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sua mochila está vazia

      Tag: blog de viagens para crianças

    • bruges, nossa nova paixão

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      A Gabi Temer, do blog Juju na Trip, chegou esses dias de Brugges e está encantada com o lugar. Olha só o que ela conta de lá:

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      Tem muita gente que faz Brugges num bate e volta de um dia porque a cidade é pequenininha e dá mesmo pra visitar em uma manhã e uma tarde. Mas a gente ficou por lá 3 dias, e dava pra ficar pelo menos uns 5. Então nossa primeira dica sobre Brugges é: reserve um tempo e curta com calma, porque a cidade é linda de morrer!

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      Brugges é medieval, tem sua praça central (a Markt, e todos os caminhos acabam sempre nela), cheiro de chocolate no ar (sim, o melhor chocolate do mundo é daqui!), canais, ruelas. E tudo isso concentrado, porque a cidade realmente é pequena.

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      Pra conhecer: carruagem (eles cuidam bem dos cavalos, que param pra descansar e beber água no passeio que leva meia hora), a pé ou (o mais legal) numa magrela. Como Amsterdã, Brugges é uma cidade bike friendly e o melhor jeito de mergulhar na atmosfera deliciosa daqui é se perdendo de bicicleta. Olha só o que tem pelo caminho!

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      COMO CHEGAR: precisa ir pra Bruxelas e de lá pegar o trem para Brugges. Custa cerca de 17 euros cada trecho e leva cerca de uma hora até lá!

      ONDE FICAR: Aqui tem vários hoteis ótimos em Bruges, bem no centro. ficamos no Hotel Aragon, a dois passos da Markt! Lindo, limpo, charmoso e com um preço legal!

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      ROUBADA: fuja do Museu da Batata Frita. Lá dentro tem apenas meia dúzia de cacarecos vem velhinhos e distribuídos pelas salas de uma casa sem muitos atrativos. 

      O MELHOR CHOCOLATE: Pierre Marcolini é, de longe, o melhor chocolatier da área. E claro, nada como tomar um chocolate quente Godiva (uhuuu!). As duas lojas ficam na Markt.

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      E aí, quer ver mais posts pra inspirar sua próxima viagem? Corre aqui! 🙂

      25.10.15
    • mochilão em caraíva!

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      O post de hoje é sobre um lugar que a gente adora. Desta vez, a nossa colaboradora Gabi Temer, do blog Juju na Trip, desembarcou em Caraíva, no sul da Bahia. Olha só o que ela conta de lá:

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      Voltamos para Caraíva depois de 15 anos, e tivemos uma simpática surpresa. Caraíva até cresceu, mas continua a mesma. E por diversos motivos: o acesso à vila é difícil, a comunidade local tem consciência de preservação, ali foi instituída um Reserva Extrativista e, além disso tudo, o entorno da vila faz limite com a Reserva Indígena Pataxó. Isso tudo junto tem um valor super enorme, e faz de Caraíva um lugar especial.

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      Na pequena vila baiana construída entre o mar  o rio, não entra carro, as ruas são de areia, as casinhas todas coloridas, não há postes de luz (a fiação é subterrânea pra não poluir o visual), de noite se vê melhor as estrelas, e o tempo passa sem pressa. Então esqueça o celular (até porque o wifi não funciona aqui), entre em modo off e venha curtir esse lugar lindo.

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      PRA LAVAR A ALMA: O mar de Caraíva não é dos mais calmos, então aqui o melhor lugar pra pegar uma praia é… n0 rio. Posto isto, há dois melhores lugares no rio:  na prainha (rio acima; pegue um passeio de canoa até lá) ou na barra (quase no encontro com o mar). Outra diversão é descer o rio de bóia.

      ALIÁS… aqui, a beira-rio é mais importante do que a beira-mar. No fim da tarde, não existe lugar melhor para estar do que embaixo de uma das árvores frondosas da rua dos restaurantes. É onde você vai descobrir as histórias de Caraíva. Depois, vá ver o pôr do sol no João de Barro ou no Boteco do Pará , saboreando uma porção de pastéis ou um bobó de camarões fresquinhos.

