• Tire suas dúvidas sobre pedidos, trocas e devoluções.
    Atendimento nos dias úteis das 9h as 18h.
  • Receba dicas de estilo, via Whatsapp, para realizar uma compra personalizada!

sua mochila está vazia

      Tag: bahia

    • graciosa divindade 

      A experiência de ouvir o último álbum do cantor e compositor Bruno Capinan pode ser exatamente aquela imersão musical que você precisava nesse finzinho de ano, quando a gente começa a querer desacelerar e se conectar com algo maior, invisível e poderoso dentro de nós. E como a música pode ajudar, né?! 

      Divina graça é o terceiro trabalho do Bruno e foi produzido por Ben Gil (alô, Gilberto Gil! ) e Domenico Lancelotti. O nome do álbum – que é também o título da primeira faixa do disco – é uma brincadeira com a música do hino baiano do Senhor do Bonfim. "Um trocadilho com o “graça divina” do hino, e a ligação cada vez mais constante com minhas raízes baianas e o candomblé”, conta o cantor.

      E falando em Bahia, foi lá que muitas das músicas nasceram. A gente consegue sentir isso na levada das canções e principalmente na faixa Saint Salvador, canção quente e escrita com Ben gil – e que cita o bloco afro-baiano Ilê Ayê. Mas não é só na Bahia que mora a fonte desse balanço todo: muitas das canções foram escritas no trecho migratório do artista, que circula entre Rio, São Paulo, Toronto (que é onde ele vive há 15 anos) e Santa Cruz, na Califórnia

      O primeiro single do disco, Vicente, é também o primeiro vídeo a ser lançado do álbum e foi gravado aqui no Rio, pelo fotógrafo Daryan Dornelles. A música nasceu de uma caminhada entre Santa Teresa e o metrô da Glória, quando Bruno se esbarrou com um carioca dos olhos cor de mel, chamado Vicente: "Perdi o chão", diz ele. 

      A temática gay, aliás, é o principal pilar deste trabalho de Capinan. Ele quis falar do amor de uma maneira totalmente plena e com zero de discrição, cantando o amor para todas as tribos:“Li algumas coisas do escritor gaúcho João Gilberto Noll, Manuel Bandeira, Rimmbound, W. H. Auden, e tive a sorte de dividir com Caetano Veloso, na Bahia, alguns momentos de contemplação que serviram de combustível e coragem pra peitar o desafio de fazer um disco essencialmente gay, com canções que escrevi para homens pelos quais ‘eu me deixei seduzir’”.

      Ah! E pra capa, o cantor chamou, além do fotógrafo Daryan, os meninos da festa Batekoo, que rola lá na Lapa. “Negros lindos, representantes de uma turma cada vez mais articulada e que tem total conhecimento da importância do empoderamento negro e negro LGBT”, afirma o artista.

      Para ele, Divina Graça é assim, cheio de amor e de questões. E por aqui, a gente tá amando: já virou trilha sonora pro verão de pé na areia e alma lavada! 

      Pra curtir balançando na rede  vem ouvir!

      31.12.16
    • faz de conta que eu sou da bahia

      Pra ler ouvindo: O que que a Bahia tem, a playlist perfumada de dendê da Rádio FARM. 

      A Bahia é uma caso de amor à parte pra gente. A terra é linda e inspira – das ladeiras do Pelô às praias paradisíacas do sul do estado, das igrejas históricas aos tambores sagrados do samba-reggae em cada esquina… 

      Nosso amor por lá é tanto que criamos uma coleção inspirada nas cores e no axé da região. A Bahia é de todos os santos, de todos os orixás e de todos que acreditam na força ancestral que ela carrega. 

      Pensamos em cada canto na hora de criar a coleção. Os cantos do Pontal do Humaitá, do Farol e o canto de Iemanjá. O Rio Vermelho de Jorge Amado, os terreiros e os acarajés, o samba de roda de Cachoeira, a capoeira dos dias que faz a Bahia ser o que é: resistência e ginga

      E aí tudo isso foi traduzido em roupa por nós. "Faz de conta que eu sou da Bahia" é a nossa coleção com pegada artesanal e feito à mão. Nela, a gente apresenta o processo de estamparia imitando bordado em ponto cruz.

