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sua mochila está vazia

      Tag: indonésia

    • mochilão: ilhas da Indonésia

      bola_thailandia

      A gente ficou tão prosa com o nosso rolé por Bali, que resolveu dar a dica de outros dois paraísos além-mar, ali mesmo na Indo, e que aportaram no nosso coração. A primeira parada foi nas Ilhas Gili (Gili Trawangan, Gili Meno e Gili Air), três ilhotas que ficam na costa noroeste de Lombok.

      Gili---Egoiste

      No combo, tudo o que um bom arquipélago tem de ter: areia branquinha, mar azul piscina e pôr do sol incrível. Trawangan é a maior e o principal e bate-ponto de quem quer sombra, bons drinks e festa o dia todo!

      Gili---Reggae-Bar-(2)

      Por lá, vale dar uma caminhada (leva pouco mais que uma horinha pra rodeá-la inteira a pé — moleza!) e conhecer os vários lounges ao longo da praia. Pra ir parando, petiscando, bebericando…

      Gili---Paradise-Sunset-Bar

      COMO CHEGAR: Dá pra fechar um pacote de praticamente qualquer agência de Bali, que eles buscam de van e levam pro porto (pode ser em Padangbai ou Sanur), da onde saem os fast boats.

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      ONDE FICAR: Por lá tem milhares de hotéis, guest houses, hostels…Um hotel superbacana é o Vila Ombak , onde rola uma praia privativa com puffs na areia e serviço à beira-mar o dia todo.

      gili_parede_hostel

      O QUE FAZER:  Trawangan inteira é pura badalação. Entre os spots mais legais estão o Paradise Sunset Bar (onde toca um som mais house) e Reggae bar, que são perfeitos pra ver o pôr-do-sol (que morre atrás do vulcão de Bali). À noite tem banda de reggae top no Sama Sama.

      Gili - Egoiste (2)

      Outra dica bacana é fazer snorkel ou um cursinho de mergulho rápido em uma das ilhas (Air ou Meno) e alugar um stand-up ou caiaque, e ir remando até Gili Meno (que fica logo em frente a Trawangan).

      Gili---Vila-Ombak-(2)

      Pra galera mais sussa, também rola na ilha um cineminha à céu aberto, com telão e  puffs na areia. Curtimos! Os casais vão amar se hospedar em Gili Meno ou Gili Air, que têm uma vibe mais ‘lua de mel’ e estão fora do circuito badalação.

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      Nossa segunda parada foi em Nusa Lembongan, ilha no sudeste de Bali, que faz parte do arquipélago Pulau Penida, mas que poderia muito bem se chamar MUSA Lembongan (é a segunda ilha predileta da Ásia segundo o TripAdvisor).

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      O clima por lá é mais roots que nas Gili e a cereja do bolo são os mergulhos de snorkel e assistir as inesquecíveis cenas dos trabalhadores colhendo as algas na maré baixa pela manhã.

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      COMO CHEGAR: Os barcos saem do porto de Sanur, em Bali, e quase todas as agências de lá vendem tickets, que podem dar direito a barcos públicos, barcos rápidos públicos ou barcos particulares.

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      ONDE FICAR: Nusa tem algumas praias com vários tipos de hospedagens por todo tipo de preço. Uma praia bem bacana é a Jungut Batu, onde estão a maioria das pousadas. A gente ficou no Cocunut Beach resort, um hotel de chalés charmosos que dão vista pra praia toda.

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      O QUE FAZER: Além dos passeios de snorkel, que são imperdíveis, e do surf — que tem dois picos bacanas: Lacerations e Playground — a boa também é alugar uma scooter e explorar a ilha. Em três horinhas dá pra conhecer tudo.

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      Aproveitem o rolé de motoca pra ir até Nusa Ceningan, ilhota menor pertinho de Lembongan, e saltar da pedra do Blue Lagoon Cliff Jump, que dá pra uma mar azul turquesa de doer os olhos. SUPER divertido!

