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sua mochila está vazia

      Tag: blog de viagem em familia

    • a escapada que sempre vale a pena!

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      A natureza caprichou em Búzios quando criou essa península com mais de 10 praias lindas, uma do lado da outra, e uma diferente da outra. Algumas quase desertas, outras super cheias, e pra completar, a Armação de Búzios, a Rua das Pedras, a vila dos Ossos. No post de hoje a gente volta pra Búzios com a Gabi Temer, do blog Juju na Trip, que fez uma lista das coisas mais legais pra fazer por lá.

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       imagem: reprodução

      AS PRAIAS:

      AS MENORES E MAIS LINDAS: A Ferradurinha é a nossa preferida. Continuação do canto esquerdo de Geribá, é pequenininha, aconchegante; uma bahiazinha boa pra fazer SUP (dá pra ir até Geribá remando, inclusive). A Praia do Forno também é uma graça. Tem menos barracas, é curtinha, água calma, mas é fria por causa da corrente de oceano que entra lá. E tem João Fernandinho, que de terça a sexta fica vazia e aí vira a coisa mais gostosa do mundo (vá de barco-táxi que ainda fica mais gostoso!)

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      AS MAIORES: Geribá e João Fernandes, sendo que Geribá é uma ótima pra quem tá aprendendo a surfar (tem várias escolinhas por lá). Já João Fernandes, apesar de cheia demais e um pouco bagunçada, ganha 5 estrelinhas pra quem gosta de nadar com peixes: lá tem um beçário protegido por bóias. Fora isso, a praia é perfeita pra fazer SUP e tem várias pranchas pra aluguel.

      AS SELVAGENS: Tucuns inabitada e linda (adoramos essa!), e a Brava, sempre linda e selvagem. E fica melhor ainda com uma champa no Rockas.

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      OFF PRAIA:

      PORTO DA BARRA – Tá uma delícia. Cheio de restaurantes no deck, vale super à pena almoçar lá na volta da praia ou jantar (clima luz de velas!).  Ali estão os contemporâneos Zuza e Donna Jô, o informal Anexo Praia e o tradicional Petiscos do Porto.

      ORLA BARDOT – A eterna! Voltar da praia, comer no O Barco e ver o pôr-do-sol da orla é um luxo. Outra delícia é parar nos bares da OrlaBuda Beach e Bar do Zé são dois ótimos! Aproveite e estique até a Igrejinha de Sant’Anna, construída em 1740!

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      NOS ARES: Sabia que Búzios também tem uma rampa de voo livre? Só ir aqui nesse link ou nesse pra saber mais.

      TRILHAS: Búzios têm  ainda várias trilhas pra fazer trekking. Aqui tem a descrição da maioria delas. A de Tucuns até a Ponta das Emerências é super legal e tem paisagens lindas!

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      ONDE FICAR: O Corais e Conchas é uma graça de hotel em Geribá,  com um perfil bem família, e chazinho da tarde com bolo, várias piscinas e jardins. O Pontal da Ferradura também é um graça.

      COMO SE LOCOMOVER: Precisa ir de carro. Ou alugue um buggy. Infos aqui.

      Boa escapadinha 😉

      15.10.14
    • vamos pra copenhagem?

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      E já que a gente falou tanto de bike esse mês (ponto pra nossa web série Rio de Bike), o post do Mochilão de hoje é sobre uma cidade que vive sobre rodas: Copenhagem, a mais charmosa, a mais cosmopolita e a mais linda cidade da Escandinávia (foi mal, Estocolmo!). A Gabi Temer, do blog de viagens Juju na Trip, esteve por lá e conta pra gente um pouco desse roteiro. Vem!

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      A capital dinamarquesa floresceu e vive seus dias de primavera. Há mais cafés e restaurantes do que nunca e, mais importante, os moradores estão neles – mesmo que em uma segunda-feira molhada de chuva. Tem um pouco de Berlim e um pouco de Amsterdã. Tem ateliers de design e artes plásticas e uma geração promissora de estilistas e chefs de cozinha. Copenhagem acordou de vez, gente!

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      Sobre o meio de transporte? Alugue uma magrela. É como você vai circular melhor por lá. Pra quem não sabe, Copenhagem foi escolhida a Capital Verde da Europa 2014 por causa do transporte ecoamigo, das áreas verdes e das águas limpíssimas dos parques urbanos. Dá até pra se banhar por lá (no verão, claro!).

