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sua mochila está vazia

    • coisa de raiz

      Não é de hoje que o mundo vem dando uma desacelerada – e você já deve ter percebido. Voltamos a valorizar as regionalidades, o feito à mão, o ritmo calmo, natural e orgânico. Os novos tempos têm formado cada vez mais produtores artesanais, interessados em recriar as receitas de brownies da infância, a peça de roupa one of a kind, o colar de búzios handmade. O que é feito em casa tem mais sabor, mais valor, mais estória pra contar. 

      E foi justamente no intuito de valorizar esses empreendedores e de dar uma plataforma que se conecta ao ritmo lento do campo e ao frenesi despreocupado da cidade que surgiu o Raizs,  site de produtos orgânicos que só trabalha com famílias de pequenos agricultores do interior de São Paulo.

      Fundados pelos sócios Tomás Abrahão e Bruno Rebouças, a Raízs trabalha plantando empatia e a valorização de quem realmente faz o negócio: o produtor. A ideia surgiu depois de uma jornada de Tomás pela Ásia e América Latina, onde em suas andanças, entrou em contato com negócios sociais no Yunus Social Business Center, e se interessou em como as pessoas se alimentavam e se relacionavam. A conexão entre alimento e pessoas virou, então, a base do seu negócio. 

      E com uma ajuda do destino, um amigo em comum apresentou Bruno, a expertise que faltava pra colocar a empresa em pé. Daí, foi o Tomás mapear os agricultores e a dupla levantar o dinheiro pra fazer o negócio acontecer de verdade.

      A principal diferença entre a Raízs e outros canais de venda online de orgânicos é o cuidado em contar a história de cada agricultor e o fato de que parte dos produtos só são colhidos depois da confirmação de venda – pra garantir que não tenha desperdício e diminuir os custos. 

      Os insumos são vendidos separadamente ou em assinaturas de cestas mensais nos tamanhos P, M, G, e a parte mais legal é que 10% do lucro é revertido pro Fundo do Pequeno Produtor, onde o mesmo + as doações espontâneas dos clientes são redistribuídos pra comunidade de agricultores. A ideia é que eles, em conjunto, decidam o destino desse saldo. Legal, né?

      Mês passado a dupla também lançou um programa de visitas às fazendas participantes – pra poder estreitar laços, trocar um dedo de prosa e tornar o processo ainda mais inclusivo. Por enquanto, a empresa só atende em essepê, mas já tá pensando em criar novas raízes no Rio e Curitiba. 

      Queremos! 

      06.12.16