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sua mochila está vazia

      Tag: circo voador

    • Marielle gigante no Circo Voador

      1 mês e 6 dias sem respostas. Em 14 de abril desse ano a mulher, negra, mãe, favelada, socialista, companheira, amiga, LGBT, militante, intelectual e referência na luta por direitos humanos, Marielle Franco foi assassinada junto seu motorista Anderson Gomes e seguimos sem respostas sobre o caso.

      Marielle presente. Marielle resistente. Marielle gigante: na próxima quinta-feira, dia 26.04, no Circo Voador uma homenagem feita por muitas vozes que rememoram a vida e a luta dessa referência de força feminina.

      Idealizada coletivamente, a noite busca fortalecer a luta popular a partir de uma atividade político-cultural com shows, apresentação teatral e poesia. A partir das 19h todo mundo vai conferir as apresentações de Planet Hemp, Marcelo Yuka, Flora Matos, TudoBom Records com: Filipe Ret, MãoLee, Daniel Shadow, Thiago Anezzi e Pan, MC BK, Heavy baile, Dj Tamy, Bloco Apa Funk, Coletivo Abronca, Cia Buzina Teatral, Cia Entre Lugares e Poetas Favelados.

      A arrecadação do evento será destinada para apoiar 4 coletivos presentes na organização desse dia: Coletivo Fala Akari, coletivo de militantes da Favela de Acari onde ocorria os assassinatos denunciados publicamente por Marielle; Casa das Pretas, onde ocorreu o evento “Jovens Negras Movendo Estruturas” do qual Marielle participou antes de ser assassinada; Coletivo Maré Vive, que é um canal de mídia comunitária feito de forma colaborativa, onde as notícias são desenvolvidas através da colaboração dos moradores no território onde Marielle cresceu e o Pré-Vestibular Comunitário do Centro de Estudos e Ações Solidárias da Maré – CEASM, onde Marielle atuou e que foi responsável pelo ingresso de mais de mil estudantes nas universidades públicas do Rio de Janeiro desde sua criação.

      O que esses coletivos têm em comum? Assim como Marielle fazia, lutam pela garantia dos direitos do povo negro, mulheres negras, LGBTs, favelados e periféricos, através de várias iniciativas como eventos culturais, rodas de debate, comunicação comunitária, acompanhamento de abordagens e revistas policiais em seus territórios e apoio aos familiares e vítimas da violência.

      Marielle, uma representante do povo e, que o povo representou, com projetos como “Assédio Não é Passageiro” e “Espaço Coruja”, ela buscava priorizar políticas direcionadas às mulheres em situação de vulnerabilidade da cidade e ser a voz da parcela da população historicamente silenciada. E hoje, todas essas vozes e mutias outras perpetuam a vida e trabalho de Marielle.

      Então já sabe, estar presente no evento do Circo é continuar a luta pra manter viva a memória de Marielle e Anderson. Garante seu ingresso e bora lá!
       

      20.04.18
    • flor de sal no circo voador


       
      A boa desse sábado já tem endereço e som certo. Vai rolar o show inédito, aqui no Rio, do britânico Bonobo, um dos favoritinhos da música eletrônica pelo mundo todo! E quem abre a noite no Circo Voador é a nossa banda do coração: a Flor de Sal!
       
      Ainda não garantiu seu ingresso? Calma, é claro que pensamos nisso! A gente vai fazer uma venda especial de 400 ingressos promocionais, que você encontra em 8 lojas selecionadas até dia 16 (sexta-feira). E sabe o que é melhor ainda? A gente ainda te dá de presente um pôster do evento pra você colar naquele cantinho especial! 

      Se liga nas lojas participantes: Ipanema, Gávea, Rio Sul, Tijuca, Shopping Leblon, Rio Design Barra, Centro II e Icaraí I, é só escolher a sua favorita! 🙂

      A noite é produzida peço Circo e pela Jazz We Can e ainda trás o som do projeto Computambor, que também faz sua estreia na lona e trás outros dois talentos da música instrumental brasileira, o baterista Marcelo Vig – que tem em seu currículo trabalhos com Eminen, Avril lavigne e Will Smith – e o percussionista Marcos Suzano – que já tocou com artistasincríveis como Lenine, Gil, Djavan e Sting entre muitos outros -, esse projeto une batuques orgânicos com beats sintéticos criando uma atmosfera singular e envolvente.

