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sua mochila está vazia

      Tag: dia das mães

    • o nosso dia das mães

      No último domingo, dia 14 de maio, celebramos o dia das mães e, pra homenageá-las, convidamos Bebel Clark, parceira nossa, pra uma ação super inspiradora com todas as funcionárias, mães ou não. Vem ver o que rolou!

      Bebel é empoderadora de mulheres, facilitadora do sagrado feminino, educadora espiritual e terapeuta holística, e já comandou um círculo do sagrado feminino com a gente, aqui no escritório (lembra?). Dessa vez, ela organizou uma atividade inspiradora e afetiva que tinha como objetivo nos reconectar com a maternidade. Foi lindo! 

      E como falar de maternidade é também falar do feminino, foi incrível poder celebrar e ativar esse contato com nós mesmas. A gente se emocionou, se abraçou e lembrou, mais uma vez, o quão importante é estarmos juntas – na FARM, em casa e na vida

      Que seja sempre assim

       

      20.05.17
    • mãe em dobro, com Carolina Nogueira

      Num mundo em transformação, me pergunto se a maternidade também tem tomando outras formas. Pra me aproximar desse universo — tão abstrato pra quem, como eu, não sonha em ter filhos — tentei olhar mais de perto pra mães que me inspiram e, nesse processo, enxerguei melhor uma das mães com quem mais convivo: a Carolina Nogueira.

      Carol é mãe do João e do Pedro, de 10 anos, mas também é jornalista, escritora, ilustradora e autora de dois livros infantis publicados de forma independente. Ela também é cocriadora de um blog sobre Brasília, o Quadrado, que destrincha a cidade e promove rodas de discussão, feiras e eventos sobre a produção cultural daqui. Se já não bastasse tudo isso, ela também é minha irmãangel
       

      Carol sonhava em ser mãe, mas sempre foi muito atenta as suas buscas individuais. O primeiro desafio veio com a oportunidade de remoção a trabalho do marido, Alberto, pra Paris. A menos de um ano da mudança, ela ficou grávida e a novidade se tornou uma aventura emocionante, mas também cheia de questionamentos. “Na véspera da mudança, o Beto falou: se a gente vai virar pai e mãe desistindo dos nossos sonhos por causa de duas crianças que ainda nem nasceram, estamos começando mal”.

      Desde então essa continua sendo a base pras decisões da vida: “Na minha visão, a maternidade não deve ser limitante. A gente deve tentar arrumar esquemas pra viver o melhor possível, pra que a maternidade seja agregadora. No caso, ter um companheiro massa dentro desse projeto ajudou MUITO; mas, independente disso, sinto que as mães precisam ser incentivadas a não desistirem de si, de seus projetos individuais, em função da maternidade — isso é um norte, mas na prática, não é fácil”.

      Mesmo com esse foco, a maternidade muda tudo: a disponibilidade, a necessidade de planejamento e a forma de ver o mundo são só alguns exemplos. Pra brasiliense, ter dois meninos influenciou inclusive sua percepção de gênero: “Venho de uma família superfeminina e, de repente, tenho dois meninos dentro de casa. São indivíduos que vão entrando numa caixinha e é evidente o peso dos papéis que a sociedade impõe. Percebi o quanto é importante não limitá-los nessa construção do que é ser homem. Até em nome da saúde psíquica deles, fazê-los reconhecer que eles precisam de afeto, que podem sentir dúvida, expressar medo e desempenhar papéis que vão surgindo naturalmente ao longo da infância.”

      Carol acha importante estar atenta e trazer as crianças pras discussões, ouvindo, questionando, formando conceitos juntos e diminuindo a carga que é tão pesada no momento de construção. Essa troca traz o que de mais significativo a maternidade tem: possibilidade de aprender junto. “Eles me fazem pensar sobre a vida. Elaborar com eles é muito bom. O mundo é um lugar meio árido, os espaços de afeto são raros. Nesse aspecto, ser mãe é preenchedor.”

      Foi nesse espaço de troca que a jornalista reuniu seu desejo infantil pelo desenho e a paixão pela profissão: “Escrevi dois livros infantis que surgiram de processos racionais, eles parecem que já nasceram prontos. Um deles, Rua de Todo Mundo, por exemplo, nasceu de uma viagem à Praga com os meninos. Mesmo com 3 anos e sem falar o idioma, as crianças começaram a interagir com as outras, sem papéis, nem palavras, simplesmente brincando. A elaboração desse encantamento por um sentimento que não tem nome, dessa brincadeira infantil sem palavras e supra-cultural, que inspirou o livro.” 

