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sua mochila está vazia

      Tag: bali

    • ai, baliamor!

      Shangri-la trouxe Bali pra mais perto da gente. E a Gabi Temer, do Juju na Trip, que é super viajandona pelo mundo, foi à Bali e abriu o coração pra gente: "é um dos lugares mais apaixonantes que eu já conheci. Não é o mais lindo do mundo, mas é o mais incrível". É claro que depois disso a gente quis saber mais, né? 

      Uma coisa é fato: nesse tempo, já trocamos com várias pessoas que tiveram vivências incríveis por lá, desde "Retiro de Silêncio", da Lu Agnese, a vivência como voluntária da Carol Bergier na "Green School". E é unânime que todo mundo sai de lá encantando com alguma coisa a mais, que nem sabemos explicar. Não se trata só de uma praia paradisíaca, ou de um hotel inesquecível. Bali é o conjunto da obra. Um lugar de onde se volta diferente. E esse é o ponto.


       
      As ruas têm cheiro de incenso, as pessoas vivem sorrindo, todo mundo é gentil, e tudo tem uma luz especial. Lá,. vale a máxima filosófica e religiosa hindu-budista do faça o bem e receba e o bem. E dessa forma, todos vão bem, e tudo flui: "essa benção generalizada e profunda foi o que mais me atraiu em Bali. Há rituais para tudo, e sempre relacionados com a bondade e à natureza. Bali é lugar mais espiritualizado que já conheci. Agora junte a isso tudo praias lindas, ondas perfeitas, visual de perder o fôlego e pronto: aí está um destino mágico", conta a Gabi. 

      A ilha é enorme, então o melhor jeito é alugar uma motinho pra se locomover. Kuta e Seminiak são lugares pra comer bem, ir a beach clubs, e coisas do gênero, mas vale se programar pra conhecer a Península Bukit, onde fica Uluwatu, Padang e Bingin, picos onde rolam as melhores ondas da ilha. Em Uluwatu, aproveite pra ir ao templo assistir à cerimônia e ver o pôr-do-sol. 

      Tire uns dias também pra conhecer Ubud e seus cenários de plantações de arroz. Lá também fica o melhor e mais barato mercado de artesanatos da ilha. E faça o trekking pro vulcão Mount Batur!

      Animou e tá caçando lugar pra ficar? A Gabi dá a dica: "em Kuta, ficamos no Home 36 Condotel.  E em Seminyak, ficamos no Kunti Villas (esse da vila, com uma piscina privativa só pra gente, e que foi incrível e super em conta. Pagamos US$150 pra três pessoas por dia por esse quarto). Pra outras opções de hotel em Seminyak veja aqui, e em Kuta veja aqui. E pra hoteis em Uluwatu, veja aqui e aqui". 

      Agora é só arrumar as malas, né?

      13.10.16
    • silêncio que cura

      "Há 10 anos iniciei minha busca por autoconhecimento e nunca mais parei. Foram alguns anos de terapias (de várias linhas), entrelaçadas com idas a centros kardecistas, templos budistas, terreiros de umbanda, retiros xamânicos, palestras sobre física quântica. Uma gambiarra espiritual, enfim.

      Foi assim que a nossa colab, Lu Agnese, começou a conversar com a gente. O fato é que, dentre mil lugares, a gente quis saber mais sobre o retiro de silêncio que ela fez em Bali. De curar a alma. 

      Ela foi pra lá assim, de supetão, incentivada por amigos que já viajavam por ali. Na sorte, comprou a passagem numa sexta e embarcou na segunda. Tinha só algumas dicas no bolso e muito frio na barriga. 


       
      "Bali é tudo aquilo que já falaram por aqui e mais um pouco: as praias maravilhosas, as ondas tubulares perfeitas de Padang Padang (pra quem é de onda), os mais de 20 mil templos hindus monumentais, os infinitos arrozais… Mas pra isso você pode dar um google, meu caso com ela é espiritual!"

      Única ilha hindu da Indonésia, Bali é pura energia boa. Não à toa é repleta de estudios de yoga, terapias holísticas, retiros e ashrarms. É lá, em Ubud, onde todo ano rola o Bali Spirit Festival, encontro de yoga, dança, música e bem-estar.

      E foi numa escapada pra um retiro de silêncio – que depois de muitos dias de bronzeado e bintang, a minha busca, que tinha começado frenética, finalmente se acalmou.