      E pra fazer o esquenta da pista, o coletivo Gruta, que vem produzindo algumas das festas mais instigantes no cenário eletrônico latino chuga junto com o Voodoohop DJ Thomash com sua música ritual para pessoas com déficit de atenção. Para completar o line: Dj Yule, DJ TSFN e o DJ San Ignacio diretamente da Argentina.
       
      Tudo indica que vai ser uma noite do jeitinho que a gente ama: com muita alegria, mistura boa de sons, ritmos conectando o público e os artistas em um show pra ficar na memória.
       
      Nos vemos lá! 

      14.03.18
    • Nosso sagrado

      No combate à intolerância religiosa, uma produção audiovisual chamou nossa atenção. É o  documentário "Nosso Sagrado", que estreia nessa segunda-feira (11), no Circo Voador. O doc investiga o processo de perseguição, por parte do Estado, às religiões de matriz africana, através do depoimento de líderes religiosos, pesquisadores e políticos… 

      Nos tantos de 1891, rolou uma formulação, pelo estado brasileiro, que criminalizava as práticas religiosas de matriz africana. Isso fez com que os rituais religiosos dos descendentes de pessoas escravizadas fossem persseguidos violentamente, classificados como feitiço, exercício ilegal da medicina etc. Nessa época, várias peças sagradas foram apreendidas pela polícia e classificadas como aberrações, o que só reforçou com que crescesse um imaginário negativo em relação às manifestações religiosas vindas de África. 

      Essas peças passaram a integrar a "Coleção Magia Negra", do Museu da Polícia Civil e até hoje fazem parte do museu da instituição e tá rolando um super movimento por parte de grupos religiosos, militantes dos direitos humanos, pesquisadores e políticos pela libertação dessas peças e sua devida repatriação. A campanha “Liberte Nosso Sagrado” é uma dessas forças e deu origem ao doc "Nosso Sagrado". 

      O doc investiga a perseguição e o racismo religioso contra o Candomblé e a Umbanda, que foram criminalizadas na Primeira República e na Era Vargas. A partir da fala de religiosos, pesquisadores e militantes, fala-se da importância do acervo sagrado afro-brasileiro, a luta pela sua libertação e os efeitos do racismo religioso.

      A entrada é gratuita e ainda vai rolar debate com Meninazinha D'Oxum, Mãe Flavia Pinto, deputado estadual Flavio Serafini e os diretores do documentário Fernando Sousa, Gabriel Barbosa e Jorge Santana…

      E pra fechar: roda de Samba com Kebajê , Andreia Caffé e Rogerio Família + Feira de produtos de empreendedoras negras com curadoria de Carol Moupa + Homenagem à Mãe Beata de Yemanjá  + DJ's.

      Eta, lindeza! Até o Circo! 

      08.12.17
    • circo sem pudor

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      Se tem um lugar no Rio de Janeiro que a gente ama e se sente em casa, esse lugar é o Circo Voador. Não é pra menos: o Circo pulsa arte, confronto, inquietação. É o palco onde grandes artistas estrearam, se consagraram, nasceram e até… encerraram a carreira. É uma experiência.

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      A boa notícia é que os apaixonados por esse espaço de liberdade e heterogeneidade já podem preparar o coração… Daqui a pouco rola a estreia do filme ‘Circo Voador – A Nave‘, no Cine Odeon. Foram cinco anos de produção e seis meses de avaliação do acervo do Circo (passeando dos VHS dos anos 80 e 90 aos registros atuais) que ganhou vida pelo trabalho rigoroso de direção e roteiro da Tainá Menezes. Compilar boa parte dessa história intensa em um documentário só foi um desafio!

