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sua mochila está vazia

      Tag: grafite

    • uma flora

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      Hoje é a vez de contar a história da Flora Didonet, jovem artista que começou de maneira delicada e modesta, mas já conquistou o amor do  Adoro. Estudante de Design da PUC Rio, Flora tem colorido as pessoas e o Rio de Janeiro com o projeto @umaflora!

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      Filha de pai gaúcho e mãe carioca, ela nasceu  em Mato Grosso, morou muito tempo em Macaé, e hoje encontrou o seu refúgio na casa do avô no verde do Alto da Boa Vista. A relação com a natureza sempre foi algo muito importante e esta ligação diária interfere na sua rotina, humor e energia!

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      Relação passada por gerações na família, já que Flora sempre fez viagens com os pais e os três irmãos pra destinos ecológicos, de onde são suas melhores lembranças da infância e a sua grande inspiração! O apreço pela arte também é influência da família,  principalmente pela mãe arquiteta, que desde o início patrocinou e estimulou seus riscos e rabiscos.

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      O novo projeto, Uma Flora, surgiu de um imprevisto em sua última viagem, um mochilão no Chile. Após ter furtada sua câmera e celular, Flora se viu sem meios de registrar os detalhes que encontrava pelo caminho e foi com o resgate do papel e das canetas que descobriu um novo olhar.

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      Ao longo do processo, ela percebeu que só a observação e ilustração não expressavam tudo o que ela sentia e foi daí que nasceu também sua poesia. Sensibilidade e inspiração que transbordam o papel! O feedback super positivo do público e o amadurecimento de seu personagem incentivaram vôos  maiores, como o uso de novas técnicas; a aquarela, a acrílica, a gravura e o grafite.

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      Com a ajuda do amigo Bernardo Martins, o Snitone, ela botou sua arte na rua! Ao  postar  nas redes sociais a identificação das pessoas foi ainda maior e a partir daí ela não parou mais. Sempre em busca de novos desafios,  Flora promete não se acomodar em uma só linguagem e estar sempre buscando melhorar e produzir novidades. Até por que, como ela gosta dizer “o final é apenas o começo!”.

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      Pra acompanhar as andanças e até mesmo garantir um exemplar é só acompanhar o instagram @umaflora e a página no facebook Flora Didonet.

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      E quem quiser conferir ao vivo é só ficar de olho nos muros pelo Alto da Boa Vista, Cosme Velho, Lagoa e Gávea!

      17.10.14
    • nos bastidores do art rua

      bola_artrua A gente foi espiar os bastidores do Art Rua, que abre daqui a pouquíssimo nos galpões do Centro Cultural Ação da Cidadania. O clima é de cheiro de jet no ar e correria pra lá e pra cá, com direito a trilha sonora regada a marteladas, ‘bips’ de rádios e toques de celular. Vem descobrir um pouquinho do que vai rolar! 😉

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      Na semana passada, o André Bretas, idealizador do evento, já tinha contado aqui sobre essa terceira edição: além das galerias onde as obras serão comercializadas, rola expô solo, pinturas de empena na rua e os super painéis criados por artistas daqui e de fora.

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      Por falar em painéis, a gente esbarrou com alguns artistas que vão participar dessa edição e aproveitou pra conversar um pouco. O Toz, nomes forte do grafite, contou que o painel dele puxa um pouco pro que ele já faz nas ruas do Rio e gira em torno do personagem ‘Insônia, o rei da noite‘, explorando contrastes de cores com influências de tribos africanas e da floresta tropical carioca.

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      A grafiteira porto-riquenha Ana Marieta, que tá no Brasil pela primeira vez, corria contra o tempo pra terminar o dela, ‘Los Pescados‘, cujo o conceito é apenas uma questão de ponto de vista:

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      “No meu painel, pinto três peixes diferentes. Ora parece que o menor está sendo devorado pelo maior, ora parece que o maior ajuda o menor a não ser fisgado. Eu sempre gostei de pintar animais, coelhos, répteis, pássaros… É a minha pegada.” conta a Ana.

