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sua mochila está vazia

      Tag: carnaval

    • Mestre Jamelão

      Abre Asas foi uma coleção super especial e com uma conexão incrível com o carnaval – seja através dos blocos, dos personagens ou das escolas de samba. Tivemos várias parcerias incríveis que encantaram todo mundo e fizeram um super sucesso.

      Uma dessas colabs foi com a Estação Primeira de Mangueira! E a parceria foi pé-quente, já que a verde e rosa conquistou o título do carnaval de 2019 com seu enredo “História pra ninar gente grande”.

      Figura importantíssima na Mangueira, Jamelão foi um dos nossos homenageados em Abre Asas. O cantor foi intérprete dos sambas-enredo da Estação Primeira durante 57 anos e está presente em um dos nossos silks, uma t-shirt mara!

      No lookbook da coleção, um dos personagens foi Jamelão Neto, representando o avô e mantendo viva sua memória como importante personagem do carnaval.

      A t-shirt chegou na última semana no site (clica aqui pra ver) e nas lojas, corre pra garantir a sua!



      25.03.19
    • Carnaval Consciente

      Tá chegando a festa mais aguardada do ano: o Carnaval!
      Serão (oficialmente) 4 dias de muita festa, resistência, música e gente fantasiada nas ruas!
      No embalo das marchinhas, do axé, frevo, samba e de vários outros ritmos que entoam a folia, a gente não pode esquecer que, apesar de ser festa, é preciso ponderar e pensar que em muitos casos, as ações desses 4 dias ecoam por muito tempo.

      Consciência ambiental

      Glitter biodegradável
      O glitter é feito de micropartículas de plástico, e depois de usado escoa pelo ralo. O lance é apostar no glitter biodegradável e usar com moderação. A gente tem Glittra no site. É pra brilhar sem agredir o meio ambiente!

      Leva seu copinho reutilizável!
      Imagina só usar um copo descartável a cada bebida que você for tomar? Leva seu copo de casa e aproveita. Ah, melhor evitar caneca de vidro pra não se machucar, tá? Se você não dispensa um canudinho, lembra de levar o seu de casa também.

      Troca-troca de fantasias
      Chama as amigas, façam um esquadrão e troquem fantasias e adereços entre si! Evita o alto consumo e cada uma sai com uma fantasia diferente durante a folia.

      + latas, – garrafas
      Cerca de 91% das latas de alumínio são recicladas no Brasil! É a chance de ressignificar o que rolou nessa festa. E como já falamos ali em cima, os riscos do vidro quebrar e machucar em ambientes de multidões são altíssimos!

      Vai de transporte público!
      Além de ser ambientalmente mais amigável, dá menos dor de cabeça! Nas cidades com grande concentração de blocos e desfiles de agremiações, várias ruas são interditadas e o trânsito fica caótico nas redondezas.

      Lixo é na lixeira
      Essa vale pro ano inteiro, mas não custa nada relembrar. Em 2018, a COMLURB recolheu 486 toneladas de lixo em quatro dias de Carnaval no Rio de Janeiro.

      Consciência social

      Respeite as diferenças
      Carnaval é festa de todo mundo! Se divirta sem incomodar o outro e deixe o outro livre pra ser o que é – a não ser que o outro esteja ofendendo ou incomodando, aí vale pedir ajuda.

      Ajude uma mina
      Avistou uma mulher passando mal? Para pra ajudar! Olhe sempre no olho de outra mulher, e, se ela te parecer com medo ou assustada, se mostre disponível.

      Consciência com o espaço público

      A rua é nossa!
      Pichações e outros tipos de vandalismo – inclusive subir em estátuas e prédios históricos – podem atrapalhar muito o nosso dia a dia depois do Carnaval. O mesmo vale pra danificar ônibus, fazer xixi na rua e pisar nos canteiros!


      Se organizar direitinho todo mundo se diverte e curte o Carnaval sem causar problemas! Partiu folia?


      27.02.19
    • Novidadinhas de carnaval

      Falta pouco menos de um mês e a gente já tá na contagem regressiva pro Carnaval desse ano! Mas enquanto a folia oficial não chega, que tal curtir os blocos do esquenta?

      Daqui até a o início oficial do carna, nosso tradicional novidadinhas – em conjunto com o pessoal do segue o bloco vai te dar dicas pré-carnavalescas pra vocês não perderem o que tá rolando de melhor!