      A cartela de cor é predominante branca, que é super simbólica em períodos festivos. As flores ilustram e dão pinceladas de cores às peças. Tem aquele jeito de recomeço….

      Pés no chão, conexão com a terra e com a força da natureza. A Bahia é a terra de todos os mundos e todas as gentes. 

      17.08.16
    • vozear

      A gente acredita no poder da voz e nas flores que brotam das raízes do solo brasileiro. Xênia França é uma dessas flores que en-cantam. A baiana, que vive em São Paulo há onze anos, carrega nos timbres e na alma o black-soul-brasileiro. Suas influências do universo musical vão de Djavan, Elza Soares e Gil a Erykah Badu e Ray Charles. Demais, né! Além do talento e da beleza, a cantora baiana exalta a cultura negra e o empoderamento feminino numa sintonia e timbres admiráveis.

      Xênia é uma das vocalistas da banda Aláfia (muitos traduzem como “paz”) e ontem lançou o clipe do single “Breu”, feito em parceria com o Programa O Canto, do Coletivo 336. Em um dos posts para o Instagram, a cantora disse: “Breu vem me dando a oportunidade de me conectar com o Cosmos e me colocar no lugar da outra”.

      O passo na carreira solo carrega a energia da cultura afro-brasileira e também homenageia a Cláudia Santos, vítima da violência em 2014. O clipe contou com a participação de dez realezas (como Xênia as chamou) cheias de personalidade e energia que não passam despercebidas, assim como a fotografia incrível do clipe (Fabi Cardoso) e do figurino (Ana Reiser e Sambento), uma obra de arte genuína, pintada com pinceis de brasilidade, frescor e leveza.

      Sotaque Brasil é Bahia, é São Paulo, é black, é soul, é Brasil! Aperta o play e faz de conta que a gente é da Bahia.

      22.07.16
    • vozear

      A gente acredita no poder da voz e nas flores que brotam das raízes do solo brasileiro. Xênia França é uma dessas flores que en-cantam. A baiana, que vive em São Paulo há onze anos, carrega nos timbres e na alma o black-soul-brasileiro. Suas influências do universo musical vão de Djavan, Elza Soares e Gil a Erykah Badu e Ray Charles. Demais, né! Além do talento e da beleza, a cantora baiana exalta a cultura negra e o empoderamento feminino numa sintonia e timbres admiráveis.

      Xênia é uma das vocalistas da banda Aláfia (muitos traduzem como "paz") e ontem lançou o clipe do single "Breu", feito em parceria com o Programa O Canto, do Coletivo 336. Em um dos posts para o Instagram, a cantora disse: "Breu vem me dando a oportunidade de me conectar com o Cosmos e me colocar no lugar da outra".

      O passo na carreira solo carrega a energia da cultura afro-brasileira e também homenageia a Cláudia Santos, vítima da violência em 2014. O clipe contou com a participação de dez realezas (como Xênia as chamou) cheias de personalidade e energia que não passam despercebidas, assim como a fotografia incrível do clipe (Fabi Cardoso) e do figurino (Ana Reiser e Sambento), uma obra de arte genuína, pintada com pinceis de brasilidade, frescor e leveza.

      Sotaque Brasil é Bahia, é São Paulo, é black, é soul, é Brasil! Aperta o play e faz de conta que a gente é da Bahia.
       

      22.07.16
    • mochilão: Bahia (parte 2)

      bola

      Essa semana a gente segue de carona com a Lu Agnese, nossa colab, e o namorado, o Dé, pela roadtrip que os dois fizeram pelo sul da Bahia…  É que a vontade de brincar o carnaval é grande, mas às vezes rola aquele desejinho de pernas pro ar, sabe?