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      Ah! E tem repeteco também, como o artista francês Seth Globepainter que está no Brasil pela terceira vez e vai registrar elementos representativos da cultura carioca: a favela, a mulata e o mar. Além de tudo, o espaço do Centro Cultural é incrível e a cara do Rio!

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      Animou? Então passa lá! De hoje até domingo, de 12h às 20h, o Rio é só arte! Ô sorte!

      11.09.14
    • farm entrevista: di couto

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      Foi numa manhã ensolarada de inverno carioca, que a gente foi conhecer (e acordar) a grafiteira Di Couto. Fofa demais, ela foi só sorrisos e deixou a gente bem à vontade pra fotografar o cantinho que ela divide com os dois irmãos. Gal Costa tocava “falsa baiana” ao fundo.

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      Ela cresceu em Itaipava com a família – os pais queriam um lugar onde os filhos pudessem brincar, soltar a criatividade, ficar perto da natureza e virar amigos do peito. Essa vibe meio roots tá espalhada pela casa, nas figuras de Ganeshas (ela é hinduísta), na irmã desencanada que tem uma banda de MPB e canta num coral africano, e no irmão, com pinta de menino do Rio e que trabalha no Tablado e cursa cinema. Mas vamos à Di:

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      Como você começou a desenhar?

      Comecei fazendo arte desde criança, meu avô é artista plástico, cresci na serra com ele. Podia passar o dia inteiro no ateliê vendo-o pintar. O trabalho dele é com aquarela, bem diferente do meu, mas eu amava cheiro de tinta e isso me atraía. Dessas coisas que não tem porquês, sabe?

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      E no seu trabalho você usa o quê?

      Tinta spray, pincel, rolinho e lambe-lambe. Na última expo eu resolvi criar composições usando fios de lã e papéis tingidos de café.

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      Conta dos seus pais…

      Meu pai é capoeirista e minha mãe é literauta, especializada em literatura criminal – ela estuda literatura de presidiários, raps… pessoas excluídas do sistema acadêmico. Com o tempo foi aprendendo que rap também é poesia. A influência do grafite veio muito por causa dela, desse meio dela. Eu comecei a conhecer a arte dentro desse contexto também.

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      Foi assim que rolou a transição pro grafite?

      Eu vim pro Rio fazer publicidade e não rolou. Daí, tentei desenho industrial, que foi mais minha praia. Comecei a fazer amigos, a entender melhor o grafite, o que era, quem era quem.  A primeira vez que saí pra pintar na rua foi com um amigo que é rapper, o Coé, e já levei pedrada. Mas me encantei e tenho infinitas histórias nesses últimos sete anos.

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      E as mulheres que estão espalhadas pelos muros do cidade, da onde vieram?

      Eu sempre fui obcecada pelo rosto feminino, olhares… É natural meu. Quando vi que nesse meio do grafite não tinha isso, não fiz muito esforço pra mudar ou adaptar minha identidade.

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      E seus últimos trabalhos?

      Esse ano fiz minha primeira exposição sobre tela, “Sobre outro olhar”, onde usei fios de lã, galhos, café… Uma experiência muito boa, onde eu fico mais tempo digerindo o trabalho – ao contrário da rua, que tem mais adrenalina, né? Foi minha primeira exposição solo. To começando a desenvolver meu trabalho pra esse lado de artes plásticas.

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      Fotos: Luiza Chataignier

      Participei também do Art Rua e do Art Basel, em Miami, no ano passado. Esse último também vou participar esse ano. Fora o lado comercial, desde pintar um painel pro Fashion Rio, até à participação na coleção Hanging Five, da FYI, e à parceria com o Spoleto, entre outras.

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      Quem quiser conhecer mais sobre a grafiteira de traços delicados, pode seguir o insta da moça, o flickr ou dar um rolé pela Praça General Osório, Hípica, Jardim Botânico, Arpoador, Fundição Progresso… e admirar os muros coloridos da Di. São lindos de ver!

      21.08.14
    • galeria – piá

      Abre hoje na Homegrown a expô Transborda – Málingua, do carioca Márcio Ribeiro, a.k.a Piá, cujo traço inconfundível povoa as ruas do Brasil todo. Vamos conhecer novos ângulos do artista, integrante do Coletivo de Graffiti Flesh Beck Crew, a partir de um novo ponto de vista, agora longe do concreto e perto do mato, morando em Lumiar.