      São Paulo

      Bloco Domingo Ela Não Vai, em SP

      16/02

      14h Bloco da Muda – Armazém da cidade
      O bloco tem o repertorio formado por sambas e marchinhas carnavalescas tradicionais

      15h Pré-carnaval – Grupo Maracatu Bloco de Pedra – Alves Guimarães 1511
      Utiliza os instrumentos tradicionais como alfaias, agbês, caixas de guerra, gonguês, entre outros, além de indumentárias como as grandes saias rodadas e o estandarte.
      Sua percussão vigorosa é inspirada em três das tradicionais nações de maracatu a Nação Estrela Brilhante de Recife, Estrela Brilhante de Igarassu e a Nação Porto Rico

      20h Pré-Carnaval Tropsicodélico – Estrella Galicia Estação Rio Verde
      O Pré-Carnaval Tropsicodélico vai juntar o Unidos do Swing com a banda Big Pacha para um groove cheio de swing, funk e jazz para animar o período de pré-Carnava

      22h Sabe De Nada Inocente – Pré-Carnaval – Audio
      O bordão do Compadre Washington vira nome de bloquinho e faz muita folia no Carnaval. O Bloco Sabe de Nada Inocente faz festa com É O Tchan em São Paulo, já em aquecimento para o feriado mais agitado do ano

      23h Ensaio do Bloco Casa Comigo | É Carnaval! – Casa Natura
      O Casamento de Carnaval mais animado de São Paulo faz uma viagem pelas velhas marchinhas de rua, passando por  versões carnavalescas de canções de amor como “I just call”, “Pensa em Mim” e “Pelados em Santos”. O bloco conta com uma bateria enérgica e bem humorada, trazendo alegria, purpurina e muito amor em suas apresentações.  

      17/02

      16h Pré-Carnaval Domingo Ela Não Vai – O 170
      Você quer muito axé misturado com pagode dos anos 90, @? Pois todo domingo ela vai, sim, nas festas do Bloco Domingo Ela Não Vai. Com participação do Bloco Lua Vai, a festa vai animar os domingos pré-carnavalescos no Espaço 170.

      16h Esquenta do fabuloso bloco Amélie Pulando – Traço de União  
      Tocando música francesa misturada com marchinhas, além de faixas baianas cantadas em francês, o bloco franco-brasileiro vai colocar todo mundo pra pular.

      16h Bloco Jegue Elétrico – Nossacasa
      Bloco tem repertório autoral com marchinhas que falam sobre atualidades sempre politizados e  com bom humor.

      16h 30 Bloco Beatles para Crianças | É Carnaval! – Casa Natura Musical
      Já sucesso nos bailinhos e blocos de rua de todo o Brasil, desde 2016 o projeto Beatles Para Crianças criou o seu Bloco de Carnaval. A mesma farra e a mesma empolgação dos seus shows, a banda apresenta as canções do quarteto de Liverpool em ritmos carnavalescos, como samba, marcha rancho, maracatu, ciranda e muito mais.

      Rio de Janeiro

      Bloco Tambores de Olokun

      16/02

      8h Bloco Chá da Alice – Av. Lucio Costa, 3300
      O bloco toca os maiores hinos da comunidade queer! Vai colocar todo mundo pra seguir o trio deixando uma trilha de puspurina, plumas e confetes pela barra.

      9h Desfile do Bloco Desliga da Justiça – Baixo Gávea
      Pode tirar aquela fantasia de super-herói e vilão do armário que Desliga vai sair. Tocando desde os enredos famosos à músicas atuais o Desliga tira coloca todos os personagens para dançar.

      10h GBzinho – General Glicério – Laranjeiras
      Esse bloco é para a criançada! Já virou tradição no Rio levar o filho para curtir o GBzinho e depois ficar para curtir o GB que começa às 13h com muito samba tradicional das Escolas de Samba.

      21h Cortejo do Diga Não a Monogamia
      Aquele bloco não oficial que todo mundo ama. Para a galera do poliamor e que prega o respeito a todas as formas de amar

      17/02

      9h Desfile do Bloco Vira Lata – Orla de São Conrado
      O bloco vai colocar todo mundo para correr atras do trio ao som daquele axé saudoso

      9h Desfile do Volta, Alice – Rua Alice
      Um dos blocos mais tradicionais do Rio sobe a ladeira da Rua Alice tocando muito samba enredo e marchinhas.  Neste ano o bloco traz o  samba-enredo “Todo Mundo Peladão”.