      O Bali Silent Retreat é um retiro de silêncio isolado no meio dos arrozais de Tabanan, no Centro da ilha. Espalhado pelo terreno, entre as construções sustentáveis, tem o templo de práticas, a horta orgânica, trilhas, um labirinto de meditação, a biblioteca zen… Tudo novinho e cuidado com muito zelo. 

      Reza a lenda que o lugar foi construído onde ficava um antigo ashram sagrado e que tem poderes curadores. Dá mesmo pra sentir. A melhor parte pra Lu foi não ter hora marcada pra nada, apenas pra comer. Tudo o que ela precisava era ficar em silêncio, não se forçar a nada e deixar o corpo ser guiado por intuição. 

      "Passei cinco dias lendo, me comunicando com sorrisos e prestando atenção em mim: no que o meu corpo estava pedindo, no sabor da deliciosa comida vegetariana, nos aromas, e, por fim, teve até um banho de imersão nas termas quentes na Vila de Penatahan!"

      Foi uma delícia perceber o quanto ficamos mais autoconscientes no silêncio, o quanto só o ato de se calar e prestar atenção em si já é uma meditação poderosa, e o quanto precisamos fazer isso com mais frequência. 

      "Bali foi a melhor viagem que já fiz. Um lugar onde eu abri um portal de busca mais alinhado com o meu propósito, que me deu coragem pra sair da zona de conforto e ganhar autonomia e renovou minha autoestima. Nunca vou esquecer desse lugar, dos sorrisos gratuitos, nem daquele silêncio que me abraçou. Terima kasih, Bali. Muito obrigada".

      Adoramos o relato da Lu, que só aumentou nossa vontade de vivenciar esse retiro! 

      03.10.16
    • sobre bali (ou sobre amor)

      Bali tá forte nos nossos corações e a gente continua meio monotemática com os amigos, querendo saber por aí quem também já viajou pra lá e voltou querendo mais. Quando conhecemos a Laura Capanema, não rolou dúvida: ela é a "A" pessoa pra falar sobre o assunto! 

      A Lau é jornalista, já morou na Ásia e escreve sobre tudo: de elefantes a turbantes, de xamãs a mercados lotados, e embora tenha conhecido mais de 20 países por esse mundão, foi Bali que fez ela entender: viajar é preciso! 

      Cidadã do mundo

      "Eu tinha 20 e poucos anos, uma mochila nas costas e uma câmera Sony Cyber-Shot azul que era o que havia de mais tecnológico na época. Foi com ela que registrei filhotes de macacos saltitantes, motocicletas em velocidades alucinantes, vulcões que soltavam fumaças espessas, tendas de artesanato com vendedores que falavam 'bom dia, senhora' em mais de 20 idiomas, mares – de águas mais turvas do que azuis – com ondas gigantes e surfistas que surfavam todas essas ondas gigantes. 

      O ano era 2009 e eu havia ganhado uma bolsa da faculdade pra passar seis meses estudando na China. Depois do intercâmbio, me juntei com uma amiga pra mochilar pelo Sudeste Asiático e, com um Lonely Planet na mão, nos jogamos. De repente, parecia que eu havia descoberto um mundo novo do outro lado do planeta – e estava completamente alucinada. Aquela viagem mudou as nossas vidas para sempre. Tanto que eu nunca mais parei de querer viajar – e, anos depois, fui até trabalhar com isso!".

      Sobre Bali 

      "Bali era o nosso maior sonho de exploração, por isso, deixamos a ilha pro final da epopeia, pra dar aquela 'fechada clássica' com chave de ouro. Foram algumas semanas rodando a Indonésia na garupa das motocicletas – foi lá, inclusive, que eu ganhei uma queimadura gigante no tornozelo, que virou a tatuagem que eu não fiz pra marcar para sempre aquela viagem no meu corpo.
       
      Lembro muito do vilarejo de Ubud, de passar horas adentrando os arrozais, de querer alugar uma casinha de madeira pra viver ali junto com os balineses. Foi lá que eu fiz minha primeira aula de yoga da vida (e nunca mais parei) e conheci Ketut Liyer, o curandeiro amigo da escritora Elizabeth Gilbert, e que não teve mais paz depois que foi parar nas páginas do best-seller Comer, Rezar e Amar.

