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sua mochila está vazia

      Tag: arte de rua

    • o encontro

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      Tem movimento super bacana de arte urbana rolando este finde, se liga: é o Meeting of Favela, considerado o maior evento voluntário dessa modalidade no mundo. A gente conversou com o Carlos Bobi, um dos organizadores. Vem saber mais:

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       foto Juliana Rocha/RIOetc

      “O MOF leva inúmeros grafiteiros à comunidade Vila Operária, em Duque de Caxias, pra doar suas artes aos moradores. Artistas de Berlin, Holanda, Alemanha, México, Chile, Manaus, Porto Alegre, entre outros, já fazem parte da lista de colaboradores. Em 2013, mais de 1000 artistas decoraram os muros das casas da comunidade, contabilizando mais de 12.000 latas de sprays usadas por eles!”, contou Bobi.

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      Este ano o evento chega à sua 9ª edição, consagrado com o Prêmio de Cultura do Governo do Estado do Rio de Janeiro 2012_2013, pela representatividade que vem tendo desde a criação. É um reconhecimento e tanto, já que os organizadores não contam com nenhum tipo de patrocínio privado. A grana vem do trabalho autossustentável da equipe, que este ano fez até um Leilão Virtual, onde os co-organizadores, que também são grafiteiros, disponibilizaram suas obras pra ter a verba revertida pro evento. Foi sucesso, ainda bem!

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      O Carlos conta mais: “O dia do MOF, além de ser aguardado pela comunidade é esperado por muitos artistas, até de outros estados e países. E sempre lutamos pra engajar a participação da comunidade no evento, desde 2006, quando muita gente não tinha acesso a cultura e arte e não entendia o que rolava. Hoje os moradores já nos perguntam quando acontecerá e se o artista que compareceu no ano anterior estará presente. A comunidade também se beneficia com seu comércio, porque as vendas aumentam bastante no dia, o que incentiva o empreendedorismo por lá”!

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      fotos Clarissa Pivetta / Reprodução

      Bacana, né? Então anota aí: o MOF rola domingo, 30 de novembro, a partir das 10h, com Ação social, Batalha de Mc’s, dj’s Negralha (Orappa), Zé do Roque, Marco (Céu e Criolo), Sound System, Mc Coé, Teatro de Dyonises-Hotel da Loucura, apresentações de Forró e Maracatu  e show do Bloco Estratégia. Animação e cor não vão faltar. 🙂

      E viva a arte e a cultura de rua!

      25.11.14
    • galeria – um panorama urbano

      A partir desse sábado a CAIXA Cultural vai trazer ao Rio a expô “Street Art – Um panorama urbano”, reunindo obras de alguns dos maiores nomes do graffiti internacional. Até dia 5 de Outubro vamos ver de pertinho trabalhos de: Jef Aerosol e Rero (França), Pixel Pancho e a dupla StenLex (Itália), os irmãos HowNosm (EUA), ±MaisMenos± e Vhils (Portugal), e os brasileiros Herbert Baglione e Nunca. Sem contar, duas obras dele, o homem, o mito: Banksy!

      Fora das quatro paredes da expô, os artistas Jef Aerosol, ±MaisMenos±, Rero e Herbert Baglione já estão no Rio de Janeiro deixando intervenções pelos muros da cidade.

      Pra ver ao vivo, pra não perder!

      31.07.14
    • arte de rua na galeria

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      Uma dupla conhecida mundialmente, mas que é coisa nossa, os gêmeos Otávio e Gustavo Pandolfo abriram em São Paulo uma exposição inédita, cheia de cor e inspiração para quem curte arte urbana.

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       A ópera da lua” traz 30 pinturas, três esculturas, uma instalação musical e um vídeo-instalação 3D. Essa, que é a terceira exposição da dupla em solo brasileiro, abusa de outras técnicas além dos grafitis dos artistas já conhecidos das ruas por aí, trabalhando também esculturas e instalações.

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      Até 23 de agosto, a exposição acontece no Galpão Fortes Vilaça, mesmo local onde os artistas fizeram sua primeira exposição.

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      Aproveitando o tour, tem mais trabalho das ruas que foram parar dentro delas:

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      Na Galeria Zípero grafiteiro paulistano Zezão, que começou pintando galerias pluviais em São Paulo apresenta pinturas, uma instalação e objetos que discutem os limites da vida urbana, em obras criadas com materiais e objetos encontrados em esgotos, rios e córregos da cidade.