      10h Desfile do Bloco me Esquece – Jardim Botânico
      Quem não conhece o me esquece não conhece o carnaval. O bloco vai colorir a Jardim Botânico de verde e branco no jeito mais tradicional de fazer carnaval. .

      14h Desfile do Bloco Chinelo de Dedo – Rua do Mercado
      O bloco se organiza no centro com aquela bateria tradicional de escola de samba

      16h Tambores de Olokun – Igreja Nossa Senhora do Rosário
      O batuque mais tradicional de domingo. O bloco coloca a gente para rodar com ritmos de matriz africana

      Belo Horizonte

      A nossa amada Cidoca vai abrir seus jardins pra receber uma pop up nossa especial de Carnaval! Aproveita pra conhecer a nossa coleção de fantasias e de acessórios pra você se jogar no carna!

      Segue a programação:

      15/02 – das 14h às 20h
      16/02 – das 10h às 19h
      17/02 das 12h ás 19h

      Rua Carlos Gomes, 40 – Santo Anônio.

      Bora?

      14.02.19
    • FARM entrevista: José Camarano

      Sabe aquele papo de que às vezes a gente precisa dar um passo pra trás pra poder dar dois pra frente?

      José Camarano – produtor de moda do lookbook de abre asas e do desfile da nossa convenção – percebeu que estava imerso numa vida de excessos e, por vontade própria, notou que precisava dar um passo pra trás. Mas se engana quem achou que o resultado seriam “mais passos pra frente”. Camarano agora prefere mesmo é dar passos largos e de qualidade.

      Vem ver a nossa entrevista com esse cara incrível que tem muito a ensinar pra todos nós!

      Como se deu essa mudança de estilo de vida?

      Eu diminuí tudo na minha vida. Consumo, noite, as aventuras. Troquei as aventuras da noite pelo esporte radical. Mas essa mudança foi muito gradual. Começou há uns 6 anos, quando eu me questionei sobre as coisas que me faziam feliz na vida. Eu fui percebendo que elas nao estavam nas coisas! Estavam nas situações, nas pessoas, no afeto, nas experiências…
      Quando eu mudei pra Nova Iorque, me deu muita saudade do Brasil e do calor humano que a gente tem aqui, do contato com a natureza… e aí eu resolvi fazer um retiro no Havaí, passei 6 meses por lá trabalhando numa fazenda, entrando em contato com outro tipo de pessoas e de energia.

      E como você trouxe essa mudança de vida pro lado profissional?

      Eu aprendi que dava pra continuar trabalhando com moda, simplesmente coloquei um pouco mais de propósito no que eu faço e entendi que não precisava ver as roupas como uma tendência que simplesmente passa pela vida das pessoas. Entendi que a moda tem história pra contar, tem afeto, estilo de vida. Foi aí que eu reencontrei o meu lugar.
      Hoje em dia as matérias que eu faço, as coisas que eu falo… elas tem muito mais a ver com o significado daquilo que com a peça de roupa.
      Eu passei a fazer poucos projetos, mas trabalho mais intensamente em cada um deles ao invés de fazer um monte de coisas ao mesmo tempo. Parei de pegar todos os trabalhos que apareciam, aprendi a falar não. Aprendi a direcionar mais o meu trabalho pro que eu quero ao invés de fazer o que o mercado tava me oferecendo. Eu inventei uma nova maneira pra eu trabalhar.

      E como é a sua história com a FARM?

      Eu tenho uma história muito antiga com a marca. Eu era produtor executivo da Babilônia Feira Hyper quando a Katia (Barros, diretora criativa da FARM) e o Marcello (Bastos, sócio-fundador da FARM) começaram com o estande. Acompanhei o primeiro estande, as filas na porta pra entrar… eu gostava muito da Katia e do Marcello mas nunca fui conectado com o lifestyle da marca, justamente porque eu vivia acelerado, muito mais na noite e interessado com o que rolava fora do Brasil. Eu queria trazer tudo de fora do Brasil pra cá, funcionava como uma antena do que estava rolando no mundo pra cá. Quando eu fui morar fora, tive esse estalo do quão rico o Brasil é, e como a gente tem que se valorizar mais. E a valorização do produto nacional me aproximou da FARM!
      Quando voltei pro Brasil, fui aos poucos me reconectando com a FARM através do consumo consciente, do lifestyle do dia, do sol, do carnaval.
      Hoje, além de produzir o último lookbook e os últimos desfiles, eu estou com um projeto de consultoria para a FARM internacional, ajudando a entrada da marca nos Estados Unidos.

