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sua mochila está vazia

      Tag: belo horizonte

    • natureza de Beagá

      BH é cercada pelas montanhas que são cartão postal de Minas. Com poucos quilômetros de estrada, também encontramos várias cachoeiras lindas pra se banhar e renovar as energias. Mas não é preciso sair da cidade pra ter contato com a natureza. Algumas das nossas ruas (ainda) são bem arborizadas e dá pra curtir um pôr do sol incrível entre um cantinho e outro das avenidas movimentadas, ou do alto das serras que nos lembram porque nossa cidade-jardim faz jus ao nome de Belo Horizonte. 

      Pra quem é do pedal, se arriscar pelas subidas e decidas das nossas ladeiras pode ser uma aventura e exige fôlego. Mas alguns passeios mais curtos, sentindo o vento bater no rosto, são um presente no meio da rotina corrida. E há sempre um ponto no meio do caminho pra admirar o horizonte bonito. 

      Aqui vão algumas dicas: 

      – Há pouco tempo, finalmente liberaram bikes no Parque Municipal, nosso pulmão verdinho no meio do centro meio cinza da cidade. Se quiser esticar um pouco a rota, comece pela Praça da Liberdade, descendo a João Pinheiro pela ciclovia. 

      – Pertinho do Parque, o viaduto do Floresta (meu preferido!) dá acesso à Sapucaí. No fim de tarde, o pôr-do-sol é emoldurados pelos prédios do centro e atravessa cada cantinho, aquecendo o céu com aquele dourado incrível! 

      – Uma vez por ali, a melhor dica é se acomodar em frente aos bares da rua (que servem de ponto de apoio), mas a maior parte das pessoas prefere continuar pela mureta e passar a noite ao ar livre

      Coisa linda, né? 

      08.06.17
    • mulheres com sotaque: Domitila de Paulo

      Cheguei na casa, na zona norte de BH, com a ajuda dos vizinhos. O primeiro me avistou meio perdida e já se prontificou a perguntar se eu precisava de alguma coisa. Falei que procurava por Domitila e ele apontou o caminho para esquerda, apesar de não ter certeza sobre esse nome. "Deve ser a filha de Denise". Eu segui e o número não batia. Do retrovisor do carro, o mesmo senhor de camisa azul corria com dificuldade e com a mão na testa, fazendo sinais de lamento. "Ô moça! Cê me desculpa! Não é pra esse lado, não. Eu te passei informação errada. Óh procê vê! Cê me desculpa, viu? A casa dela é para o outro lado. Aquele portão preto lá adiante, debaixo da árvore, do lado da bar". Enquanto eu ria e dizia que estava tudo bem, outro vizinho aparece pra ter certeza de que agora as informações estavam claras e eu certamente conseguiria chegar até a outra esquina em paz, pra encontrar quem precisava.

      Surpresa com tanta atenção e boa vontade, eu só agradeci e avisei à minha entrevistada que estava na porta. 

      Domitila sai com suas longas madeixas coloridas, já rindo da movimentação. Conto para ela da surpresa de ser recebida assim e ela comenta, naturalmente: "Na comunidade é desse jeito", rindo. Que bom. Estava em casa. 

      Demos meia volta pelos cômodos, vi o cantinho onde ela produz e acatei a sugestão de ficar na cozinha: "É o meu lugar preferido", ela disse. Tirei da sacola um saco de pão de queijo e uns docinhos. Com copos de suco e café, a gente começou a longa conversa entre duas meninas cheias de sonhos, criativas inquietas, de pele preta e sorriso um tanto fácil

      "Eu sempre quis produzir coisas. Na faculdade, era aquela pessoa da moda que tava sempre no ateiler de design de produto e estamparia, suja de tinta", conta. Domitila de Paulo se formou em Design de Moda mas isso está bem longe de dar conta de toda sua produção criativa. Depois de fundar uma marca de meia calças estampadas durante o curso, ela ocupou vagas de estilista e designer em marcas importantes e, quando tudo parecia estável e seguro, surgiram muitos questionamentos. 

