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sua mochila está vazia

      Tag: entrevista

    • uh! mas que belê.. zabelê!

      A gente bateu um papo com a Zabelê, cantora cheia de brasilidade e que a gente adora! Vem saber mais sobre ela aqui, ó: 
       

       
      Se encanta e se inspira!

      16.03.16
    • adoro farm entrevista: lubi

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      Hoje é dia de novidade no adoro! 🙂 Vocês sabem que por aqui sempre tem entrevistas com uma galera bacana, que inspira e que ama o que faz, né? Agora, a gente se juntou com a absolem pra registrar em vídeo o cantinho e o universo dessas pessoas lindas. A primeira convidada é uma artista que a gente curte demais, vem ver:

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      Se você ama acompanhar perfis fofos no insta, já deve ter reconhecido essa boneca simpática e que, antenada que só, já tá usando as peças da nossa nova coleção! hehe É a Lubi, personagem criada pela Luiza Bione, ilustradora super talentosa que tem tudo a ver com o nosso futuro feito à mão: ela se entregou de vez à sua arte, o desenho, pra nunca mais parar! Vem saber mais dessa história:

      Inspirou? Dá até vontade de sair colorindo por aí, né? Mês que vem tem mais.

      09.07.15
    • menina bordada

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      Hoje a gente troca uma ideia com a Aline Tercete, ou alinet. A gente já falou da artista que brinca com texturas, formas e cores aqui no adoro e decidiu bater um papo além sobre inspirações, influências e novos projetos. Há alguns anos morando em Buenos Aires, Aline conta pra gente como a cidade deu aquela ajuda na hora de desenvolver seu estilo e divide dicas bacanas além do ‘turistão’. Vem ver:

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      Quando você começou a se interessar por arte?

      Desde que me conheço por gente a arte esteve presente na minha vida. Desenhar sempre foi minha brincadeira preferida. Mas também sempre fui muito curiosa em aprender técnicas e descobrir materiais, com 7 anos de idade já sabia fazer crochet, devidamente ensinado pela vovó.

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      Quais são os seus materiais favoritos?

      Meus materiais favoritos são linhas, lãs e tecidos. Tudo muito colorido e cheio de texturas. Meu trabalho é justamente misturar tudo (e muito) em busca de um equilíbrio no meio de uma bagunça de cores e formas. Depois de tanto misturar, quando ¨tudo¨ vira um ¨todo¨, sei que o trabalho está pronto.

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      Quem são suas influencias e onde você busca inspiração? 

      O artista que mais me influenciou e influencia é o Arthur Bispo do Rosario. Seu trabalho com fios e bordados é incrível, mas o que mais me fascina é a genuinidade da sua obra, gerada pela sua ¨loucura¨. Também busco muita inspiração nas culturas orientais e suas técnicas milenares (e minuciosas), principalmente a da Índia, país que tive a oportunidade de conhecer esse ano e aprender ainda mais.

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      Como é ser uma brasileira vivendo em Buenos Aires? Qual  sua história e relação com a cidade?

      Buenos Aires foi a cidade que me possibilitou tempo e espaço para criar, com fins unicamente artísticos. Aqui também descobri e reafirmei minha identidade, como artista, como pessoa, como mulher de um argentino, mas sempre brasileiríssima!

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      Alguma dica bacana pra quem quer curtir Buenos Aires como local?

      Tem bastante arte legal por Buenos Aires, no Museo Malba, nas lojinhas cheias de personalidade de Palermo Soho, e nos restaurantes também! A cultura gastronômica da cidade é realmente impressionante, tem para todos os gostos, de diversas nacionalidades, tudo estilo gourmet de alta qualidade! Recomendo o restaurante Il Ballo del Mattonne, em Palermo, de menu italiano. O ambiente é incrível, cheio de arte alternativa por todos os lados, por todas as paredes! E sempre tem alguém tocando ao vivo, ou até mesmo alguma performance artística.

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      E os próximos planos?

      Meus próximos projetos envolvem parcerias com outros artistas, onde pretendo intervir nos seus trabalhos com bordado-colagem de tecidos. Principalmente em fotos. Já tem, inclusive, novidade na edição nova da e-mag aLagarta.

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      Fotos de Carla Costa, Carol Lancelloti e Leo Pope. 

      Tudo lindo, né? Pra acompanhar as novidades da alinet, é só seguir a página oficial da artista no Facebook ou no flickr.