      A coleção abre asas foi totalmente inspirada no carnaval, que é diferente dependendo da região do Brasil. Como trazer isso para o lookbook?

      Olha, foi uma delícia. O desafio maior estava em como traduzir uma fantasia, que é feita pra ser não-duradoura, ser usada no dia a dia.
      Eu tentei mesclar acessórios de carnaval com as roupas que serão usadas no cotidiano, então mesmo os looks apesar de tendo um styling mais pesado, com os acessórios pra deixar a roupa mais lúdica, é fácil de entender como aquela roupa pode ser usada numa ocasião de dia a dia.
      É uma coleção que tem muito o que dizer, estampas que contam a história do carnaval. Além das colabs, claro com olodum, mangueira, bola preta, zé filho.
      Com o styling eu acabei conseguindo mostrar que essa coleção tá cheia de roupas que podem ser usadas no dia a dia, mas também no carnaval!

      Você também fez o styling do desfile da apresentação do carnaval. Qual é a principal diferença entre produzir um lookbook e um desfile?

      No desfile a gente sempre evidencia a fantasia, o lúdico e a emoção, porque as pessoas estão ali olhando… então a gente acaba priorizando o mood em si. Desfile é como se fosse contar uma história, uma fábula. No de abre asas, o desfile abria preto e branco, meio baile de gala… depois ia passando pra um outro terreno; uma estampa mais de rua, de bloco, até chegar na estampa do olodum, que fechou o desfile e deu início a festa. Tem toda uma cadência, quem tá assistindo o desfile vê uma história sendo contada na sua frente do começo ao fim.
      No lookbook os looks não conversam, são isolados. Você vê o personagem ali, uma história contada em uma foto. No desfile os personagens são costurados em uma história inteira.

      Como você vê o “abre asas” da moda atual?

      Eu acho que o mercado da moda tem melhorado muito de um tempo pra cá. A moda tá mais consciente de que o produto tem que ser mais durável, pode ser encaixado em várias etapas da vida. Principalmente no Rio, onde um mesmo vestido pode ser usado pra uma reunião e uma saída á noite.
      Hoje a moda está servindo mais pra gente do que a gente à ela, tá ficando mais entendível, acessível, e, ao mesmo tempo, mais relaxada.
      A moda está mais tranquila, aberta e inclusiva. Quando eu saí do Brasil as coisas estavam de um jeito e quando voltei, estava de uma maneira completamente diferente.
      Aqui na FARM é muito legal poder trabalhar com pessoas que não são modelos, incluindo todas as raças, todos os tipos de pessoas, corpos e sexualidades… tudo isso.
      A moda hoje é um termômetro do que está acontecendo no mundo. A moda antes tinha o poder de provocar desejo nas pessoas e hoje ela escuta o que as pessoas querem, e entrega exatamente o que as pessoas estão precisando.



      08.02.19
    • FARM ♥ Mangueira parte 2

      Depois de contar todos os detalhes da produção dessa coleção incrível nascida no barracão mangueirense chegou a hora de apresentar o resultado da parceria!

      Na parte mais básica, temos as t-shirts com trechos de sambas-enredo que marcaram história. Quem não se empolga ao ler “Atrás da Verde e Rosa só não vai quem já morreu”?

      A bandeira da agremiação ganhou um super destaque em peças como a o vestido, a saia tranpassada e o kimono.

      Pra quem quer mostrar que é mangueirense e tem samba no pé, rola também uma sandália feita em parceria com a escola!

      A gente aproveita pra lembrar que garantindo os produtos da parceria você colabora com a Estação Primeira de Mangueira, patrimônio do carnaval carioca! Corre pras lojas e pro site pra encontrar os seus desejos!

      28.01.19
    • Lançamento: Abre Asas

      Abre Asas nasceu. É a nossa coleção de inverno 19 inspirada nos movimentos de carnaval espalhados pelo país ao lado de parcerias inéditas com gigantes da folia: Estação Primeira de Mangueira e Olodum.

      E se as roupas trouxeram a originalidade da nossa festa mais querida, a campanha não foi diferente: sob a direção de arte do Carlos Mach, nosso criador de emoção, convidamos diretores musicais Pedro Amparo e Gabriel Policarpo pra criar uma trilha exclusiva que embalou vídeo, desfile e a festa de lançamento da coleção. No projeto, mais oito músicos participaram dando o tom em instrumentos de percussão.