      “Espero que estes trabalhos sirvam como um ligeiro mergulho pra dentro, que cada uma faça uma reflexão e uma viagem dentro de si mesmo. Tento tratar dessas questões com delicadeza e sobriedade. Talvez até uma pitada de humor.”

      De hoje até dia 2 de Agosto, vale conferir! 😉

      10.07.14
    • arte de rua na galeria

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      Uma dupla conhecida mundialmente, mas que é coisa nossa, os gêmeos Otávio e Gustavo Pandolfo abriram em São Paulo uma exposição inédita, cheia de cor e inspiração para quem curte arte urbana.

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       A ópera da lua” traz 30 pinturas, três esculturas, uma instalação musical e um vídeo-instalação 3D. Essa, que é a terceira exposição da dupla em solo brasileiro, abusa de outras técnicas além dos grafitis dos artistas já conhecidos das ruas por aí, trabalhando também esculturas e instalações.

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      Até 23 de agosto, a exposição acontece no Galpão Fortes Vilaça, mesmo local onde os artistas fizeram sua primeira exposição.

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      Aproveitando o tour, tem mais trabalho das ruas que foram parar dentro delas:

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      Na Galeria Zípero grafiteiro paulistano Zezão, que começou pintando galerias pluviais em São Paulo apresenta pinturas, uma instalação e objetos que discutem os limites da vida urbana, em obras criadas com materiais e objetos encontrados em esgotos, rios e córregos da cidade.

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      Hoje, dá pra achar os grafites de Zezão em muros, paredes de esgotos e viadutos de cidades como Nova York, Paris e Londres, entre outras.

      Vale a visita!

      02.07.14
    • galeria – acidum project

      Não se sabe onde começa o olhar da Terezadequinta, as mãos do Robezio, onde as cores dos dois se encontram, só sabemos que “simbiose” é a primeira palavra que nos vem a cabeça o trabalho do Acidum, projeto encabeçado pelo casal de artistas, nascido e criado em Fortaleza.

      A exposição “Resíduo”, que pode ser vista até o fim do mês na Barchef em Recife, é fruto da residência artística que o Duo vem experimentando em Olinda desde janeiro. Uma boa viagem por um mundo repleto de personagens encantados, belos detalhes… e amor.

      17.04.14
    • galeria – caminho do grafite

      Hoje, no Dia do Grafite, a nossa Galeria presta uma homenagem aos artistas do spray e ao poder transformador da arte urbana através do lindo projeto de Márcio SWK.O grafiteiro se reuniu aos projetos Santa Prazeres Tour e Galera.com, em ação patrocinada pela petroleira francesa TOTAL E&P, pra encher de arte os muros de 50 casas do Morro dos Prazeres.

      Um time de 45 feras daqui e da gringa foi escalado pra colorir a comunidade, num projeto que tem tudo pra virar referência e se espalhar por aí. Aqui um beijo e vai, um super obrigada a esses artistas, que nós passamos a admirar ainda mais!

      Marcelo Ment, MGA, Flip, Oreus (França), Does (SP), Dninja (SP), Rafael Hiran, MES (Alemanha), Phame (EUA), Dozetreze, Rafael Carvalho, Nitcho, Big, Anarkia, Bob, Life, BR, Toz, Villas, Blopa, Eco, Fins, Duim, Saile (Chile), Icone, Aira, Piá, Orion (Itália), akn, Meton, Chico21, Chivtz, Miau, Tarm, Ch2, Fame, plantio crew, Bella, Caze, Talitha, Rena, Bruto, Skoloct (Japão), Cove, Reiz, Vitor e Alander

      27.03.14
    • farm entrevista: airá ocrespo

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      foto: Dani Dacorso

      Há pouco mais de um mês o Rio é oficialmente apoiador do grafite, porque em janeiro o prefeito assinou o decreto “Grafite Rio”, que tem dado o que falar. Apesar de já colorir e inspirar o dia a dia das paisagens do carioca há décadas, só agora essa arte começa a ser reconhecida legalmente pela política. A notícia, no entanto, provocou rebuliço no meio artístico e levantou questões pra lá de polêmicas.

