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sua mochila está vazia

      Tag: floripa

    • se tu quer, vai lá e faz!

      Uma vez me disseram que Floripa é uma cidade onde ou você fica e faz acontecer, ou você vai embora e acontece. Por aqui, a indústria criativa não tá tão consolidada como no Rio ou em São Paulo, e é difícil conseguir apoio e engajar a comunidade. Vemos grandes festivais de arte, de cinema e de música nos estados vizinhos, mas poucos deles visitam as terras manezinhas. Mesmo assim, não desanimamos.

      Uma prova disso é o Parque Gráfico, uma feira de artes impressas independentes que aconteceu nos dias 19, 20 e 21 de maio. Apesar de já existirem outros eventos similares na cidade, como no caso da Feira Flamboiã e da Projeto Armazém, até pouco tempo não existia uma feira de maior porte, que acolhesse artistas com uma linguagem mais popular

      A Parque Gráfico nasceu da vontade da Camila Petersen (26) e do Thiago Vieira (28) de incluir Florianópolis no mapa brasileiro das feiras de publicações independentes. Além de destacar o trabalho de artistas locais, o evento também convida artistas de outras cidades pra compartilhar conhecimento – tanto que o Parque Gráfico também oferece oficinas, que extrapolam o espaço expositivo e favorecem a troca de ideias.

      "Muita gente vem aqui com vontade de fazer uma publicação, mas não sabe nem por onde começar. Então, elas fazem as oficinas e já saem com alguma ideia, produzindo. Isso ajuda a fomentar a produção local”, explica Camila. 

      Esta foi a segunda edição da feira. Dos 60 expositores, apenas 15 eram repetentes. "O foco da segunda edição são novos artistas ou artistas convidados, que estão começando a se arriscar nesse universo das artes independentes, que nunca expuseram em eventos assim ou muito pouco, ou que só expuseram em eventos pequenos. Ou seja: gente que precisa de um empurrãozinho". 

      Mas por que dar abertura pra artistas que “ninguém conhece”?

      A Parque Gráfico encoraja a diversidade de temas. Aqui não há filtros de editora, nem de mercado. Durante a seleção, o trabalho é avaliado pelo seu conteúdo. Eu mesma participei desta edição como expositora, com o projeto Lunares, no estande do Bendita, um coletivo feminino de arte. Na mesma ao lado, o designer gráfico Pedro Brucznitski (25), e a Julia Brustolin (26), fundadora da Brustozines, apresentavam zines, desenhos e adesivos com temáticas sobre o universo LGBT. Na mesma fileira, a Brunca Grannuci (32), autora de colagens políticas e lisérgicas, também expôs seu trabalho numa feira grande como esta pela primeira vez. 

      Pra Ju e pro Pedro, foi uma oportunidade de falar sobre temas que ninguém quer (ou tem coragem de) falar: desde sexo virtual à reprodução de homofobia e machismo dentro da própria comunidade gay, assim como a representatividade lésbica. Já a Bruna descobriu nas colagens uma forma de manter-se criativa em paralelo à maternidade.

      A primeira edição da Parque Gráfico foi em maio de 2016 e foi viabilizada pelo Edital Elizabete Anderle, criado pelo governo catarinense pra fomentar iniciativas culturais locais. Porém, pra segunda edição, a Parque Gráfico teve que contar com recursos próprios e com o apoio de outras pessoas que acreditam na proposta e no potencial do evento – lembra que eu comentei, no começo do texto, que aqui em Floripa ou você vai ou você racha?

      “Em 2016, o edital Elizabete Anderle não abriu. Aí, eu comecei a ir atrás de patrocínio privado, mas não consegui apoio.. Quando eu me deparei com essas dificuldades, eu lembrei que muitas das iniciativas culturais que começam aqui em Floripa, depois de um tempo, morrem ou deixam de ter periodicidade. Parece que não é tão sério assim. Então, vejo isso como um investimento."

