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sua mochila está vazia

      categoria: música

    • Festa Lambateria

      Outubro chegou, e com ele a animação dos paraenses para o festejo mais aguardado do ano em Belém: o Círio de Nazaré. A procissão, que reúne milhões de pessoas, movimenta a economia, o turismo e faz com que os olhos do Brasil inteiro se voltem para a capital paraense.

      É justamente nessa época, aproveitando que a cidade tá lotada de turistas, que rola o festival Lambateria. Artistas da nova geração se juntam a bandas e cantores já consagrados pra mostrar o que a música paraense tem de melhor. Em 2017, na estreia do evento, foram 7 shows. O sucesso foi tanto, que a segunda edição vai acontecer em dois dias. Nos dias 11 e 12 de outubro (quinta e sexta), nomes como Gaby Amarantos e Lia Sophia vão se apresentar no palco do festival.

      Félix Robatto, um dos idealizadores do festival, comemora o sucesso do evento.

      “A Lambateria já está no calendário cultural da cidade, é parada obrigatória pra quem quer conhecer as novidades da cena e artistas com trabalhos consolidados. Em outubro, quando Belém fica em evidência por conta do Círio, nosso Festival funciona como uma grande vitrine com diferentes recortes da nossa música. É um resumo do que realizamos na festa ao longo do ano. Nosso line up, vai dos novos e maravilhosos Mastodontes ao rei Pinduca, que foi um dos shows mais festejados na edição passada”, celebra.

      Esssa vai ser a segunda edição do festival – criado graças à festa homônima – que desde 2016 prova que economia criativa é sim viável. Com cerca de 11o edições realizadas até hoje, a festa não possui patrocínios e todos os trabalhadores envolvidos (atrações, equipe de segurança e bilheteria) são pagos com a renda arrecadada na bilheteria. O festival vai contar ainda com expositores independentes de gastronomia  – de pastel à burger vegano, passando por comidas paraenses e sorvete! Pra quem quiser uma lembrancinha do evento, vai ter também a loja Lambateria, vendendo camisas floridas e discos dos artistas participantes.

      Se você estiver em Belém pro Círio, que tal aproveitar pra curtir a cena musical paraense no Lambateria?

      09.10.18
    • Novidadinhas da semana

      Achou que o adoro te deixaria sem as melhores dicas do que fazer no fim de semana? Achou errado! Tem teatro, show, gastronomia… é só escolher o rolê que se encaixa na sua vibe e botar a cara na rua! Vem ver o que a gente selecionou pra você ♥

      RJ

      Sábado, dia 6, vai rolar uma oficina de pompoarismo e danças sensuais africanas ministradas pela minas do Yoni das pretas. As aulas vão acontecer no espaço Terapretas, na Lapa, e começam às 15h. Partiu?

      Que tal testar um rolê diferente do habitual? O Açougue Vegano desembarca na Void Botafogo neste fim de semana. Além da tradicional coxinha de jaca, o restaurante vai levar também uma versão vegana de cachorro quente, espetinhos diversos e muito mais. Nham!

      A companhia teatral Cine em Canto estreia neste fim de semana a temporada de Meu Caro Barão, um musical inspirado nos Saltimbancos, com músicas de Chico Buarque tocadas ao vivo. O espetáculo é teatral, com toque de dança, canto e circo e poderá ser visto até o dia 21 de outubro no SESC Tijuca.

      SP

      Sexta e sábado o primeiro bloco de carnaval afro da Bahia – Ilê Ayê – se apresenta no Auditório Ibirapuera. O show – que terá, entre outros convidados, a cantora Xenia França – faz parte da comemoração pela ocupação Ilê Ayê no Itaú Cultural.

      Pra quem curte vibes pop dos anos 90, a festa Wannabe 90’s leva todos aqueles hinos clássicos (e também os esquecidos) para a pista do Alberta #3. Prepare-se pra ouvir Spice Girls, Hanson, No Doubt e muito mais!