      Foram quatro dias intensos de foto e vídeo e um casting apaixonante composto por músicos, artistas, foliões e bailarinos que, com a gente, revisitaram pontos emblemáticos do recorte carioca, como o Museu do Açude e o Sambódromo. A dança ficou por conta da coreógrafa Laura de Castro.

      Abre Asas é um convite às expressões de um carnaval diário. É ressignifcar espaços e gestos. Ver e ver de novo. É olhar aberto. Atento. Corpo acordado. É experimentar. O nosso agradecimento aos parceiros que fazem dessa coleção um presente. Já já, a gente conta mais.

      Dá play!

      22.01.19
    • carnaval sustentável

      O Céu na Terra e o Sargento Pimenta, blocos clássicos do Rio de Janeiro, se preparam pra o cortejo pré-carnaval Quero Verde Perto, que vai unir folia e consciência ecológica nesse domingo, a partir das 11h, na Fundição Progesso. 

      A ideia é unir a galera pra um chamado sustentável. Mais do que comemorar a época mais animadinha do ano – que a gente adora – todo mundo vai ter a oportunidade de mexer com a terra, plantar e conservar a natureza. Fantasias de flores e plantas são muito bem-vindas e trajes de banho também… porque se o calor falar mais alto o banho de mangueira vai ser liberado hehe!

      A boa é que a Fundição inteira estará mobilizada pro ato com almoço especial (e muitas opções vegetarianas) e atividades infantis com monitores no espaço 'Canto das Flores'. A família inteira tá convidada.

      A grande sacada fica por conta das ações de recuperação do solo da praça dos Arcos da Lapa e da limpeza do jardim, promovida pela equipe do Canto das Flores –  tudo isso ao som dos ritmistas do Sargento Pimenta, em ensaio aberto e público.

      Quer saber mais, curtir a folia e ainda contribuir pra recuperação do espaço público? QUERO VERDE PERTO é uma iniciativa da Fundição Progresso e do Bloco Céu na Terra, com apoio do Mercado Fundição e Bloco do Sargento Pimenta. Bora nessa! 

      26.01.18
    • colabs do carnaval: leo caetano

      O carnaval ainda nem chegou e a gente tá só amor pelo nosso Abre Alas, que esse ano veio purpurinado com fantasias e acessórios pra cair na folia daquele jeito super colorê que a gente a-m-a! 

      E sabe da maior? Nessa edição tivemos 3 colaboradores super queridos, a Carol Perlingeiro – nossa modelo do coração, o modelista Leo Caetano – que sabe tudo e mais um pouco do carnaval, Tarcísio Cisão – vocalista do Amigos da Onça e uma das figuras marcantes do carnaval de rua carioca. Ah, também rolou uma parceria linda com a Alexia Hentsch, a musa dos bodys e adereços super desejados até na gringa, que fez com a gente uma mini coleção bem brilhosa pra folia! 

      E claro, a gente vai contar sobre a colaboração de cada um deles durante esse mês durante esse mês pra já fazer aquele esquenta pro carna!


      Cola aqui e vê só o papo que a gente teve com o Leo Caetano, que idealizou a fantasia Serpentina:

      – Leo, conta pra gente, como acontece o seu processo criativo?
      Gosto de chamar meu processo criativo de co-criação. Junto com o folião, temos uma conversa muito informal, escolhemos o tema da fantasia, que é inspirado no universo imaginário e gosto pessoal da pessoa. Levo até na escolha da matéria-prima e também pra fazer novas descobertas em uma exploração ao Saara, no centro do Rio.

      – E pra fantasia Serpentina que você idealizou com a gente, de onde veio a ideia?
      Da febre musical do Amigos da Onça, a música "A Cobra". Adoro a possibilidade de fantasias e música interagirem!

      – E claro, a gente não poderia deixar de perguntar: quais são os blocos imperdíveis pelo Rio?
      Orquestra Voadora, Amigos da Onça, Boi Tolo, Céu na Terra, Me Enterra na Quarta, Ressuscita no Sábado, Guerra de Purpurina, Pérola da Guanabara, Sereias da Guanabara e uma dica: passeios suaves no Sambódromo pra catar sobras de fantasias descartadas, como plumas ou cabeças interessantes!

      Anotou tudo? Então chama a galera, prepara a fantasia e partiu carnaval! 