      "Eu comecei a questionar se estava sendo representada pela minha própria marca ou pelas marcas em que eu trabalhava. Eu queria ampliar as narrativas e entendi que, pra isso, precisava retomar meus processos". Quase como uma poesia da vida, juntar recortes e criar novos cenários ganhou toda a força no seu processo criativo e ela voltou a produzir colagens analógicas. Primeiro, protegendo pra si tudo que fazia: "Colagem pra mim era como se fosse um grande diário. Fazia e guardava. Comecei a mostrar alguma coisa, levei pra uma imersão de afrocriadores em São Paulo, onde conheci pessoalmente a Tássia Reis. Depois de um ano, simplesmente em uma tarde, ela me mandou uma mensagem dizendo que estava apaixonada pelo meu trabalho e que queria muito que eu fizesse a capa do novo EP dela". O álbum, que ganhou o nome Outra Esfera por causa da colagem, apareceu na lista dos seis melhores discos lançados em 2016 (Correio Braziliense). 

      "Minha mãe sempre foi militante do movimento negro. Pra mim e pro meu irmão, a consciência racial sempre esteve dentro de casa. Mas há uma diferença quando tem a ver com a sua mãe e quando tem a ver com você mesmo. É uma construção interna", conta. Na mesma época em que retomou as colagens, por indicação de sua mãe, ela leu o livro Igbadu – A Cabaça da Existência, e tudo fez muito sentido. "O livro é um conto lindo sobre os Orixás na criação do Aye (mundo em que vivemos). Eu vi que tinha muito a ver com as colagens e fui incorporando aquilo no meu trabalho. E assim surgiu a série Deusas no Orun, que traz a relação entre mulher, natureza e universo"
      No seu processo criativo, Domitila tem a liberdade de buscar os elementos que deseja. Se no acervo tiver muito céu, talvez seja o momento de buscar água. Se faltarem estrelas, dá pra recortar uma galáxia inteira pro fundo de uma paisagem cotidiana. E por ser uma arte analógica, tudo começa pelo garimpo. São horas visitando sebos, inclusive em viagens, lutando contra a rinite e buscando livros de geografia e revistas. Imaginando essa possibilidade de criar quase um novo mundo com suas próprias mãos, pergunto como ela construiria esse lugar caso pudesse transpor seus sentimentos pra vida real: "O mais incrível na colagem é que ela é o resultado da soma entre imagens distintas. Cada uma vem de uma publicação, época ou estética diferente. E quando se encontram, narram uma nova história onde todas se tornam igualmente fundamentais. Pra mim a gente já vive isso na relação com as pessoas e com o espaço, já que cada um tem a sua propria relação com o tempo, carregando suas vivências e trazendo um repertório único. O que falta é o respeito com a vida e a história de cada um pra alcançar essa mesma harmonia, que pode existir livremente no papel".

      Foto: Pablo Caldeira / Modelos: Lais Lacôrte e Pedro Hbs

      BAPHO

      O carnaval de rua em BH ganhou muita força nos últimos anos. E um pouco antes da festa, Domitila criou uma linha exclusiva de brincos, novamente, garimpando diversos materiais em suas andanças. E foi um Bapho! "Na primeira leva, produzi cerca de 35 brincos. Na segunda, entre 60 e 70. E tudo sozinha. Foi muito legal ver a rapidez do negócio: em 48 horas, 30 estavam esgotados. No segundo momento, em 40 min, 21 estavam vendidos. Também fiquei muito feliz com Liniker e Tássia postando fotos e usando nos shows".

      Foto: Pablo Caldeira / Modelo: Mayra Motta
      O processo criativo das pessoas me encanta. É muito superficial definir alguém pela profissão e pelas atividades que ela faz, mas o processo diz muito sobre essa verdade. A Domitila, por exemplo, disse: "Tenho uma metodologia que se repete sempre. Acredito que a gente pode fazer com o que tem. Olhar para si, entender a sua narrativa. Não precisa ir longe e achar que o universo criativo é intocável. Entender quem você é e a identidade do que você produz, é o que torna sua produção única".

      Como mulher negra e criativa, Domitila acredita que ser representada numa imagem final é muito válido, mas é preciso ir além: "Gosto de ver a ficha técnica do que é relevante. Quero ver quem está por trás das produções porque ocupar esse espaço ainda é um longo caminho. Eu quero ver mais do que capa de revista, quero ver pessoas negras nas equipes criativas, na diretoria, decidindo e produzindo o conteúdo que vemos. Só assim teremos representatividade de verdade na moda, arte, cinema, etc. Assim como na política, só tendo a gente lá pra que existam leis pra nós. Nós precisamos ocupar esses espaços para que nós mesmos falemos por nós".