      Depois de três anos de hiato, Alice Caymmi volta aos palcos em turnê. Seu terceiro álbum, “Alice”, conta com parcerias inusitadas como Pabllo Vittar, Rincon Sapiência e Ana Carolina. O show vai rolar no dia 6, no Sesc Bom Retiro.

      04.10.18
    • Novidadinhas da semana

       

      O fim de semana tá atendo na porta e a gente chega com dicas mais que especiais pra você botar seu bloco na rua (ou na festa, na exposição…). Vem ver o que é imperdível e escolhe logo um programa pra chamar de seu!

      RJ

      A banda Flor de Sal vai voltar ao evento em que a FARM deu seus primeiros passos: a Babilônia Feira Hype. Nos dias 29 e 30 de setembro, nossa banda do coração fará duas apresentações na feira, que dessa vez terá o Parque das Figueiras, na Lagoa, como cenário. É a boa pra ouvir o single “Borboleta” ao vivo, hein? A feira rola das 14h às 22h e o show da Flor de Sal começa ás 20h, tanto no sábado quanto no domingo.

      Imperdível! A Marina da Glória recebe a oitava edição do Art Rio, a maior feira de arte da cidade maravilhosa. Entre 27 e 30 de dezembro, o evento apresenta seis programas, que vão desde galerias estabelecidas no circuito internacionais até obras de videoarte. Além disso, rola também a premiação FOCO, um circo de palestras e uma praça de alimentação com food trucks.

      No próximo domingo a praia de Copacabana será cenário de festa e de luta, na 23ª Parada do Orgulho LGBTI. Em ano de eleições, o tema não poderia ser outro: “Vote em ideias, não em pessoas. Vote em quem tem compromisso com as causas LGBTI”. A concentração rola ao meio dia. Partiu?

      SP

      Essa é pra quem curte a mistureba que é nossa MPB! O Espaço Bixiga, que fica no tradicional bairro italiano de São Paulo, recebe neste sábado, dia 29, a festa “Tu vens, Tu vens”. De Dona Onete a Arnaldo Antunes, a festa promete!

      O Systema Solar, um coletivo musical-visual da região do Caribe da Colômbia se apresenta nesta quinta, dia 27, no SESC Pompeia! Os participantes do coletivo vêm de diversas latitudes territoriais e sonoras eentre as diferentes vibrações afro-caribenhas, conseguiram um mar infinito de possibilidades para aumentar a força e o poder da música colombiana.

      Nos dias 28, 29 e 30 de setembro vai rolar o Music Video Festival, evento pra celebrar a arte do videoclipe! Além de estreias e exibições, o festival vai contar com talks, pocket shows e a m-v-f- awards, cerimônia de premiação. O evento não poderia rolar em outro lugar que não o MIS – Museu da Imagem e do Som, né? Aproveita que a entrada é grátis (os talks tem distribuição de senha com uma hora de antecedência) evão rolar shows super acalamados, como de Criolo, Luedji Luna e Karol Conká e Emicida.

       

       

      27.09.18
    • A importância do ASA

      Mais uma super iniciativa incrível vai dar a oportunidade de mulheres ocuparem espaços que por muito tempo as foram negados. O British Council e o Oi Futuro, em parceria com as instituições britânicas Lighthouse e Shesaid.so lançaram o Programa ASA – Arte Sônica Amplificada. O objetivo? Garantir através de uma grande imersão em conhecimento e em mentoria que mais mulheres estejam inseridas na área de som e música.

      Cincquenta mulheres  que atuam na área de som e música serão selecionadas para o programa, que tem como objetivo o desenvolvimento de carreiras pautadas na potencialidade do som, da música e da tecnologia criativa. O ASA vai rolar no LabSonica, espaço de experimentação artística do Oi Futuro, e vai desenvolver uma comunidade criativa colaborativa.