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      E tem muita coisa boa pra fazer, viu? Andar pela Alameda Stroget (é fechada pra carros e a maior rua de pedestres da Europa ), visitar o Kings Square, conhecer o pequeno Tivoli, um parque de diversões bem old times e ainda dar uma de turista com passeio de barco pelos canais, de preferência levando um cesto de picnic com pães e queijos. Pra te dar uma mãozinha, se liga no mini guia que a gente preparou:

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      A rua de pedestres Stroget é perfeita pra compras. Tem tantas lojinhas que você vai passar uma tarde por lá. A Illum Bolighus é daquelas lojas de tem-de-um-tudo, de garrafas térmicas a puxadores. E na Sogreni, você acha as bicicletas mais lindas do mundo, com design vintage e feitas à mão. A outra boa é visitar Christiania, o bairro hippie de Copenhagem que é uma comunidade independente e alternativa com leis próprias e tudo.

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      Já em Vesterbro fica o cenário hipster. O distrito da luz vermelha e antiga área operária infame de Copenhagem é, agora, uma dos locais mais hipsters da capital dinamarquesa. O bairro fica a uma curta distância do centro da cidade e também tem seu No Meatpacking District, com novos restaurantes e bares da moda.

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      Agora é arrumar as malas e boa viagem! 😉

      11.09.14
    • tiradentes, aqui vamos!

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      O mochilão de hoje desembarca em Tiradentes com a Gabi Temer, do blog Jujunatrip, e olha quanta delícia tem por lá:

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      Fazia tempo que a gente não ia para Tiradentes, e a surpresa que tivemos foi das mais gostosas. Das cidades históricas que conheço, de Ouro Preto a Paraty, é Tiradentes a mais charmosa, a mais calma, a mais bem conservada. Uma praça, duas ruas principais e outra meia dúzia de vielinhas; em uma tarde se vê a cidade.

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      Mas para conhecer mesmo, tire mais tempo. Tiradentes merece pelo menos uma semana, e aí sim você vai entrar no modo off das ruas de pé de moleque, dos passeios de charrete, do pão de queijo quentinho saindo do forno à lenha, da vida que passa… devagar.

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      Tiradentes fica num vale alto, no altiplano mineiro, cercada de montanhas por todos os lados. Um horizonte verde que se avista fácil de qualquer janela. Super conservado, o entorno da vila não cresceu, não favelizou e não se descaracterizou. É tudo lindo.

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      As casas coloniais, a mata de Minas e a poderosa Serra de São José formam uma linda pintura.Para quem gosta, há trilhas que levam a cachoeiras, que passam por lagos cor de coca-cola (como a Trilha do Carteiro) ou que atravessam a serra (a mais longa leva cerca de 5 horas. Outra trilha legal, que pode ser feita a cavalo, leva até Bichinho, cidade  meca pra quem quer comprar artesanato.

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      Comer é outro prazer inenarrável por lá. Do cinco estrelas Traga Luz (faça sua reserva com antecedência) ao festivo e colorido Cantina Spaghetti (onde comi a melhor pizza da minha vida!), passando pelo Via Destra (italiano com uma varanda deliciosa e luz de velas).

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      O gran finale é sempre o Rocambole & Cia, com uma massa leve até não poder mais, e recheios de doce de leite em mil variações (não deixe de experimentar!). Outro patrimônio açucarado são os doces do seu Chico Doceiro, que aos 80 anos ainda faz seus docinhos em um tacho ao fogo. Tem canudinho de doce de leite, cajuzinho, doce de banana, beijinho.

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      O passeio de Maria Fumaça é um clássico. Vai até São João del Rey e percorre 13 quilômetros de estrada margeando o Rio das Mortes até chegar na estação final, construída em 1881. O bilhete de ida e volta custa R$56, e vale pegar uma van em São João e fazer o passeio (com calma) pelo Centro Histórico.

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      Mas o maior patrimônio mesmo de lá é mesmo o povo mineiro, com aquele jeitinho doce de receber a gente. E que a gente não esquece jamais! Amamos!

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      COMO CHEGAR – Os ônibus vão até São João Del Rey, e de lá pega-se um táxi (cerca de R$ 40 e 20 minutos) até Tiradentes. A Viação Paraibuna é que faz o trajeto saindo do Rio, com 5h30m de duração.

      ONDE FICAR – Ficamos no Hotel Richard Rothe, na Rua Padre Toledo, bem no centrinho, ao lado da Igreja da Matriz. Localização perfeita para quem quer ficar a pé em Tiradentes.