      Foto: Pablo Caldeira / Modelo: Milena Badu
      Com toda a força do movimento feminino, me identifiquei muito com essa conversa. Sororidade é poder tirar horas do seu dia pra ouvir a história de outra mulher e se sentir próxima, recortando e colando pedaços da sua própria vida que se conectam de alguma maneira com a dela. O pão de queijo já tinha acabado quando chegamos nos últimos minutos da conversa. Mas ainda deu tempo de sentir essas palavras como um abraço: "O feminino está pra mim de forma muito natural e é a base, como a água. Às vezes, fluida, às vezes forte, mas sempre presente. O trabalho acaba sendo um espelho e me sinto muito entrelaçada à energia feminina (que pode ser múltipla). Seja pelo que me toma e inspira, seja pela narrativa, ou histórias que trago pro meu trabalho. Tratando de imagens, acredito que a natureza por si só é uma das expressões mais fortes do feminino". 

      Pra ficar mais por dentro dos trabalhos de Domitila, é só seguir ela no instagram

       
      13.03.17
    • carnaval das minas

      Carnaval nunca foi minha festa preferida. Minha aptidão pra gostar dos mistérios da vida sempre me afastou um pouco dessa alegria fácil e solar da folia. Eu raramente me sinto à vontade pra dançar e pular em público, extravasando essa energia contagiante que é a minha principal foto imaginária desse momento do ano. 

      Mas tudo mudou quando resolvi passar o carnaval em BH e, lá em 2013, a cidade, que parecia abandonada nessa época, deu seus primeiros passos carnavalescos diante dos meus olhos ainda resistentes. Lembro de ter intercalado bloquinhos de rua e Netflix, ainda sem acreditar que a cidade estava mesmo pronta pra oferecer tudo que poderia. 


      Foto: Amarante Filmes

      Nos anos seguintes, cada vez mais amigos trocaram as viagens pra Diamantina, Salvador, Rio e outros destinos cobiçados pra ficar aqui. Esse ano, a expectativa de público chegou na casa dos milhões e a prefeitura registrou mais de 300 blocos saindo pela cidade  Então a regra é juntar o seu bando de amigos e fazer escolhas, ou sair pra rua sem combinar nada com ninguém, mas com a certeza de que vai encontrar todo mundo. Como mágica, abraços suados e cheios de purpurina começam a acontecer durante o trajeto. 

      Eu descobri nesses anos seguintes que eu gosto mesmo é desse encontro. Dos sorrisos, da liberdade de misturar todas as poucas roupas coloridas que tenho no armário. Da surpresa que é encontrar seu cliente mais conservador usando peruca rosa e sua dentista de meia arrastão.

      O carnaval nunca foi minha festa preferida mas levaram meu coração pro bloco, esfoliaram a minha pele com glitter, ocuparam meu quadrado com mais de dez pessoas, me ofereceram Catuçaí do Nandão, abriram espaço pra protestar contra o assédio e o machismo e aí, não teve jeito: esse amor cresceu forte dentro de mim.

      BH teve um carnaval de resistência e de muita força feminina. Nosso carnaval, mais do que nunca, foi e é um carnaval das mina. Das que organizam bloquinhos cheios de ativismo (Sagrada Profana, ClandesTinas, Bruta Flor), das centenas que produzem e tocam o xequerê colorido, o tambor, os metais e toda a bateria, carregando instrumentos ladeira acima e abaixo. Das que se protegem e se ajudam, das que se empoderam no short mais curto, nas poucas roupas, na liberdade de se vestir de si mesma.

      Todos os anos,levei minha câmera e registrei o que vi nas ruas. E esse foi, sem dúvida, o mais bonito de todos. Minhas lentes não capturaram os momentos de assédio, de violência e  homofobia. Mas é triste saber que eles existiram e que ainda há muito a caminhar. Mas eu vi Cristal, nossa pérola afro brasilis, abrir caminho no bloco Garotas Solteiras pra derramar suas palavras de luz. Todo mundo sentou pra ouvir ela interpretar Beyoncé e explodiu a bateria com o melhor do pop no ritmo de batuque. Vi uma corrente de mãos dadas criando espaço pra uma senhora que se divertia no meio do bloco, sentada em sua cadeira de rodas, acenando pra aqueles jovens malucos. Vi as marchinhas se posicionarem com gritos políticos e vi mamilos cobertos só de tinta dourada. 