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      “Mas e a essência transgressora?”, “E precisa lá de decreto pra fazer arte?”, “Vai mudar alguma coisa?”. Entre questionamentos válidos e acalorados, chamamos o Airá (que já trabalhou com a gente na Casa de Verão) pra contar melhor essa história. “O decreto manifesta publicamente a importância que o grafite tem pra cidade. Isso pode render bons frutos pra nossa arte”, ele explica.

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      O cara tá na cena há anos e já espalhou muitas de suas ideias pelos muros da cidade. No Grafite Rio, ele participou das reuniões de formatação do projeto. Além disso,  é curador do GaleRio, que vai cobrir toda a linha 2 – de São Cricri até Pavuna – com grafite e promete se transformar na maior galeria a céu aberto do planeta.

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      São mais de 40km de arte pra quem enfrenta essa jornada todos os dias. Sobre o Grafite Rio, ele figura entre o grupos dos otimistas: “a médio prazo essa iniciativa pode transformar a gente em pólo mundial da arte urbana”. Se liga!

      Conta pra gente o que o decreto Grafite Rio significa.

      O Decreto é criado pra manifestar pública e oficialmente que o grafite tem grande importância pro Rio e principalmente pra balizar as decisões e procedimentos internos do poder público sobre essa arte. Ele também institui meios de fomentar a arte urbana na cidade, como através da liberação de determinadas áreas para a livre prática de grafite, dando suporte pra catalogação virtual da arte urbana pelo #StreetArtRio, com o projeto GaleRio que é uma plataforma de revitalização urbana por meio da arte e também com o apoio a um Conselho Carioca de grafite.

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      Qual a importância dessa iniciativa?

      É grande em vários aspectos, vai fazer com que os projetos de grafite sejam vistos com outros olhos em meio aos processos burocráticos de editais e autorizações da Prefeitura. Também vai permitir que os artistas urbanos tenham mais tranquilidade pra realizar suas ações, sem temer uma abordagem brusca da lei. Além disso vai potencializar um site que está mapeando a arte urbana na cidade permitindo que esta se eternize pela rede através do GaleRio. A iniciativa também ajuda a abrir um canal direto e desburocratizado de diálogo dos artistas com o poder público, através do Instituto Eixo Rio.

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      O que você acha da polêmica que foi criada em torno da novidade?

      Acho que a polêmica foi desnecessária, mas de certo modo ela é natural. As pessoas estão bem chateadas com a Prefeitura e por melhor que seja uma iniciativa tomada por ela, gera uma série de desconfianças. Além disso o grafite tem caráter transgressor e uma origem livre. Daí muita gente especulou achando que o decreto estava vindo para regular a ação dos artistas, o que não é verdade. Muito menos dizer o que é arte e o que não é, como até noticiado foi. Isso foi um equívoco, é o inverso da nossa proposta que é a de agregar valor.

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      O que você acha da aceitação arte urbana hoje no Rio?

      Eu vejo que é um movimento que está se consolidando, a cidade acata muito bem ao grafite. As pessoas passam e nos elogiam enquanto estamos pintando, pegam nosso contato, pedem pra tirar foto junto. E isso vai da Zona Sul ao extremo da Zona Norte ou Oeste. Pra citar um bom exemplo o Profeta Gentileza, que foi o primeiro grafiteiro da cidade, teve suas obras tombadas como patrimônio e o seu lema “Gentileza gera Gentileza” se tornou praticamente um slogan do Rio.

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      O que pode mudar com esse decreto?

      Nas ruas, influi pouco mais significativamente, pois melhora a visão que qualquer tipo de agente repressor possa ter em relação ao nosso ato. No próprio lançamento do decreto, foi enfatizado que o documento era um ato simbólico pra dar mais respaldo a ação dos artistas na prática e na hora de tentar conseguir apoio para realizar ações maiores. Mas olhando como um todo, creio que o decreto potencializa a cena do grafite do Rio e a médio prazo pode transformá-lo num dos maiores pólos dessa arte no mundo.

