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sua mochila está vazia

      Tag: brasil

    • eu quero!

      Não é de hoje que a gente cai de amores pela linha Quero, que ocupa os espaços da casa e da vida com poesia. A novidade é que, ao longo da casa FARM, vamos lançar várias minicoleções da Quero, que vem divida em moods, como Brasil, Camping, Água… 

      O slackline, que bomba nas praias do Rio, é um esporte que exige equilíbrio, foco e discioplina. A gente trouxe um modelo diferente da fita elástica, pela primeira vez estampado em todos os lados. A chita foi uma das estampas escolhidas pra ilustrar de borogodó! 

      Falando em borogodó, nossa canga é o desejo da Quero. Dá pra curtir ao ar livre e até ser usada como decoração dentro de casa. 

      O clima brazuca també marcou presença com acessórios nas cores da bandeira, além da blusa do Brasil toda artesanal com um viva ao Rio de Janeiro.

      A Casa FARM abre as portas nesse domingo, 31/7, a partir das 10h, no IED Rio. Passa lá! 

      29.07.16
    • serTÃO encantado

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      Que nós somos apaixonados pelo Nordeste do Brasil, não é novidade, né?! Um dia desses fizemos um tour por uma região que liga dois estados (Alagoas e Bahia) e descobrimos um sertão pra lá de colorido. Ficou curioso? Vamos junt@s!

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      Nosso passeio foi por algumas cidades banhadas pelo Rio São Francisco, o ‘Velho Chico’, no sertão nordestino. Cheia de casinhas coloridas e sorrisos acolhedores!

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      A nossa primeira parada foi em Paulo Afonso, na Bahia ♥. Lugar aconchegante, charmoso e com uma história interessante! A cidade nasceu a partir da construção das usinas da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (CHESF) – um dos maiores parques energéticos da América Latina. Além disso, a região também já serviu de refúgio pro cangaceiro Lampião, Maria Bonita e seu bando.

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      A passagem por lá foi bem rapidinha e já seguimos pra Piranhas, em Alagoas, cidade histórica tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e bem próxima das divisas com Sergipe e Bahia. O legal da cidade é que serve de ponto de encontro para quem deseja aproveitar outros atrativos da região, a exemplo do Complexo Turístico da CHESF, que reúne um conjunto de opções pra amantes das belezas naturais e históricas do sertão.

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      Casarios coloridos são uma das características da cidade que ficou conhecida, na década de 30, ao expor as cabeças de Lampião e Maria Bonita, em frente ao prédio da Prefeitura Municipal.

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      Por causa da geografia da região, há mirantes por todos os lados da cidade velha, que é o centro histórico de Piranhas e também, pelos arredores do município. Na área central da cidade, os principais mirantes ficam paralelos ao Velho Chico, com o estado de Sergipe do outro lado da margem – onde fica a cidade Canindé de São Francisco e o Cânion do Xingó.

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      Além de diversas pousadas, Piranhas tem um centro de artesanato (que funciona de quarta a domingo, das 10h às 17h) e uma noite agitada, no centro histórico, com bares e restaurantes com música ao vivo. Impossível não se apaixonar por esse pedacinho do Brasil ♥.

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      E aí, ficou com vontade de conhecer? A gente já quer voltar!

      20.01.16
    • mais brasil, por favor!

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      O ‘O Brasil com S‘, que já esteve por aqui antes, é um daqueles projetos que faz a gente agradecer por ser brasileira. A Ana Luiza Gomes e a Mayra Fonseca, criadoras do movimento, viajam o país redescobrindo a pluralidade da nossa identidade e acabaram de visitar o Morro da Conceição, no Rio de Janeiro. Depois de passar uma tarde aqui na Fábrica, elas contam os detalhes da pesquisa que revelou um Rio mais brasileiro do que nunca. Vem ver!

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      “Um dos principais pontos do nosso trabalho é a escolha dos temas de pesquisa. Temos um interesse nato pelo cotidiano e pelas histórias locais e pesquisamos dois tipos de tema: lugares do país ou elementos culturais. Nosso tom é de inspiração, é descobrir o que há de trivial e encantador e, ao mesmo tempo, o que pode ser fonte de pesquisa. A próxima parada será Tapajós”, conta a Ana.

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      No momento, elas ainda estão sob efeito do Morro da Conceição. Durante a pesquisa, a ideia foi trazer um Rio de Janeiro além dos cartões postais: “passamos três dias subindo e descendo ladeiras. Usamos como base a sede da Goma e conhecemos muita coisa bacana, como o Viajantes do Território. Nosso obrigada à FARM, que contribuiu com os custos da viagem, viabilizando parte de tudo isso!”, conta Mayra.