      1

      “Já dizia Vinícius: ‘Um velho calção de banho, o dia pra vadiar, o mar que não tem tamanho, um arco-íris no ar…”, é assim que me sinto quando estou na Bahia, mas, principalmente, quando vou à Praia do Espelho, entre Caraíva e Trancoso”, conta a Lu.

      2

      As falésias que desenham a paisagem; o rio que corta a praia, onde parte é areia negra, parte é areia branca; piscinas naturais… É pura poesia. Ano passado contei como foi chegar por lá através da trilha de Caraíva, mas por Trancoso, tanto dá pra ir à cavalo, num passeio que dura metade do dia ou de carro, mais rapidinho.

      3

      Nesse ano, voltamos duas vezes ao Espelho e almoçamos em dois dos meus restaurantes prediletos: a Silvinha, onde reservamos com antecedência uma mesa num espaço só pra gente em frente ao rio. Dá pra chegar antes e passar o dia nas esteiras petiscando e tomando caipis até dar a hora do almoço. Lá, não tem essa de cardápio, quem escolhe o prato é a própria Silvinha, que mistura peixes e legumes com um toque oriental. Tudo leve e orgânico, mas sem perder a bossa baiana.

      4

      O segundo é o japa-sensação da Mel, filha da Silvinha, e que fica na casa ao lado da dela. Pode esquecer os japas mais badalados que você já foi entre o Oiapoque e o Chuí, esse dá de 10 em vibe, vista, comida.. Não tem melhor no Brasi-ô.

      5

      Trancoso foi tudo muito bom, tudo muito bem, mas logo depois do reveillon, nos despedimos dos nossos amigos e subimos a costa rumo à Piracanga, na Península de Maraú.

      6

      Piracanga, nós já contamos por aqui, é uma ecovilla perto de Itacaré, onde funciona um Centro de Realização do Ser, dedicado à interiorização, à espiritualidade e à humanidade.

      7

      Eu já tinha feito dois retiros ali alguns anos antes, mas pro Dé era a primeira vez e ele amou. Nos dias que ficamos por lá, rolaram algumas palestras e vivências, uma amostra do que acontece nos retiros e cursos durante o ano.

      8

      Participamos de danças circulares, de meditações coletivas, vivências de constelação familiar, de energia Deeksha… Uma das mais legais foi a palestra do Edgar, arquiteto e urbanista conhecido mundo afora e que criou o projeto Play The Call, uma espécie de gincana on-line mundial, onde os participantes são desafiados a realizar diferentes missões que vão de ações simples como plantar uma árvore, às mais complexas, tipo reformar uma praça. Detalhe: as crianças são as protagonistas.

      9

      Rolou muita água de coco, açaí, surf … Piracanga é sempre uma experiência única. Aquele astral de troca, de entrega… Todo mundo sorri pra você, todo mundo tá disposto a ajudar, a colaborar… É bonito de ver, uma delícia de sentir e aprender.

      10

      Voltamos querendo ficar, já to com saudades daquele mar, daquele clima de férias o ano todo… De passar as tardes numa esteira de vime bebendo água de coco… É tão bom.. Diz aí, Vinícius!

      04.02.16
    • mochilão: Bahia (parte 1)

      bola

      O primeiro mochilão do ano estréia com cheiro de dendê no ar e leva a gente por um passeio sem pressa pelo delicioso sul da Bahia. Oxê…

      1

      A Lu Agnese, nossa colaboradora, subiu de carro com o namorado do Rio até Trancoso e Peninsúla de Maraú, e conta pra gente como foi a roadtrip:

      2

      “Eu já havia ido de carro pra Bahia algumas vezes, é uma viagem longa, de quase 18 horas, mas como éramos apenas dois pra dividir o volante, resolvemos parar em Guarapari, no Espírito Santo, pra descansar e seguir viagem no dia seguinte”, conta a Lu.

      3

      Pernoitamos na Casa do Val e da Thais, uma pousadinha charmosa, que nos ganhou pela barriga e pela simpatia. O Val é chef e tem uma coleção de discos de vinil que embala muitos bate-papos por ali. O café da manhã com cuscuz, tapioca, geléia caseira e outros mimos é o carro-chefe.

