!

      17.09.14
    • peres pra designers

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      Atenção, designers e galera que tem muita habilidade com lápis e papel: você pode ser o autor da próxima capa do caderno da Perestroika em parceria com a Cícero Papelaria! Se essa notícia empolgou você, anota aí as regrinhas pra participar e já começa a colocar a criatividade pra jogo.

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      Primeiro, faça uma ilustração (ou arte gráfica, pintura, recorte e colagem… o que a imaginação mandar!) e mande pra perestroika@perestroika.com.br. No assunto, coloque Capa Caderno + o nome da sua cidade. Vão ser 6 ganhadores, um pra cada cidade onde a Perestroika está presente (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba e Brasília).

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      Cada ganhadora ou ganhador, além de colocar esse super acontecimento no portfólio e tirar onda por aí, ainda vai levar um curso Chora PPT, pra ficar fera no Power Point e fazer apresentações de cair o queixo.

      Os e-mails vão ser recebidos até o dia 26/05, então corre. Pra quem for concorrer, a gente acha que a FARM é uma ótima fonte de inspiração ;). Partiu participar?

      22.05.14
    • farm entrevista: pedro antônio gabriel

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      Pra limpar a boca ou até passar uma cantada pra mesa do lado. Esses são os usos mais comuns do guardanapo, artigo tão discreto no dia-a-dia. Mas o publicitário Pedro Antônio Gabriel, de 29 anos, vê no objeto matéria-prima pra espalhar por aí a sua poesia. Ele é dono de uma página pra lá de curtida,”Eu me chamo Antônio“, projeto que dá hoje mais um passo à frente!

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      É porque esta quinta rola, na Livraria da Travessa, o lançamento do primeiro livro dele, editado pela Intrínseca. A gente bateu um papo com o “Antônio”, quer dizer, Pedro (ou os dois!), ó só:

      Como você deu o start nessa história?

      Estava voltando de um dia cansativo de trabalho e parei pra tomar um chope no Café Lamas, um bar tradicional aqui no Rio, e de uma forma natural e espontânea nasceu o primeiro guardanapo. Percebi que precisava registrar todo o material acumulado (em apenas sete dias, 20 guardanapos). Por ser um material descartável e frágil, decidi fotografar e compartilhar em uma página no Facebook. “Eu me chamo Antônio” surgiu dessa vontade de me expressar, de dividir meus sentimentos e colocar no papel tudo o que não consigo dizer.

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      E sobre o livro, como surgiu essa ideia? Partiu de você ou foi uma sugestão?

      O convite partiu da própria editora Livia de Almeida, que cuida dos títulos nacionais na Intrínseca. Trabalhamos juntos em 2010, em uma empresa de compras coletivas; ela era minha chefe e eu era redator publicitário. Tomamos novos rumos, mas mantivemos o contato. Livia sempre acompanhou a página e, para a minha surpresa, me ligou dizendo que a Intrínseca tinha se interessado pela minha arte e que gostaria de editar o meu primeiro livro.

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      Qual a frase de que você mais gosta?

      A frase de que mais gosto é uma que consta no livro: “Eternize as suas mais belas lambanças.” Escolhi essa porque a composição fotográfica aliada ao texto do guardanapo ficou perfeita. Se o leitor reparar nas páginas duplas (136 e 137), a imagem sugere que o Antônio está fotografando sua musa inspiradora. Uma curiosidade de bastidores: minha irmã mais velha é a autora da foto. Ela a fez durante uma viagem pela Alemanha. Tenho um carinho especial por essa página dupla.

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      Antônio é um personagem totalmente fictício ou você se inspirou em alguém que conhece/emprestou um pedacinho de você?

      Antônio é um personagem de um romance que está sendo escrito e vivido, e confesso que tem muito de mim nele, como se fosse meu alter ego. Acredito que não tem apenas um pedacinho de mim: empresto minhas vivências e transfiro a observação do cotidiano para o personagem. Sou eu e muitas outras pessoas que contribuem para o “universo” do Antônio.

      Por que guardanapos? E quanto tempo você dedica ao projeto?

      Como tudo começou no balcão de um bar, o guardanapo era o único material disponível na hora. O formato e a textura do papel casavam com a minha arte. Eu me dedico ao projeto três vezes por semana, no mínimo. Me preocupo em oferecer aos meus leitores um material inédito e ainda me esforço para responder às inúmeras mensagens e comentários recebidos todos os dias.

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      Como você se inspira?

      Pode ser clichê, mas praticamente tudo me inspira. Tenho uma queda por dois assuntos: amor (no sentido mais amplo, não somente o relacionamento do casal) e liberdade. Não conseguiria explicar, mas isso me atrai bastante. Algum poeta ou escritor preferido? Arnaldo Antunes, Paulo Leminski, Mario Quintana, Robert Indermaur (pintor suíço que admiro), Art Spiegelman (ilustrador e castunista americano) e Ricardo Liniers (quadrinista argentino).

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      Fala um pouquinho sobre você. De onde veio, o que faz além desse projeto lindo?

      Eu nasci em N’Djamena, capital do Chade. Cheguei ao Brasil aos 12 anos e a partir da dificuldade na adaptação à língua portuguesa, comecei a observar a sonoridade e a grafia das palavras. Isso me ajudou muito e me deu condições para brincar com as letras e encontrar a minha forma de expressão artística. Durante o meu tempo livre caminho no Aterro e no Largo do Machado ouvindo música, de preferência as músicas da França e de Cabo Verde. Cartola e Paulinho da Viola são meus compositores preferidos.