      Ketut leu a minha mão e fez previsões engraçadas pro meu futuro. 'Um dia você vai se casar com um homem bonito, porém não muito rico', disse. Essa frase me rendeu boas gargalhadas nos anos seguintes. (Fui jogar KetutLiyer no Google e descobri que ele faleceu há três meses. Salve, Salve, querido Ketut! Que você continue emanando energia boa onde estiver).


       

      Sobre viver o novo

      O primeiro vulcão que vi na vida foi em Bali: o Bromo. Lembro de ter visto uma foto na câmera de uma canadense e de não tirá-lo da cabeça até dar um jeito de chegar lá – de moto, é claro. Lembro também de acordar às 4h pra isso, e de descer do veículo pra encarar a caminhada mais fria de todos os verões da minha vida até avistar, de muito perto, a cratera (alguns anos depois, o Bromo entrou em erupção).

      Nesse mesmo dia, passamos a tarde no icônico Templo dos Macacos e terminamos a noite em uma das baladas da praia de Kuta. Até hoje me lembro do cheiro de Bali, uma mistura de incenso doce com lavanda. E continuo indicando bons caminhos das pedras pra quem tem dúvidas de como se virar por lá. Já perdi as contas de quantos mapas rabisquei, quantas pessoas influenciei e quantos cafés tomei para falar da Ásia". 
       

      "Nunca mais voltei. Acho que é porque 30 dias de férias anuais nunca me parecem o suficiente – ainda mais pra Bali. É preciso voltar com todo o tempo que a ilha merece. Porém, da próxima vez farei diferente: vou trocar a mochila por uma mala de rodinhas". 

      Gratidão à Laura pelo relato amoroso sobre os dias por lá (e pelas fotos que ilustram a matéria). A gente ainda vai falar muito sobre o assunto! angel

      26.09.16
    • bali é aqui

      Amanhã, a gente vai lançar uma nova minicoleção inspirada em Bali, uma das praias paradisíacas da Indonésia, e na primavera (é o mês!).
       
      E aí, conversando com a Gabi Stocco, que é coordenadora de marketing da Fábula, descobrimos que ela também é tão apaixonada por Bali quanto nós. Ficamos curiosas pra saber como foi a experiência dela por lá e quem mais já havia viajado pra esse paraíso. Viajar é bom e a gente gosta (muito!).


       
      A Gabi ficou 20 dias em Bali. Conheceu Kuta, que, segundo ela, lembra as ruas da Uruguaiana, bem estreitas e com várias barraquinhas vendendo tudo hehe. Lá tem produto de todos os tipos e a boa é alugar uma moto pra conhecer lugares novos a cada dia.


       
      Bedugul Templo é um lugar apaixonante, de muita paz e com uma porção de coisas bacanas pra fazer. Montanhas e lagos juntos e um clima de reconexão, sabe? Coisa que a gente curte e busca em cada canto do Brasil. Aliás, Bedugul também é conhecido como Ulundanu. Ulun significa coração e danu é lago!

      Dreanland é o lugar com a água mais azul que a Gabi já viu. Lá tem vários bangalôs pra comer e se hospedar. Na real, Bali é um destino quase espiritual. “O” lugar pra olhar pra dentro, energizar, se (re)conhecer diante da imensidão do mundo. E haja mundo e cor!

      Assim como nossas terras brasileiras, tem uma natureza impecável e exuberante. Impossibles, Serangan e Uluatu são, por exemplo, ótimos lugares ótimo pro surf, é só tomar cuidado com os corais.

      Sri Lank é outro ponto lindo com várias cerimônias religiosas e Keramas é outra boa praia pro surf com o atrativo de areia preta e um pôr-do-sol de babar (e pedir repeteco!).
       

      Pra quem é turistona-não-nega, a Monkey Florest é ideal. Lá, os macacos ficam soltos e você pode alimenta-los a qualquer hora, mas ó: tem que ficar de olho porque eles são, digamos, abusadinhos hehe! “Um macaco roubou os óculos de uma amiga”, conta a Gabi.

      “Minha outra diga, que não é turística, mas é pro bem-estar: faça massagem todos os dias. É muito barato e bom demais. Aliás, no geral, lá tudo é bem barato e ótimo pra compras. A dica é negociar os preços porque geralmente eles cobram mais do que o dobro, já esperando negociação!”