      4

      Guarapari me lembrou uma Búzios mais cozy, com casinhas e restaurantes à beira-mar, gente boa e hospitaleira e paisagens lindas.

      6

      A chegada em Trancoso é só emoção, o Quadrado, as praias, as casinhas coloridas.. Uma rusticidade requintada que faz a gente se apaixonar à primeira vista.

      7

      Alugamos com um grupo de amigos uma casa perto da praia dos Nativos, e, na minha opinião, é o melhor lugar pra se hospedar. A praia dos Nativos se estende até a praia dos Coqueiros, e, ao longo dela, tem várias pousadas e bares onde a gente pode reservar uma espreguiçadeira e passar o dia todo.

      12

      Não tem erro: Café de la Musique, Pousada Estrela D’água ou Pousada Bahia Bonita (onde passamos a virada) são receitas infalíveis pra uma tarde de bombação e bons drinques.

      8

      À noite a balada migra pro Quadrado, onde bem no meio fica a famosa igrejinha de São João Batista. Os restaurantes são ma-ra e vale sentar em um diferente a cada dia. Favoritos: 1) Pousada El Gordo, 2) O tradicional Cantinho Doce, 3) Pousada Capim Santo, 4) El Parrilla, 5) Le Marchè, empório com sandubas, queijos e vinhos franceses divos.

      9

      Vale também dar pinta no Quadrado de manhã e colecionar uns likes com umas fotos do mirante.  Em breve, vai ter mais roteiro da Lu: os passeios à praia do espelho e a subida à Península de Maraú e Piracanga.

      02.02.16
    • um escape do bem

      bola-leticia

      Passar um tempo numa casa na Normandia, no Monte Etna na Itália, no interior da Bulgária, ou até num paraíso nacional como Jericoacara. Só se for nesse segundo, né? Isso porque a gente ainda não te contou o melhor, sem gastar um tostão.

      workaway-trabalho-voluntario-no-exterior-750x400

      Mas participando de um sistema comunitário de troca de afeto, talento, conhecimento e mão de obra… onde uma mão lava a outra, as mãos juntas se ajudam, constroem e além de tudo: aproveitam a vista nas horas vagas, claro! hehe

      Screen shot 2015-12-11 at 12.52.48 AM

      Você pode clicar aqui no workaway pra começar a viagem – são opções desde dar uma mão temporária numa vila na Andaluzia, na Espanha, num centro de saúde holística na Nova Zelândia e, sim, ajudando um casal por três horas diárias a construir um espaço de Permacultura em Jericoacoara.

      malu

      No Brasil não faltam boas opções de lugares divinos onde a gente pode trocar boa vontade por aprendizado, ajudando a criar sistemas autossuficientes. A Manu, do Notas sobre uma Escolha, que já conversou com a gente (vem relembrar aqui) tá bioconstruindo uma casinha toda linda no Asas e Raízes Liberdade do Ser, ecovila e espaço de reconexão no interior da Bahia. Tem os detalhes do projeto aqui e as formas de contribuição por aqui!

      1

      A ideia é compartilhar, trocar, aprender e respirar…. Ah! Por um mundo mais unificado e melhor. Por um mundo mais… junto!

      15.12.15
    • cinema e sal (e amor)

      bola_cecilia

      O sobrenome Amado, de Jorge, traz à memória a Bahia de todos os santos, tons e gerações. E foi lá que a gente descobriu o trabalho da cineasta Cecília Amado, neta do escritor, ao lado de Jamille Fortunato e Lara Belov, também cineastas e ativistas de coração aberto. Elas criaram o ‘Cinema e Sal’, projeto que acontece no arquipélago de Cairu pra estimular a democratização do audiovisual em regiões de pouca acessibilidade.

      cecilia_2

      O projeto é direcionado principalmente pras comunidades de pescadores de Guarapuá, Monte Alegre e Cairu e funciona com o oferecimento de oficinas de audiovisual pra crianças de 10 a 14 anos. Elas aprendem a produzir curtas a partir de temas e vivências locais e depois apresentam tudo em mostras ao ar livre e abertas à população. Lindo, né?