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      COMPRINHAS – Há muitas lojinhas e antiquários nas ruas Direita, da Cadeia e da Câmara. Em Bichinho, ficam os centros onde tudo é produzido, e onde dá pra negociar melhor os preços.

      ROTEIRO HISTÓRICO – Não podem ficar de fora do roteiro o Chafariz de São José; as igrejas de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, Nossa Senhora das Mercês dos Pretos Crioulos e a Matriz de Santo Antônio; e o Museu Padre Toledo.

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      CONCERTOS DE SEXTA – Na Igreja da Matriz, a musicista Elisa Freixo apresenta todas as sextas um concerto em um órgão de 1700, que chegou em Tiradentes trazido de navio. Para entrar no clima da corte!

      30.06.14
    • mochilão pela ásia parte 6 – ko tao

       

      A gente continua nossa viagem pela Ásia com a Gabi Temer, do Juju na Trip, e desembarca em Ko Tao!

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      Um lugar mágico, com as águas mais transparentes que já vimos, praias semi-desertas, e um cheiro de incenso pelo ar. Assim é Ko Tao, conhecida como a Ilha da Tartaruga, nosso último destino pela Tailândia. Muitas saudades de lá!!!

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      Decidimos ir para  Ko Tao depois que, em Phi Phi, ficamos sabendo que esse lado de mar era o melhor lugar para mergulhar. Barco, hotel, pernoite em Krabi e, depois de um dia de viagem, lá estávamos nós naquele paraíso.

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      A ilha é assim: de um lado, fica Sairee Beach e Mae Haad. Mae Haad é a área em volta do porto, super tranquila. Sem noite, sem barulho. Sairee é onde tudo acontece. Vários restaurantes fofos, uma ruazinha com cheiro de incenso e mil lojinhas, casas com teto de sapê e, de noite balada solta, com um luau do lado do outro.

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      O mar é impressionante. Ok, não conseguimos ver tartarugas e tubarões em Ko Tao como esperávamos. Mas em compensação, foi a cor de mar que mais nos impressionou. Uma imensidão azul. E a geografia dessa parte da Tailândia é bem diferente. Ko Tao fica no Golfo da Tailândia, é um ilha montanhosa e com muita vegetação. Linda de morrer.

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      O mergulho de cilindro lá é obrigatório. E super seguro. Inclusive para crianças. A partir de dez anos elas já podem fazer o batismo. A Juju fez, e adorou.

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      Ficamos apaixonados por Koh Nangyuan, dessa foto ai de baixo. São duas ilhas ligadas por uma faixa de areia. Lá fica o Jardim Japonês, embaixo d’água, com dezenas de corais loucos e coloridos. Muito legal! Dá pra ver tudo de snorkel. É só pegar um barco no cais ou na praia de Mae Haad que chega lá em dez minutos.  Aliás, em Ko Tao, praticamente só se anda de barco. Taxi lá é o longtail boat.

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      Outras praias que a gente amou muito foram Mango Bay, Haad Tien – que foi ocupada por um resort  (infelizmente) mas continua linda – e Ao Leuk. Essa última é uma praia com grama, super gostosa, com um clima máximo de sombra e água fresca.

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      Nosso dica importante: não deixe de ir pra Ko Tao. Merece demais! Em tempo: nenhuma foto aqui tem filtro ou tratamento. Ko Tao é exatamente assim!

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      COMO CHEGAR: Tem que pegar o barco em Krabi ou Pukhet. São duas horas até Ko Tao. A boa é pegar o primeiro barco, logo da manhã, até porque o mar normalmente é menos batido nesse  horário.

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      ONDE FICAR: Depende do que você quer. Se for um lugar acessível, com restaurantes em volta, etc, fique em Sairee ou Mae Had. De Sairee para Mae Haad, a pé, leva cerca de 30/45 minutos de caminhada. De táxi, custa US$30 (caro pros padrões de lá!). As outras praias só são acessíveis de barco, porque as estradas são muito ruins.

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      PARA SE HOSPEDAR: Em Mae Haad, o Napada é super fofo, arrumadinho e barato. Para um hospedagem mais upscale, a dica é o Haadtien Resort.

      Quer ver mais dicas de viagem pela Ásia? Corre aqui!