      Ah! Pra entrar no clima, vale assistir ao filme "Comer, Rezar e Amar". Quem nunca se viu no lugar da protagonista, viajando o mundo em busca de amor pra dentro e pra fora?
       

      Durante a minicoleção, a gente vai falar muito de Bali e descobrir mais cantos paradisíacos pelo Brasil também. Sigamos! 

      21.09.16
    • bali, o paraíso – parte IV

      Hoje a gente vai sair do mar pra respirar os ares da montanhas em Bali. Seguindo nossa trip com a Gabi Temer, do blog de viagens Juju na Trip, a gente ruma pra Ubud, no interior da ilha, um lugarzinho cheio de charme, e inspiração máxima pra comer, amar, rezar, beber, comprar…

      Ubud é uma combinação de vila na floresta + artes, com clima de ommm pelas ruas. Tem um mood alternativo chic, com galerias de arte, lojinhas descoladas e bistrôs com música.

      O centrinho parece com a Rua das Pedras, só que em vez de praia, a paisagem é aqueles horizontes verdes das plantações de arroz.

      Como o trânsito em Ubud é bem menos caótico, uma boa é alugar uma bike, entrar no clima respirando-ar-puro e circular por lá com a magrela. Aliás, pra quem curte pedalar, tem excursões pelos arrozais.

      Uma delas, inclusive, é uma trip pro vulcão Kintamani. Já se a ideia é deixar o pedal de lado e andar, rola um trekking até o cume do vulcão pra ver o sol nascer. A galera sai às 2h de Ubud.

      Além de toda essa natureza, Ubud também é a meca das compras. O mercado de lá tem tudo e mais um pouco, e as coisas custam um terço do preço dos outros lugares.

      Mas tem que pechinchar. Batiks, palhas, bolsas, incensos. Mas as pratas, deixe pra arrematar em Celuk, uma vila ali do lado. Dica: em Celuk, entre nas ruas paralelas à central, onde ficam as lojas “ready to sale”. São muito mais baratas!

      TEM QUE: visitar a Floresta dos Macacos. E leve bananas pra dar a eles!

      ONDE FICAR: Você pode ficar bem no centrinho de Ubud e abstrair o barulho dos bares de noite, ou ficar em Nyuh Kuning, uma vila a um minuto do centro. A gente escolheu ficar em Nyuh, no hotel Alam Shanti. Já uma opção mais perto do buxixo é o Rama Phala.

      ONDE COMER: O Ibu Rai é fantástico! Outra delícia é o Café Wayan, com comidas tradicionais.

      AQUISIÇÃO: fora as pratas, tecidos e todo o mais, achei uma loja que vendia papéis decorativos de arroz. Lindo demais! Pra quem quiser ver, é só ir aqui.

      26.01.15
    • amor pro mundo

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      A gente conversou com o casal Roberta e Rodrigo sobre o ‘Folga na Direção’, site que eles criaram e que reúne olhares de diversas pessoas no caminho do crescimento pessoal. Conversa vai, conversa vem, descobrimos que eles acabaram de voltar de uma viagem renovadora na Índia, com direito a retiro espiritual e pedido de casamento em Bali. É melhor separar o lencinho!

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      O Folga surgiu no final de 2012, depois de um período difícil na vida do Rodrigo (ele tinha acabado de perder o pai). Quando a Roberta entrou na jogada, o portal ganhou questões mais profundas e espirituais e também uma visão de business bacana pra profissionalizar tudo. Foi aí que eles definiram o site como um ‘veículo de evolução coletiva’. Dá play pra entender!

      Hoje, os dois contam com seis colunistas e também ‘leitores inspirados’ que mandam matérias bacanas de vez em quando: “Nossa busca é infinita. A gente acredita no trabalho com propósito, em projetos que ressoam em nossos corações e tenham a ver com a nossa verdade. O mais lindo de se ver é que cuidando da nossa energia os caminhos que aparecem são perfeitos”, conta Rodrigo.

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      Na busca pelo autoconhecimento, eles deram uma folga na direção do dia a dia por aqui e foram pro mundo. A imersão rolou por novos países: Austrália, Fiji, Indonésia, Singapura, Tailândia, Laos, Camboja, India e Myanmar. A gente não resistiu e ilustrou esse post com as fotos da viagem.