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      Hoje, dá pra achar os grafites de Zezão em muros, paredes de esgotos e viadutos de cidades como Nova York, Paris e Londres, entre outras.

      Vale a visita!

      02.07.14
    • galeria – caminho do grafite

      Hoje, no Dia do Grafite, a nossa Galeria presta uma homenagem aos artistas do spray e ao poder transformador da arte urbana através do lindo projeto de Márcio SWK.O grafiteiro se reuniu aos projetos Santa Prazeres Tour e Galera.com, em ação patrocinada pela petroleira francesa TOTAL E&P, pra encher de arte os muros de 50 casas do Morro dos Prazeres.

      Um time de 45 feras daqui e da gringa foi escalado pra colorir a comunidade, num projeto que tem tudo pra virar referência e se espalhar por aí. Aqui um beijo e vai, um super obrigada a esses artistas, que nós passamos a admirar ainda mais!

      Marcelo Ment, MGA, Flip, Oreus (França), Does (SP), Dninja (SP), Rafael Hiran, MES (Alemanha), Phame (EUA), Dozetreze, Rafael Carvalho, Nitcho, Big, Anarkia, Bob, Life, BR, Toz, Villas, Blopa, Eco, Fins, Duim, Saile (Chile), Icone, Aira, Piá, Orion (Itália), akn, Meton, Chico21, Chivtz, Miau, Tarm, Ch2, Fame, plantio crew, Bella, Caze, Talitha, Rena, Bruto, Skoloct (Japão), Cove, Reiz, Vitor e Alander

      27.03.14
    • farm entrevista: airá ocrespo

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      foto: Dani Dacorso

      Há pouco mais de um mês o Rio é oficialmente apoiador do grafite, porque em janeiro o prefeito assinou o decreto “Grafite Rio”, que tem dado o que falar. Apesar de já colorir e inspirar o dia a dia das paisagens do carioca há décadas, só agora essa arte começa a ser reconhecida legalmente pela política. A notícia, no entanto, provocou rebuliço no meio artístico e levantou questões pra lá de polêmicas.

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      “Mas e a essência transgressora?”, “E precisa lá de decreto pra fazer arte?”, “Vai mudar alguma coisa?”. Entre questionamentos válidos e acalorados, chamamos o Airá (que já trabalhou com a gente na Casa de Verão) pra contar melhor essa história. “O decreto manifesta publicamente a importância que o grafite tem pra cidade. Isso pode render bons frutos pra nossa arte”, ele explica.

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      O cara tá na cena há anos e já espalhou muitas de suas ideias pelos muros da cidade. No Grafite Rio, ele participou das reuniões de formatação do projeto. Além disso,  é curador do GaleRio, que vai cobrir toda a linha 2 – de São Cricri até Pavuna – com grafite e promete se transformar na maior galeria a céu aberto do planeta.

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      São mais de 40km de arte pra quem enfrenta essa jornada todos os dias. Sobre o Grafite Rio, ele figura entre o grupos dos otimistas: “a médio prazo essa iniciativa pode transformar a gente em pólo mundial da arte urbana”. Se liga!

      Conta pra gente o que o decreto Grafite Rio significa.

      O Decreto é criado pra manifestar pública e oficialmente que o grafite tem grande importância pro Rio e principalmente pra balizar as decisões e procedimentos internos do poder público sobre essa arte. Ele também institui meios de fomentar a arte urbana na cidade, como através da liberação de determinadas áreas para a livre prática de grafite, dando suporte pra catalogação virtual da arte urbana pelo #StreetArtRio, com o projeto GaleRio que é uma plataforma de revitalização urbana por meio da arte e também com o apoio a um Conselho Carioca de grafite.

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      Qual a importância dessa iniciativa?

      É grande em vários aspectos, vai fazer com que os projetos de grafite sejam vistos com outros olhos em meio aos processos burocráticos de editais e autorizações da Prefeitura. Também vai permitir que os artistas urbanos tenham mais tranquilidade pra realizar suas ações, sem temer uma abordagem brusca da lei. Além disso vai potencializar um site que está mapeando a arte urbana na cidade permitindo que esta se eternize pela rede através do GaleRio. A iniciativa também ajuda a abrir um canal direto e desburocratizado de diálogo dos artistas com o poder público, através do Instituto Eixo Rio.

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      O que você acha da polêmica que foi criada em torno da novidade?