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      A gente assistiu ao filme em primeira mão e confessa que dá uma vontade grande de que uma segunda parte seja criada – porque sim, ainda há histórias pra contar. Passam pelo filme os depoimentos pra lá de sinceros do Marcelo D2, Marcelo Yuka, Lenine, João Gordo, Tom Zé… Fato é que o Circo se confunde com a nossa história, com a história da música e com o cotidiano extraordinário do Rio. Pudera… São trinta anos de Circo Voador!

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      Por lá, aparecem também a despedida da Rita Lee dos palcos, a apresentação emblemática do Caetano com o Barão Vermelho, ainda no Arpoador, o início da nave com a Blitz e até o período de fechamento da casa que resultou na reconfiguração do Circo, anos depois, sob a atual visão atenta e cuidadosa da Gabi Morenah, filha da Juçá.

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      “O documentário se concentrou na arte, que é universal, na importância do Circo pra música brasileira. Temos um compromisso com a cultura e o filme mostra esse processo de construção das coisas pra que a nova geração não precise recomeçar. O fato é que as coisas contecem na hora que explodem. Não tem que ter medo!”, conta a Maria Juçá.

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      A cultura das ruas, pulsante e viva, ganha fundo no documentário, assim como a vitalidade de uma juventude atemporal, que nunca cansa. O filme foi feito sem patrocínio, na garra. É um respiro de esperança pra quem, assim como nós, acredita na arte – e na pulsão transformadora dela. É conceito, eco, personalidade… alcance!

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      E se liga: hoje, depois da exibição do filme no Odeon, a boa é correr pro Circo pra comemorar com… música, claro. Vai rolar Beach Combers, Combo Futurista (Baleia + Biltre + Posada e o Clã + Duda Brack + César Lacerda), Nação Zumbi + part. Otto, Tulipa, Marcelo D2, DJ Lencinho e VJ Montano​.

      Noite linda por um motivo mais lindo ainda. Valeu, Circo! ♥

      22.10.15
    • farm entrevista: banda aláfia

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      Daqui a pouco, a banda paulistana Aláfia sobe ao palco do Circo Voador – feita de batuque de candomblé, resistência, política e uma engenhosidade musical praticamente inédita. Praticamente, se não fosse a já grandiosidade dos bambas da música negra (inspiração que vai de Elza Soares a Tim Maia, Clementina de Jesus a Noriel Vilela). O show rola na edição 2015 do Fela Day com Abayomy Afrobeat Orquestra e a festa Makula bombando no afrobeat. Conclusão: rolou um papo bom com a banda que só aumentou a expectativa pra hoje à noite.

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      foto: Diana Basei

      A Aláfia tem um discurso sólido, comprometido não só com a ancestralidade e as matrizes da banda, como com a realidade cultural do nosso país. Fala-se de representatividade, empoderamento, liberdade… Fala-se do humano diante da plasticidade dos dias. “O conceito do show e nosso posicionamento político é natural da nossa história. Estava latente nas minhas composições, nas da Xênia e do Jairo. O grupo todo topou a empreitada e, hoje, mesmo os que não se sentiam parte destas questões, assumiram a responsa!”, conta o Eduardo Brechó, vocalista, guitarrista e produtor do Corpura.

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      A Xenia, vocalista, é a única mulher da banda e ocupa um papel de visibilidade. Como vocês entendem o possicionamento social da mulher, sobretudo da mulher negra?
      Como grupo, notamos uma troca muito importante da Xênia com várias irmãs que se identificam com a caminhada dela, e ela se identifica com a luta de várias irmãs. Pro Aláfia, é fundamental. O protagonismo da Xênia nos inspira, é maravilhoso ver sua representatividade no olhar de várias meninas que a têm como exemplo. O resto da banda procura colaborar dentro do espectro de atuação que temos e expandir nossos limites questionando as relações de poder – sobretudo as nossas.

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      O album faz referência direta aos orixás, ao candomblé, como quando cantam ‘Todo baile black tem um pouco de terreiro’. Qual é a contribuição desses símbolos pra formação da identidade e da linguagem de vocês?
      A cosmogonia iorubá e a vivência de terreiro é o alicerce do nosso trabalho. Depois, há outros andares.