      Qual o cantinho do Rio que você acha mais a cara do grafite?

      A Lapa, porque tem essa atmosfera informal e despojada que o carioca possui e que é típica do grafite. A Lapa tem uma cultura de Rua muito forte e é um bairro que tem importância fundamental na história da cena por ser um aglutinador. Locais como a Fundição Progresso, por exemplo, já abrigaram movimentos estratégicos em diversos momentos.

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      Onde você vai mandar a sua próxima arte?

      A gente não planeja, as pinturas acontecem espontaneamente. Mas em março vai rolar a primeira fase do projeto GaleRio e eu estarei com uma equipe pintando próximo a estação do Metrô de Triagem. Criaremos um corredor cultural lá, vai ser uma grande empreitada. Fora isso eu tenho grandes trabalhos como por exemplo no muro da Usina do Asfalto, na Leopoldina, no muro do Museu Histórico Nacional, na Praça XV e na Lapa, no mural dos Boêmios em frente ao Circo Voador.

      Quais são as suas referências na hora H?

      Minha principal referência é a música, pois sou MC também e me ligo muito nas sonoridades e ritmos. Gosto de arte em geral, poesia, literatura, dança, performance… sou aberto a tudo que for bem criativo e original, pois gosto de inovar sempre. Meu traço caminha cada vez mais pra uma estética impressionista e essa é uma escola distante do grafite. Muitas vezes a moda e a publicidade também me inspiram, então eu procuro estar sempre antenado em tudo pra ir processando e produzindo do meu jeito.

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      O que mais falar? Viva o grafite! \o/

      10.03.14
    • arte, música e talento de sobra

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      Se você já olhou bem os muros pintados pela cidade da garoa, conhece um coelhinho simpático que vira e mexe tem a companhia de uma bonequinha de batom vermelho. Obras da Mari Mats! E no Dia da Mulher, que tal a gente saber mais sobre essa representante feminina num ambiente dominado por marmanjos?

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      Seja enfeitando os muros com seus personagens em preto e branco quase fofinhos, que parecem ter saído de alguma das animações de Tim Burton, seja mandando ver nas pick ups das festas mais legais de Sampa, a moça não para. Ah! E é muito provável que você a encontre por aí dominando o asfalto com seu skate ou sua bike sempre que possível.

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      Tudo começou quando a família se mudou para o centro da cidade, Mari tinha só 13 anos mas se encantou com a efervescência da cultura de rua, ficou de olho nos nomes do grafite que surgiam naquela época – e fez amizade com todos eles, claro- e, ainda no colégio começou a fazer seus próprios lambe-lambe espalhar pelos muros e postes da região central. Conclusão? Em pouco tempo Mats migrou pras latinhas de spray e a paixão dura até hoje. Sorte a nossa!

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      Ela contou pra gente que, até hoje, continua usando a vibe urbana como inspiração em tudo que faz e não para de pesquisar nunca. E assim seus sets e desenhos vão conquistando cada vez mais espaço e as parcerias e novidades surgem no ritmo dela: tudo ao mesmo tempo agora.

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      Mari anda assinando caderninhos do Cuttin Studio, shapes de skate, louças da Greghi Design (novidade quentinha que ela contou só pra gente 🙂 ) e telas disputadas pelos colecionadores de street art. E como se tudo isso não bastasse, ela deixa o convite pra mais uma edição da festa Boombass que rola dia 29/03.

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      Ufa! Respira e segue o mapa do tesouro pra acompanhar os passos dela: aqui e aqui tem o lado dj, aqui e aqui tem arte e mais arte, e aqui tem agenda e news em primeira mão.

      08.03.14
    • a rua é nossa

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      Que o grafite é a mais nova paixão nacional, a gente já sabe. E morre de felicidade cada vez que uma iniciativa bacana aparece na área. Como essa que acaba de surgir da união da Perestroika com o Instagrafite, o curso RUA.