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      E novos projetos? Já tem alguma coisa em mente? “Eu me chamo Antônio” continua?

      Tenho várias ideias, muitos planos. Mas acompanhar o lançamento de um livro é tão interessante, e sinto que preciso viver esse momento. Estou curioso para conhecer cada leitor, tudo é novidade para mim! E acredito que as pessoas que me apoiaram durante essa trajetória merecem minha dedicação.

      Nos vemos hoje lá? 😉

      21.11.13
    • clipe de domingo

      Chega a ser esquisito chamar M.I.A de cantora. Ela se formou na conceituadíssima Central Saint Martins College, em Londres, vendeu todas as peças da sua primeira exposição, foi responsável por capas de álbum de bandas conceituadas e até direção de videoclipes.

      E apesar de ter se achado mesmo na música (pra nossa sorte), a artista nunca abandonou sua característica multifacetada e lançou um livro autobiográfico que conta a história dela em fotos, colagens e muita arte! Pra sentir a veia artística da moça, é só soltar o play!

      http://www.youtube.com/watch?v=3Yuqxl284cg&list=UUQukyhPqB1ScInTe0dxj0Iw&index=1&feature=plcp

      E quando estava lançando o seu livro no MoMa, em Nova York, o projetor mostrou pastas no laptop da cantora com a palavra “Versace”. Questionada sobre uma possível parceria, a cantora confirmou, mas sem dar detalhes…

      Mistério no ar e só resta uma certeza: vem coisa muito boa por aí!

      02.12.12
    • retratos de bicicleta!

      A gente anda falando tanto de bicicletas por aqui que não podíamos deixar essa passar em branco – olha que projeto bacana:

      A dupla Stan Engelbrecht & Nic Grobler passou 2 anos na África do Sul e tirou 500 retratos de pessoas com suas bikes pelo país, ideia que vai virar uma série de livros chamada “Bicycle Portraits”!

      Dessas fotos, 165 vão parar em 3 livros, cada um com 54 histórias de sul-africanos que usam bikes. Quando o projeto começou, era um estudo sobre o meio de transporte usado pra se locomover de casa pro trabalho e também por que tão poucos sul-africanos optam por esse meio de transporte.

      Acabou que o estudo virou o retrato de um país através das bicicletas das pessoas que as usam todo dia <3.

      Detalhe muito especial: pra cada uma das histórias do livro tem um mapa feito em aquarela pela artista Gabrielle Raaff (vale clicar) indicando onde foi tirada a foto.

      Eles já aceitam encomendas, então corre lá!

      23.02.12
    • rio, foto, livro e etc

      Quem circula pelas ruas do Rio de Janeiro, com certeza já esbarrou com a galera do Rio Etc por aí. É só ver as pessoas que estão sempre com câmera na mão clicando os pedestres mais estilosos das calçadas da cidade :).

      Além de as imagens irem pro site, no ano passado foi lançado um livro com um apanhado das melhores fotos – que traduzem como ninguém a alma encantadora das ruas. Daí que um ano depois, tá na hora de lançar outra edição e sabe quem pode ajudar isso a acontecer? Você!

      Quem colaborar com o lançamento ganha homenagem da equipe do Rio Etc (um livro pra chamar de seu, sua foto no mosaico, agradecimento no livro, uma tarde de cool hunter com a equipe, visitinha em casa pra ver o guarda-roupa e até os cliques profissionais deles na sua festa – dependendo do valor doado)

      A cota começa com R$ 10 indo até R$ 3.000. Pra saber tudo com mais detalhes, clica aqui no site deles e dá uma olhadinha no vídeo!

      http://vimeo.com/30806065

      Se empolgou? Então, é só ajudar aqui. Se a união faz a força, tamos juntos! 😉

      09.11.11
    • história da maybelline

      Ontem a gente falou da variedade quase infinita de máscaras pra cílios da Maybelline, e aí a gente descobriu a razão pesquisando sobre o livro que conta a história da marca.

      Tudo começou em 1915, quando Tom Lyle ficou impressionado com a mistura que sua irmã Mabel fazia pra usar nas sobrancelhas e cílios: vaselina, pó de carvão e cinzas de rolha de cortiça queimada(!!).

      A partir desse truque, ele começou a desenvolver o que viria ser a empresa líder no segmento. Com o passar do tempo a variedade de produtos cresceu, e vira e mexe aparecem novidadinhas que a gente adora!

      Pra saber mais sobre o livro The Maybelline Story e turbinar sua biblioteca fashion, clica aqui na Amazon.

      29.09.10
    • amor em espanhol

      Jorge Bucay é um dos escritores mais queridos da Argentina (do México e da Espanha também!) e aí fica fácil adivinhar sobre o que ele mais gosta de escrever: amor.

      O escritor e terapeuta é autor de 9 livros, que ao todo já venderam mais de 2 milhões de exemplares, e veio ao Brasil pra lançar “Amar de Olhos Abertos”, pela editora Sextante.

      Hoje rola uma palestra com o autor, aqui no Rio, às 20h, no POP. #ficadica de programa pra quem curte as coisas do coração….

      16.09.10