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      A RUA DO PORTO: É onde ficam os restaurantes de Caraíva, o mercadinho e, de noite, é onde tudo acontece. No Bar do Porto tem sempre música ao vivo. E às sextas e sábados tem sempre um forró:  no Bar do Porto, no  Ouriço e o no Pelé (esses dois estavam fechados agora, fora da temporada).

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      PASSEIOS: Vale super à pena um bate e volta até Corumbau. Dá pra ir de bugre, e lá tem uma praia de águas calmas e uma legítima comunidade de pescadores. Na maré baixa, o banco de area entra mar adentro, formando a Ponto do Corumbau. Outra esticada legal é até a Praia do Espelho (a pé, com quase 2 horas de caminhada pela areia, ou de carro).

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      OBSERVAÇÃO DE BALEIAS: Quem não adora? Abrolhos é o lugar mais conhecido por suas baleias jubartes, mas é em Porto Seguro que estão os passeios de observação dessas lindonas. Quem faz é o pessoal do Baleia à Vista, e pra saber mais, é só ir aqui no facebook deles. O período é de julho e outubro.

      COMO CHEGAR: Caraíva fica 120 km ao sul de Porto Seguro; sendo que os últimos 40 km são de terra. Quem vem de condução própria deixa o carro no estacionamento na margem norte do rio e atravessa de canoa para o centrinho da vila. De ônibus, saindo de Porto Seguro custa R$ 16. E o transfer desde o aeroporto de Porto Seguro sai entre R$250 e R$300.

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      ONDE FICAR:  Aqui tem boas pousadas, e para todos os orçamentos. Nós ficamos hospedados na pousada San Antonio, que tem bangalôs lindos, super espaçosos e bem transados, e fica com a porteira na praia. O café da manhã é caprichadíssimo, com tapioca, frutas, pães, bolos, ovo.

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      ONDE COMER: Na beira-rio, tem várias opções. O João de Barro, o Aquarium e o Boteco do Pará servem comidas regionais. No Aquarium, inclusive, comemos um peixe servido na grelha que tava estalando de fresco. No Bar do Porto, come-se uma boa pizza. E no Principado, tem sushi, pizzas e risotos. Fora do porto, tem o Culinária Central com uma comida bem caseira, e o restaurante vegetariano Cantinho da Duca, que também vendo o clássico Nega Maluca, um doce com banana e chocolate delicioso.

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      Ah,as belezas da Bahia! 🙂

      29.07.15
    • alagoas, parte 2: praia do patacho

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      A gente continua hoje nossa viagem pela rota ecológica de Alagoas junto com Gabi Temer, do blog Juju na Trip. Ela estava lá agora em dezembro, e conta tudo desse trecho de praia aqui no Adoro.

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      A gente falou  aqui  da Praia do Toque, nossa primeira parada na rota. Do Toque, seguimos pra Patacho, considerada umas das 5 praias mais lindas do Brasil pelo Guia 4 Rodas.  A distância entre as duas é de dez minutos, e apesar de tão próximas, são praias diferentes.

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      A gente caiu de amores pelo Patacho. O mar é morninho, com água translúcida e coqueiros vistosos ao fundo. Na maré baixa, a praia se transforma, e além das piscinas entre corais, ganha  lindíssimos bancos de areia.

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      O Patacho é a praia mais  do simpático povoado de Porto de Pedras, que também merece uma visita. De todos os vilarejos da rota, Porto de Pedras é o maiorzinho, e é bem pitoresco. Você vai se deparar com o frondoso goitizeiro onde Dom Pedro I ficou acampado com sua comitiva durante dois meses, ouvir histórias locais, apreciar uma arquitetura bem característica e ainda provar um pastel de carne seca no bar Encontro das Águas, feito todos os dias bem fresco pelo Cal e a esposa.

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      E de quebra, pra quem conseguir acordar bem cedo, tem essa paisagem linda do sol nascendo por lá!