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      A Má, que é antropóloga, e a Ana, que é designer, se conheceram através de uma amiga em comum e, entre uma conversa e outra, perceberam que tinham na alma a mesma inquietação. A partir daí, o  ‘O Brasil com S’ dialoga com públicos distintos, soma descobertas e reforça a ideia de que o Brasil é feito de vários “Brasis”. Vem da simpleza do país o ponto de partida das meninas.

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      “Procuramos o mercado do bairro, os pontos de ônibus, as estações de trem… Pessoas que são janela pra rua, memórias vivas da história. Aprendemos a nos encantar cada vez mais com os locais que são o cenário cotidiano das pessoas triviais de um local. No Rio, pra visitar, destacamos o Instituto Moreira Salles, a Casa Daros, o MAR e a Casa Porto, que é do ladinho da Pedra do Sal.”, contam.

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      É claro que a gente virou fã das meninas. Esse olhar pra dentro do nosso país também nos inspira a amar o que é feito em casa: “nós temos o hábito de contar que um grande desejo do O Brasil Com S é que, em uma mesa qualquer cheia de brasileiros, fale-se cada vez mais sobre o Brasil. Nossa missão é estimular a prosa com e do brasileiro sobre o país”, explicam.

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      A ideia de revelar cada cantinho do país por um viés humano e real é a forma das meninas reforçarem a importância de nos inspirarmos em nós mesmos: “há 500 anos fomos pressionados a copiar o padrão de vida europeu, nos últimos 50, o dos Estados Unidos. Esse caminho de cópia não respondeu. Acreditamos no olhar pro nosso próprio cotidiano e na busca de soluções aplicáveis”, finalizam.

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      Ah! Pela gente, o papo não acabava nunca. As meninas inspiram em cada vírgula e só aumentam nossa vontade de sair por aí desbravando as infinitas possibilidades do nosso Brasil brasileiro. Pra continuar a conversa, pula pro site (que tem imagens e textos sobre cada pesquisa, além de um soundclound viciante!) e pra fanpage.

      Ana e Má, que a gente se reencontre tão logo! ♥

      18.09.14
    • moda que cola

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      Outro dia a gente bateu um papo com o estilista carioca Fernando Cozendey, nosso parceiro nos carnavais da Fábula. Ele acabou de lançar “BRASIL: Rococó e Funk”, sua nova coleção de verão 2015. A gente, claro, quis saber como foi o processo criativo da campanha (polêmica) e conta tudo por aqui. Vem! 😉

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      A nova coleção foi pensada pra simbolizar o embate das classes sociais. O Rococó trouxe o aprisionamento das classes e o funk, a liberdade de expressão. Tal liberdade pode ser, inclusive, vista com a escolha do modelo andrógeno Goan Fragoso como protagonista da campanha. A ideia brinca com a diversidade e o modelo posa tanto com as roupas femininas quanto com as masculinas.

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      A lycra como identidade visual no trabalho do Fê surgiu por acaso. Quando ainda era estudante, ele participou de um concurso de moda promovido pela marca Lycra, o Lycra Future Designers, e, durante as etapas, resolveu inovar e criar ele mesmo um jogo de recortes com o material. Depois disso, não parou mais de usar o tecido elástico que, nessa campanha, aparece estampado digitalmente no jeans. Mistura que dá certo!

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      Foi esse mundo cheio de criatividade que fez a gente se juntar com o Fê pra uma parceria de carnaval com a Fábula: “É a única marca pra qual desenvolvo peças pro público infantil. Já realizamos duas parcerias, no ano passado e nesse ano, em um projeto de peças limitadas e especiais que são vendidas uma vez ao ano no período de alto verão/carnaval. É sucesso e eu amo!”, conta. Olha que coisa mais fofa!

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      “Aqui no Rio, por exemplo, vejo a carioca como uma mulher colorida, romântica e sem medo de se mostrar. O estilo é despojado, o que curiosamente revisita diversos outros estilos. A moda vai desde uma comida a uma peça de roupa. Sinto que meu papel é identificar essas tendências”, define o Fê.

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      Pra saber mais, vale dar um confere na página dele no Facebook e no Insta também. A gente adorou saber um pouquinho mais sobre esse processo criativo e já conta as horas pra conferir as próximas novidades! 😉

      02.09.14
    • do instagram @adorofarm

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      Hoje é dia do coração vibrar e de reunir a torcida! Vai dar Brasil! #tonoadorofarm

      28.06.14
    • floriografia: flores do campo

      floriografia-flordocampo-1A floriografia de hoje tem tudo a ver com o Brasil entrando em campo! Nesse caso, as flores do campo são perfeitas pra retratar o clima verde e amarelo. A nossa colaboradora Ju explica um pouco mais sobre essa flor:

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      “As flores do campo são alegres, do tipo de flores que fazem o humor de qualquer pessoa melhorar ao receber um buquê. O ato de dar flores ao próximo pode enfeitar a vida, trazer sorrisos, e espalhar amor de uma maneira tão simples, mas com propósito.”