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      Vão ser 10 aulas, com feras da arte de rua, como William Baglione, ISE, Mundano, Nove Digitalorgânico, Binho Ribeiro, Speto, Chivitz & Minhau, Cranio e Sipros, que apresentam estilos e até mindsets diferentes, e vão mostrar a arte de rua como fonte de inspiração e desejos contemporâneos para quem anda com vontade de saber mais sobre o assunto.

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      E uma grata surpresa promete fazer da última aula uma experiência inesquecível, o austríaco Nychos , indicado como um dos 10 artistas que vão brilhar em 2014, vem fazer uma participação especial a convite da Montana Cans.

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      Por enquanto, o curso vai rolar só em SP, mas a torcida já é grande pra que a ideia se espalhe por aí 🙂 Vamos pedir?

      04.02.14
    • as ruas falam

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      Bilhetes, cartas e declarações de amor se espalham pelas ruas, é só dobrar qualquer esquina de qualquer caminho pra encontrar uma palavrinha que seja.

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      Anônimos, apaixonados, gente como a gente, quem são as pessoas que espalham bilhetes abertos pra quem quiser ver?

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      E guardar, como é o caso da nossa colab e dona do Say it loud (que a gente segue e ama) Carol Delgado. A moça vem colecionando os escritos mais queridos que encontra No Olho da Rua, e nós estamos acompanhando de perto o que suas ruas falam.

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      E também vamos de quebra colecionando afetos pela cidade.

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      Sempre bom encontrar aquele grafite “familiar” pelas ruas do nosso entorno, enigmas urbanos, mensagens cifradas…

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      … recados que caem como uma luva!

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      fotos: Carol delgado/as ruas falam

      Por ruas cada vez mais tagarelas, por mais criatividade, poesia, simpatia, e amor, por favor!

      29.01.14
    • a Nóia

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      Designer, apresentadora, futura jornalista, curiosa e paranoica, essa aqui é a Lynn Court, mas pode chamar ela de  Nóia.

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      Conhecida nossa de longa data (desde a época em que pintava pranchas de surf na nossa loja de verão em Maresias — quem lembra?), ela tem dado pinta em um monte de publicações por aí — é um tal de Nóia na TV, Nóia no Youtube, Nóia na revista… Tanto que a gente correu pra saber mais sobre a moça.

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      Criada em um ambiente familiar artístico eminente (o pai é cantor inglês e a mãe é estilista brazuca), a Lynn já nasceu com jeito de quem entende do riscado. E  foi por conta do jeitinho de carioca descolex e dos desenhos com pegada anos 70 meio lisérgicos, que um amigo de infância, o grafiteiro Meton, sugeriu que ela passasse os traços do papel pros muros da cidade.

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      Do primeiro muro grafitado, ali pertinho do Baixo Gávea, surgiu a Nóia, apelido recebido por conta da sua personalidade ligada-na-tomada. Faz o tipo que não para nem pra um cafezinho e tá sempre curiosa, inventando moda… “Curto ir à expo e levar camêra e microfone pra entrevistar as pessoas, filmar o público, ouvir opiniões…”

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      A curiosidade acabou virando coisa séria quando em uma das reuniões do escritório de design em que trabalhava foi convidada pelo canal Woohoo pra fazer programa de arte pra chamar de seu. Sem entender nada de TV, lá foi ela participar das criações de pauta, produção e, claro, da apresentação (a gente contou que o programa também se chamava Nóia? tcha-rãm!).

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      De lá pra cá, não parou de musar TV adentro, criou pilotos pra alguns canais, apresentou programa sobre música e cinema (rolou até um infantil), cobriu festivais de rock pelo Multishow e o festival Art Rio para a Globo, além do Art Rua pelo canal do Youtube da marca Spoleto.

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       Fotos: Luiza Chataignier

      Aliás, a Lynn acabou de assinar umas latinhas ma-ra em parceria com a marca, além de dar novo colorido ao escritório deles. Fora customização de peças para desfile, criação de estampas para o Casa Cor, aulas de grafite para crianças na Hípica… ufa!

      Quem quiser uma assinatura da Nóia na parede pode achar ela pelo insta @lynncourt ou pintando algum muro da cidade. Sempre falando de arte, claro 😉

       

      23.12.13