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      ONDE FICAR: No Patacho, fique na Pousada Xuê, que o casal Mariella Facci e Guido  Migliorini pilotam com uma energia deliciosa.  A pousada tem só 5 bangalôs de altíssimo nível, fica na beira da praia e de frente pros coqueiros que são o cartão postal do Patacho. A Mari cuida de tudo nos pequenos detalhes, enquanto Guido (que já andou pela cozinha do chef Alex Atala)  tira pratos incríveis da cozinha. É sem dúvida a pousada mais bonita do Patacho!

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      COMO CHEGAR: De Maceió pra Patacho são 2 horas de viagem, e você pode contratar o transfer nas pousadas (em médias R$25o por trecho). Já de uma praia pra outra você pega taxi, e custa entre R$30 e R$50.

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      COMPRAS: Perto do Povoado de Porto da Rua e Porto de Pedras fica a loja Sol Nascente, que vende rendas lindas, e artesanatos feitos com palha do coqueiro. Há também algumas lojas de esculturas em madeira.

      Pra ver mais posts de Alagoas, vem aqui!

      19.05.15
    • alagoas, parte 3 – praia de tatuamunha

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      A gente continua hoje nossa viagem pela rota ecológica de Alagoas com a Gabi Temer, do blog Juju na Trip, e desemboca em Tatuamunha. Repare só, que as fotos dizem mais que mil palavras…

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      Tatuamunha é uma praia simpática, cheia de vida marinha, com piscinas naturais incríveis. Tem aquele horizonte maciço de coqueiros, mas também amendoeiras e cajus. As tonalidades de lá são incríveis, um tom sobre tom de verdes e turquesas. De todas as praias da rota, essa foi uma das que mais gostamos.

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      Uma coisa legal é que além das piscinas naturais e de todo visual dos coqueiros e do mar, ainda tem a benção do rio Tatuamunha desembocando na praia. E não é um rio qualquer, tá? Esse aqui é bercário de Peixe-Boi.

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      Hoje, o Ibama e o Instituto Chico Mendes mantêm no Rio Tatuamunha um projeto super legal de preservação do peixe-boi. Atualmente, apenas 70 pessoas por dia podem visitar o santuário, e pra chegar na área onde onde ficam os peixes, a gente atravessa uma trilha de meia hora e depois navega mais um tanto pelo rio em jangadas sem motor – barulho mínimo para não afugentar os animais. E, com sorte, você ainda pode esbarrar com algum deles nadando também pela praia, já que o rio desemboca ali!

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      Nosso QG em Tatuamunha foi a pousada Borapirá, do mesmo grupo do Aldeia Beijupirá. Diferente das outras pousadas da rota, a Bora  parece um sítio. Tem um terreno enorme, alguns bangalôs super confortáveis espalhados numa vasta área sombreada por dezenas de coqueiros, redes pelo caminho, e a casa central parece uma sede de fazenda. É uma das poucas que tem piscina, e aceita crianças.

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      Demos a sorte de pegar a maré perfeita (maré viva, com a baixa pela manhã) quando estávamos em Tatuamunha. São várias piscinas, e a a graça é pegar o snorkel e flutuar por elas enquanto a vida marinha acontece logo abaixo. São vários corais, peixes coloridos.

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      E além de tudo, tem a delícia do vilarejo de Tatuamunha e seu casario colonial colorido. O povoado é uma simpatia, tem aquela leveza de vida com cheiro de maresia. Bom demais, visse!

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      COMO CHEGAR: Vá para o Aeroporto Internacional de Maceió e lá contrate serviços de transporte ou aluguel de carro. Você também pode pedir o transfer na pousada. Sai em torno de R$250 por trecho. O acesso é pela AL-101 em direção a Passo de Camaragibe e Barra de Camaragibe. Avianca, Gol, Azul e Tam voam para lá.

      ONDE FICAR: Na Borapirá, com certeza! Aliás, não deixe de comer o ensopirado, a moqueca de camarão que servem na pousada e que leva a assinatura do Beijupirá. Divina!