      Como vocês enxergam nosso momento social atual em relação à religiosidade e às questões raciais?
      Dizemos que o que se chama de intolerância religiosa no Brasil é um eufemismo pra racismo, demonização e perseguição de uma origem/cultura/pessoa. O racismo está na estrutura do capitalismo e é pilar das instituições do nosso Estado-nação.

      https://www.youtube.com/watch?v=scjqFARm2oM

      O Fela Day celebra – em várias regiões do mundo – o nascimento do nigeriano Fela Kuti e a estreia da Aláfia nos palcos da nossa nave vai deixar a noite ainda mais emblemática: “Vamos celebrar a memória do Fela fazendo nosso melhor. É uma honra tocar pela primeira vez num espaço sagrado da música brasileira e muito bem acompanhados pela Abayomi!”.

      Partiu Circo? 🙂

      16.10.15
    • o tom do zé

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      É amanhã que o icônico Tom Zé sobe ao palco do Circo Voador pro show de ‘Vira Lata na Via Láctea’. O nome intriga e ele também. A verdade é que Tom Zé é dos poucos e é pra muitos. A gente foi lá trocar uma ideia com ele sobre vida, poesia, música… Sobre o que alimenta a alma, sabe?

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      ‘Vira Lata na Via Láctea’ foge do que o povo chama de obra conceitual pra se aproximar das ‘capelas irradiantes medievais que partem da centralidade arquitetônica pra assumir nichos e ninhos próprios‘, explica. O processo de criação dele também passeia por essa construção, feito um trabalho de artesão:

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      “Na hora de compor, trabalho horas e horas pra extrair dois ou três compassos de quilos de tempo. Faço, refaço, trefaço, quadrifaço. Com letra é a mesma coisa. Refazer é um destino do que consigo criar”, conta.

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      A gente bem sente que a arte nos permite imergir numa realidade mais otimista e simbólica. É quase um acreditar na gente mesmo e disso o Tom Zé entende bem: “Ver uma pessoa como o médico Miguel Niconelis levando brasileiros do norte à ciência, estimulando ciências e pessoas é uma beleza. Pouco se fala nisso e aí o que me dói é justamente esse automenosprezo brasileiro desembocando numa falta de otimismo castradora…

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      … Sem otimismo não é possível nem acordar – acordar lato senso – de manhã. Você acorda pra ir ao encontro da luz, ou, se for notívago, pra viver o alvorecer do corpo. Por mais dores que tenhamos, é preciso ser forte, forte como o sertanejo de Euclides da Cunha. Tá precisando de sertanejo na brasilidade”, fala.

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      Entender a brasilidade é entender a beleza de sermos muitos – híbridos, miscigenados e, por isso, únicos dentro desse universo vivo e gigante de possibilidades: “Você vê que no título do disco não há hífen. O vira lata é verbo mais substantivo, a ideia é virar lata nos espaços estelares, na galáxia. Desenobrecer rindo. Na nossa atualidade, se intensificou uma acelaração que vem desembestando há décadas. A rapidez está em alta. Não está dando tempo pro humor galhofeiro, necessário até pra encarar a tristeza”.

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      E é aí, nessa qualidade do tempo onde tudo tem pressa, o Tom Zé se atenta à nova geração: “Os meninos da música que está brotando são muito estimulantes. Quando recebo discos dessa turma, ouço com curiosidade e se a curiosidade se mantém depois de algumas faixas, é um bom sinal, uma pedra, um toque… Pela internet já me chegaram pessoas cheias de graça e de ânimo”. Ele confessou que curte O Terno e Emicida!

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      A verdade é que a gente não queria que o papo acabasse e pra estender a prosa (agradecemos!), ele aproveitou pra contar o que tá lendo: “É ‘Meu tio o Iauaretê’, do livro ‘Estas Estórias’, de Guimarães Rosa. Nosso idioma não é um só, há muitos e Rosa descobre uma linguagem, outra, outra… Você ouve dentro de si a voz de uma criatura falando uma linguagem misturada com a sua, a minha. E nos lembramos que há dialetos mil pela rua: só é preciso um falante e um escutador. Escutem, meninos. A alma fala!”.