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      “Fizemos um curso de meditação em Bali e imersão em Vipassana na Tailândia com um monge. Em Myanmar, praticamos inglês com crianças de uma comunidade em Yagon que, até então, nunca tinham visto pessoas de outros países. Elas colocaram suas melhores roupas e nos mostraram toda a comunidade em situação de miséria com orgulho. Foi emocionante!”, conta Roberta.

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      Toda essa vivência, é claro, respingou no Folga. Na India, eles se tornaram amigos de um médico indiano (em um curso Ayurveda) que, hoje, é colunista do site. Outra curiosidade que a gente adorou saber é que, durante a viagem, eles visitaram o Ketut, o famoso guru do filme ‘Comer, rezar e amar’. Ó que fofo!

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      A Beta e o Rô estão organizando todo o material da viagem pra compartilhar em palestras e workshops de vivências no ano que vem. A idéia é que a trip e o Folga contribuam positivamente na vida de quem tá por perto, renovando a fé e trazendo novas possibilidades de convívio e trabalho. A gente se apaixonou tanto pela história dos dois que correu pra contar por aqui!

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      Falando em se apaixonar, a parte mais linda ficou pro final – feliz – da matéria. Em Bali, diante de um dos visus mais lindos do mundo, o Rodrigo pediu a Roberta em casamento e ainda mandou bem de registrar tudinho. Ah! A gente se derreteu com tanto amor no vídeo ó só, ♥:

      A vida surpreende, né? 🙂 Pra acompanhar tudinho a partir de agora, curte por aqui a página do Folga e aproveita pra dar uma lida nas matérias. Muita gente querida já passeou pelo site!

      Vida longa ao Folga e a esse casal lindo que transbordou nosso coração de amor!

      24.11.14
    • bolso cheio… de aventura!

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      O Zé, que era amigo do Gabriel desde os tempos de campeonato amador de surf, conheceu o Rafa na época em que moravam na Califórnia, meio assim, de supetão. O Gabriel conheceu o Rafa por meio de amigos em comum, tipo o Zé. Anos mais tarde, o trio se uniu pra fazer a viagem dos sonhos: pelas ilhas da Indonésia à custo (quase) zero.

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      O Zé, que tava no meio do período de comunicação visual na facul, foi convidado pelos amigos e não pensou duas vezes, vendeu o carro e embarcou com eles. O Gabriel, que hoje é surfista profissional, agregou valor ao grupo (hehe) com o bahasa, língua local de lá, e o Rafa levou sua mala cheia de artes pra, quem sabe, ganhar um trocado por lá (ele é artista plástico, lembra?).

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      Foi nessa onda ‘na alegria e na dureza’, que os três passaram quase 40 dias viajando – e economizando – pela Indo. Desembarcaram nas ilhas de Nias, pelo norte da Sumatra, foram pra Asu (uma ilhota isolada do mundo, que, segundo o Gabriel, tem uma esquerda “alucinante” que quase ninguém surfa) deram um rolé pelas Ilhas Mentawai e terminaram a trip em Bali (lembra do nosso mochilão?).

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      Pegaram carona em barco de pescador, em caminhão de coco,  fizeram amizade com os locais, trocaram arte por hospedagens, venderam pranchas de surfe, trabalharam na construção de um resort … Tudo isso com modo desapego ligado, acampando em praias paradisíacas e comendo peixinho na brasa e mie goreng (um tipo de macarrão frito com legumes).

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      Claro que também tiveram os dias sem onda, de miojo do café da manhã ao jantar, de calor e mosquitos no acampamento…  (Na alegria e na dureza, lembram?) A história toda dá pra ver na série Custo Zero que passa toda terça – hoje tem! – às 22h30, no Canal OFF.

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      Fotos: Gui Schimdt

      Inesquecível como toda viagem tem de ser. Se inspira, respira e faz igual ao meninos!

      04.02.14
    • mochilão: ilhas da Indonésia

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      A gente ficou tão prosa com o nosso rolé por Bali, que resolveu dar a dica de outros dois paraísos além-mar, ali mesmo na Indo, e que aportaram no nosso coração. A primeira parada foi nas Ilhas Gili (Gili Trawangan, Gili Meno e Gili Air), três ilhotas que ficam na costa noroeste de Lombok.