      “Sempre tive a consciência da busca por um espaço meu, mas era uma coisa não-autorizada. Só recentemente que venho trazendo isso pra uma reflexão mais séria. Pessoalmente, sinto que se eu não me permitir essa autonomia, eles também não vão chegar a uma autonomia.”

      Carol ensina os meninos a sentirem segurança mesmo nas mudanças e abraçarem o mundo, sempre que ele se mostra novo: “Esse momento de transição é muito rico na maternidade: a hora de experimentar o mundo com essas crianças que estão se tornando indivíduos, ao mesmo tempo que você vai experimentando esse mundo de novo também”.

      * Agradecimentos à querida Taís Valença que fotografou tanto amor com tanta gentileza

      13.05.17
    • aprendiz de mãe, com Paula Dib

      “Entendi o significado da palavra visceral ao tornar-me mãe”, diz a moça de camisa florida, sentada na minha frente em um café. Seus olhos são verdes e muito vivos, e às vezes pousam em mim, curiosos. 

      Essa mulher é Paula Dib, designer, articuladora social e amiga muito querida. Paula se considera aprendiz de mãe, e não sabe se algum dia vai deixar de ser. Sua jornada da maternidade começou há menos de 3 anos, quando engravidou do Pedro. “Ser mãe é caminhar o tempo todo por um novo lugar, sempre carregado de emoções. É um processo que se dá por aqui” e me aponta a boca do estômago. Pergunto sobre o começo de tudo, a gravidez. 

      “Logo no inicio da gestação, a sensação é de estar abrindo espaço. O corpo começa a ser tomado por uma atividade completamente nova e contrária ao ritmo externo. Você tem urgência de fazer coisas, mas quer descanso. Depois que o corpo acolheu esse novo movimento, muito fluiu. Entrei em um lugar de potência, ao perceber que nós mulheres temos a capacidade de gestar uma vida dentro da barriga. Pensava: essa é a minha natureza como mulher, é a potência feminina que existe em mim.”

      Pedro chegou um pouco antes do esperado, com 37 semanas. Durante uma ligação com um grupo de artesãs do Piauí, veio uma primeira contração; era o trabalho de parto começando. “Entrei nesse lugar da partolândia e segui meus instintos, me entreguei ao que estava acontecendo. Vivenciando as contrações, imaginava o mar com as ondas fortes que vinham e iam. Neste lugar não existe controle, não existe conter, é quando o corpo consente. O Antonio, meu marido, soube ser sensível a este momento, ele foi um elemento decisivo pra minha alma."


       
      Paula se mudou recentemente pra uma casa com um jardim. Ter um pouquinho de terra já tem feito grande diferença na sua rotina com Pedro. Outro dia eles passaram uns 20 minutos observando como uma das taturanas andava buscando lugar para fazer um casulo. “Com a natureza mais presente, os ciclos ficam mais evidentes, você começa a olhar pros detalhes. O Pedro me ajuda muito a estar nesse lugar do singelo, da miudeza, da presença. Ele me convida a entrar num ritmo oposto ao qual estamos vivendo hoje em dia. Gosto de me desconectar do mundo e entrar em contato profundo com ele. Hoje em dia é desafiador porque a gente está sempre sob muita demanda. Mas eu sinto que deixar o meu filho me levar a esse lugar é de uma importância enorme pro processo de desenvolvimento dele e me dá dicas do que é realmente essencial."
      Pras crianças tudo é experiência, explica: “jogar o iogurte na mesa, sentir o iogurte caindo na perna, ser derrubado pelo mar, cavar e descobrir que a areia é mais fria embaixo. Eles são cientistas, estão investigando. Com essa consciência, ao invés de pensar 'ai, que bagunça' quando ele joga algo no chão, me ponho curiosa e penso: o que ele está descobrindo? Mas, é claro, existem alguns limites. Eu tento trazer consciência de que tudo tem causa e conseqüência. Sujou, vamos limpar. Como designer, eu sinto muito que nos falta uma noção maior de causa e consequência no mundo. Qual é a consequência de construir uma hidroelétrica, por exemplo?”