      cecilia_1

      Além do acesso à linguagem audiovisual, a valorização da cultura caiçara por parte dos meninos é um grande feito do projeto, que começou em março desse ano. No final da oficina, é criado um site pra compartilhar o material produzido pelas crianças e a expectativa é que novas edições da ação nasçam ao longo desse ano e dos tantos próximos. Torcida nossa pra que isso aconteça tá sobrando! 🙂

      cecilia_3

      Pra Lara, que é diretora do ‘Cinema e Sal’, é fundamental pensar o ensino da linguagem audiovisual aos pequenos: “É normal que a população esteja passiva diante dos conteúdos audiovisuais? Não poderiam também ser criadores desses conteúdos? E se, desde cedo, se ensina uma criança a falar e a escrever, por que não ensiná-la a ‘falar’ audiovisualmente?”, questiona.

      cecilia_5

      Trazer o olhar das crianças pra arte é uma esperança, um respiro, uma certeza de continuação. A gente adorou saber mais do projeto e indica acompanhar as novidades do ‘Cinema e Sal’ na página do Face (vem aqui!). Em breve, rola o site deles com as novidades do que teve na primeira edição da oficina, fica de olho! 😉

      11.05.15
    • farm visita: casa do rio vermelho

      bola_casa_jorge_amado

      Talvez você não tenha ligado o nome ao morador ilustríssimo que viveu belos dias por lá, então vale dizer que entre aquelas paredes passearam uma Gabriela com cheiro de cravo e canela, uma senhora recatada que vivia com dois maridos, meninos intrépidos que andavam pelas ruas e areias de Salvador…

      casa_jorge_amado_1

      Essas e tantas outras criações de um certo Jorge, Amado no Brasil e no mundo, e o seu grande amor de vida toda, Dona Zélia Gattai, com quem morou na casa e descansa até hoje no banco onde juntos sentavam pra ouvir pássaros e sapos, outra paixão do escritor.

      casa_jorge_amado_2

      Depois de onze anos fechada, a casa que fica no Bairro Rio Vermelho, na rua Alagoinhas número trinta e três, acaba de ser transformada em um museu delicioso e super interativo com curadoria e cenografia de Gringo Cardia.

      casa_jorge_amado_3

      Cada um dos 15 ambientes da casa, como o quarto do casal, banheiros e cozinha, tiveram suas características mantidas, mas foram renovados com instalações, telões de LED e projeções que contam a história da vida e obra do casal, na mais perfeita combinação de tradição e modernidade.

      10632626_890808154263326_6254502500235080664_n

      Nos arrepiamos também com a sala que reúne cartas trocadas com artistas, escritores, políticos e intelectuais como Pablo Neruda, Gabriel Garcia Márquez, Yoko Ono, Roman Polanski, José Saramago e Jean Paul Sartre, a maioria deles, visitas frequentes à Casa do Rio Vermelho.

      unnamed

      Na sala de leitura, um telão gigante exibe famosos e personalidades queridas lendo 41 trechos da obra de Jorge, ao lado, a biblioteca mantém o acervo pessoal do escritor, assim como a máquina de escrever de onde nasceram tantos personagens inesquecíveis.

      casa_jorge_amado_4

      Pelo jardim lindo e bem cuidado, casinhas contam a bela história de Jorge Amado com o candomblé, “causos” e histórias impagáveis do casal com a família, grandes amigos e personagens da Bahia como o artista Carybé, Mãe Menininha do Gantois e Pierre Verger.

      casa_jorge_amado_5

      Na “Cozinha de Dona Flor”, os visitantes podem aprender as mais famosas receitas da Bahia, comidas que marcaram presença em livros e na vida da família. A quituteira Dadá ensina a fazer bolinhos, vatapá, caruru e acarajé, entre outras delícias.

      casa_jorge_amado_6

      Pra lavar a alma, se emocionar e sair carregada das memórias e do amor de um dos casais mais… sim, amados do nosso país!