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      fotos: divulgação

      Partiu entrar em contagem regressiva pro show que rola amanhã, no Circo, a partir das 22h? Generoso nas palavras, ele espera que a estréia do disco novo seja coisa muita, um encontro, uma nova alegria. E a gente também!

      Valeu, Tom Zé! 

      16.07.15
    • a nossa baby

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      É amanhã que rola o show da Baby do Brasil em parceria com o filho, músico e produtor Pedro Baby. O encontro vai ser no Circo Voador e traz os clássicos da cantora em releituras inéditas. A gente bateu um papo com ela sobre maternidade, religião e, claro, música. Dos Novos Baianos à carreira solo, os cabelos até mudaram, mas a menina… essa ainda dança.

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      A Baby é um dos tipos raros que carrega, num embalo só, leveza e personalidade. No Rock in Rio de 85, subiu ao palco com o maior barrigão, grávida de oito meses do sexto filho, o Pitito, e sustentou ali a materinidade, o feminino e a arte, como poucas: "Mostrei a beleza daquele momento de estado de graça. A mulher tem o sentimento do amor maternal e hoje está conquistando a posição de um ser. Como disse Caetano 'eu vi a mulher preparando outra pessoa'. A gravidez é mesmo um momento matrix, um presente de Deus".

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      A verdade é que a vida da Baby parece mesmo um coletivo de experiências fortes. Aprendeu a doer e a doar ainda menina, junto com os Novos Baianos, que sem a pretensão de fama ou grana, fizeram história: "dividíamos comida, alegrias e tristezas e ganhávamos experiências de vida, inspirações… A vontade de criar juntos algo que fizesse parte pra sempre da música brasileira. Aconselho que não se olhe primeiro pro dinheiro, mas sim, em como conseguir uma unidade musical, espiritual e intelectual. A arte em primeiro lugar!".

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      Com o passar do tempo, a busca por conexão se tornou ainda mais coerente e inevitável. A espiritualidade, que já era demonstrada nas letras, traçou pra ela um destino na religião. Hoje, Baby é pastora e mantém carreira dedicada ao gospel, o que, de início, trouxe o estranhamento de alguns amigos que logo entenderam que tabus estão aí pra serem quebrados.

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      O show de amanhã é especial. Um shozão, sabe? Pedro Baby faz parte do cenário dos grandes músicos da nova geração, já bombou ao lado da Gal, da Marisa Monte e nada mais justo e simbólico do que brilhar ao lado da mãe: "O que rola no palco é muito lindo, geralmente todos choramos, a plateia, a banda, eu, o Pedro. Existe muita emoção, pois nossa intimidade musical é muito grande e transcende ao normal. A nossa troca é de muito amor!".

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      Foi o Pedro quem organizou tudo, da ideia do show aos novos arranjos pras músicas consagradas, criadas por ela e pelo Pepeu Gomes, pai dele. Esse processo contou com muita liberdade de criação e registra mais um momento importante da vida da Baby no Rio de Janeiro, cidade que recebeu os Novos Baianos e que desenvolveu o regional brasileiro da banda.

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      "Amanhã teremos uma grande festa, comemorando oficialmente o DVD e marcando esse grande encontro com meu filho, com essa juventude linda, que curte e entende tudo o que eu canto, e com o público que me acompanhou durante minha trajetória. Escolhemos o Circo pra dar início à turnê e daqui vamos pra Sampa, Salvador… Estou muito feliz com esse lançamento!"

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      Ah! Além dessa bossa toda, quem vai fazer participação mais que especial amanhã é o Caetano Veloso.

      A gente confessa: trocar essa ideia com a Baby foi um presente, só amor. Com a irreverência na alma, o guarda-roupa marcante e a os cabelos coloridos de sempre (que a gente ♥), a Baby continua linda, a Baby continua sendo!