      Acho que a polêmica foi desnecessária, mas de certo modo ela é natural. As pessoas estão bem chateadas com a Prefeitura e por melhor que seja uma iniciativa tomada por ela, gera uma série de desconfianças. Além disso o grafite tem caráter transgressor e uma origem livre. Daí muita gente especulou achando que o decreto estava vindo para regular a ação dos artistas, o que não é verdade. Muito menos dizer o que é arte e o que não é, como até noticiado foi. Isso foi um equívoco, é o inverso da nossa proposta que é a de agregar valor.

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      O que você acha da aceitação arte urbana hoje no Rio?

      Eu vejo que é um movimento que está se consolidando, a cidade acata muito bem ao grafite. As pessoas passam e nos elogiam enquanto estamos pintando, pegam nosso contato, pedem pra tirar foto junto. E isso vai da Zona Sul ao extremo da Zona Norte ou Oeste. Pra citar um bom exemplo o Profeta Gentileza, que foi o primeiro grafiteiro da cidade, teve suas obras tombadas como patrimônio e o seu lema “Gentileza gera Gentileza” se tornou praticamente um slogan do Rio.

      Mural todo

      O que pode mudar com esse decreto?

      Nas ruas, influi pouco mais significativamente, pois melhora a visão que qualquer tipo de agente repressor possa ter em relação ao nosso ato. No próprio lançamento do decreto, foi enfatizado que o documento era um ato simbólico pra dar mais respaldo a ação dos artistas na prática e na hora de tentar conseguir apoio para realizar ações maiores. Mas olhando como um todo, creio que o decreto potencializa a cena do grafite do Rio e a médio prazo pode transformá-lo num dos maiores pólos dessa arte no mundo.

      Qual o cantinho do Rio que você acha mais a cara do grafite?

      A Lapa, porque tem essa atmosfera informal e despojada que o carioca possui e que é típica do grafite. A Lapa tem uma cultura de Rua muito forte e é um bairro que tem importância fundamental na história da cena por ser um aglutinador. Locais como a Fundição Progresso, por exemplo, já abrigaram movimentos estratégicos em diversos momentos.

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      Onde você vai mandar a sua próxima arte?

      A gente não planeja, as pinturas acontecem espontaneamente. Mas em março vai rolar a primeira fase do projeto GaleRio e eu estarei com uma equipe pintando próximo a estação do Metrô de Triagem. Criaremos um corredor cultural lá, vai ser uma grande empreitada. Fora isso eu tenho grandes trabalhos como por exemplo no muro da Usina do Asfalto, na Leopoldina, no muro do Museu Histórico Nacional, na Praça XV e na Lapa, no mural dos Boêmios em frente ao Circo Voador.

      Quais são as suas referências na hora H?

      Minha principal referência é a música, pois sou MC também e me ligo muito nas sonoridades e ritmos. Gosto de arte em geral, poesia, literatura, dança, performance… sou aberto a tudo que for bem criativo e original, pois gosto de inovar sempre. Meu traço caminha cada vez mais pra uma estética impressionista e essa é uma escola distante do grafite. Muitas vezes a moda e a publicidade também me inspiram, então eu procuro estar sempre antenado em tudo pra ir processando e produzindo do meu jeito.

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      O que mais falar? Viva o grafite! \o/

      10.03.14
    • arte, música e talento de sobra

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      Se você já olhou bem os muros pintados pela cidade da garoa, conhece um coelhinho simpático que vira e mexe tem a companhia de uma bonequinha de batom vermelho. Obras da Mari Mats! E no Dia da Mulher, que tal a gente saber mais sobre essa representante feminina num ambiente dominado por marmanjos?

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      Seja enfeitando os muros com seus personagens em preto e branco quase fofinhos, que parecem ter saído de alguma das animações de Tim Burton, seja mandando ver nas pick ups das festas mais legais de Sampa, a moça não para. Ah! E é muito provável que você a encontre por aí dominando o asfalto com seu skate ou sua bike sempre que possível.

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      Tudo começou quando a família se mudou para o centro da cidade, Mari tinha só 13 anos mas se encantou com a efervescência da cultura de rua, ficou de olho nos nomes do grafite que surgiam naquela época – e fez amizade com todos eles, claro- e, ainda no colégio começou a fazer seus próprios lambe-lambe espalhar pelos muros e postes da região central. Conclusão? Em pouco tempo Mats migrou pras latinhas de spray e a paixão dura até hoje. Sorte a nossa!