      Profissionais britânicos e brasileiros que são referência na área de som e música darão mentoria para que as participantes desenvolvam novas ideias e produtos. Além de musicistas, o edital tá aberto também para jornalistas, artistas sonoras, engenheiras de som e gravação, produtoras musicais e de rádio, designers de som, sonoplastas e outras especialistas do setor.

      A diretora de artes do British Council Brasil, Cristina Becker, comemora a parceria que dará viabilidade ao projeto.

      “Numa iniciativa pioneira, o ASA foca nas mulheres, explorando as novas potencialidades da música e da tecnologia criativa. Nessa nova etapa de nossa parceria junto ao Oi Futuro, o British Council irá dialogar com mulheres em estágio inicial de suas carreiras, no desenvolvimento de suas habilidades, assim como formar uma comunidade colaborativa de interesse comum”, disse.

      Curtiu o projeto e acha que ele tem tudo a ver com você ou com aquela sua amiga que saca tudo de música e som? Clica aqui que as inscrições para o edital vão até a próxima segunda-feira, dia 17!

       

       

      12.09.18
    • novidadinhas da semana

      Ainda não sabe o que fazer nessa semana de feriadão? Vem que a gente te mostra o caminho das pedras pra você se divertir!

      RJ

      Num encontro do presente com o passado, Mãeana leva na próxima quarta-feira uma apresentação com músicas da Xuxa, que a inspiraram durante a infância. O show vai rolar na Audio Rebel.


      Essa é pra quem curte música brasileira! Depois de animar o Corcovado durante a Copa do Mundo, a Festa Brzzil está de volta. Nesta sexta, dia 7, Zehpretim, Zedoroque e convidados tocam o melhor da música nacional no Alto da Boavista.


      O CCBB recebe até sábado o Festival Sai da Rede, onde artistas que usam a internet como principal meio de divulgação dos seus trabalhos se apresentam. Na programação, tem bate-papo com Luiza Junqueira, Gabi dePretas e Clara Averbuck, além de shows de Luedji Luna, Plutão Já Foi Planeta e mais! Bora?

       

       

      SP

      Sexta é dia de Toda Grandona! A festa bodypositive, que tem como missão celebrar corpos maiores, rola na Estação Marquês, na Barra Funda. Ah, pessoas trans não pagam ingresso, é só chegar!

      BH

      Nesta sexta vai rolar mais uma edição da Praia da Estação! A galera que frequenta a praia a define como “uma manifestação político, artístico, cultural, sensual, performática, sem líderes, coletiva, colaborativa, closeira que não é obrigada a nada!”. Será uma tarde de ocupação da Praça da Estação, com muita gente tomando um solzinho de biquíni, rodando bambolê ou mesmo jogando uma pelada.

       

      Para o Brasil inteiro

      Esse é o último fim de semana pra quem quer participar da vaquinha que a Gabi Monteiro organizou pra ajudá-la viver uma experiência mega agregadora! A estilista foi selecionada pra participar de uma residência artística na Inglaterra, onde pretende concluir a pesquisa “Racismo é Estético”. Que tal fazer parte disso?

       

      06.09.18
    • Novidadinhas da Semana

      Tá afim de curtir um som delícia? Preparamos um novidadinhas especial pra se jogar na música! 

      RJ

      – Bora pro Queremos! Festival? O Queremos! é um dos nossos coletivos favoritos e fds que vem tem festival com Xênia França, Letrux, Rincon Sapiência e muito mais na Marina da Glória. Nos vemos lá!

      – Acabou chorare! Sábado tem Novos Baianos com show delícia pra relembrar as músicas que não saem da memória.❤ Chama a galera!

      SP

      – Que beleza! Pra quem estiver por SP, sábado tem Tribalistas começando a turnê que vai rodar o Brasil voltando com as clássicos que todo mundo ama. Vamos!

