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sua mochila está vazia

      Tag: fotografia analógica

    • feminino, selvagem e analógico

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      Depois de fazer um estudo fotográfico de Copacabana e seus sentimentos, a fotógrafa Juliana Rocha, amiga do adoro e editora de imagens do RIOetc se aventurou numa nova experiência: a fotografia analógica. E hoje, a partir das 19h, no Complex Esquina 111, a gente pode ver de perto um pouco do muito que essa história rendeu.

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      A Ju conta mais: ‘Beira é um estudo fotográfico sobre a relação de desejo e – ao mesmo tempo – repulsa entre o corpo e o mundo; a ânsia de pertencimento que termina por nos demarcar ainda mais as fronteiras. Eu sempre acabo envolvendo questões existencialistas em quase tudo que faço, tenho um olhar obcecado sobre o ser e sobre a sua relação com o mundo. Nessa série meu tema envolve um ‘selvagem’ feminino, que é recheado de simbolismos’.

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      “Trabalhar com analógico é trazer o processo da produção de uma imagem mais pra perto de si. A imagem começa a ser construída com a escolha do filme, a decisão sobre alguma interferência na escolha do iso e o processo de revelação é maravilhoso. Parte dessas fotos foram reveladas na casa de um amigo que tem um lab improvisado pra filmes pb, então foi possível interferir até nessa etapa.”

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      “O processo de revelação é algo novo pra mim, mas eu me sinto uma criança que descobriu um novo brinquedo, sabe? É tudo muito mágico. A minha expectativa é mergulhar ainda mais nessas questões e conseguir produzir futuramente um material mais conciso e mais conceituado filosoficamente. A investigação só começou”.

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      É lindo ver a fotografia analógica voltando com tudo e uma galera bacana fazendo arte com ela. A gente, claro, fica supercuriosa pra ver o resultado de perto. Então partiu? Chama os amigos e confirma presença aqui no evento. Nos vemos lá! 🙂

      11.08.15
    • itália analógica

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      Em maio a fotógrafa do adoro, Luiza Chataignier, deu um pulo na Europa pra curtir uns dias com a irmã que tá morando por lá. O roteiro incluiu Cinque Terre, região na Costa da Itália, banhada pelo Mar da Ligúria. Na mala, além de biquíni e óculos de sol, uma câmera analógica Pentax K1000 – o resultado dos cliques a gente mostra neste post lindão!

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      “Sempre tive um chamego especial com o analógico, desde a minha primeira câmera que foi uma Polaroid, até as câmeras lomos e agora na minha aula de fotografia na Rocinha onde meu projeto é em laboratório. Com a demanda de trabalho digital no dia a dia eu acabo não fotografando tanto quanto eu queria com analógico, então as viagens são os momentos de deixar a digital de lado e aproveitar o olhar mais seletivo do analógico”, contou a Lu.

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      “Com o analógico a gente pensa melhor o que deseja captar, é realmente um desafio em tempos de domínio do digital, smarthpone, etc. A espera para revelar as fotos e a surpresa no resultado são outros ingredientes deliciosos, um teste de paciência e imaginação! Essas duas fotos acima foram tiradas no vilarejo de Monterosso al Mare, e foi nosso primeiro contato com praia após 10 dias incríveis de carro pela Itália das cidades muradas, dos museus e de muita estrada, chegar no mar foi o corpo pedindo aquele dolce far niente”.

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      “Na saída da estação de trem de Riomaggiore, a última das cinco terras, tem esse lindo mosaico pintado à mão. Em Manarola, um dos vilarejos que não tem praia, dá pra fazer uma trilha que tem uma vista incrível da costa (foto da bola) e essas flores lindas ao longo do caminho. Os portos de lá, que são muito tradicionais da região renderam fotos especiais também”.

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      Em Bonassola, um outro vilarejo na área, mas fora das conhecidas Cinque Terre, tinha essa praia de pedra, longa e bem mais vazia por ser menos turistona. A cidadezinha é um charme, bem de interior só que na praia, com vários cafés, sorveterias e pizzarias”.

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      Outra coisa imperdível são os cadeados da Via dell’ Amore, uma famosa trilha por lá que atualmente está fechada pra manutenção, mas é super tradicional e é onde os casais colocam cadeados com suas iniciais, escrevem nas paredes, deixam fotos, etc. Reza a lenda que se você colocar um cadeado com o nome da pessoa amada, você sela o amor para sempre; vai saber, né?”

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      Obrigada por dividir as dicas e as fotos com a gente, Lu. 🙂 Agora pra ficar ainda mais por dentro do trabalho dela, corre aqui!

       

      29.07.14
    • rapadura pra ver

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      Um monte de gente bacana criando um monte de coisas bacanas, bem que a gente podia definir assim a Companhia Rapadura. Tem zine, tem foto, tem exposição, tem eventos legais e o que de bom aparecer sobre imagens, design e criação.

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      A fotografia fez a ponte: o coletivo surgiu no começo de 2012, a partir de contatos do Flickr. A ideia era juntar gente com vontade de criar, aprender e fazer acontecer. Deu muito certo, e hoje a Companhia já conta com mais de 10 integrantes e não para de inventar.

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      A partir de de hoje, eles integram o time da coletiva “Arte em Campo”, na Galeria Central, em Sampa, que vai mostrar uma seleção de novos talentos brasileiros, além do futebol. A mostra fica em cartaz até o dia 13 de julho.

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      A gente recomenda a visita e, claro, recomenda também não perder essa galera de vista – fica aqui a página no facebook e o tumblr 😉

      11.06.14