      23.05.14
    • mochilão pela ásia parte 5 – railay

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      Nossa viagem pela Ásia com a Gabi Temer, do Juju na Trip, continua hoje e desembarca em Railay. A gente já falou de Railay aqui uma outra vez, mas o que a gente não sabia era que por ali tem algumas ilhotas lindas e imperdíveis. Então a dica é assim, você chega em Railay, curte um dia por lá, e tira mais dois dias para fazer o passeio. O cenário?

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      RAILAY

      É o paraíso dos alpinistas. Isso porque essa parte da costa é cheia de montanhas escarpadas perfeitas pra escalar. Pra quem vê de baixo e não curte subir nas alturas, a beleza não perde em nada. Ficar no mar vendo aquelas pedras é a maior energia.  A ilha é linda, e tem quatro praias (dá pra ir caminhando pra todas): Railay West e East, Ton Sai e Phranang. O mais legal é ficar em Railay West, onde também estão os restaurantes (o lado leste, na verdade, é lodoso; mas as acomodações são mais baratas pra compensar). Phranang é uma baiazinha ultra charmosa, mas para se hospedar lá só existe um hotel (o Rayadee), esquema lua de mel.

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      KO PODA

      É aquela clássica das fotos, com uma pedra rasagando o mar. A água é exatamente como você vê aí embaixo: a foto não tem filtro, nem tratamento. Simples e lindo assim!

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      PHAK BIA ISLAND

      Essa ilha é linda.  Na verdade, são várias ilhas juntas, e quando a maré baixa, dá pra ir andando de uma para a outra. Tem mil peixes!

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      PARADISE BEACH

      Essa o nome já diz tudo. De novo, aquele cenário de sonho: águas transparentes, areia branca e muito peixe para ver debaixo d’água. E várias ilhotas para ir andando ou nadando, uma do lado da outra.

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      HONG ISLAND

      Essa é a obra-prima da natureza! Hong Island é selvagem, com uma vegetação exuberante, verde vibrante, contrastando com as pedras e o azul absolutamente transparente do mar. É uma ilha com duas baías, uma do lado da outra, e uma das mais lindas dessa região. Vale passar o dia todo, e ir de lancha, pra não perder no caminho. Cada minuto aqui vai ser inesquecível.

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      COMO CHEGAR EM RAILAY:  Não há estrada até Railay, então tem que pegar long tail em Ao Nang. Se você estiver em Krabi, vai de van até Ao Nang. Se estiver em Ko Phi Phi, tem ferry direto.

      COMO CHEGAR NAS OUTRAS ILHAS: Em Krabi, é só contratar o passeio em uma agência ou no seu hotel.

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      O QUE NÃO PODE FALTAR:  Snorkel, pé de pato e protetor.

      ONDE FICAR: No Railay Bay ou no Princess Resort. Mas se quiser top, vá para o Rayavadee.

      25.04.14
    • pipa delícia!

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      Dia de chuva bate aquela vontade de ficar em casa… já pensando na próxima viagem! E se tem um lugar que a gente adora é a Praia da Pipa, no Nordeste. Quer saber? Pode começar a arrumar as malas e organizar o mochilão pra curtir seu verão por lá. Porque Pipa tá mais délis que nunca! A Gabi Temer, do Juju na Trip, acabou de chegar de lá e conta tudo!

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      O lugar junta de tudo um pouco.  Tem aquele centrinho supergostoso, tipo Rua das Pedras + Praia do Forte, com um monte de lojinhas e bistrôs. Clima pé-na-areia arrumadinho, com um astral feliz. E as praias são para todos os gostos, e de todos os jeitos.

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      A da Tartaruga é o nosso xodó, com piscininhas que se formam entre as pedras quando a maré começa a baixar. Fica a cinco minutos de caminhada da praia do Centro, mas sem aquela bagunça das barracas de praia. É bem vazio, mas  tem um ponto de charme, que é o Bar Tavarua, anexo da pousada Paraíso das Tartarugas.

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      Logo depois fica a Praia do Amor. É linda, cheia de coqueiros beirando as falésias. Rolam boas ondas por lá,  mas também tem uma corrente um pouco traiçoeira. A boa pra quem não é do mar é ficar pelo raso mesmo. Mas a praia ainda tem um plus: o passeio por cima das falésias. O visual é incrível, e pra chegar nelas é só subir por uma escada.

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      Pra quem quiser aprender surfe, SUP, caiaque, a rota é ir direto pro Madeiro, onde o mar é seguro e rolam ao mesmo tempo ondas boas e uma área mais calma pra fazer o Stand Up. A praia fica um pouquinho mais distante do centro, uma caminhada de quase uma hora pela areia, mas dá pra ir de táxi. Leva menos de 10 minutos!