      No final do nosso papo, acompanhado de croissant de amêndoas, pergunto como fica a individualidade no processo da maternidade. “Sou uma coisa completamente misturada com meu filho. Se eu estou triste, ele fica triste, estamos conectados por fiozinhos transparentes. Eu ainda estou na busca desse meio termo: nem sair e me desconectar, nem ficar só naquele casulinho delicioso”. 

      Ilustração de Julia Vargas, fotos de Antonio Lino e Javier Cifre “Porni”.

      12.05.17
    • faça você mesma: dia das mães

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      Flores + Dia das Mães tem tudo a ver. O diy de hoje vem útil e em boa hora pra quem deseja fazer o presente da pessoa mais importante do mundo ainda mais caprichado! Olha o que as meninas do Girl Etc preparam pra gente.

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      Você vai precisar de: cartão impresso (baixar aqui), tesoura, um buquê de flores, e muito amor!

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      Primeiro, baixe o cartão e imprima em uma folha A4. A dica é usar um papel couché mais grossinho, pro cartão ficar mais duro e também pra escrita não passar pro outro lado.

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      Dobre na linha pontilhada indicada, recorte as bordas brancas fora.

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      Escreva tudo que melhor representa o amor pela sua mãe. Agora é a hora de agradecer por tudo que elas fazem todos os dias.

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      Escolha um lindo buquê de flores, coloque o cartão junto, e pronto!

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      Vale também imprimir o cartão e fazer um quadrinho 🙂

       

      07.05.15
    • última chamada: dia das mães

      bola_presentes_maes

      Tá em cima da hora mas ainda dá tempo de deixar o domingo todo especial pra sua mãe. Além da nossa vitrine especial de hoje, a gente separou algumas dicas. Olha só:

      Empório Jardim_Cesta Dia das Mães_Divulgação

      1- Pro dia começar com o pé direito, que tal uma cestona de café da manhã? A do Empório Jardim, com produtos artesanais, é top. Vem delícias como iogurte, pão artesanal, manteiga de figo, geléia, granola, brioche de nozes, mel, bolo e Chá do Jardim, de hibisco e maçã. Tem outras cestas incríveis, vale ligar lá até sexta, ok? Tel: 2535-9862.

      lily

      2- O Studio Lily, da Gabi Heringer (lembra dela aqui?), cria arranjos de flores delicados com carinha de feitos com amor. Tem bouquets nos tamanhos p, m ou g e também gift boxes criativos, com arranjos, sabonete de argila, chocolates, chá… Fofos! Encomenda lá no site pra deixar o dia dela mais colorido.

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      3- Almoço com familia é uma delicia, mas nem sempre prático quando se trata de enfrentar filas sem fim. Daí o Buffet Monique Benoliel preparou alguns pratos sob encomenda. Tem roti de mignon com mini crepes recheados de marrom glacê, gnochi de espinafre ao molho gorgonzola, lombinho com ameixa e cuscuz marroquino… De sobremesa: cheesecake de frutas vermelhas. A porções servem 10 pessoas e dá pra encomendar até amanhã! Olha lá no site.

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      4- Amanhã e sexta vai rolar bazar de dia das mães na Casa Soma com várias marcas espertas.  Tem desde as jóias lindas de prata e pedra da designer Ana Porto, às peças de decor da Casa Objetos, até as coleções mais bacanas da Nica Kessler, Verkko, Suia-store e etc. Quem ainda tá na dúvida do presente super vale dar uma passada. Das 14h as 22h, ali no Jardim Botânico. Olha aí o evento no face pra mais infos!

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       Fotos: Divulgação

      5- A hora da sobremesa é a hora mais feliz. Daí, pra deixar o dia mais doce, a Chef Camila Martins, do Menoo Gastronomia, criou a receita perfeita: bolo com recheio de brigadeiro de limão sciciliano e compota de frutas vermelhas. O toque final fica por conta do decoração com três gérberas coloridas pra deixar ainda mais temático. Ficou lindo! Fala com a Cá: nosso@menoo.com.br ou no tel: 21- 99977-6057.

      Seja qual for seu presente, lembra de dar aquele beijo e abraço bem apertado na sua mãe! Feliz dia. 🙂

      06.05.15
    • elas são incríveis!