      Será que teremos mais edições da Parque Gráfico nos próximos anos? Espero que sim! E espero que a comunidade e os novos artistas frequentem cada vez mais estes espaços.Quanto mais pessoas participarem, maior será o apoio – e quanto maior o apoio, mais produções autorais nós teremos. Assim, quem sabe, Floripa será reconhecida, também, pelo seu potencial criativo.

      (Obrigada, Evelyn Vereen, pela parceria de sempre e pelas fotos deste post! )

      14.06.17
    • natureza de Floripa

      Floripa é uma cidade muito conectada com a natureza. Do sul ao norte da Ilha encontramos diferentes cenários e, pra quem é facilmente maravilhadx como eu, até mesmo a fila de carros na Beira Mar nos horários de pico se torna palco de espetáculos – é sério, o pôr-do-sol visto de lá não decepciona!

      Já pra quem curte trilhas, a Lagoinha do leste é aquela que todo mundo tem que fazer pelo menos uma vez na vida. Dá para ir pelo Pântano do Sul, que é o caminho mais rápido e não tão difícil, ou pelo Matadeiro, que é o caminho mais longo e mais difícil – porém, tem um visual do costão que é l-i-n-d-o!

      Também existem trilhas mais leves como a da praia do Gravatá ou da Costa da Lagoa, e o bom é que no fim de toda trilha você encontra o mar ou uma cachoeira. 

      No Morro da Mole, que leva à praia do Gravatá, a galera costuma saltar de asa-delta e parapente. Um pouco antes, na Lagoa, dá pra passear de caiaque ou de stand-up e curtir as pequenas "praias secretas" pela encosta. 

      Seguindo em direção à Barra da Lagoa, temos o Projeto Tamar, que há 35 anos cuida de tartarugas marinhas. Vale a pena ficar de olho nos dias de soltura!

      E pra quem gosta de debates, vai rolar na UFSC, até o dia 05/06, a Semana do Meio Ambiente, com direiro a palestras, visitas técnicas, exibições de filmes e muito mais. Vamos? 


       

      07.06.17
    • mulheres com sotaque: Flávia Person

      Todo mundo conhece alguma história que merece ser compartilhada – mas nem todas as histórias são compartilhadas por todo mundo. Em 2016, a cineasta Flávia Person lançou o documentário "Antonieta", que conta sobre a trajetória da primeira mulher negra a assumir um cargo político no Brasil, Antonieta de Barros.

      Antes de se tornar deputada, Antonieta foi professora, escritora e jornalista. Sua mãe, Catarina, trabalhava como lavadeira para a família Ramos, uma família com tradição política aqui em Santa Catarina. Sim, Antonieta nasceu em Florianópolis, mas sua história é pouco (re)conhecida por aqui.
       

      Não por menos, a Flávia teve bastante dificuldade em coletar materiais para montar o filme:"Não encontrei nada sobre a Antonieta na Casa da Memória. Num dos colégios em que ela deu aula, me disseram que não tinham acervo. Encontrei algumas imagens no Museu da Escola Catarinense, onde ela também passou boa parte da vida lecionando. Aí eu pesquisei de novo na internet e achei uma fotografia dela com a mãe e a irmã. Eu nunca tinha visto aquela foto! Estava no blog de um cara que se dizia sobrinho neto dela, Diógenes de Oliveira. Mandei um e-mail e esperei uns 5-6 meses pela resposta. Quando o filme estava quase pronto, ele me retornou e disse que ia na casa do pai dele ver o que tinha. Me mandou 20 imagens inéditas que estavam num baú! Muitas delas foram para o documentário, mas outras ainda não foram publicadas."

      E tem mais! As imagens em movimento que aparecem no filme são da década de 40 e pertencem a uma família alemã tradicional daqui da Ilha. Foram encontradas pela Flávia no acervo da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e são as únicas daquela época que se tem registro – pasme! 

      Mas por que a história de Antonieta de Barros merece ser compartilhada?