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      E tem mais uma coisa: em qualquer lugar dessa beleza toda, você ainda pode esbarrar com um golfinho, uma tartaruga ou um miquinho. Fofo demais!

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      ONDE FICAR: Pra quem curte natureza e tem um perfil alternativo, a  pousada Paraíso das Tartarugas fica na beira da praia, é bem pé na areia, com quartos de madeira e palha, e pra ir até o centro tem que caminhar pela praia. Já os Sombra e Água Fresca e Terra dos Goitis fazem a linha mais chique, e ficam mais perto do centrinho. São lindos.

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      ONDE COMER: o Tapas é disparado o melhor restaurante da Pipa. O restaurante é dos paulistas Lucas Ferreira e Nikole Kondo, que têm o habito de viajar pelo mundo para se inspirar a e criar delícias para o bistrô. Nossa dica: o atum em crosta de gergelim, o arroz indiano, e o peixe no leite de coco. Pra quem quiser uma massa, a dica é ir na Pizzaria do Italiano.

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      TEM QUE FAZER: Ver o pôr-do-sol na Lagoa de Tibau do Sil, comendo um crepe!

      Boa viagem 😉

      04.09.13
    • ahhhh, a bahia!

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      Muito sol, sombra, água fresca e dendê. O Adoro hoje desembarca na Praia do Forte, lugarzinho cheio de charme onde a gente foi parar esses dias e voltou achando o mais gostoso do sul da Bahia. A Gabi Temer, do blog Juju na Trip e nossa colaboradora do Mochilão, foi parar lá esses dias, e voltou encantada!

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      Pra começar, o Forte tem piscinas naturais, tem águas calmas, e tem vários trechos de areia onde ainda dá consegue pra ficar quase sozinho (sim! e isso mesmo nas vésperas do carnaval. É só andar um pouquinho), e tem uma galera gente boníssima que mora lá e que faz toda a diferença. Sentiu a delícia?

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      O Forte é assim. Tem uma vila linda de morrer, que parece com Búzios só que com aquele saber-viver da Bahia, toda florida, com comércio misturado com casa de morador, e gente conversando na porta de casa. No meio disso tudo, um vai-e-vem de gringos do mundo tudo, acarajé, moqueca.

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      E tem a praia da vila, na frente da praça de igreja, um trechinho de areio espremidinho onde o povo nativo gosta de ficar com uma vista linda, barcos e uma piscina natural incrível.

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      A primeira impressão é que é meio bagunça, e é mesmo, mas é gostoso, e foi batendo papo com a galera ali que a gente descobriu descobriu várias dicas legais.

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      É só seguir a gente e arrumar a malas! Bora dar um mergulhinho??

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      PISCINAS NATURAIS: As piscinas naturais são um capítulo à parte. Elas ficam pertinho da vila, a uns 20 minutos de caminhada, e são incríveis.  A maior delas é a Papa Gente, e também a mais cheia e com estrutura de barracas e cadeiras. Nessa área da Papa Gente, há várias piscinas, uma pertinho da outra. No outro extremo do Forte, em frente ao Resort Tivoli, tem uma outra piscina, bem mais vazia, e sem nenhuma estrutura. Bom para quem quer mais sossego.

      COM DENDÊ: A melhor acarajé fica numa baiana que arma a barraca sempre depois das 17h, na praça da Alameda do Sol. De dia, se bater vontade, tem também a acarajé da Marina, muito boa, na Praça da Igreja. Para comer um moqueca de camarão, o mais tradicional e que todo mundo indica é o Sabor da Vila. Mas a melhor moqueca nós comemos mesmo foi no restaurante Terra Brasil.  Boa d e m a i s.

      TRANSPORTE: Se bater a preguiça, vá de bicitáxi, o meio de transporte mais gostoso do Forte.

      PRA SABER HISTÓRIA: Tem que visitar as ruínas do Castelo de Garcia d’Ávila, sesmeiro que era dono de quatorze léguas de terra na Bahia, que iam de Itapoã até Tatuapara.

      FOFICE ECOLÓGICA: Visitar o Tamar e ver a desova das tartarugas, que acontece nessa época do ano.

      ONDE FICAR: Na pousada Casa do Forte, Refúgio da Vila, ou Ogum Marinho.

      E fica de olho, porque vem mais roteirinho baiano por aqui! 😉

      07.03.13