      Nosso carnaval é um lembrete de que a cidade não é o eixo centro-sul. As pessoas não são só o que a profissão delas anuncia. A chuva não é um impedimento pra sair de casa. Axé merece todo nosso respeito, especialmente o dos anos 90. E é pra respeitar as manas, monas, minas e manos o ano inteiro. 

      Carnaval é a minha festa preferida. Eu amo a sensação de pertencimento que é se locomover por tantas ruas da cidade, ocupando aquele espaço que é sempre só dos carros. Inventar e fazer minhas próprias fantasias e adereços de cabelo com a ajuda da minha mãe. Amo a liberdade de amar o meu corpo como ele é e ter coragem de sair nas ruas só de body. O que sinto é que a resistência continua. Talvez com um pouco menos de glitter, sem cílios postiços ou pele muito a mostra. Mas eu quero viver nessa cidade. Quero fantasiar o ano inteiro de Carnaval. 

      Belo Horizonte, você me deu um novo amor de presente e agora não tem volta. Ainda bem. 
       

      Depoimentos de quem faz:

      Foto: Carlos Hauck

      Bruna Rodrigues se arriscou faltando pouco tempo pra a folia e aprendeu a tocar Surdo: "Eu sempre participei como foliã, mas queria conhecer esse outro lado da bateria. Ver muitas mulheres tocando foi o que me inspirou demais. Faltando um mês eu comecei a participar de oficinas (criadas por outras mulheres pra se ajudarem) e aprendi a tocar o Xequerê. Mas logo decidi arriscar nos graves e foi muito empoderador! É um instrumento grande, pesado e, apesar de nunca ter tocado nada, consegui. E é emocionante. O grave bate dentro no coração"

      Tati Marques tocou em 15 (!!!) blocos diferentes esse ano: "Em BH é muito lindo porque a gente integra diferentes pessoas, diferentes culturas. Esquenta a nossa alma e dá uma felicidade gigante, parece que você tá prestando um serviço. Meus maiores amigos hoje são os que fiz tocando no carnaval. Foi desafiador, foi difícil, mas é uma das experiências mais incríveis que já tive"
      07.03.17
    • lá da favelinha

      Entre uma ida e outra pra Beagá, nos encontramos com a Sarah Miranda, uma das nossas gerentes da cidade. Além de nos mostrar as músicas da banda que ela adora, a Dom Pepo, é ela quem contou pra gente sobre o centro cultural Lá da Favelinha, encabeçado pelo cantor e compositor de rap, Kdu dos Anjos.
       

      Por uma coincidência, estávamos em um show no Sesc Copacabana e foi ele, o MC Kdu, quem deu uma palhinha junto a dois dançarinos de passinho vindos diretamente do Aglomerado da Serra, a maior comunidade da capital mineira.

      Depois dessa ajudinha do destino, fomos bater um papo com ele lá, onde tudo nasceu, na sede do centro. No carro, entre o sobe e desce dos morros, ouvimos um “Saraaaaahhh”, seguido de um grande sorriso. O abraço apertado veio logo depois, da Aninha, uma das meninas frequentadoras do espaço.

      O espaço começou como uma biblioteca, onde Kdu reuniu seus livros e outros muitos doados pras primeiras oficinas de MC. De lá pra cá, o pequeno cantinho ganhou filmes, cursos, oficinas de dança, teatro, artesanato, violão, inglês pra crianças, pra adultos e muito mais.

      O trabalho é voluntário e feito pelas próprias pessoas da comunidade. Mas ”oficinas pontuais são super bem vindas” explica Kdu. “O dia a dia tem que ser feito pela e pra comunidade mesmo, mas quem se interessar em trazer projetos é só chegar junto. Esses dias uma mecânica queria dar aulas pras meninas aqui, achei incrível! E existem muitos apoiadores que trazem ideias pra cá, a galeria de arte Quarto Amado, por exemplo, deu um workshop de grafite pra turma e foi incrível”.

      A gente passou uma manhã conhecendo o espaço e conversando com o Kdu. Foi ele quem nos levou pra conhecer a comunidade, onde mora desde os 7 anos. O mineiro é hoje, além de músico, um articulador social que busca sempre criar pontes entre os talentosos moradores e o mundo.