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      Simboliza: equilíbrio e ponderação.

      Quando encontrar: o ano inteiro.

      Cuidados: como são comuns em buquês, coloque as flores em um vaso com água que deve ser trocada diariamente. Evite exposição direta ao sol e vento, e não deixe as folhas debaixo d’água.

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      Não vamos pisar na bola, hein?

      12.06.14
    • no clima verde e amarelo

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      Os amantes de futebol podem comemorar, porque tem marca masculina apostando em peças no clima da Copa também. A novidade da vez são os bonés que a New Era, referência no assunto, tá lançando no projeto Brasilidades, em parceria com os nossos amigos da Homegrown.

       

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      No time selecionadíssimo deles entraram os artistas cariocas Mack, Ment e Mottilaa. E assim surgiu uma coleção limitada de bonés em homenagem aos símbolos e cores que representam o Brasil e a nossa rica cultura. Perfeitos pros meninos que adoram o acessório usarem no dia a dia e, claro, quando a Copa chegar!

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      Animou pra comprar pro irmão ou namorado? Então corre aqui na loja virtual da marca!

      04.05.14
    • brasil_austrália

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      Dois países do hemisfério Sul com praias paradisíacas e natureza espetacular. Povos que têm uma paixão pelo mar e que sabem como curtir a vida: o brasileiro com seu jeito mais extrovertido e o australiano mais reservado, característica que vem da sua colonização britânica.

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      Hoje a Andressa conta sobre os muitos hábitos e costumes australianos que são bastante diferentes dos brasileiros, e quem vai fazer intercâmbio ou viajar por lá é bom ficar atento para não dar nenhuma gafe:

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      Shoppings e comércios fecham às 5 da tarde. Sim, isso mesmo que você leu. E, além de fecharem cedo, se você chegar as 16:45 vai receber aquele olhar matador das vendedoras. Nos restaurantes de rua o horário é um pouco mais tarde: 9 da noite a cozinha fecha e, assim como nas lojas, nada de querer chegar às 8:45 e fazer o pedido.

      Dormir cedo, acordar cedo. Todo mundo quer ir pra casa, curtir a família (ou amigos) e… descansar.

      Pés no chão. Não importa onde você vai, sempre vai encontrar a galera andando descalça por aqui.

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      Meat pie. Como o próprio nome diz, é uma torta de carne que vende em todos os lugares, uma das tradições daqui (e aí vemos que o forte do país realmente não é a gastronomia… hehe).

      O estranho jeito aussie de lavar louça. Eles enchem a pia de água e sabão, colocam as louças dentro, dão aquela passada rápida de esponja e colocam no escorredor sem nem ter enxaguado.

      “Can I have a tap water, please?” Uma das frases mais faladas aqui na Austrália. Todos os restaurantes oferecem água de graça pros clientes. Você só paga caso queira a garrafinha de água mineral.

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      Café da manhã. Uma dos costumes que mais curto! Eles amam sair pra tomar café fora e, exatamente por isso, pela manhã são milhares de opções de lugares com aquela refeição matinal bem gringa e reforçada. O meu favorito é o Eggs Bennedict que vem pão, ovos pouchet, molho holandês e espinafre (ou salmão defumado, se preferir). Yummy!!

      Pontuais. Aqui estar na hora é chegar, pelo menos, 10 minutos antecipados. Até as festas tem horário para começar e terminar. Tinha uma balada de domingo aqui em Gold Coast que meia-noite em ponto eles paravam a música (pela metade mesmo) e acendiam as luzes pra todo mundo ir embora. Whaaat?!

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      Thanks, sorry. É comum dizer “thank you” e “sorry” pra tudo. Se você entra no ônibus, vai sentar e quase esbarra em alguém, “sorry”. Desce do ônibus, “thank you” pro motorista.

      Pijama. E, além de descalços, tem os que vão ao supermercado de pijama (OK, eu assumo, já fiz isso uma vez mas era bem tarde e meu pijama passava fácil como uma roupa normal… hehe)

      Domingo, dia oficial da família. Os parques, praias e restaurantes da cidade ficam lotados desde bem cedinho. Galera aqui curte um piquenique e churrasco ao ar livre.