      Ao contrário de São Paulo, terra Natal da Flávia Person, uma cidade cosmopolita e multicultural, Floripa não aceita ou não agrega culturas diversas. Aliás, por aqui, o próprio entendimento do que é cultura é limitado e se restringe ao tradicional. "Parece que o poder público se contenta com o fato de ser uma cidade de praia. Florianópolis tem uma cena de rap muito forte no Centro, como o Batalha das Minas, por exemplo. Mas, essa iniciativa não é encarada e valorizada como cultura por todos", explica. "Falta entender o quanto ela [a cultura] é transformadora e importante na vida das pessoas". Parece que muita gente pensa que cultura é apenas uma opção de entretenimento e não a expressão da sua identidade.

      Precisamos desconstruir nossos moldes, formar público. “Não dá para esperar que as pessoas, de uma hora para a outra, depois de terem sido educadas pelo cinema hollywoodiano, gostem de um filme mais lento. Elas não vão aceitar porque não é o que estão acostumadas a consumir. Aqui em Floripa, a Luíza Lins com a Mostra de Cinema Infantil e o FAM [Florianópolis Audiovisual Mercosul] já tem um trabalho bem bacana nesse sentido; algumas sessões dos festivais são destinadas às crianças e eles buscam elas nas escolas e tudo isso é formação de público.”

      Outro ponto que dificulta este entendimento do que é cultura é o próprio acesso. Floripa foi construída a partir de pequenos povoados e até hoje permanece segregada. Quem mora no sul da Ilha dificilmente frequenta o Norte, mesmo porque o transporte público deixa a desejar. "Até para produzir e organizar eventos é difícil".

      A Antonieta lutava pelos direitos das mulheres, pelo direito à educação e também pelo reconhecimento das suas origens. "É como se a cultura negra de Florianópolis 'não existisse, mas existe sim – e muitas pessoas, assim como ela,  trabalham para o reconhecimento dessa identidade na Ilha. Eu senti, enquanto produzia o filme, que a história da Antonieta era para ficar guardada, muita gente não tinha interesse em apoiar".

      É por isso que as políticas públicas de incentivo à cultura são essenciais. "Graças a elas é que as pessoas conseguem produzir – inclusive o filme Antonieta, eu fiz porque foi selecionado no Edital Catarinense de Cinema. Os editais ainda não uma das formas mais democráticas de fomento às produções culturais porque você é avaliado por uma equipe técnica especializada e não por uma pessoa sem base", falou Flávia. 

      Porém, quando o filme foi concluído, a Flávia teve que recorrer a uma campanha de crowdfunding para produzir DVDs do filme e distribuí-los. Talvez você esteja se perguntando: "Mas quem faz DVDs hoje em dia?!". Para que todos tenham acesso a história de Antonieta não podemos ignorar as condições em que muitas das escolas do nosso país estão. "Muitas escolas têm no máximo um aparelho de DVD, uma televisão e olhe lá! Não dá pensar que todas terão uma internet ótima!". Aliás, a maioria das pessoas que apoiaram a campanha de financiamento coletivo foram mulheres, educadores ou pessoas ligada ao movimento negro.

      O documentário, traduzido para o inglês e para o espanhol, já foi exibido em festivais nacionais e internacionais. Sua estreia neste meio aconteceu no Festival de Ouro Preto, em junho de 2016. Porém, a  primeira exibição do filme foi em novembro de 2015, nono Museu da Escola Catarinense, em Floripa, onde Antonieta de Barros foi professora e diretora. "Ela passou muitos anos da vida ali, há uma relação de afeto com o espaço. Foi emocionante!". Para este dia tão especial, a Flávia convidou mulheres da AMAB (Associação das Mulheres Negras Antonieta de Barros), uma entidade composta por professoras com trajetórias dentro das comunidades onde vivem.

      Além de produzir o filme, a Flávia também pretende construir um memorial para a Antonieta de Barros. "Eu vou lutar por isso, para que exista um lugar que reúna todas as informações sobre ela. É o mínimo que ela merece!".