       

      18.01.18
    • ei, você aí…

      Carnaval é coisa que a gente ama muito e sim – já estamos na contagem regressiva pro festejo. Uma coisa é certa: nem só de avenida vive a folia. Tem muita história boa por aí e uma delas tem sido escrita de oito anos pra cá pela Fernanda Amim, que é mestre em Direito pela UFRJ e pesquisadora do INCT Observatório das Metrópoles (IPPUR/UFRJ) e do Laboratório de Direitos Humanos – LADIH – da Faculdade Nacional de Direito/UFRJ.

      A pesquisa virou uma baita história, que virou livro, que virou financiamento coletivo cheio de recompensa legal. Bora contribuir e fazer parte desse movimento?

      O livro aborda o processo de transformação do carnaval de rua nesse tempo e as inúmeras restrições e probições que vem sofrendo, na tentativa de implementação de um projeto específico de cidade que ignora os desejos e autonomia da população e da galera que vive, pensa e produz o carnaval. 

      Pra esse registro, a Fê mergulhou na história de resistência promovida pelos blocos não oficiais do Rio, e se inspirou no Cordão do Boi Tolo e na construção do direito à cidade a partir desse movimento. O resultado é um livro cheio de experiências, causos e urgências. Pra quem ama carnaval, a cidade e o desenvolvimento urbano, é um presentão que ajuda a criar consciência e a entender a história da cidade. 
       

      O livro terá 250 páginas com fotos e ilustrações exclusivas. É um projeto gráfico lindo, além de tudo; e pra que ele nasça com tudo que tem direito é preciso colocar o bloco na rua e também apoiar os incentivos na benfeitoria que ela criou. O tempo urge! 

      De recompensa tem purpurina orgânica com Pura Bioglitter, ensaio fotógrafico com Helena Cooper, aula de percussão com Pedro Amparo, mestre de bateria do Agytoê, ladrilhos do projeto Ladrilha – da nossa editora de conteúdo Fê Moreira e muito mais…  

      É ou não é pra animar na colaboração? Mas corre que o projeto precisa muito da sua ajuda e fica só até dia 17/12 no ar. O link pra colaboração tá aqui.

      Se você é do Rio ou de qualquer cidade desse Brasil-il e ama carnaval de rua e ocupação do espaço público, o livro é pra você. Vamos repensar a cidade, vamos repensar as ocupações, vamos repensar o nosso lugar no mundo. A espaço público é nosso! 

      04.12.17
    • carnaval das minas

      Carnaval nunca foi minha festa preferida. Minha aptidão pra gostar dos mistérios da vida sempre me afastou um pouco dessa alegria fácil e solar da folia. Eu raramente me sinto à vontade pra dançar e pular em público, extravasando essa energia contagiante que é a minha principal foto imaginária desse momento do ano. 

      Mas tudo mudou quando resolvi passar o carnaval em BH e, lá em 2013, a cidade, que parecia abandonada nessa época, deu seus primeiros passos carnavalescos diante dos meus olhos ainda resistentes. Lembro de ter intercalado bloquinhos de rua e Netflix, ainda sem acreditar que a cidade estava mesmo pronta pra oferecer tudo que poderia. 


      Foto: Amarante Filmes

      Nos anos seguintes, cada vez mais amigos trocaram as viagens pra Diamantina, Salvador, Rio e outros destinos cobiçados pra ficar aqui. Esse ano, a expectativa de público chegou na casa dos milhões e a prefeitura registrou mais de 300 blocos saindo pela cidade  Então a regra é juntar o seu bando de amigos e fazer escolhas, ou sair pra rua sem combinar nada com ninguém, mas com a certeza de que vai encontrar todo mundo. Como mágica, abraços suados e cheios de purpurina começam a acontecer durante o trajeto. 

      Eu descobri nesses anos seguintes que eu gosto mesmo é desse encontro. Dos sorrisos, da liberdade de misturar todas as poucas roupas coloridas que tenho no armário. Da surpresa que é encontrar seu cliente mais conservador usando peruca rosa e sua dentista de meia arrastão.

      O carnaval nunca foi minha festa preferida mas levaram meu coração pro bloco, esfoliaram a minha pele com glitter, ocuparam meu quadrado com mais de dez pessoas, me ofereceram Catuçaí do Nandão, abriram espaço pra protestar contra o assédio e o machismo e aí, não teve jeito: esse amor cresceu forte dentro de mim.