      Uma das formas que o projeto se sustenta é através de um financiamento coletivo recorrente e cada pessoa pode contribuir com uma quantia mensal para ajudar nos custos fixos como aluguel, água, luz, telefone, lanche. Pra quem quiser apoiar, é só entrar aqui

      Que venham as próximas trocas! angel

      05.12.16
    • os 5 mais… bloquinhos diferentes!

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      O carnaval já invadiu nossos corações de vez! Além do nosso bloco ‘Meu Glorioso São Cristovão’ (é hoje, vem!) e dos bloquinhos animados que a gente ♥ aqui no Rio, separamos um circuito mais diferentinho (que bomba!), em BH e Sampa! Bora curtir a cervejinha na Savassi e o chopp na Augusta em clima de folia e purpurina!

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      Não é de hoje que o carnaval de Minas garante muita animação, né? E a cada ano, ele sai mais do interior e invade Belo Horizonte. Tem pão de queijo, tem fantasia, tem cervejinha e cachaça e tem bloco animado! Trem bom demais!

      5.1

      Bloco Então, Brilha é animado, viu? E nada de carnaval pequeno, não! A bateria é forte como a energia da galera que enche a rua e canta junto o hino animado do bloco (play aqui ó). A bandeira é vibrante que nem a energia deles e os sorrisos e animação são garantidos! Vale paetê, vale purpurina e tem-que ir! Partiu brilhar com eles!

      6

      E no ano que os Doces Bárbaros completam 40 anos, o bloco que não pode faltar no carnaval é o Baian@s Ozad@s, comemorando o amor, a liberdade e a música boa, claro! A gente se apaixonou e não vai perder!

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      A nossa viagem segue pra Sampa, mas a Bahia ainda segue firme e forte com a gente! O Tarado Ni Você: comemora o Caetano e homenageia a Tieta do Jorge Amado, fazendo a galera pirar com ‘Luz de Tieta’ ♥! O desfile oficial vai rolar dia 06 de fevereiro e quem tiver em SP tem que marcar presença! Êta, êta, êta, êta!

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      Invadindo a Augusta, que a a gente adora , a boa é curtir o Bloco Acadêmicos do Baixo Augusta! Vai ser dia 31 e conta com a presença da Tiê, Tulipa Ruiz como madrinha, Marcelo Rubens Paiva de porta estandarte e a musa Alessandra Negrini de rainha. Deu pra sentir, né? Com direito até a homenagem ao Bowie! É urbano, é carnaval e pra se acabar de dançar! Cola lá!

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      E falando em Bowie, é claro que não podia faltar um bloco to-di-nho dele! O raio clássico do artista já pintava por aí há muito tempo e agora vamos ver muito mais caras pintadas por aí, sem dúvida. Se você faz parte do clube que já quis ser herói pra sempre (quem não fez, né?), o bloco certo é o Tô de Bowie, invadindo Santa Cecília! Bora!

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      Animou? Então já tem programação cer-ta se estiver por Minas ou Sampa! Por aqui, a gente fica até divid@, querendo estar presente em toda essa festança! Agora é só caprichar na criatividade pras fantasias e partiu carnaval!

      24.01.16
    • (des)acelera

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      Diante da velocidade dos dias, a escolha é pela calma – e pela alma. A tranquilidade das decisões conscientes. A vida sem exigência de resposta. E assim, meio que na contramão do mundo, nasce o Guia Slow Lifestyle, reunindo na mesma publicação marcas, produtos e iniciativas que contribuem pra vivência do conceito slow. Na dúvida, desacelera e vai!

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      A publicação é uma revista independente com colunistas convidados e engajados no assunto, como a Rê Ávila, embaixadora do AirBnB no Brasil, A Isa Caporali, da Sublime Rituais (que já foi assunto aqui) e o nosso head de marketing e conteúdo André Carvalhal falando sobre Moda com Propósito! A primeira edição, que contou com meses de pesquisa, vai falar sobre BH e será lançada dia 7 de novembro na Benfeitoria, espaço de cultura lindão que a gente é fã e também já apareceu aqui no adoro!

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      A ideia é movimentar a cultura sustentável de lá. E convenhamos: se despertar é o ponto de partida pra prática dessa vivência consciente, replicar a energia também nos processos criativos da revista foi inevitável. As gráficas escolhidas adotam processos sustentáveis, preocupadas com o menor impacto ambiental possível. E fora que sentir o cheiro do papel é outra coisa, né?