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      Falar de mãe emociona. Os olhos ficam marejadinhos e o coração dá lugar à máxima de que ‘sim, a minha mãe é a melhor!’. A gente não duvida: toda mãe tem um jeito único de deixar a vida mais doce. Pra comemorar o dia das mães, nesse domingo, e agradecer as tantas mães maravilhosas espalhadas por esse mundão a fora, escolhemos amigas queridas que toparam dividir um pouquinho da aventura gostosa da maternidade com a gente. Prepara o lencinho! ♥

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      A Marília Paiva, nossa gerente de Gente e Gestão, é a mãe do Bento, que acorda todo dia com essa alegria. O amor é tanto que, na hora de falar, a emoção vem à frente e as palavras quase voam: “Ser mãe é a experiência mais linda que já vivi. O amor não para de crescer, tem a emoção e a alegria a cada conquista e, principalmente, a renovação a cada sorriso. Olho pro Bento e tudo fica mágico.

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      Foi assim que descobri que estava grávida: na semana do dia das mães, fomos à missa das crianças e o padre reservou um momento pra esse assunto, pedindo às crianças pra que abraçassem as mães ali presentes. Eu ainda não sabia da gravidez, mas um meninininho veio e abraçou a minha barriga na hora. Meu marido não duvidou, disse que tinha certeza que eu estava grávida. Demorei a acreditar, dias depois fiz o exame e deu positivo!”, conta a Marília.

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      A Thais Ida e a Laura são um caso de amor à parte. Ela, que é vendedora da nossa loja no Rio Design Barra, contou sobre a transformação que a Laurinha trouxe à vida dela. Também pudera, né? Olhar esse sorriso gostoso todo dia é certeza de uma vida melhor. “Sempre sonhei que quando tivesse um filho, ele nasceria de parto normal. No tempo dele. Foi um sonho realizado. 

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      Ser mãe me deu mais vida e aquela vontade de voos mais altos. Me fez olhar com mais amor e calma pras pequenas coisas. Hoje, me sinto muito mais realizada. Mesmo com toda loucura, ser mãe foi a melhor coisa que me aconteceu. O que mais me encanta é aprender todos os dias!”, conta a Thais.  

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      A pesquisadora Carol Althaller, mãe da Mia, fez um discurso todo bonito sobre a relação das duas. É impossível ler e não pensar em como a maternidade pode ampliar a capacidade de amar: “A Mia é a comprovação de que seguir minha intuição vale a pena. Todos os dias ela me mostra que ser do jeito que eu sou e do jeito que a gente é, é muito mágico pra nós duas. Não seguimos muitas regras.

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      No primeiro dia que soube que ela estava dentro de mim já fui entendendo meu corpo sem máscaras. A partir daí, foram novas e novas mudanças: percebo a importância dos rituais e ganho o mundo com um olhar, um dente novo que nasce, uma risada, um tchauzinho ou um passo mais distante. A Mia torna minha vida mais leve, mesmo com todas as responsabilidades que chegam com a maternidade”, explica a Carol.

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      E a leveza vem em forma de uma realidade lúdica, quase que sonho. As estreias, as continuações… Tudo ganha um perfume diferente. A Leticia Gicovate, que é colaboradora do adoro, fez a gente cair de amores ouvindo as histórias dela com a Catarina e as múltiplas possibilidades de ser: “ela dorme princesa e acorda pirata. Entre uma coisa e outra, se transforma em fada, voa pelos cantos, depois volta a ser moleca e sai atrás da bola de futebol…

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      Então se cansa e vem fazer dengo, se aconchega na cama, pede histórias do Sítio do Picapau Amarelo e dorme como um anjinho. E eu sou o capitão, a rainha, o goleiro, a narizinho e o que mais ela pedir, e o que mais ela quiser. Porque desde o dia que ela abriu os olhos pra mim nesse mundo, acima de qualquer outra coisa (e melhor que tudo), eu sou a mãe da Catarina, e isso é tudo que eu quero ser!”, declara a Lê. Ai! ♥

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      A verdade é que ler todas essas histórias enche nosso coração de esperança. Resultado: quando a Paula Furtado, que é mãe do Bento e nossa estilista da linha praia, veio conversar com a gente, não teve jeito: vieram junto as lágrimas, o sorriso e a sensação gostosa de que tudo fica pequeno quando falamos de… filhos. “Não sei se ‘eu te amo’ é suficiente. O amor de mãe transcende, é visceral. Sou uma pessoa muito mais completa e, de fato, tudo se torna pequeno depois disso…Qualquer preocupação, qualquer medo. Desde a barriga, sou completamente apaixonada pelo Bento.