      Partiu? 😉

      12.12.13
    • mochilão: bali (parte 2)

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      Outro dia a gente mostrou por aqui um pouco da Bukit, península no extremo sul de Bali, recheada de praias paradisíacas (suspiro). Hoje, a gente coloca a mochila nas costas e vai dar um rolé pelo centro da ilha, um lugar para comprar artes, comer, rezar e – porque não – amar. Vem!

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      Saindo da Bukit, fomos rumo a Denpasar, capital da ilha (e porta de entrada), onde começamos a nossa jornada pelo ‘caminho das artes’ até Ubud. São 26 km de artes e artesanatos de todos os tipos – ourives, entalhadores, pintores, pedreiros, dançarinos – onde artesãos e artistas nos convidam a entrar em suas oficinas (algumas ficam a céu aberto mesmo).

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      De cair o queixo os quadros de madeira entalhada que demoram quase 80 anos (!!) pra serem feitos. Aliás, quem tiver um tempinho e quiser desenvolver habilidades manuais, pode até fazer um curso em uma das oficinas. É bem legal e de quebra você sai com um artesanatinho todo seu.

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      Subindo mais um pouco, nós desviamos o caminho em busca de conhecer um sonho antigo, a Green School. Uma escola com projeto sustentável, que ensina crianças e adolescentes além da boa e velha matemática e física de cada dia, a terem consciência ecológica.

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      Alunos e professores vem de todo canto do mundo só pra passar um tempo por lá. Pra visitar, basta agendar espaço em um dos tours diários. Atenção: ao ‘prédio’ principal com estrutura feita de 7 km de bambu. Sen-sa!

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      Nossa próxima parada foi Ubud, no centro de Bali, terra que também inspirou o livro “comer, rezar e amar”. Tem-de-ir: vale a pena passar alguns dias só para conhecer o Pura Besakih (ou templo-mãe), um dos maiores e mais antigos templos de lá (rolam cerimônias hindus o dia todo, é muito legal);

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      subir o Monte Batur com seu vulcão ativo só pra ver o nascer do sol; alugar uma bike e pedalar pelos terraços de arroz de Jatiluwih; e, por último, fazer umas aulinhas de yoga (além dos tratamentos holísticos ma-ra) no The Yoga Barn.Ufa!

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      Cereja do bolo: pra fugir um pouco da badalação e ficar com a alma lavada de verdade, a gente recomenda passar uns dias no Bali Silent Retreat, em Tabanan (pertinho de Ubud). O retiro de silêncio fica isolado no meio dos campos de arroz e tem aula de meditação e yoga várias vezes ao dia.

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      A cozinha vegetariana é tão incrível que merecia um post à parte. Aliás, reza a lenda que o lugar foi construído em cima de um Ashram antigo que pertencia à familia real de lá. Top!

      Dessas viagens pra se carregar no coração a vida toda. Terimakasih (obrigada), Bali! ♥

       

      04.11.13
    • mochilão: bali (parte 1)

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      Esse ano o nosso mochilão já passeou pelos cantinhos mais incríveis do planeta: Cartagena, Tayrona, Giverny… Hoje, o carimbo da vez vem de Bali, na Indonésia, onde a gente passou o último mês surfando em praias paradisíacas, assistindo a pôres-do-sol cinematográficos e fazendo massagens, muitas massagens.

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      Nossa primeira parada foi na península de Bukit, no extremo sul da Ilha. Quem ama praia, surfe (e surfistas hehe), vai adorar passar uns dias por lá. As praias de Pandawa, Balangan, Bingin, Thomas Beach, Greenbowl, Uluwatu, Impossible Beach e Padang Pandang, são in-crí-veis. Banhadas pelo Oceano Índico, têm areia clarinha e mar azul esverdeado prontos pro bom e velho dolce far niente.