      Flávia Person iniciou sua trajetória no cinema na Universidade de São Carlos, onde estudou Imagem e Som. Veio para Floripa há 9 anos, motivada pelo amor. Desde o começo sabia que o mercado cinematográfico de SC é pequeno e que tinha um belo desafio pela frente. Ela também é vice-presidente do Fundo Municipal de Cinema de Florianópolis e participa do Cores de Aidê, um bloco de Carnaval composto apenas por mulheres.

      Mas não é só em Santa Catarina que a indústria criativa é desafiadora – principalmente para as mulheres. Depois de presenciarem episódios de desrespeito em festivais nacionais por parte de colegas de profissão, as mulheres do mercado audiovisual brasileiro criaram um grupo no Facebook que funciona como uma rede de apoio, onde elas divulgam vagas de trabalho e discutem questões da profissão.

      "Hoje, quando eu vou num festival, presto atenção em quantos filmes que estão sendo exibidos foram produzidos por mulheres, quantas mulheres estão no grupo de jurados e no grupo de seleção de projetos que vão para os editais. Isso é importante porque muitos homens não estão acordados, não são sensíveis para as questões que envolvem a mulher, por temas que fazem parte do nosso universo."

      Mas as iniciativas feministas que vemos na indústria do cinema e na indústria criativa como um todo são animadoras! Inclusive a Flávia vê, na Antonieta, um modelo para ser seguido por toda a vida. "Ela é uma ruptura para nos espelharmos e ganharmos força. Se ela conseguiu, a gente também pode! É uma história importante de ser compartilhada para termos fé e continuar."

      Fotos: Divulgação. Pra comprar o dvd do filme, clique aqui.
       

      10.03.17
    • folia e calmaria em floripa

      No ano passado, eu, literalmente, pulei o Carnaval. Como uma boa canceriana, me escondi na minha concha, aproveitei a pausa e "olhei pra dentro". A gente se esquece, mas de tempos em tempos precisamos varrer pensamentos, tirar o pó de antigas ideias, dobrar e guardar (e, às vezes, jogar fora) aquilo que já passou.

      2017 veio e, com ele, mais um olhar introspectivo. Só que desta vez eu não olhei pra mim, e sim pras minhas raízes. Fui pra rua, pra areia e pro mar, intercalando folia e calmaria, dia-sim-dia-não, em Florianópolis.

      O Carnaval de rua é um movimento essencialmente popular – e desde o início foi julgado por aqueles que "não se misturam". Como toda cria selvagem, há quem tente engomá-la: me espantei quando, no primeiro dia, fui pro Centro prestigiar o Maracatu Arrasta Ilha e dei de cara com uma estrutura, que lembrava uma “catraca”, em frente à Escadaria do Rosário. A reação de todo mundo que passava por ali era a mesma: "pode entrar?", "tem que pagar?". Não entendi.

      Ainda bem que a concentração do Maracatu estava há poucos metros dali: subindo as escadas, na frente de uma Igreja, os batuques começaram sem pedir licença. Neste Carnaval, o Maracatu Arrasta Ilha completou 15 anos de sinergia entre as batidas dos tambores e aquelas que vem do coração. Nas ruas onde quase todos os dias passo caminhando, dancei.

      No segundo dia bateu uma lomba (preguiça ) e aproveitei pra relaxar e colocar a leitura em dia, debaixo da sombra das árvores. Tem um parque perto da minha casa que finjo ser o meu quintal 

      Já o terceiro dia foi metade-metade: primeiro praia, depois festa. Fui no Matadeiro, um dos lugares mais mágicos da Ilha – desta vez teve até eclipse solar! Na beira da praia existe um sebo com mais de 300 títulos. Vigiando a coleção, existe uma gata que, de vez em quando, dá uma voltinha na areia pra socializar.

      À noite, assisti um pedaço do Cores de Aidê, um bloco só de mulheres daqui de Floripa. O Aidê clama, através do samba reggae, por respeito, união e liberdade. Nasceu no Morro do Quilombo, em fevereiro de 2015, com composições próprias e hoje já soma mais de 200 mulheres de diferentes etnias. Além de ensaios abertos, elas também oferecem oficinas todos os sábados na sede da Escola de Samba Copa Lord.