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      Tudo emociona: quando ele começa a me reconhecer, a demonstrar carinho, a dar os beijos espontâneos… Eu me descobri mãe. Às vezes, penso: será que vou ser uma mãe careta? A verdade é que a quantidade de amor vai te tornando uma pessoa mais zelosa com o mundo e você se coloca em segundo plano. A minha relação com o Bento é de infinita pureza, é um amor quase físico, químico. Se chego em casa com dor de cabeça e vejo aquele sorriso de quem me esperou o dia todo, acaba a dor. Eu aprendo a ser mãe todos os dias!”, revela a Paula.

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      A Fê Botelho, nossa estilista de jeans, está prestes a embarcar na segunda aventura maternal. Ela, que já é mãe da Maria Clara, está gravidíssima do João e na expectativa pra ele vir ao mundo cheio de lindeza e a qualquer momento (ela entrou de licença por aqui na semana passada!):

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      “Confesso que quando estava grávida da Maria, a minha primeira experiência, a expectativa grande era do ‘desconhecido‘, do que iria acontecer… Tudo era muito novo. Agora, tenho uma ansiedade enooorme pro João chegar. Ser mãe, pra mim, é a possibilidade de viver todos os dias a experiência mais incrível da vida!”, conta a Fê.

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      A Maria Pires, que integra nossa equipe de Produção de Moda, é a mãe do Theo. Ela diz que ainda tem pouca experiência na função ‘mãe’, mas a gente confessa que não acredita muito, afinal, ela cuida de tudo com propriedade: “Há dois meses, minha vida mudou totalmente. Esse pequeno chegou bagunçando minha rotina, meu sono e as minhas emoções e posso afirmar que, com todas essas mudanças, sou uma mulher muito mais feliz e realizada.

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      fotos: Raphael Lucena

      Pode parecer clichê, mas a frase ‘quando nasce um bebê, nasce uma mãe também‘ é tão verdadeira… Aprendi não só a identificar o tipo de choro, trocar fraldas, como também a me dividir em várias, virar ‘mãe-polvo‘, dormir pouco e mesmo assim me sentir revigorada. Até porque acordar de madrugada pra amamentar e ganhar um largo sorriso banguela faz desaparecer qualquer cansaço. Resumindo, estou completamente apaixonada pelo Theo!”, confessa a Maria.

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      A gente só agradece por perceber esse amor em cada olhinho brilhando de mãe e, claro, pela participação de cada uma na matéria (com as fotos que tão de babar). As histórias, que são únicas, quase se confundem uma hora ou outra porque, no final das contas, é a entrega de todo dia que faz tudo pulsar e valer a pena. Não se explica, se sente! ♥ ​

      Agora é aproveitar e passar no e-FARM pra garantir o presente da sua mãe (falta pouco pra domingo, ein!). E às mães da matéria e às mães do mundo, o nosso feliz dia! 🙂

      06.05.15
    • floriografia: rosa

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      Continuando a contar histórias e sentimentos com as flores, o floriografia de hoje vem pra lá de especial, afinal quem nunca deu ou recebeu rosas no Dia das Mães? A Ju, nossa colaboradora, contou de onde veio a inspiração:

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      “Quando penso em rosas penso na minha segunda mãe, minha avó. Passava tardes bucólicas no quintal da casa dela na adolescência, onde tinha uma roseira que ora parecia ser cor de rosa, ora parecia ser coral. Foi lá que aprendi que as rosas não nascem em buquês! Rosas selvagens são muito mais aromáticas do que qualquer perfume de rosas.

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      Simboliza: na cor de rosa simboliza graça, delicadeza e elegância. Dada como expressão de agradecimento, amor e carinho.

      Quando encontrar: sempre! A flor mais comum do mundo, seu florescimento acontece no final do inverno até o outono.

      Cuidados: requer 6 horas de exposição ao sol por dia (igual ao Carioca, hehe), e o cultivo é relativamente fácil.