      Gili---Egoiste

      No combo, tudo o que um bom arquipélago tem de ter: areia branquinha, mar azul piscina e pôr do sol incrível. Trawangan é a maior e o principal e bate-ponto de quem quer sombra, bons drinks e festa o dia todo!

      Gili---Reggae-Bar-(2)

      Por lá, vale dar uma caminhada (leva pouco mais que uma horinha pra rodeá-la inteira a pé — moleza!) e conhecer os vários lounges ao longo da praia. Pra ir parando, petiscando, bebericando…

      Gili---Paradise-Sunset-Bar

      COMO CHEGAR: Dá pra fechar um pacote de praticamente qualquer agência de Bali, que eles buscam de van e levam pro porto (pode ser em Padangbai ou Sanur), da onde saem os fast boats.

      Gili---Gili-Meno-(6)

      ONDE FICAR: Por lá tem milhares de hotéis, guest houses, hostels…Um hotel superbacana é o Vila Ombak , onde rola uma praia privativa com puffs na areia e serviço à beira-mar o dia todo.

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      O QUE FAZER:  Trawangan inteira é pura badalação. Entre os spots mais legais estão o Paradise Sunset Bar (onde toca um som mais house) e Reggae bar, que são perfeitos pra ver o pôr-do-sol (que morre atrás do vulcão de Bali). À noite tem banda de reggae top no Sama Sama.

      Gili - Egoiste (2)

      Outra dica bacana é fazer snorkel ou um cursinho de mergulho rápido em uma das ilhas (Air ou Meno) e alugar um stand-up ou caiaque, e ir remando até Gili Meno (que fica logo em frente a Trawangan).

      Gili---Vila-Ombak-(2)

      Pra galera mais sussa, também rola na ilha um cineminha à céu aberto, com telão e  puffs na areia. Curtimos! Os casais vão amar se hospedar em Gili Meno ou Gili Air, que têm uma vibe mais ‘lua de mel’ e estão fora do circuito badalação.

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      Nossa segunda parada foi em Nusa Lembongan, ilha no sudeste de Bali, que faz parte do arquipélago Pulau Penida, mas que poderia muito bem se chamar MUSA Lembongan (é a segunda ilha predileta da Ásia segundo o TripAdvisor).

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      O clima por lá é mais roots que nas Gili e a cereja do bolo são os mergulhos de snorkel e assistir as inesquecíveis cenas dos trabalhadores colhendo as algas na maré baixa pela manhã.

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      COMO CHEGAR: Os barcos saem do porto de Sanur, em Bali, e quase todas as agências de lá vendem tickets, que podem dar direito a barcos públicos, barcos rápidos públicos ou barcos particulares.

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      ONDE FICAR: Nusa tem algumas praias com vários tipos de hospedagens por todo tipo de preço. Uma praia bem bacana é a Jungut Batu, onde estão a maioria das pousadas. A gente ficou no Cocunut Beach resort, um hotel de chalés charmosos que dão vista pra praia toda.

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      O QUE FAZER: Além dos passeios de snorkel, que são imperdíveis, e do surf — que tem dois picos bacanas: Lacerations e Playground — a boa também é alugar uma scooter e explorar a ilha. Em três horinhas dá pra conhecer tudo.

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      Aproveitem o rolé de motoca pra ir até Nusa Ceningan, ilhota menor pertinho de Lembongan, e saltar da pedra do Blue Lagoon Cliff Jump, que dá pra uma mar azul turquesa de doer os olhos. SUPER divertido!

      Partiu? 😉

      12.12.13
    • mochilão: bali (parte 2)

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      Outro dia a gente mostrou por aqui um pouco da Bukit, península no extremo sul de Bali, recheada de praias paradisíacas (suspiro). Hoje, a gente coloca a mochila nas costas e vai dar um rolé pelo centro da ilha, um lugar para comprar artes, comer, rezar e – porque não – amar. Vem!

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      Saindo da Bukit, fomos rumo a Denpasar, capital da ilha (e porta de entrada), onde começamos a nossa jornada pelo ‘caminho das artes’ até Ubud. São 26 km de artes e artesanatos de todos os tipos – ourives, entalhadores, pintores, pedreiros, dançarinos – onde artesãos e artistas nos convidam a entrar em suas oficinas (algumas ficam a céu aberto mesmo).

