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sua mochila está vazia

      Tag: chapada dos veadeiros

    • flores na chapada

       
      Um cantinho charmoso, energizado e acolhedor. O nome também não poderia ser mais propício: Casa das Flores. Foi esse espaço que acolheu a nossa equipe na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, onde clicamos o editorial de Sarongue, nossa coleção de inverno 2017. Vem conhecer um pouquinho desse paraíso com a gente!
      Com apartamentos, chalés duplex, mezaninos e jiraus, a pousada conta com cômodos confortáveis e repletos de mimos, como cristais espalhados pelos cantos e redes espalhadas na porta dos quartos  
      E a gastronomia não fica atrás de nenhum cinco estrelas, viu? Tudo muito gostosinho, do café da manhã ao jantar. A Carla Santiago, nossa coordenadora de estúdio, a-mou o risoto de arroz negro com camarão! Só de imaginar a gente já saliva, né? 
      Ah! E tem SPA dentro da pousada também, tá? Por lá, é possível fazer massagens, banhos terapêuticos e relaxamentos. Pra ficar em paz! 
      A pousada fica na Vila de São Jorge – uma das mais importantes da região – e a apenas alguns quilômetros das atrações paradisíacas da Chapada. Partiu? 
      12.02.17
    • lá do cerrado…

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      “Nunca mais esqueço a quentura do vento que invade o coração quando as nuvens baixas e densas do planalto começam a aparecer no horizonte. É uma sensação que a gente só entende quando o Morro da Baleia começa a aparecer, enquanto as araras atravessam os céus!”. Desde a primeira vez que a Mari Caldas, fotógrafa e redatora do ‘The Summer Hunter‘ ♥, respirou os ares do Cerrado, sabia que o caminho era sem volta.

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      E foi o segundo encontro da Mari com a Chapada dos Veadeiros que transbordou nesse registro inspirador. É que, mais uma vez, ela estava lá… feliz no universo inteiro de possibilidades que existem no alto do paraíso. Quando chegou na vila de São Jorge, cinco anos depois da primeira visita e em pleno Encontro de Culturas, percebeu como os caminhos tinham crescido por ali. E ao mesmo tempo, se deu conta do quanto ela também tinha se transformado:

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      “Nesses dias que passei de um paraíso ao outro, caminhando por trilhas e jardins de uma beleza que mal dá pra descrever e mergulhando nas águas milenares deste santuário que tem uma das formações geológicas mais antigas do mundo, também entendi como um lugar é tão insubstituível quanto uma pessoa que a gente ama muito. Com todas e cada uma das suas delicadezas, seus detalhes e nuances…”, conta.

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      Como da primeira vez, foi novo, lindo e transformador – simplesmente porque mais um encontro com a Chapada nunca é demais. A Mari afirma que sempre vai existir um cantinho, um rio, um cenário ou um jardim que você ainda não experimentou por lá. Tanto fora, quanto dentro.

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      fotos: Mariana Caldas 

      Dá vontade de se jogar na estrada, né? Então mata mais um pouco da curiosidade lendo a história da Mari, claro, nesse post do The Summer Hunter! 😉

      14.08.15
    • arte na pele

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      O desenho sempre fez parte do ser Gabriel. E é mesmo muito impressionante ver a sua arte se manifestar. Como se nada fosse, de um piscar para o outro, Gabrilândia cria um universo inteiro. A cada traço, linha, ponto, movimento. Há dois anos, certas conjunções cósmicas abriram os caminhos e de repente ele estava ali, terminando a sua primeira tatuagem. Um polvo. Era março de 2013.

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      “Eu tenho lembranças muito vívidas da minha infância através do desenho”, contou o tatuador e artista plástico, Gabriel Almeida da Silva, durante uma divertida entrevista para o The Summer Hunter, num fim de tarde gostoso em São Paulo, um dia antes dele voltar para o seu ateliê na Chapada dos Veadeiros.“Sempre tive um impulso de desenhar no meu corpo e no corpo das pessoas. Acho que isso é uma coisa muito natural pra quem desenha na verdade. Mas a tatuagem sempre me pareceu uma possibilidade muito distante, apesar de gostar muito”.

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      O lance não era medo da maquininha. “Eu nunca tinha visto uma tatuagem dentro dos estilos clássicos que eu sentisse identificação como traço, ou possibilidade. E achava que não era possível fazer de outro jeito”, explica, entre um traço e outro no seu moleskine. “Mas aí em algum momento, eu conheci o Rui e ele pilhou nessa ideia, disse que eu me dar muito bem tatuando”. Depois de uma ida frustrada à Galeria do Rock, a poeira baixou um pouco. “O cara da loja me disse que desenhar era diferente de tatuar e me deu um folheto com um curso de pintura. Foi bizarro, ele nem me conhecia”.

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      Até que um dia, o mesmo amigo Rui apareceu com uma maquininha e tudo mais que ele precisava, inclusive um convite para estrear a sua arte na sua própria barriga. “Eu levei umas três horas e meia para fazer a tatuagem e senti muitas coisas ao mesmo tempo”, relembra. “Foi muito estranho sentir o cheiro do sangue, a pessoa sentindo dor e também a resposta da pele, que é tão imediata. Fiquei aflito em alguns momentos, mas percebi que era só uma questão de entender o tempo daquilo. Recentemente eu descobri que o lugar que ele escolheu é um dos mais difíceis”.

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      Curtiu? Vem ler mais no The Summer Hunter e descobrir os lugares preferidos do Gabrilândia na Chapada dos Veadeiros!

      13.05.15
    • o vale encantado

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      Em setembro do ano passado a Carol (colaboradora aqui do adoro!) partiu com equipe e modelo pra produzir um editorial no Vale da Lua, pico único e cheio de energia boa, localizado na Chapada dos Veadeiros, bem aqui, no nosso país. Tá na pilha de conhecer esse lugar incrí? Anota as dicas:

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      “Eu já conhecia um pouco da Chapada dos Veadeiros, lugar de paisagens maravilhosas e cachoeiras cristalinas, que fica em Alto Paraíso de Goiás. Mas nunca tinha visitado a mais diferente delas, o Vale da Lua. Era um sonho conhecer e fotografar naquelas pedras que mais pareciam um pedacinho do céu na Terra.

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      O Vale da Lua é assim em função das corredeiras do rio São Miguel. As formações rochosas cavadas nas pedras pela água lembram mesmo uma superfície lunar. Nunca vimos nada igual! A boa é chegar cedinho de manhã, logo quando abrem pra acesso, e ir embora quando as famílias estão chegando. A entrada é cobrada (média de 10 a 15 reais por pessoa), assim como em algumas das cachús da região.

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      Nós ficamos na Pousada dos Guias, que incluía um café da manhã caprichado, guias para passeios pela região e wi-fi. Alto Paraíso é uma delícia e tem várias lojinhas bacanas e restaurantes de comida natural. Pra chegar lá, a gente pegou um vôo do Rio até Brasília e fomos de carro até Goiás (a viagem dura em média 3 horas).  A boa é ir de carro pra poder visitar todas as cachús nos arredores e curtir bem os passeios. 😉

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      Dica: o Vale da Lua também fica localizado a mais ou menos 35km de São Jorge, uma vila na Chapada que é destino roots daquela galera que curte muito sossego em datas como o Carnaval. Quem curte acampar vai adorar. Vale conhecer!

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      Quer ver o resultado final das fotos nesse paraíso? Só clicar aqui. 😉

      30.01.15