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      Agora é arrumar as malas e boa viagem! 🙂

      22.01.15
    • alagoas, parte 1: praia do toque

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      A Gabi Temer, do blog Juju na Trip, acaba de chegar de uma viagem pelo Nordeste. Ela foi de Alagoas até Carneiros, e vai contar tudo pra gente! Acompanhem a viagem, e arrumem as malas! Pode ser a sua trip desse verão, hein? A gente conta!

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      Praias idílicas de águas caribenhas, coqueiros a perder de vista, areias semidesertas, praticamente nenhuma construção à vista, e uma vila de pescadores que resiste aos tempos. E mais: a segunda maior barreira de corais do mundo, com quase 140 km de extensão. Essa é a Rota Ecológica de Alagoas, um trecho de praia totalmente preservado e isolado que começa a duas horas de Maceió.

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      A rota guarda preciosidades como a Praia do Patacho, Toque e Tatuamunha – todas super preservadas, sem acesso para carros, e livres de excursões de turismo –  e uma coleção de pequenas e charmosérrimas pousadas pé-na-areia escondidas entre a sombra dos coqueiros. O nosso post de hoje é sobre a Praia do Toque, a nossa primeira parada na Rota. As praias ficam a dez minutos uma da outra, mas nós decidimos ficar alguns dias em cada uma delas.

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      Toque foi  eleita a terceira praia mais linda do Brasil pelo jornal inglês The Guardian. Foi a primeira parada da nossa viagem. Ela não tem nenhum acesso pra carros até a areia (os caminhos param nos fundos das pousadas) e por isso se mantém bastante reservada e preservada. A praia é linda, linda, linda, com água morninha. Além disso, tem a barreira de corais, o que deixa o mar calmíssimo e garante a formação de piscinas naturais incríveis na maré baixa.

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      Uma dessas piscinas fica bem ali pela frente da Pousada Amendoeira, onde ficamos hospedados. Pra quem gosta de atividades, o mar aqui é calmo e liso, e dá até pra ir remando de SUP até as piscinas (a pousada Amendoeira disponibiliza pranchas e caiaques pros hóspedes). Não foi o nosso caso. Remamos bastante por lá, uma maravilha, mas optamos pela jangada (R$40 por pessoa) na hora de visitar as piscinas. A cereja é que, com todo esse visual e corais, não tinha mais ninguém nas piscinas.

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      Do Toque, é um pulo de 1o minutos de carro pra chegar na Praia do Morro. Enquanto não construírem um resort (prometido há mais de dez anos e barrado por enquanto), continuará deserta. A praia não tem a barreira de corais, e algumas vezes o mar sobe com ondas. Além dos coqueiros, tem uma paisagem de falésias, e o fundo do mar coberto por estrelas do mar. Pra chegar nela, precisa atravessar o rio Camaragibe de jangada (R$4 por pessoa) e depois uma fazenda linda de coqueiros. Como a praia é deserta mesmo, não há nenhum ponto de apoio: nem restaurantes, nem pousadas, nem nada. Leve água!

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      COMO CHEGAR: Vá para o Aeroporto Internacional de Maceió e lá contrate serviços de transporte ou aluguel de carro. Você também pode pedir o transfer na pousada. Sai em torno de $25o por trecho. O acesso é pela AL-101 em direção a Passo de Camaragibe e Barra de Camaragibe. Avianca, Gol, Azul e Tam voam pra lá.

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      ONDE FICAR: No Toque, fique na Pousada da Amendoeira. Ela fica de frente para a praia, oferece SUPs e Bikes pros hóspedes e tem uns bangalôs deliciosos e super espaçosos com rede e varanda. Um deles tem até uma piscina privativa.

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      COMPRAS: No Toque, fica o Instituto Yandê, que realiza um trabalho de artes e formação junto à população local. Lá fica a sede das costureiras do Toque, que fazem peixes-boi de pelúcia. Também no Toque  tem as sandálias de couro feitas há 30 anos pelo artesão Marcos Lima.

      Pronta pra viagem? Se liga que em breve tem mais dicas dessa região incrível!