      02.02.15
    • férias: alfazema e dendê

      bola_arembepe

      Sempre que saímos de férias ficamos semanas, meses sonhando com o destino escolhido, mas às vezes, raras e incríveis, um destino escolhe a gente. A Lê Gicovate, colaboradora do adoro, conta mais:

      foto-3

      “A ideia era só fugir do roteiro mais badalado pra aproveitar um dolce far niente de relax total, com sombra e água fresca, como bem pede o verão. Assim aconteceu em Arembepe, na Costa Verde da Bahia, bem pertinho de Salvador.

      foto-2

      Nos conectamos pela alfazema, perfume feito pela minha avó, o preferido de Iemanjá e nome da casa onde a alemã Claudia e o Mestre de capoeira baiano Orelha moram e recebem pessoas do mundo todo pra uma experiência única.

      IMG_5178

      A casa Alfazema fica debruçada pra praia, daquele tipo que a gente dorme e acorda ouvindo o mar cantar. E é olhando pra ele que provamos todos os dias dois pequenos milagres, não só a natureza que se debruça, mas também o que o casal faz com o que ela proporciona.

      foto-4

      Criada na Itália, depois de anos como restauradora de tecidos do Vaticano, a alemã encontrou o amor numa noite de lua cheia de Salvador, e por lá pôs em prática outras paixões: o centro cultural do casal, onde rolam aulas de Pilates, Yoga e Capoeira, e a culinária, essa, um capítulo à parte.

      arembepe5

      Dos peixes frescos pescados de manhã cedinho pelo mestre, das frutas e temperos fresquíssimos da região saem misturas perfumadas, coloridas e saudáveis, numa alquimia digna de Gabriela, Cravo e Canela. Uma celebração à beleza da mistura que faz da Bahia o lugar mágico que é.

      arembepe6

      E a mistura harmônica do casal está por toda parte da casa que combina bom gosto, alto astral e a bela história dos dois em arte, orixás, frutas, flores e achados de viagens por outros lugares incríveis do mundo.

      foto-8

      Não, não dá vontade de sair da casa, mas ali por perto praias incríveis nos esperam, então vale alugar um carro pra conhecer outros paraísos como Barra do Jacuípe, o lago dourado de Imbassaí, as ondas boas de Itacimirim e a mais badalada Praia do Forte, tudo a menos de quarenta minutos dali.

      arembepe7

      De volta a Arembepe programe uma visita ao Projeto Tamar pra ver as tartaruguinhas encontrarem pela primeira vez o mar, e também à primeira aldeia Hippie do Brasil, que já recebeu visitas ilustres como Janis Joplin e Mick Jagger.

      0103110103111

      A cidade, pequenininha que só, é simples e popular, e não quer ser outra coisa, em pouco tempo você já pertence a ela, anda descalça pelas ruas, aguarda o show de mágica na pracinha, se refresca com a caipi de siriguela do restô Mar Aberto (considerado o melhor do Norte da Bahia) e circula como nativa.

      IMG_5236p

      Pra se conectar com o que realmente importa!”

      Vem ver mais posts de viagens aqui! 😉

      28.01.15
    • a bahia sem mar

      bola_chapada

      Sabe quando surge na sua timeline as fotos daquela viagem incrível de uma amiga, e você quer saber mais sobre como foi? Isso que rolou com a gente quando vimos os cliques da nossa stylist de Ipanema, Amanda, por um cantinho mágico do Brasil. Vem saber mais:

      chapada1

      “Eu tive 10 dias de folga em janeiro e escolhi a segunda semana porque curto os lugares quando estão mais tranquilos. A Bahia já era uma certeza como roteiro, (há um tempo que escolho a Bahia pra passar férias no final do ano) costumava ir pro litoral e sempre pra lugares mais ”escondidinhos” pro interior. E quando comecei a ler sobre a Chapada Diamantina e alguns amigos que já tinham ido me falaram de suas experiencias, eu não tive mais dúvida que era pra lá que eu tinha que ir.