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      A iniciativa é da jornalista Bruna Miranda, da designer Luna Siqueira e da fotógrafa Silvia Vasconcellos (mandaram bem, meninas!) e já vale matar a curiosidade do que vai rolar usando a hashtag #GuiaSlowLifestyle no Insta.

      Respeitar o próprio tempo faz bem!

      28.10.15
    • tá bem feito

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      Eles fazem parte de um movimento lindo, os coletivos. Uma porção de gente do bem que compartilha idéias sobre cultura e sociedade, e corre atrás pra colocar em prática com amor. A Benfeitoria, espaço de coworking em Belo Horizonte, acaba de  inaugurar um galpãozão pra receber shows, exposições, artistas… BH merece (e a gente também!).

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      A Benfeitoria nasceu de sete jovens empreendedores e, além de abrigar pequenas empresas e escritórios, funciona como um espaço aberto pra atividades de conexão entre as pessoas, bem assim: eles passeiam de festival gastronômico a cursos. Na real, é um espaço multidisciplinar aberto a experimentações. Tem uma idéia legal e quer compartilhar? Então chega lá e mão na massa!

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      Desde o início, os primeiros integrantes do coletivo queriam que outras pessoas de fora também curtissem a casa, e assim foram surgindo os eventos como a Feira da Benfeitoria, que hoje é um dos principais encontros do grupo. O foco deles é na arte e na produção local, ou seja, dão aquela moral pros artistas de BH que já esbanjam talento por si só! 🙂

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      Agora, com a inauguração do galpão, rola de receber muito mais gente e compartilhar ainda mais ideias e momentos. O espaço funciona de quinta a domingo com direito a bar com cardápio consciente e atividades como cursos, sessões de cinema, intervenções artísticas, teatro, dança… A arte pulsa por lá!

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      A gente já mostrou alguns espaços de colaboração bacanas aqui no Rio, lembra? E adorou saber que essa energia corre o país todo. Tá por BH e anima conhecer? Então passa na página deles no Facebook e fica por dentro dos detalhes. Vale a visita! 🙂

      03.12.14
    • pra quem é criativo

      bola_escoladesign Ó que bom: vem aí a primeira Escola de Economia Criativa do Brasil! Quem está por trás do projeto é a Universidade Positivo (UP), oferecendo cursos de pós-graduação com foco na transformação de empreendedores e talentos criativos em gestores de novos negócios sustentáveis. Bacana, né?

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      Se você curte assuntos como criatividade, inovação e sustentabilidade, vai adorar a proposta dos cursos da escola, que vai oferecer inicialmente três programas: Economia Criativa, Film Television Business e Publishing Management (Gestão do Mercado Editorial) nas cidades de Curitiba e Belo Horizonte. As aulas terão início em 2014, mas ainda esse ano já tem uma agenda bem bacana de workshops, inclusive com nosso André Carvalhal, vem ver:

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      Onde? Curitiba: Universidade Positivo. Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza 5.300, Ecoville.

      Belo Horizonte: Centro de Referência da Juventude. Rua Pouso Alto 175, Serra.

      Informações: (41) 3317-3210 | (31) 3281-5326

      Anotado? 😉

      09.11.13
    • farm seleciona

      A gente anda cheio de oportunidades por aqui. Então pra aproveitar a onda boa, quem tem o nosso clima alegre e quer se juntar a gente, olha só:

      – Pra quem é de Sampa, estamos precisando de uma gerente pra loja da Granja Viana. Pra preencher a vaga precisa ter experiência em loja, habilidades em gestão e disponibilidade! As interessadas devem mandar currículo pra rhsp@farmrio.com.br 😉

      – Também temos vagas de vendas no Rio e em SP. As meninas que adoram moda, se identificam com a marca e querem entrar pro time, é só mandar currículo pra rh@farmrio.com.br ou rhsp@farmrio.com.br se for em São Paulo.

      – E esse mês, especialmente, o nosso RH estará em Belo Horizonte recrutando meninas pra trabalhar nas lojas. Mas quem tiver interesse e o nosso perfil, alegre e colorido, e ainda se interessar por moda, já pode mandar o currículo pra rh@farmrio.com.br.

      – Por fim, a Fábula também está com vagas abertas pra vendas! Pra trabalhar lá tem que amar crianças, ser descontraída e se interessar por moda e tudo que a gente já sabe. 😉 Gostou? Currículo pra rh@farmrio.com.br

      Boa sorteeee!

      06.06.12