      27.03.15
    • festival de coisas boas

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      A primeira noite da segunda edição do Festival FARM Picolé foi só amor, música boa e água fresca. A gente conta tudo que rolou por aqui e já prepara a energia porque amanhã tem mais, sempre no Circo Voador! ♥

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      Além de comemorar o lançamento do nosso picolé Mate com Limão, em parceria com a Kibon, (teve pra todo mundo!) a gente deu uma trégua no calor escaldante do Rio com a instalação ‘#LigaChuva’, liberada pra galera tomar banho de roupa e tudo. Entre um show e outro, a boa foi curtir a pista ao som do Marcelo Callado, DJ da noite, e dar uma refrescada. Delícia, ó!

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      Falando em atrações, quem passou por lá foram as bandas Boogarins (que ficou entre as melhores bandas de 2014 pelo Scream Yell), O Terno e Audac. A casa tava cheia, todo mundo na expectativa pros shows! 😉

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      A diversão garantida ficou por conta do nosso pula-pula em formato de Abacaxi (fez todo mundo voltar à infância). A feirinha com troca-troca de roupas, a exibição do filme ‘Tropicália‘ e os hamburgueres veganos do Vegetê também fizeram a diferença, claro. Reunir tanta coisa boa assim deixa o evento mais especial, né?

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      Ah! A Piscinodélica foi um caso à parte. Não tinha como resistir a um mergulhinho noturno com os amigos e foi lindo ver todo mundo se sentindo em casa! 🙂 Dá pra ver mais clique aqui no I Hate Flash, vem!

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      fotos: Derek Mangabeira

      Deu vontade? Então separa o biquíni, a sunga e a animação porque amanhã tem mais música boa com Gustavo Galo, Holger, Russo Passapusso e a DJ Lili (da Festa Disritmia), começando às 20h com exibição do Cineclube Sofá Verde. A piscina, o troca-troca e o #LigaChuva vão estar lá esperando pela gente! 😉 Confirma presença aqui!

      21.01.15
    • olha o festival farm picolé aí!

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      Opa! 2015 chegou com amor. Nesse mês de janeiro, a Rádio FARM traz a segunda edição do ‘Festival FARM Picolé’, que rola no Circo Voador pra refrescar o verão. Ah! E dessa vez a gente tem motivo extra pra comemorar: é o lançamento do nosso picolé Mate com Limão em parceria com a Kibon. Vai ter música boa, piscina, cinema e, claro, muito picolé pra galera. Vem saber:

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      A programação vai trazer mostras dos Cineclubes Sofá Verde e Pajé e os DJs da nossa rádio colocando todo mundo pra mexer o corpitcho. No primeiro dia de evento, 15/1, o DJ da noite é o Marcelo Callado, que integra a Banda do Amor e é (nada mais, nada menos) baterista do Caetano Veloso. Tá bom, né?  Vai rolar também a exibição de Tropicália, filme do Marcelo Machado e muita banda boa.

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      Pra fazer história, o Festival buscou inspiração pelo país todo com bandas que vêm se destacando e ganhando seguidores por aí, como o som psicodélico dos goianos Boogarins, a banda curitibana Audac, que teve primeiro disco produzido por Gordon Raphael, responsável pelos primeiros álbuns dos Strokes (ai, ai!) e a paulista O Terno com rock sessentista de ótima qualidade.

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      E, claro, a sensação da noite (que vai refrescar o Circo) é o lançamento do nosso picolé Mate com Limão em parceria com a Kibon. A gente já contou um pouquinho dessa criação aqui, lembra? E celebrar os 450 anos do Rio com essa novidade deixa a gente com o coração em festa. Tem coisa mais carioca que nossos galões de mate na praia? ♥

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      Ah! Vai rolar nosso famosa feirinha com troca-troca de roupas (que fez sucesso na primeira edição, no ano passado), as instalações queridinhas #LigaChuva (vai fazer chover!) e Piscinodélica (nossa piscina inflável com projeções e tudo) e um pula-pula gigante em formato de abacaxi. Muito amor, né?

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      A gente te espera na quinta-feira que vem, dia 15/1, a partir das 19h, no Circo Voador. Anota aí: as próximas edições vão rolar nos dias 22 e 29 de janeiro, tá? Sempre no mesmo horário e com atrações diferentes pra ser inesquecível.