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      Ela contou pra gente que, até hoje, continua usando a vibe urbana como inspiração em tudo que faz e não para de pesquisar nunca. E assim seus sets e desenhos vão conquistando cada vez mais espaço e as parcerias e novidades surgem no ritmo dela: tudo ao mesmo tempo agora.

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      Mari anda assinando caderninhos do Cuttin Studio, shapes de skate, louças da Greghi Design (novidade quentinha que ela contou só pra gente 🙂 ) e telas disputadas pelos colecionadores de street art. E como se tudo isso não bastasse, ela deixa o convite pra mais uma edição da festa Boombass que rola dia 29/03.

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      Ufa! Respira e segue o mapa do tesouro pra acompanhar os passos dela: aqui e aqui tem o lado dj, aqui e aqui tem arte e mais arte, e aqui tem agenda e news em primeira mão.

      08.03.14
    • um rolé pela vila

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      Tá de viagem marcada pra Sampa? No último fim de semana a gente foi até a terra da garoa pra conferir o lançamento da coleção Tudo de bom,e é claro que a loja Harmonia, localizada em um dos pontos mais charmosos da Vila Madalena, foi parada obrigatória. Pra quem ainda não conhece, a gente mostra um pouquinho da loja e o que rola ali por perto. Pra incluir no roteiro, hein? 😉

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      A Harmonia é o que a gente chama de loja-conceito, ou flagship. Toda linda e projetada com muito carinho, ela fica em um prédio que funciona como um jardim vertical, muito verde e iluminado!

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      A construção é toda ecológica e ganhou até o prêmio Naja, em 2008. É um mundo farm particular pra quem entra e curte a experiência. A loja também traz um gostinho carioca pra cidade, com eventos que têm a cara do Rio.

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      No fim de tarde, quem passa pela Vila Madalena com o cachorrinho, o namorado, ou a melhor amiga, pode entrar e ficar à vontade. Tem espaço pra todo mundo mesmo, de rede na varanda até provadores super espaçosos e sofás pra descansar.

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      Difícil é sair de lá, hehe. Tem gente que fica a tarde inteira batendo papo e escolhendo com calma as peças mais queridas das coleções. Programinha indispensável, hein? Perfeito pra começar o dia bem e sorrindo…

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      Depois, logo ali pertinho e atravessando a rua, há o Beco do Batman, onde dá pra conferir vários graffitis incríveis. O lugar já é lugar super conhecido, mas toda vez que alguém volta, tem coisa nova pra ver. Isso porque as paredes vivem sendo renovadas (e disputadas) pelos grafiteiros.

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      É como entrar em um mundo paralelo. Cada canto que se olha, tem um desenho novo pra apreciar. Ponto turístico obrigatório pra quem ama arte urbana. 😉

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      Não precisa ir muito longe pra encontrar mais coisas bacanas pelo bairro. Do lado da loja Harmonia, tem a Retrô 63, lojinha que tem o poder de pirar a cabeça de quem ama achados vintage e objetos repaginados.

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      Caminhando um pouquinho mais até a rua Aspicuelta, dá pra encontrar bistrôs, barzinhos com cerveja artesanal e importada, lojas bacanas e muitas galerias de arte. Tudo em um lugar só!

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      Uma das galerias mais bacanas de se visitar é a filial da Urban Arts da Vila Madalena, recheada de trabalhos lindos, quadros e objetos pra decorar o cantinho.

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      A boa é ficar até mais tarde e descobrir um bar ou ponto de encontro pra tomar umas com os amigos paulixxtas. A Vila é cheia de gente bacana e boas surpresas. 😉

      19.02.14
    • a rua é nossa

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      Que o grafite é a mais nova paixão nacional, a gente já sabe. E morre de felicidade cada vez que uma iniciativa bacana aparece na área. Como essa que acaba de surgir da união da Perestroika com o Instagrafite, o curso RUA.

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      Vão ser 10 aulas, com feras da arte de rua, como William Baglione, ISE, Mundano, Nove Digitalorgânico, Binho Ribeiro, Speto, Chivitz & Minhau, Cranio e Sipros, que apresentam estilos e até mindsets diferentes, e vão mostrar a arte de rua como fonte de inspiração e desejos contemporâneos para quem anda com vontade de saber mais sobre o assunto.