      26.03.14
    • farm entrevista: pedro antônio gabriel

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      Pra limpar a boca ou até passar uma cantada pra mesa do lado. Esses são os usos mais comuns do guardanapo, artigo tão discreto no dia-a-dia. Mas o publicitário Pedro Antônio Gabriel, de 29 anos, vê no objeto matéria-prima pra espalhar por aí a sua poesia. Ele é dono de uma página pra lá de curtida,”Eu me chamo Antônio“, projeto que dá hoje mais um passo à frente!

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      É porque esta quinta rola, na Livraria da Travessa, o lançamento do primeiro livro dele, editado pela Intrínseca. A gente bateu um papo com o “Antônio”, quer dizer, Pedro (ou os dois!), ó só:

      Como você deu o start nessa história?

      Estava voltando de um dia cansativo de trabalho e parei pra tomar um chope no Café Lamas, um bar tradicional aqui no Rio, e de uma forma natural e espontânea nasceu o primeiro guardanapo. Percebi que precisava registrar todo o material acumulado (em apenas sete dias, 20 guardanapos). Por ser um material descartável e frágil, decidi fotografar e compartilhar em uma página no Facebook. “Eu me chamo Antônio” surgiu dessa vontade de me expressar, de dividir meus sentimentos e colocar no papel tudo o que não consigo dizer.

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      E sobre o livro, como surgiu essa ideia? Partiu de você ou foi uma sugestão?

      O convite partiu da própria editora Livia de Almeida, que cuida dos títulos nacionais na Intrínseca. Trabalhamos juntos em 2010, em uma empresa de compras coletivas; ela era minha chefe e eu era redator publicitário. Tomamos novos rumos, mas mantivemos o contato. Livia sempre acompanhou a página e, para a minha surpresa, me ligou dizendo que a Intrínseca tinha se interessado pela minha arte e que gostaria de editar o meu primeiro livro.

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      Qual a frase de que você mais gosta?

      A frase de que mais gosto é uma que consta no livro: “Eternize as suas mais belas lambanças.” Escolhi essa porque a composição fotográfica aliada ao texto do guardanapo ficou perfeita. Se o leitor reparar nas páginas duplas (136 e 137), a imagem sugere que o Antônio está fotografando sua musa inspiradora. Uma curiosidade de bastidores: minha irmã mais velha é a autora da foto. Ela a fez durante uma viagem pela Alemanha. Tenho um carinho especial por essa página dupla.

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      Antônio é um personagem totalmente fictício ou você se inspirou em alguém que conhece/emprestou um pedacinho de você?

      Antônio é um personagem de um romance que está sendo escrito e vivido, e confesso que tem muito de mim nele, como se fosse meu alter ego. Acredito que não tem apenas um pedacinho de mim: empresto minhas vivências e transfiro a observação do cotidiano para o personagem. Sou eu e muitas outras pessoas que contribuem para o “universo” do Antônio.

      Por que guardanapos? E quanto tempo você dedica ao projeto?

      Como tudo começou no balcão de um bar, o guardanapo era o único material disponível na hora. O formato e a textura do papel casavam com a minha arte. Eu me dedico ao projeto três vezes por semana, no mínimo. Me preocupo em oferecer aos meus leitores um material inédito e ainda me esforço para responder às inúmeras mensagens e comentários recebidos todos os dias.

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      Como você se inspira?

      Pode ser clichê, mas praticamente tudo me inspira. Tenho uma queda por dois assuntos: amor (no sentido mais amplo, não somente o relacionamento do casal) e liberdade. Não conseguiria explicar, mas isso me atrai bastante. Algum poeta ou escritor preferido? Arnaldo Antunes, Paulo Leminski, Mario Quintana, Robert Indermaur (pintor suíço que admiro), Art Spiegelman (ilustrador e castunista americano) e Ricardo Liniers (quadrinista argentino).

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      Fala um pouquinho sobre você. De onde veio, o que faz além desse projeto lindo?

      Eu nasci em N’Djamena, capital do Chade. Cheguei ao Brasil aos 12 anos e a partir da dificuldade na adaptação à língua portuguesa, comecei a observar a sonoridade e a grafia das palavras. Isso me ajudou muito e me deu condições para brincar com as letras e encontrar a minha forma de expressão artística. Durante o meu tempo livre caminho no Aterro e no Largo do Machado ouvindo música, de preferência as músicas da França e de Cabo Verde. Cartola e Paulinho da Viola são meus compositores preferidos.