      06.01.15
    • viajando no insta

      bola

      Quantas vezes não foi uma foto lindona que a gente viu por aí que decidiu nosso roteiro de férias? Um lugar incrível que a gente nunca tinha ouvido falar, de repente, todo a nossa frente… O post de hoje é sobre alguns perfis do insta que inspiram a gente a pegar a estrada e se mandar por aí. Agora é só seguir e ser feliz! ♥

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      Se você nunca pensou em ir pra Filipinas,  prepare-se pra mudar de ideia. Depois de ver essas fotos, esse lugar vai entrar na sua lista de roteiros tem-que-ir. Só pra apresentar, as Filipinas têm mais de 7 mil ilhas! O @cebusnaps é um perfil de regram e reúne pics da região de Cebu (onde fica Palawan e El Nido). Dá pra ficar horas entrando nos perfis indicados e viajando nas fotos.

      pinoy

      Mais um das Filipinas. Esse é o ig do fotógrafo Gabz, mas dessa vez tem fotos de vários lugares. O legal é que diz o nome dos lugares fotografados, então fuciona como um guia visual. E é tanta coisa linda que a gente já se empolgou de todas as formas pra ir pra lá. Ah! Antes, passa aqui, ó @pinoytravelfreak!

      juju

      @jujunatripblog é o ig da nossa colaboradora Gabi Temer, feito por ela, pelo Rico Sombra e pela Juju. Ali, eles mostram as viagens que fazem pelo mundo, e contam o que tem de mais legal em cada lugar. É um ig bacanérrimo pra qualquer pessoa que gosta de viajar, mas é ainda mais legal pra quem tem filhos e quer se jogar pelo mundo. Ah! A Juju é filha deles, tem 10 anos, e os três amam viajar juntos mais que tudo!

      voucontigo

      Quem faz esse ig é o casal de viajantes Ludmy Paiva e Átila Ximenes. Os dois vivem rodando por aí e piram com um roteiro mais exótico. Tailândia, Atacama, Bali e muitos outros do gênero estão nesse ig adorável. Detalhe: na última viagem deles pela Ásia, o casal resolveu celebrar o amor e renovou os votos em Bali, Índia, Laos, Camboja, …  pra saber mais, vai no ig deles. É o @voucontigo.

      nerds

      @nerdsviajantes, taí um perfil super legal da dupla estradeira Helder e Lilian. Eles fazem viagens de todos os tipos e vão postando um diário de bordo. Todo dia tem uma foto e uma dica. Eles estão em Minas agora, fazendo a Estrada Real e tá uma delícia! Vale à pena acompanhar.

      ilhagrande

      @jotailhagrande tem fotos e indicações de todas as praias, poços e piscinas da ilha. A gente tinha até esquecido de como tem coisa linda por lá. O ig é de uma empresa de lanchas (que deve conhecer todos os cantinhos secretos da ilha) e é super bacana.

      Agora é aproveitar as dicas ou criar o seu próprio perfil. Eternizar histórias em imagens lindas vale a pena! 🙂

      06.10.14
    • juju na trip!

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      Tem novidade pra favoritar na blogosfera e no Facebook! A Gabi Temer, nossa colaboradora do mochilão, colocou no ar um blog super fofo de viagens, o Juju na Trip. Lá, e na página do Face, ela agora divide com a gente tudo sobre as voltas que dá pelo mundo.

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      Os lugares mais lindos, as dicas de hospedagem, os programas diferentes, os restaurantes. E só tem roteiro incrível: Bali, Tailândia, Laos, Dinamarca, Caribe, Sul da França, Inglaterra, Noronha, rota verde de Alagoas, Gili…E é tipo um blog em família. A Juju é a filha da Gabi com o Rico, e o que os três mais amam fazer é se jogar no mundo.

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      Hoje a filhota tem dez anos, mas desde que a Juju tava na barriga ela viaja por aí (a primeira trip dela foi lá pra Bolívia e Peru, quando tinha 3 meses de vida (!) uterina!!! ). Então o blog conta as aventuras desse jeito super especial. As fotos são lindas de morrer, porque a Gabi é jornalista e fotógrafa, e o Rico e fotógrafo de natureza. Então já viu, né?