      BH teve um carnaval de resistência e de muita força feminina. Nosso carnaval, mais do que nunca, foi e é um carnaval das mina. Das que organizam bloquinhos cheios de ativismo (Sagrada Profana, ClandesTinas, Bruta Flor), das centenas que produzem e tocam o xequerê colorido, o tambor, os metais e toda a bateria, carregando instrumentos ladeira acima e abaixo. Das que se protegem e se ajudam, das que se empoderam no short mais curto, nas poucas roupas, na liberdade de se vestir de si mesma.

      Todos os anos,levei minha câmera e registrei o que vi nas ruas. E esse foi, sem dúvida, o mais bonito de todos. Minhas lentes não capturaram os momentos de assédio, de violência e  homofobia. Mas é triste saber que eles existiram e que ainda há muito a caminhar. Mas eu vi Cristal, nossa pérola afro brasilis, abrir caminho no bloco Garotas Solteiras pra derramar suas palavras de luz. Todo mundo sentou pra ouvir ela interpretar Beyoncé e explodiu a bateria com o melhor do pop no ritmo de batuque. Vi uma corrente de mãos dadas criando espaço pra uma senhora que se divertia no meio do bloco, sentada em sua cadeira de rodas, acenando pra aqueles jovens malucos. Vi as marchinhas se posicionarem com gritos políticos e vi mamilos cobertos só de tinta dourada. 

      Nosso carnaval é um lembrete de que a cidade não é o eixo centro-sul. As pessoas não são só o que a profissão delas anuncia. A chuva não é um impedimento pra sair de casa. Axé merece todo nosso respeito, especialmente o dos anos 90. E é pra respeitar as manas, monas, minas e manos o ano inteiro. 

      Carnaval é a minha festa preferida. Eu amo a sensação de pertencimento que é se locomover por tantas ruas da cidade, ocupando aquele espaço que é sempre só dos carros. Inventar e fazer minhas próprias fantasias e adereços de cabelo com a ajuda da minha mãe. Amo a liberdade de amar o meu corpo como ele é e ter coragem de sair nas ruas só de body. O que sinto é que a resistência continua. Talvez com um pouco menos de glitter, sem cílios postiços ou pele muito a mostra. Mas eu quero viver nessa cidade. Quero fantasiar o ano inteiro de Carnaval. 

      Belo Horizonte, você me deu um novo amor de presente e agora não tem volta. Ainda bem. 
       

      Depoimentos de quem faz:

      Foto: Carlos Hauck

      Bruna Rodrigues se arriscou faltando pouco tempo pra a folia e aprendeu a tocar Surdo: "Eu sempre participei como foliã, mas queria conhecer esse outro lado da bateria. Ver muitas mulheres tocando foi o que me inspirou demais. Faltando um mês eu comecei a participar de oficinas (criadas por outras mulheres pra se ajudarem) e aprendi a tocar o Xequerê. Mas logo decidi arriscar nos graves e foi muito empoderador! É um instrumento grande, pesado e, apesar de nunca ter tocado nada, consegui. E é emocionante. O grave bate dentro no coração"

      Tati Marques tocou em 15 (!!!) blocos diferentes esse ano: "Em BH é muito lindo porque a gente integra diferentes pessoas, diferentes culturas. Esquenta a nossa alma e dá uma felicidade gigante, parece que você tá prestando um serviço. Meus maiores amigos hoje são os que fiz tocando no carnaval. Foi desafiador, foi difícil, mas é uma das experiências mais incríveis que já tive"
      07.03.17
    • foi um carnaval que passou…

      Pode confessar que tá sendo até esquisito sair sem fantasia, né não? O corpo já sente falta das perucas, do brilho, das plumas, dos quilos de glitter e da batucada em ritmo de marchinha. O que fica mesmo são as lembranças de mais uma semana de folia anual que promete ficar pra história.