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      Aussie BBQ. Não é à toa que quando apresentamos o nosso churrascão brasileiro com aquela picanha bem temperada, farofa e vinagrete eles fiquem maravilhados. O churrasco deles é composto por uma salsicha esquisita, carne de hambúrguer, cebola, cogumelos (esse eu aderi!) e pão de forma. Tudo preparado nas chapas que ficam disponíveis ao longo dos muitos parques pela cidade. O legal é que o uso dessas áreas é free 🙂

      Sair da casa dos pais cedo. Eles acham um absurdo quando conto que no Brasil é muito comum você sair da casa dos pais apenas quando casa. Aqui, aos 17 anos os adolescentes (com incentivo dos pais) saem de casa para morar com os amigos.

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      Biquinão. Como já comentei em outro post, os biquínis que elas usam aqui não são só grandes como também parecem uma fralda quando você veste, fica sobrando pano. Uma pena, já que é uma estampa mais linda que a outra!

      Topless. Em contrapartida com o biquíni, o topless é comum aqui e elas fazem na maior naturalidade, mesmo quando a praia esta cheia. Vai entender?!

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      Cada um paga uma rodada. Nos grupos de amigos, o ritual é cada um ir pagando uma rodada de bebidas até que todo mundo tenha pago um número igual de drinks. Na minha opinião, isso é pura desculpa pra nunca parar de beber.

      Schoolies.  Assim como os adolescentes do Brasil vão para Porto Seguro quando se formam no colégio, aqui eles vem para Gold Coast. A cidade vira um zoológico e da até medo de andar na rua e levar uma ovada.

      Quando cheguei foi muito difícil me acostumar à certos costumes, principalmente com a alimentação, já que fiquei em casa de família e eles não tinham hábitos muito saudáveis. Hoje posso dizer que me adaptei totalmente à cultura australiana. Já sei os restaurantes que gosto de ir e percebi que nada é insubstituível, tanto na alimentação quanto na vida!

      22.03.14
    • do instagram @adorofarm

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      Aqui tem! @luanafcarvalhoo #farmtudodebom

      14.02.14
    • uh la la, brésil!

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      A alegria brazuca é mesmo irresistível, tanto que chegou a um dos pontos mais tradicionais (e chiques!) de Paris: o Le Bon Marché Rive Gauche.

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      Até 22 de junho, parisienses e turistas vão conhecer mais sobre nossa moda, design, arte e gastronomia. Marcas brasileiras como Phebo, Do Bem e Adriana Barra estão lá representando nosso savoir-faire. É um mix da leveza carioca com a urbanidade paulista e a criatividade de toda a nação!

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      Quem fez as vitrines para o evento foi o querido Pedro Varela, artista que foi um dos criadores da instalação de Havaianas na nossa Casa de Verão (ô saudade)!

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      Então dá play no vídeo de divulgação pra lá de lindinho, com música de Thiago Pethit (sempre presente na rádio FARM) ♥

      https://www.youtube.com/watch?v=UaSSuJfWPgQ

      11.04.13
    • a arte da burberry

      A Burberry, marca que dentre os seus produtos desejos tem o clássico Trench Coat, lançou em 2009 o The Art of the Trench. Esse mês, através das lentes do fotógrafo Tiago Petrik, do Rio Etc, o casaco camelo aterrissou no Brasil pra dar forma à versão brasileira do projeto!

      Pra sentir a importância do evento, quem fotografou a primeira edição foi nada mais nada menos que o Sartorialista Scott Schuman. Olha a responsabilidade! Mas, se alguém tem dúvida que o lançamento brasileiro ficou incrível, saca os cliques!

      Costanza Pascolato e José Camarano, nomes de peso da moda brasileira, colocaram o casaco pra jogo – cada um no seu estilo!

      Falando em estilo, as duas Helenas, Bordon e Rizzo, também imprimiram a sua personalidade à peça símbolo e o resultado é essa inspiração sem fim aí de cima!

      Pra ver o projeto inteiro, é só clicar aqui. A alma encantadora do Brasil vestida de Burberry, tem como não amar?

      28.08.12
    • as cores do mundo

      Angélica Dass é criativa que só. Estilista, pesquisadora de tendência e criadora do blog Cajon DeSastre, é brasileira mas mora em Madrid. Por lá, estudou um pouco mais e se lançou na fotografia.

      Na sua última série de fotos,”Humanae“, Angélica buscou associar os tons da pele humana à famosa escala Pantone. São mais de 200 carinhas catalogadas até agora.

      A ideia veio da própria vivência da Angélica, que tem gente bem colorida na família e busca comprovar que somos além de preto e branco. O fundo da foto é tingido no tom exato extraído de uma amostra de 11×11 pixels do rosto das pessoas retratadas.

      O objetivo final? Descobrir que cores a gente tem pelo mundo. Ainda bem que tem mais um monte de Pantone nessa escala

      Quem mais ficou curioso pra descobrir a própria tonalidade? 😉

      07.08.12