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      E novos projetos? Já tem alguma coisa em mente? “Eu me chamo Antônio” continua?

      Tenho várias ideias, muitos planos. Mas acompanhar o lançamento de um livro é tão interessante, e sinto que preciso viver esse momento. Estou curioso para conhecer cada leitor, tudo é novidade para mim! E acredito que as pessoas que me apoiaram durante essa trajetória merecem minha dedicação.

      Nos vemos hoje lá? 😉

      21.11.13
    • print.me

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      Essa é pra quem é apaixonada por estampas e suspira a cada print que a gente coloca no nosso jardim. O Print.me é um curso de Estamparia e Portfolio da FARM com a Perestroika, direcionado pra quem curte ver a moda por outro ângulo e com muita criatividade!

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      O professor é ninguém menos que o nosso Gabriel Oliveira, diretor de arte do núcleo de estamparia, com participação da Julia Hachmann, pesquisadora do nosso núcleo de Conceito! O curso vai rolar nas segundas e quartas, a partir de 11/11, na Gávea (RJ).

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      A gente bateu um papo com o Gabriel, que já apareceu por aqui outras vezes mostrando um pouco mais do seu trabalho, sobre criação de estampas, inspiração e arte!

      Conta pra gente, quando você começou a desenhar e se interessar por arte? Foi desde muito cedo?

      Desde muito novo eu já era apaixonado por cores, muito mais do que por desenho, roubava as cartelas da Suvinil do meu pai pra “colecionar” as cores. Imagina se eu soubesse que existia a Pantone? Acho que pediria de Natal.

      E como funciona o seu processo criativo, onde você busca inspiração?

      Pesquisar pra mim é estar vivo, o tempo todo estou “pesquisando”. Me inspiro principalmente observando coisas simples e detalhes que passam desapercebidos pra maioria dos olhares. Pra mim, tudo que agrada aos olhos tem alguma relação com a natureza.

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       Qual sua parte favorita no processo de criar uma estampa?

      A parte que mais gosto é projetar, imaginar junto com a estilista, ou com outro designer, o resultado que queremos. Terminar também é muito bom!

      E que dica você dá pra quem quer seguir esse caminho profissional?

      Uma boa dica é treinar o olhar para observar detalhes. Acredito que é nos detalhes que um trabalho se destaca da média e o mercado de moda está atento a isso.

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      Quer saber mais sobre o curso, ou fazer sua inscrição? Só clicar aqui. E tá rolando ação no nosso insta também! É só postar uma ilustração ou estampa própria pra concorrer a uma vaga no curso. Não esquece de adicionar a hashtag #peresprintme, tá? Valendo até o dia 23/10! Boa sorte 🙂

      22.10.13
    • fashion insider: john sohn

      Já pensou um estilista de uma marca internacional respondendo às suas perguntas? Foi isso que a gente sentiu quando bateu um papo lá em NY, com o estilista John Sohn, da marca The Row, das gêmeas Olsen! O máximo, né?

      A The Row é a única marca vinculada a uma celebridade (ou duas, nessa caso!) que é realmente levada a sério pelos críticos de moda!

      Nome: John Sohn

      Profissão: Estilista, The Row

      Formação: Fiber Science & Apparel Design, Cornell University (em português, algo como Ciências Têxteis & Estilismo)

      Onde mora: Soho, Nova York

      Como chegou na marca The Row: tudo aconteceu depois do meu primeiro estágio com a marca. Conheci as pessoas certas, na hora certa, que poderiam me ajudar no futuro.

      Depois de estagiar na The Row durante as férias de verão da faculdade, a equipe de criação decidiu me contratar! No último mês de estudo, fiz um projeto especial pra marca como teste, que felizmente foi aprovado pessoalmente pela Ashley.

      Como é trabalhar com ícones da moda como as gêmeas Olsen: trabalhar com elas é o meu trabalho dos sonhos. O nosso escritório no bairro Chelsea é um ambiente muito criativo, e venho cheio de inspiração pro trabalho.

      O que não pode faltar no guarda-roupa: pulseiras Burkman Bros, Levi’s vintage, jeans skinny da BLK DNM, e meias coloridas da Happy Socks!

      Restaurante preferido em NY: não é o meu preferido, mas sempre estou no Ruby’s Cafe, pertinho do meu apartamento no Soho. O espaço é minúsculo, mas eles fazem um panini muito bom pra comer no brunch!

      Curtiram? 🙂

      17.11.11