      No meio do agito, não consegui tirar nenhuma foto mas o Cores de Aidê me autorizou a trazer algumas da fanpage do projeto pra cá (obrigada!).

      Quarto dia, adivinhem? Lomba! Mas, no quinto dia teve praia e fervo (ou seria, fervo e fervo?). Fui na praia do Campeche sintetizar vitamina D e, mais tarde, numa das minhas festas preferidas de Carnaval: a Salão, que começa nas ruas do Centro e termina dentro do Blues Velvet, um bar LGBT que frequento há uns 10 anos. Sabe aquele casinho de amor das antigas que você não quer largar? Então! Tocaram vários hits de pagode e axé dos anos 90. Quando a música acabou, o pessoal continuou na rua, cantando e dançando. Foi lindo! 

      Agora o Carnaval foi embora, deixando um gostinho de saudade, descobertas e desejos. Deu vontade não só de acompanhar, como também, de algum modo, fazer parte. Todos os movimentos carnavalescos que vemos pelo Brasil não são meramente decorativos. São momentos de troca e de vivência. São manifestações das nossas origens, da nossa criatividade, do lúdico, do sensível e daquilo que queremos pro futuro. Deve estar acessível pra todos. Deve incluir todos. A diversão é recompensa.


       
      03.03.17
    • mimos em floripa

      Desde o dia 11 tá rolando uma ação muito especial pra mimarmos ainda mais as clientes que vêm nos visitar no Floripa Shopping: o “Hoje é dia de Shopping”. Quem passou por lá, reparou que tem um monte de delicinhas na loja.

      E como amanhã é o último dia, preparamos algumas surpresas especiais e estão todas convidadas! Vai ter DJ tocando música boa de 16h às 20h e as clientes que comprarem acima de R$ 500 ganham um guarda-sol exclusivo da FARM* 🙂

      *enquanto durarem os nossos estoques

      13.08.10
    • Se a FARM fosse uma música…

      Hoje é segunda-feira, dia de uma preguiça danada depois de um final de semana com muito sol, praia, blocos e shows. Dá até vontade de esticar, pedir férias, colocar um ipod no ouvido e saí­ por aí­.

      Pensando nisso, a gente preparou um ví­deo para você ver, ouvir e começar a semana pegando mais leve.
      Estressou? Volta no blog e assista de novo ao ví­deo. Chefe brigou? Adoro! Mas adoro do blog, tá?! Quem sabe você manda o link da gente para o seu chefe?! Adoro!

      09.02.09
    • Sexta é dia de se maquiar…

      Geralmente í s sextas-feiras, direto de Jurerê Internacional, a gente tem dado dicas para você de como usar acessórios. Mas amanhã a dica é de beleza.

      Adiantamos que será um passo-a-passo bem bacana sobre uma maquiagem para você usar í  noite.

      E já para entrar no clima assista ao ví­deo acima com a Letí­cia Montandon, vendedora da FARM Jurerê, mostrando como o menos pode ser mais.

      05.02.09
    • Para entrar no clima…

      Já é carnaval. Oficialmente ele começa no dia 21 de fevereiro. Mas quem mora no Rio sabe que já tem bloquinho para tudo quanto é lado.

      No próximo sábado tem Spanta Neném na Lagoa (12h) e Imprensa Que Eu Gamo em Laranjeiras (14h). No domingo tem Escangalha com Bagunça Meu Coreto, também em Laranjeiras, a partir das 15h.

      E sabe o que a gente quer? Que você se divirta muito e se inspire no Zé Carioca para cair na folia. Faça com que o espí­rito dele – do bom malandro, que adora um samba, de estar com amigos e de bem com a vida – tome conta de você e contagie a cidade.