      Pra que essas lembranças não se apaguem com o tempo, todos os anos uma grande ala de foliões trabalham noite e dia (literalmente) usando câmeras como adereço de destaque. Dividindo e somando trabalho com o amor ao Carnaval, dezenas de fotógrafos registram a maratona momesca em seus mais maravilhosos e mínimos detalhes 
      Há 7 anos os Fotógrafos Foliões encabeçam essa lista como o primeiro coletivo de fotógrafos que registra o Carnaval de rua do Rio. Formado pelos amigos de profissão Angelo Nery, Camila Camacho, Dandarah Jordão, Lauro Alonso, Marcelle Manacés e Michelle Castilho, o grupo já soma mais de 10.000 flagras carnavalescos feitos em blocos como Céu na Terra, Minha Luz é de Led, Gigantes da Lira, Vamo ET, Pérola da Guanabara, Orquestra Voadora, Agytoê, Boi Tolo e Cordão do Boitatá. Você pode conferir tudo isso e mais um tanto de outros blocos publicados na página do coletivo no Facebook.
      Esse ano a galera quer ir além do virtual e levar todas as emoções registradas nessa ofegante epidemia, que se chama Carnaval, pra estampar também as páginas de um livro. Como muita gente estrela esses registros, nada mais justo do que a realização e concretização da ideia seja feita de forma coletiva, não é mesmo? Então se você tiver afinzaçx de contribuir com a publicação, é só dar uma sacada na campanha deles no Benfeitoria. Tem um monte de recompensa bacana que vai de adesivo até ensaio fotógráfico 0800! Ó a campanha deles no youtube! 
      Mas se você quer continuar matando as saudades da folia e até tentar se achar pulando por aí, a gente separou aqui outros fotógrafos foliões que não deixam por menos: o também coletivo Folia de Imagens; as manas Ana Carvalho, Pamela Perez e Paula Dutra e os manos Rapha Silva, Micael Hocherman, Pedro Esteban (Lambe Lambe), Olhos de Cigano, Humans of Carnaval, PH de Noronha e Lucas Bori.

      E aí – deu pra matar um tico da saudade? 

      06.03.17
    • um último suspiro

      Cê tá achando que o carnaval acabou? Que nada! Ainda tem muito agito bom até domingo e o Dudu Lacerda, que tá ajudando a gente desde o pré-carnaval, separou só as boas dessa pós-folia pra quem ainda tem glitter no bolso e samba no pé. Mas ó, aproveita: boatos de que o próximo carnaval é só no ano que vem, viu?

      Sexta, dia 03/03

      Minha Fanfarra te ama: e a ressaca de carnaval já começa hoje, com Ataque Brasil e Bésame Mucho na Praça Marechal Âncora, no centro do Rio. É as 20h, tá? Já leva a fantasia pro trabalho e bora! 

      Desce mas não sobe: já o bloco Desce mas não sobe vai festejar sua resseca na floresta! Isso mesmo: a partir das 23h, no Casarão Floresta, Cosme Velho. Vem garantir seu ingresso aqui! 

      Sábado, dia 04/03

      Tambores de Olokun: já quem prefere um carnaval com muito axé vai poder curtir de novo o som do Tambores de Olokun nesse sábado, às 15h, no Aterro do Flamengo. Não se atrasa, viu? O baque começa às 16h! 

      Caetano Virado: o bloquinho, que nasceu do coletivo homônimo, vai rolar nesse sábado, às 17h, próximo ao estacionamento da Marina da Glória. Mas essas informações não são oficiais, ok? É bom apurar com os migxs! 
       
      Ressucita no Sábado: tudo o que a gente sabe é que vai rolar no sábado, provavelmente em Santa Teresa, mas horário e local exatos ainda vão ser confirmados. Então é aquela mesma história: checa com os amigos antes, belê? angel

      Bloco do Afrojazz + Turbilhão Carioca: a Lapa vai tremer com o Turbilhão Carioca e o Afrojazz nesse sábado pós carnaval! O repertório promete ser muito eclético e dançante, pra ninguém ficar parado mesmo! Começa às 21h, ok?  

      – Baile Transante do Agytoê convida Bailijexá do Maracutaia: e tem muita dança no Circo também! O Agytoê (a gente ama!) convida o gingado e as saias rodadas do "Bailijexá do Maracutaia" pra uma noite inesquecível! Ah! Levando um kg de alimento não-perecível, paga meia-entrada, ok? 

      Domingo, dia 05/03

      – Arrastão de ressaca do Rio Maracatu com Mestre Maurício Soares: e pra acabar com toda a purpurina que sobrou do carnaval, o pessoal do Rio Maracatu convida todos os grupos de Maracatu do Rio pra um encontro regado à música, dança e, é claro, muito Maracatu do Baque Virado. É pra dançar até o próximo carnaval, viu? 

      E aí, quem ainda tem fôlego pra curtir esse carnaval – que não acabou? Nos vemos na folia! 

      03.03.17