      08.01.15
    • rádio farm apresenta: rodrigo amarante

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      É impossível falar dele sem pensar em ‘Los Hermanos’ ou ‘Little Joy‘. Agora, mais um trabalho se associa a Rodrigo Amarante. Trata-se de ‘Cavalo’, primeiro disco solo do cantor com referências particulares e que ele traz pro Rio, daqui a pouco, no Circo Voador, viabilizado pelo Queremos. É um pouco de Brasil, um pouco da gringa e muito de Rodrigo. Vem ver!

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      De início, a gente precisa falar da capa do disco, que quebra a estética óbvia e traz as letras das faixas ilustrada. Pro Rodrigo, ‘Cavalo’, o nome do álbum, já traz uma imagem forte à cabeça de quem o percebe e é uma figura bem simbólica.

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      O português brasileiro não é o único idioma cantado pelo cantor. O Rodrigo canta também em francês e inglês, quase um espelhamento de seus anos como estrangeiro em Los Angeles, desde 2007.

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      É claro que a referência brazuca é grande. Em Maná, nosso clipe do dia, são as cenas originais da sua família no baile de carnaval de Saquarema, região dos lagos do Rio de Janeiro, que ganham destaque. Transborda memória e afeto, além disso, a música trata da arte e da dança como cura. Coisa linda!

      Curtiu? Então dá play pra ouvir nossa playlist exclusiva em parceria com o Queremos e se preparar porque o show é já já, às 20h, no Circo Voador. Confirma presença aqui e a gente se vê por lá! 🙂

      30.11.14
    • rádio farm apresenta: tame impala

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      Na próxima quarta-feira, dia 26, os australianos do Tame Impala chegam ao Rio pro show no Circo Voador (ponto pro Queremos de novo ♥). A gente, é claro, vai conferir pessoalmente e já adianta por aqui o que vai rolar. Se liga!

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      A banda conta com três álbuns, dois em estúdio e o mais recente Live Versions, gravado ao vivo em Melbourne. Aqui no Rio, as expectativas são as melhores. O clima de praia da Austrália tem a nossa vibe… o rock lisérgico dos meninos, ou a nova vertente do rock psicodélico, como intitulam por aí, traz um agito natural pra qualquer ambiente.

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      Segundo Kevin Parker, vocalista, instrumentista e compositor da banda, o maior hit do Tame é Elephunt. Uma das faixas certas pro show dessa semana e o som que a gente deixa por aqui pra você entrar no clima. Dá play!

      Animou? Então vem curtir mais na playlist do Queremos, aqui na Rádio FARM, e aproveita pra confirmar presença no show! 🙂

      23.11.14
    • rádio farm apresenta: metronomy

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      Que a gente é fã do Queremos todo mundo sabe e pra completar a nossa felicidade, no próximo dia 20, eles trazem pro Circo Voador a banda inglesa Metronomy. Vai perder?

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      É a segunda vez que eles vêm pro Rio, graças aos empolgados do Queremos (na primeira vez rolou show esgotadíssimo), e quem vai falar mais alto são as músicas do novo álbum ‘Love Letters’, mas é claro que os sucessos antigos não ficam de fora.

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      O álbum novo traz referências do soul dos anos 70 e um instrumental quase nostálgico, que revisita o passado pra construir o novo. Segundo a crítica, esse é o álbum de maior qualidade e representação da banda, tudo porque as músicas se conversam e, juntas, formam um todo de consistência sonora. Arrasaram, né?

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      Quem produziu o álbum foi o Joseph Mount, um dos integrantes da banda, o que reforça ainda mais a personalidade dos meninos. Com certeza, o show no Rio vai ficar pra história e a gente adianta a emoção agora com o clipe novíssimo de ‘The Upsetter’. Dá play pra curtir!

      Quer marcar presença com a gente? Então fica de olho nos detalhes por aqui e aproveita pra curtir as músicas novas na nossa playlist do Queremos, na Rádio FARM!.  Até lá! 🙂

      16.11.14