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      Tag: circo voador – a nave

    • circo sem pudor

      bola

      Se tem um lugar no Rio de Janeiro que a gente ama e se sente em casa, esse lugar é o Circo Voador. Não é pra menos: o Circo pulsa arte, confronto, inquietação. É o palco onde grandes artistas estrearam, se consagraram, nasceram e até… encerraram a carreira. É uma experiência.

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      A boa notícia é que os apaixonados por esse espaço de liberdade e heterogeneidade já podem preparar o coração… Daqui a pouco rola a estreia do filme ‘Circo Voador – A Nave‘, no Cine Odeon. Foram cinco anos de produção e seis meses de avaliação do acervo do Circo (passeando dos VHS dos anos 80 e 90 aos registros atuais) que ganhou vida pelo trabalho rigoroso de direção e roteiro da Tainá Menezes. Compilar boa parte dessa história intensa em um documentário só foi um desafio!

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      A gente assistiu ao filme em primeira mão e confessa que dá uma vontade grande de que uma segunda parte seja criada – porque sim, ainda há histórias pra contar. Passam pelo filme os depoimentos pra lá de sinceros do Marcelo D2, Marcelo Yuka, Lenine, João Gordo, Tom Zé… Fato é que o Circo se confunde com a nossa história, com a história da música e com o cotidiano extraordinário do Rio. Pudera… São trinta anos de Circo Voador!

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      Por lá, aparecem também a despedida da Rita Lee dos palcos, a apresentação emblemática do Caetano com o Barão Vermelho, ainda no Arpoador, o início da nave com a Blitz e até o período de fechamento da casa que resultou na reconfiguração do Circo, anos depois, sob a atual visão atenta e cuidadosa da Gabi Morenah, filha da Juçá.

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      “O documentário se concentrou na arte, que é universal, na importância do Circo pra música brasileira. Temos um compromisso com a cultura e o filme mostra esse processo de construção das coisas pra que a nova geração não precise recomeçar. O fato é que as coisas contecem na hora que explodem. Não tem que ter medo!”, conta a Maria Juçá.

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      A cultura das ruas, pulsante e viva, ganha fundo no documentário, assim como a vitalidade de uma juventude atemporal, que nunca cansa. O filme foi feito sem patrocínio, na garra. É um respiro de esperança pra quem, assim como nós, acredita na arte – e na pulsão transformadora dela. É conceito, eco, personalidade… alcance!

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      E se liga: hoje, depois da exibição do filme no Odeon, a boa é correr pro Circo pra comemorar com… música, claro. Vai rolar Beach Combers, Combo Futurista (Baleia + Biltre + Posada e o Clã + Duda Brack + César Lacerda), Nação Zumbi + part. Otto, Tulipa, Marcelo D2, DJ Lencinho e VJ Montano​.

      Noite linda por um motivo mais lindo ainda. Valeu, Circo! ♥

      22.10.15