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      De cair o queixo os quadros de madeira entalhada que demoram quase 80 anos (!!) pra serem feitos. Aliás, quem tiver um tempinho e quiser desenvolver habilidades manuais, pode até fazer um curso em uma das oficinas. É bem legal e de quebra você sai com um artesanatinho todo seu.

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      Subindo mais um pouco, nós desviamos o caminho em busca de conhecer um sonho antigo, a Green School. Uma escola com projeto sustentável, que ensina crianças e adolescentes além da boa e velha matemática e física de cada dia, a terem consciência ecológica.

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      Alunos e professores vem de todo canto do mundo só pra passar um tempo por lá. Pra visitar, basta agendar espaço em um dos tours diários. Atenção: ao ‘prédio’ principal com estrutura feita de 7 km de bambu. Sen-sa!

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      Nossa próxima parada foi Ubud, no centro de Bali, terra que também inspirou o livro “comer, rezar e amar”. Tem-de-ir: vale a pena passar alguns dias só para conhecer o Pura Besakih (ou templo-mãe), um dos maiores e mais antigos templos de lá (rolam cerimônias hindus o dia todo, é muito legal);

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      subir o Monte Batur com seu vulcão ativo só pra ver o nascer do sol; alugar uma bike e pedalar pelos terraços de arroz de Jatiluwih; e, por último, fazer umas aulinhas de yoga (além dos tratamentos holísticos ma-ra) no The Yoga Barn.Ufa!

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      Cereja do bolo: pra fugir um pouco da badalação e ficar com a alma lavada de verdade, a gente recomenda passar uns dias no Bali Silent Retreat, em Tabanan (pertinho de Ubud). O retiro de silêncio fica isolado no meio dos campos de arroz e tem aula de meditação e yoga várias vezes ao dia.

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      A cozinha vegetariana é tão incrível que merecia um post à parte. Aliás, reza a lenda que o lugar foi construído em cima de um Ashram antigo que pertencia à familia real de lá. Top!

      Dessas viagens pra se carregar no coração a vida toda. Terimakasih (obrigada), Bali! ♥

       

      04.11.13
    • mochilão: bali (parte 1)

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      Esse ano o nosso mochilão já passeou pelos cantinhos mais incríveis do planeta: Cartagena, Tayrona, Giverny… Hoje, o carimbo da vez vem de Bali, na Indonésia, onde a gente passou o último mês surfando em praias paradisíacas, assistindo a pôres-do-sol cinematográficos e fazendo massagens, muitas massagens.

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      Nossa primeira parada foi na península de Bukit, no extremo sul da Ilha. Quem ama praia, surfe (e surfistas hehe), vai adorar passar uns dias por lá. As praias de Pandawa, Balangan, Bingin, Thomas Beach, Greenbowl, Uluwatu, Impossible Beach e Padang Pandang, são in-crí-veis. Banhadas pelo Oceano Índico, têm areia clarinha e mar azul esverdeado prontos pro bom e velho dolce far niente.

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      Dica: alugue um parapente em Pandawa e sobrevôe as praias. A vista é sen-sa! Mas nem só de mar azul vive a Bukit. Os pôres-do-sol são atração à parte. O Templo de Uluwatu (Pura Luhur), por exemplo, fica bem na ponta do penhasco e o legal é chegar cedo, alimentar os macaquinhos (cuidado, eles são furtivos!) e assistir a uma apresentação de Kecak, a dança do fogo hindu – enquanto clica o fim de tarde, claro. 😉

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      Quem tiver num clima mais praiano, vale super a pena ver o pôr-do-sol de Balangan, onde na maré baixa, o sol ilumina os corais expostos, deixando céu e mar numa cor só – é lindo de viver! Ou tomar uma cerveja pós-praia no Single Fin, bar de surfistas em cima do penhasco de Uluwatu, que tem uma mistura de reggae, com peixinho e vista-de-cair-o-queixo – imperdível!

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      Ainda dá série “fim de tarde com peixe na brasa”, Jimbaran é uma vila de pescadores com barzinhos na praia, um ao lado do outro, onde dá pra se deliciar com lagosta fresquinha, camarões gigantes grelhados, caranquejos, lulas e etc. Delí!

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      Em tempo, três hotéis que valem a pena visitar na Bukit: Blue Point Bay Villas & Spa, dá pra pagar taxa e curtir a piscina infinito com vista pra praia de Uluwatu; o Ayana Resort & Spa, com o circuito Acqua Tonic, uma massagem de 2 horas na piscina de água salgada e o Rock Bar, bar nas pedras, com vista top e drinks idem!