      chapada2

      E com certeza foi a melhor coisa que eu fiz! Conheço muitos lugares mundo afora, mas nada como a Chapada. Lá fiquei no Vale do Capão, fiz trilhas todos os dias, cada uma levando a um paraíso diferente, uma sensação diferente. Nos passeios da Chapada a cada passo existe uma surpresa, isso torna as trilhas incansáveis. Apesar de todas terem sido maravilhosas tive duas preferidas: a Fumaça e o Buracão (que fica em Ibicuara, umas 6 horas do Capão).

      chapada3

      Não tenho palavras pra descrever o que senti quando cheguei no topo da cachoeira da Fumaça, eu chorava de emoção e agradecia muuuito, além de estar literalmente nas alturas, sentindo a água da cachoeira que vem pelo vento, o arco-íri e as milhões de borboletas subindo pela água… SURREAL!

      chapada4

      Toda tarde a vila do Capão tem alguma atração: circo, capoeira, roda de coco, etc, por lá tédio é uma palavra que não existe! Eu nunca fiz uma viagem onde conheci tanta gente, pessoas do mundo inteiro já largaram seu país pra viver lá. Os moradores são super receptivos, e eu fazia questão de conversar com todo mundo.

      chapada5

      Além da natureza,a Chapada é um lugar de fazer amigos e admirar histórias de vida. Pra levar na mala é indispensável roupas bem confortáveis, biquíni, havaianas e disposição, o resto tem lá!

      chapada6

      A Chapada pra mim foi um lugar purificador, onde eu pude perceber claramente que a natureza tem um poder gigantesco sobre nós. Em breve estarei lá novamente pra fazer as um milhão de trilhas que ainda tenho que conhecer, porque trilha é viciante!”

      chapada7

      Deu vontade de viajar também, né? Aproveita o feriadão que vem aí e se joga! 😉

       

      15.04.14
    • mochilão – trancoso

      bola_trancoso

      Todo ano pinta um novo lugarzinho mágico na Bahia pra onde nossos amigos seguem em romaria, e nós adoramos descobrir esses cantinhos de paz e beleza…

      trancoso1

      Mas todo mundo tem aquela praia que faz o coração bater mais forte e que a gente acaba voltando sempre, pra gente Trancoso é assim!

      trancoso2

      A energia do Quadrado (que inclusive já ganhou as flores da FARM com uma loja temporária que até hoje deixa saudades!) com suas casinhas de mil cores, belas árvores, restaurantes e lojinhas charmosas até dizer chega, reúne gente do mundo todo… que não muito raro, acaba é ficando por lá!

      trancoso3

      Esse ano ainda vimos de perto a festa de São Sebastião, santo esperto que cuida do Rio e de Trancoso, será por isso que amamos tanto as duas cidades?

      trancoso4

      Por lá nossas praias preferidas são Coqueiros e Rio da Barra, que combina mar, rio, falésias de tirar o fôlego e uma tranquilidade que não tem nome, ai ai!

      trancoso5

      Aliás, não deixe de tomar uma caipi no hotel Terravista em Rio da Barra (ou duas, ou três! hehe), depois caminhar até a deserta Taípe, apenas o paraíso!

      trancoso6

      Outra dica é alugar um carro em Porto Seguro e seguir até Trancoso, assim dá pra conhecer outras praias paradisíacas por perto, como Espelho e Caraíva.

      trancoso7

      Aliás, Caraíva é um capítulo a parte, o risco é não querer ir embora nunca mais!

      trancoso8

      Entre o vai e vem dos barquinhos e uma caipirinha de siriguela no Bar do Pará, ainda dá pra praticar SUP, boiar no Rio ou fazer o que a gente quer mesmo fazer na Bahia…

      trancoso9

      fotos: Marcelo Ribeiro, Lucia Coimbra e Leticia Gicovate

      … absolutamente nada e sem culpa nenhuma! 😉

      11.02.14