      Vivi, vendedora da FARM de Jurerê, em frente a loja dando pinta de Zé Carioca

      Abaixo, mais Zé Carioca para você se inspirar! “Sorria, meu bloco vem, vem descendo a cidade, vai haver carnaval de verdade, o samba não se acabou…” (João Nogueira) Viva!

      04.02.09
    • Pra chuva parar de molhar o meu divino amor…

      O verão está aí­! E nesses dias abafados de calor quase sempre cai um pé d’água no fim de tarde. A gente sempre acha que a chuva não vem, mas do nada ela aparece.

      Sabendo disso, a Julia, nossa gerente em Jurerê, tem sempre í  mão um guarda-chuva; com estampa de passarinhos da FARM, claro.

      E sabe de uma coisa: fica o maior estilo sair com ele no meio da chuva, ainda mais como Julia está aí­ na foto acima, com canga usada como se fosse uma bermuda saruel (alguns posts aí­ abaixo tem o ví­deo com toda a explicação de Julia de como fazer a transformação fashion “canga-bermuda”; assiste lá que vale muito a pena!).

      Assim, dá até para cantar Jorge Ben: “Chove chuva, chove sem parar…”

      03.02.09
    • Ainda sobre Havaianas

      Em Jurerê, as Havaianas da Farm viraram febre entre a turma que frequenta as areias e os pós-praia do Café de La Musique. Supercoloridos, os modelos ganham bossa com estampas que combinam com as roupas: tem quadriculada, listrada, com frutinhas, flores, bichos… Uma mais bacana que a outra.

      Difí­cil mesmo é escolher uma só ““ e as clientes que visitam a loja que o digam (é uma delí­cia ficar revirando o cestão de Havaianas em busca do seu “modelo perfeito”). Experimenta ““ e viva um colorido e inesquecí­vel verão.

      E você também já sabe né?! Tanto na FARM de Ipanema quanto na de Jurerê Internacional você pode customizar a sua. Dá só uma lida no post da categoria “Em alta!”. Você vai amar!

      03.02.09
    • Fazendo a cabeça: assista ao vídeo e aprenda a amarrar um lenço com todo charme

      Chega o final de semana e todo mundo fica doida para dar um up no visual. Sabendo disso, preparamos um ví­deo que mostra de uma maneira simples como usar um acessório lindo na cabeça.

      A demonstração é feita por uma cliente argentina, a Sofia Antognini, que ficou encantada com os lenços da loja de Jurerê.

      Faça a cabeça nesse final de semana. Tem Orishas, Seu Jorge, Boitatá, Céu na Terra, Quizomba… ufa! Coloca o bloco na rua. Depois conta pra gente, tá?!

      30.01.09
    • É uma loja ou uma floricultura?

      Todo mundo que passa pela frente da nossa loja em Jurerê imagina que lá funciona uma floricultura. Não é para menos: de fora, realmente se tem essa impressão, pois é tudo tão verde e florido (tudo tão lindo, aliás).

      Então, o que mais se vê ali são senhoras, crianças, meninos, meninas, homens, mulheres, farmetes, enfim, todo mundo parando na porta para ver a loja e meio que se perguntando “mas, isso é uma loja de roupas ou uma floricultura?”.

      Bem, “é a Farm, lá do Rio de Janeiro”, seria uma boa resposta.

      A maioria não resiste e entra para conhecer. Nossa temporada de verão em Jurerê Internacional é um sucesso! A loja tem plantas, regadores, mudinhas, sementes e luvas de jardinagem na decoração… Um amor!

      Está curiosa? Clica aí­ na imagem do ví­deo acima e dá só uma olhada. Você vai se apaixonar – e vai querer voar para lá imediatamente. Tudo bem, afinal, sonhar não custa nada e faz um bem danado!

      Foto inspiradora: luvas de jardinagem coloridas decoram a loja, com o toque final dos colares-terços.

      Mais inspiração: olha que coisa mais linda essas crianças brincando na frente da loja… Será que eles estavam achando que era uma floricultura? O fato é que estavam deliciosamente alegres, tal qual o verão anda rolando por lá, em Jurerê.



      28.01.09