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      Os espinhos realçam a beleza e o perfume da rosa. Assim como as dificuldades da vida são pra realçar a beleza da vida, mas a gente às vezes não percebe, né?”

      Fica a dica pra esse Dia das Mães: flores, rosas, amor!

      Quem quiser acompanhar, tem mais floriografia aqui

      09.05.14
    • todo amor a elas

      bola_maeTodo dia é dia, mas esse domingo é reservado especialmente pra elas, nossas mães queridas. Por isso, a gente abre um espacinho no adoro pra declarar um pouco do nosso amor por algumas das mamis que ajudam a FARM a ter uma equipe tão incrível!

      dd

      A Amanda veio lá do Sul trabalhar com a gente como analista do Visual Merchandising. E contou que graças à mãe, colocou a cara no mundo: “foi com ela que aprendi a ter coragem e correr atrás pra conquistar todos os meus sonhos”!

      marilia

      A Marília, nossa coordenadora de RH, pode dizer que o interesse pelas pessoas veio do berço: “o que mais aprendi com minha mãe foi a cuidar de todos a minha volta, sempre com muito carinho, e ajudá-los no que for preciso, isso foi o mais importante!”

      mãe

      A , coordenadora do Marketing, é a cara da mãe e aprendeu com ela uma lição mais que importante: “ela me ensinou que às vezes a gente fica procurando grandes motivos pra ser ou estar feliz mas, na verdade, a felicidade está escondida nas menores coisas”. Ô se é!

      val paty 1996

      E a Pati, analista do Branding, desmistifica a algo que a gente ouvia quando criança: “madrasta má só existe nos contos de fadas. Pelo menos a minha madrasta é uma mulher incrível que me ensinou o quanto o amor é necessário, o quanto ser paciente, carinhosa e doce trás felicidade. E além de tudo tenho que agradecer por ela cuidar tão bem do meu pai”!

      Se emocionou também? Então vai lá dar um beijão na sua mãe e dizer… feliz dia das mães 🙂

      12.05.13
    • o dia é delas!

      Domingo é dia de fazer uma coisa especial pras nossas mães. E além de um mimo e muito amor, um bom programa é um almoço gostoso!

      Pensando nisso, a gente fez uma listinha com lugares legais e menus especiais pra esse domingo. Aí vai!

      O Gula Gula, com a chef Nanda de Lamare, criou sugestões especiais pro dia das mães. Entre elas tem Pennete com cogumelos e limão siciliano e salmão ao molho de maracujá. Delícia!

      Na Prima Bruschetteria também tem cardápio especial. Os chefs Erik Nako e Cristiano Lanna fizeram várias sugestões com entrada, prato principal e sobremesa. E as mães ainda ganham, no almoço de domingo, uma bruschetta doce! Pode ser de nutella com morangos, morangos e mascarpone, ou nutella e avelãs.

      No Santa Satisfação a chef Carol Caldas preparou receitas especias com direito a ceviche, cassoulet e tiramisu!

      E o Oui Oui vai abrir excepcionalmente nesse domingo com sugestões da chef Roberta Ciasca! No cardápio tem de caponata de berinjela e queijo de cabra a ceviche de peixe branco e camarões com guacamole.

      Para levar elas pra aproveitarem, e aproveitar de tabela também! 😀

      13.05.12
    • adoro mimos dia das mães

      Semana movimentada de adoro mimos, hein? Dessa vez quem merece presentinhos de luxo são as nossas mamães. Pra deixá-las mais lindas do que já são, a gente vai ajudar a garantir aquele sorriso quando elas abrirem as caixinhas.

      Olha só: pra levar esse kit presente da Lancôme (muita fineza!) manda pra gente um email, (adoro@farmrio.com.br), até às 19h de hoje, contando porque a sua mãe merece ganhar esses mimos de beleza no dia dela, e cruza os dedinhos!

      Vale foto, vídeo, poema, música, painel de imagens e o que sua imaginação permitir. A resposta mais criativa vai levar pra casa esses mimos 🙂

      E tem mais surpresa: o kit vem dentro de uma bolsinha da coleção “eu amo”, pra filhota dedicada não ficar só com água na boca, né?

      – Funcionários da FARM não podem participar 🙁
      – Só pode participar com um email.
      – Só serão aceitas as respostas enviadas até às 19h de hoje

      Belezinha de sorte pra todo mundo!

      05.05.10