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      Dica: alugue um parapente em Pandawa e sobrevôe as praias. A vista é sen-sa! Mas nem só de mar azul vive a Bukit. Os pôres-do-sol são atração à parte. O Templo de Uluwatu (Pura Luhur), por exemplo, fica bem na ponta do penhasco e o legal é chegar cedo, alimentar os macaquinhos (cuidado, eles são furtivos!) e assistir a uma apresentação de Kecak, a dança do fogo hindu – enquanto clica o fim de tarde, claro. 😉

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      Quem tiver num clima mais praiano, vale super a pena ver o pôr-do-sol de Balangan, onde na maré baixa, o sol ilumina os corais expostos, deixando céu e mar numa cor só – é lindo de viver! Ou tomar uma cerveja pós-praia no Single Fin, bar de surfistas em cima do penhasco de Uluwatu, que tem uma mistura de reggae, com peixinho e vista-de-cair-o-queixo – imperdível!

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      Ainda dá série “fim de tarde com peixe na brasa”, Jimbaran é uma vila de pescadores com barzinhos na praia, um ao lado do outro, onde dá pra se deliciar com lagosta fresquinha, camarões gigantes grelhados, caranquejos, lulas e etc. Delí!

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      Em tempo, três hotéis que valem a pena visitar na Bukit: Blue Point Bay Villas & Spa, dá pra pagar taxa e curtir a piscina infinito com vista pra praia de Uluwatu; o Ayana Resort & Spa, com o circuito Acqua Tonic, uma massagem de 2 horas na piscina de água salgada e o Rock Bar, bar nas pedras, com vista top e drinks idem!

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      E por último, Allila Villas Uluwatu, com design sustentável, é um dos hotéis mais bacanas de lá, tem um restaurante balinês que vale cada centavo de rúpia.. Curtiu? Semana que vem a gente vai viajar pro centro de Bali… aguarde! 😉

      23.10.13
    • tinha uma ilha no meio do caminho

      Uma não, três! E bem do ladinho de Bali. Não tão povoadas, não tão tomadas por hotéis e resorts, as Gili Air, Meno e Trawangan são uma caixinha de jóias na Indonésia e é lá que o nosso mochilão de hoje desembarca.

      As Gili são, pra muita gente, como Bali antes da invasão do turismo. Mais vazias, sem carros e motos, cercadas por uma franja de corais, com praias de areia branca e águas cristalinas.

      E ainda tem a  vista dos vulcões e montanhas de Bali e Lombok emoldurando a paisagem. Pra melhorar ainda mais (!), fazem a linha pra-todos-os-gostos, do tipo: alguma Gili vai sempre fazer a sua cabeça.

      Trawangan é a maior das três, e mais festiva, com barzinhos e uma baladinha zen-noturna. Gili Meno é calmaria total, e a Air é algo como entre uma e outra. E o melhor é que pra circular é super fácil: há barcos de sobra fazendo a ligação entre elas.

      E aí, partiu?

      COMO CHEGAR: Os barcos partem de Bali pra Lombok, e de lá pras Gili. Uma boa opção é pegar os chamados fast boats, que não fazem escala em Lombok. A viagem dura cerca de quatro horas. Um alerta é pegar barcos de agências, e prestar sempre atenção à lotação.

      COMO CIRCULAR: As ilhas Gili são planas, e dá pra circular no interior delas de bike. Outras alternativas são as carroças.

      QUANDO IR: Na estação das secas, que vai de abril a outubro. Mas o ideal mesmo é fugir da alta estação (julho e agosto), quando os preços triplicam.

      ONDE FICAR: A Vila Ombak Hotel, em Trawangan, é uma ótima opção. Fica na praia e não é cara. O Ombak Sunset também é bem legal, e consegue ser ainda mais barato.

      VISTO: O visto pra Indonésia é de até um mês e pode ser obtido ao chegar no aeroporto de Bali (Denpasar). Basta ter um passaporte com validade de no mínimo seis meses, passagem de volta e pagar uma taxa de permanência, que varia de acordo com o tempo de estadia.

      27.10.11