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      E o legal é que pelo blog a gente vê que dá, sim, pra viajar com criança pra qualquer lugar do mundo. Depois é só se inspirar e pegar a estrada também. A gente já curtiu!

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      Ah, e pra não perder nenhuma atualização, tem uma área de ‘assine o feed’ pra receber os posts por email. Só clicar aqui nesse link e  curtir aqui o face deles pra começar a viajar!

      31.08.14
    • três paraísos pra você conhecer

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      A Gabi Temer, nossa colaboradora do Mochilão e autora do blog Juju na Trip, e o fotógrafo Rico Sombra, estão quase de malas prontas para a Tailândia. E toda vez que eles fazem uma trip dessas, descobrem uns lugares incríveis e totalmente fora do mapa. A dica da vez são três ilhas maravilhosas e totalmente modo off. Segue a gente , e vai colocando na sua lista de lugares para conhecer!

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      KOH LIPE

      Sabe quando as pessoas falam que conheceram a Maya Bay (aquela do filme A Praia) há dez anos, e você fica imaginando como deveria ser esse paraíso antes dessa profusão turística? Então, Koh Lipe é mais ou menos por aí. A ilhota fica depois de Ko Phi Phi, quase no Parque Marinho de Tarutao e pertinho da fronteira com a Malásia.

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      Tem três praias principais, alguns spots escondidinhos, bangalôs na areia e dá pra rodeá-la a pé em uma horinha. Agora, olha só o naipe dessas águas cristalinas: quase um quarto dos peixes tropicais que existem no oceano podem ser encontrados em Koh Lipe, e a poucos metros da areia, na bancada de corais que  protege esse pedaço do paraíso. Mara, né?

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      COMO CHEGAR: Pra quem animou, aqui tem os horários dos barcos para chegar lá. Eles saem de Pak Bara, Langkawi, Phi Phi e Ko Lanta na alta estação (novembro e maio) e de Pak Bara na baixa (maio a outubro).

      ONDE FICAR: O Idyllic Resort fica na beira da praia, e tem um design bem legal. O Bundhaya também é uma graça. E tem ainda o Serendipity Beach Resort, super cotado no TripAdvisor.

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      KO TARUTAO

      Essa faz parte do Parque Marinho de Tarutao, e fica perto de Koh Lipe. Tem paisagens incríveis, rochas rompendo os mares, tartarugas, cavernas, praias de areia branca e mar azul cristalino, montanhas de calcários e florestas.

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      É natureza selvagem, impressionante, com infra básica para turismo e luz de gerador. Tem um lado b, porque também funcionou de prisão política, mas isso não desbota em nada a beleza do lugar. Para quem curte, fica a dica!

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      COMO CHEGAR: Os barcos saem de Pak Bara e de Koh Lipe.

      ONDE FICAR: Para ficar em Tarutao, precisa entrar em contato com a administração do parque. Uma dica para quem quiser outra alternativa é se hospedar em Koh Lipe e passar o dia em Tarutao. Fica a uns 45 minutos de barco.

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      SURIN ISLANDS

      Vistas estonteantes, águas incrivelmente cristalinas, e a natureza  como companhia. As Surin Islands são para poucos, e como tudo o que é para poucos, é sensacional.

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      Elas estão dentro de um Parque Marinho Protegido, a mais ou menos 60 km de Phang Nga, e só ficam abertas para o turismo de novembro até maio. Formam um quinteto: Surin Nua, Ko Surin Tai, Ko Ree (Ko Stok), Ko Pachumba, and Ko Kai (Ko Torinla), e em nenhuma delas você vai encontrar resorts. Apenas bangalôs e dois campings. Em compensação, elas têm a Richelieu Rock, um lençol de corais que é a meca de quem curte mergulhar.

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      COMO CHEGAR: Você precisa procurar alguma operadora de mergulho credenciada em Pukhet ou Khao Lak, e ir com eles. Todo o esquema de alimentação e hospedagem é feito através das operadoras. Aqui  e aqui tem mais informações!

       

      19.10.13