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      E uma grata surpresa promete fazer da última aula uma experiência inesquecível, o austríaco Nychos , indicado como um dos 10 artistas que vão brilhar em 2014, vem fazer uma participação especial a convite da Montana Cans.

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      Por enquanto, o curso vai rolar só em SP, mas a torcida já é grande pra que a ideia se espalhe por aí 🙂 Vamos pedir?

      04.02.14
    • as ruas falam

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      Bilhetes, cartas e declarações de amor se espalham pelas ruas, é só dobrar qualquer esquina de qualquer caminho pra encontrar uma palavrinha que seja.

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      Anônimos, apaixonados, gente como a gente, quem são as pessoas que espalham bilhetes abertos pra quem quiser ver?

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      E guardar, como é o caso da nossa colab e dona do Say it loud (que a gente segue e ama) Carol Delgado. A moça vem colecionando os escritos mais queridos que encontra No Olho da Rua, e nós estamos acompanhando de perto o que suas ruas falam.

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      E também vamos de quebra colecionando afetos pela cidade.

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      Sempre bom encontrar aquele grafite “familiar” pelas ruas do nosso entorno, enigmas urbanos, mensagens cifradas…

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      … recados que caem como uma luva!

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      fotos: Carol delgado/as ruas falam

      Por ruas cada vez mais tagarelas, por mais criatividade, poesia, simpatia, e amor, por favor!

      29.01.14
    • banksy @brasil!

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      Não que a gente vá saber se esbarrar com ele na rua, mas dizem as boas línguas que está confirmada a presença (anônima, óbvio!) do mestre dos magos do street art no Brasil!

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      É isso mesmo, o artista inglês Banksy prometeu não dar as caras, mas trazer a sua arte pras ruas durante o Concreto, Festival Internacional de Arte Urbana de Fortaleza que vai rolar a partir do dia 15 desse mês.

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      Tudo bem ao seu estilo, segundo a produção, ele não quer mídia, vem por conta própria, inclusive bancando a própria passagem e hospedagem. Fino!

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      A gente não vai saber se esbarrar com ele, mas vai reconhecer direitinho sua arte. E se causar um quinto do rebuliço que andou causando nas ruas de NY, estamos feitos!

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      Por lá, além de espalhar seus desenhos cheios de crítica social pelos quatro cantos, Banksy fez esculturas, circulou um caminhão com um jardim (com direito a borboletas!) e outro com bichinhos de pelúcia a caminho do “abate” ( 🙁 )…

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      … fez arte com os brazucas Osgêmeos, e ainda foi responsável pela melhor pegadinha dos últimos tempos: vendeu suas obras a preço de banana numa barraquinha no Central Park. E como ninguém sabia que eram originais, as obras encalharam!

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      Bem, se vir algum estande vendendo esses grafites em Fortaleza já sabe: compra uns pra gente! 😉

      11.11.13
    • enfeite de rua

      A arte de rua que interage com os próprios elementos da rua, como bueiros, rachaduras, e até tijolos abandonados, é a especialidade do artista de rua conhecido como OakoAk, que mora em St. Etienne na França.

      Sua arte é criativa, imaginativa, e possue até uma certa irreverência. De onde ele tira tanta inspiração? Dos quadrinhos, futebol, e sua terra natal.

      Ele tem um emprego de escritório durante o dia, e depois, se diverte pela cidade procurando possíveis “vítimas” que podem se tornar arte!

      OakoAk faz o que ele faz de melhor na arte de rua, que é divertir e inspirar pessoas transformando elementos menos atraentes da cidade em arte divertida! Pra ver mais, é só clicar aqui 😀

      16.02.13
    • selva urbana!

      A Q-Guai acaba de colocar a coleção de inverno 2012 nas ruas. Inspirada em elementos da natureza que invadem o contexto urbano, a ideia é retratar a selva de concreto!

      E se o clima é selvagem, as tachas combinam com o couro, com o toque de penas e peles, formando uma dupla infalível, cheia de atitude!

      Pra representar toda essa mistura (que dá certo!), os artistas Gais, Ment e Mari Liberali foram convidados pra colocar a sua arte de rua no contexto da coleção. O resultado a gente vê nesse vídeo, assinado por Daniel Benassi e Marco Frossard.

      http://youtu.be/_NbbPNNdF88

      E pra quem duvidou que o rock-selvagem dá certo, taí a prova de que é tudo de bom! 😉

      04.05.12