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      E por último, Allila Villas Uluwatu, com design sustentável, é um dos hotéis mais bacanas de lá, tem um restaurante balinês que vale cada centavo de rúpia.. Curtiu? Semana que vem a gente vai viajar pro centro de Bali… aguarde! 😉

      23.10.13
    • green village

      Fim de ano, férias, viagem… quem não gostaria de passar essa virada em Bali? \o/ A Green Village foi fundada pelo designer de jóias John Hardy e o projeto foi todo feito por sua filha Elora. É uma vila de várias cabanas ecologicamente corretas perto do rio Ayung, na Indonesia!

      O mais bacana é que as cabanas são todas feitas de 100% bambú! Das escadas, até as paredes, do chão, aos móveis, são todos feitos de bambú. Madeira que vem de Bali mesmo!

      Além de utilizar a madeira de bambú local, que possuem longa durabilidade, artesões locais usaram seus talentos pra construir boa parte das cabanas.

      Já imaginou acordar e dar de cara com toda essa natureza ao redor? Nada mal 😉

      29.12.12
    • bali, a viagem continua…

      Pra continuar no clima do feriado, aí vai mais um pouquinho do azul de Bali. Dessa vez, a Gabi Temer conta pra gente as boas de lá. Prontas pra embarcar?

      Sim, sim, esse lugar é de verdade. Aliás, é melhor nem espalhar muito que esse lugar existe, pra ficar pra sempre desse jeito.

      As três ilhas Gili Meno, Air e Trawangan ficam a duas horas de barco de Bali e são pé na areia até o fim, a maior parte das construções tem teto de palha, e transporte é a pé, de bike ou charrete. Dizem que Gili Trawagan é o que Bali teria sido há vinte anos. E Gili Air, o que Trawagan era há cinco anos.

      Trawangan foi descoberta pelo turismo há uns anos e virou desejo. Há muitas pousadas sendo erguidas, barzinhos bombando de madrugada. Mas isso de um lado só da ilha. Do outro, é natureza pura e mar cristalino pra você nadar sem esbarrar com viv’alma. O melhor é ficar em um hotel desse lado. Fica a 15 minutos a pé do buxixo, e você dorme ouvindo o mar.

      Mas a pérola mesmo é Gili Air. Caímos de amor até a última gota de mar, e nos arrependemos de não ter ficados hospedados lá. Air é menor, mais aconchegante, charmosa, não tem obras destoando da paisagem. E tem o mesmo mar incrível, e horizonte inenarrável das cadeias de vulcão de Lombok. Ai ai.

      RELIGIÃO E CULTURA: Gili faz parte da maioria islâmica da Indonésia, então não espere ver templos por todos os lados. Não é a mesma atmosfera sorriso e amorosa de Bali, mas a população, de forma geral, é muito gentil. Relaxe e aproveite para entender um pouco do Islã. Viajar é isso, afinal.

      COMPRAS: Esqueça. Gili é off consumo. Encontre-se com o mar.

      ONDE FICAR: Em Trawangan, fique no Alam Gili. O hotel é um braço do Alam Shanti, de Ubud, e é um dos oásis hindu que falei acima. Em Air, fique no  Bulan Madu ou na Villa Casa Mio.

      COMO CHEGAR:  De Bali pras Gili, é preciso pegar um barco em Padang Bai. Para ir de Trawangan para Air, é preciso pegar outro barco.O Blue Water é uma boa pedida. Dica: o mar é um pouco revolto, então sente sempre na parte de trás. E garanta o seu colete salva-vidas.

      ONDE COMER: Em Trawangan, tem o Night Market. Os moradores colocam barracas e mesas na rua e preparam pratos típicos. Pra comer na praia,  o Café Gili é bem legal. E cinco estrelas, tem o Vila Ombak. Em Gili Air, qualquer bar da praia serve um peixe incrível.

      PASSEIOS: Se você tiver tempo, dá pra ir até a Ilha de Komodo e ver os lagartos gigantes. Ou fazer o percurso dos vulcões de Lombok. Já uma rapidinha é o passeio no barco com fundo de vidro pelas três Gilis, que é bem legal.

      Bali não é mesmo uma delícia?

      17.11.12