      – Domingo bom é na paulista ao som de jazz! Vai rolar o Jazz na Rua com várias atividades e música boa pra fechar o fds com tudo. Anima e partiu 🙂

      BH

      – Alô, BH! Anota aí, fds que vem acontece o Breve Festival no Mirante Olhos d’Água pra celebrar 13 artistas brasileiros numa diversidade de sons. Bora?

      SALVADOR

      – Ô felicidade! Essa sexta começa a turnê Um Corpo no Mundo da Luedji Luna. É 1º disco da cantora que ainda traz músicos incríveis do Quênia, Congo, Cuba e Brasil. Vamos!

      16.08.18
    • Mulheres Incríveis: Projeto 111

      Sabe esses encontros bons que acontecem na vida entre mulheres incríveis que pulsam ideias transformadoras? Essa é a história por trás do Projeto 111, iniciativa de resistência artística criada pelas amigas e forças femininas Jeniffer, Lorena e Luiza que já vai pra 4ª edição que rola esse domingo (19.08) na casa FRONT, no Rio.

      O start do projeto surgiu entre uma conversa e outra depois do espetáculo “Ei, Mulher” onde Luiza atua. No local, um co-working/casa de cultura na Praça Onze, as três estavam num papo bom quando Jennifer imaginou que ali daria um sarau lindão. Lorena e Jeniffer toparam na hora e no mesmo dia conversaram com uma das coordenadoras do espaço. E então… Uma semana depois a data da primeira edição já estava marcada! O dia? 11/11/2017.

      O tanto de coisa bacana que essas mulheres incríveis organizam pras edições do Projeto 111? A Luiza conta tudo pra gente, ó.

      “Nosso objetivo é encontrar meios de valorização da cultura preta, reunindo o maior número possível de jovens artistas ou não, no intuito de dividir criações a partir de experiências de vida e provocar transformações vindas do choque das culturas. Sem deixar de lado o entretenimento, a diversão, o debate, a cervejinha e a música. Queremos juntar novos artistas de fora e de dentro da periferia e induzir, de alguma forma, que esse encontro gere frutos. A entrada é consciente, pois acreditamos que investe no projeto aquele que tem recursos para isto, quem no momento não pode investir financeiramente agrega de outras maneiras possíveis”.

      Como é feita a curadoria dos convidados?

      “Nos reunimos  e conversamos sobre os artistas que conhecemos, vimos no metrô, ouvimos no slam, é amiga de uma amiga, segue no Instagram… Assistimos a todos, comentamos, opinamos e normalmente entramos em consenso. Dessa galera toda que conseguimos reunir na mesa de reunião, escolhemos no máximo seis artistas cantantes, no mínimo duas intervenções poéticas, algum artista plástico, um filme ou uma performance, uma pessoa pra mediar o debate com o público e voilà! É aí que o trabalho começa. Fazemos os convites, normalmente diretamente ao artista, explicamos o projeto, a importância que creditamos nele, explicamos como funciona e na maioria das vezes recebemos um sim. Cada sim é uma comemoração! Uma felicidade incrível de reconhecer que o que temos feito tem sido importante não só pro público que frequenta os eventos, mas também pros artistas que cada edição que passa enviam mais mensagens agradecendo à produção, ou ainda àqueles que pedem pra tocar com a gente. É uma satisfação sem tamanho!”

      – O Projeto 111 fala sobre resistência artística e traz à cena a arte preta. É trabalhar com representatividade e abrindo a visão pra questões que passam invisibilizadas muitas vezes, né?

      “A caminho da nossa 4ª edição, entendemos cada vez mais a importância histórica de fomentar protagonismo preto na cena da cultura carioca, somando todas as edições, 70% da nossa curadoria é formada por artistas pretos. Às vezes somos questionadas sobre convidar também os artistas brancos pra mostrar seus trabalhos, por eles terem posições de privilégio dentro dos meios da produção cultural. Acreditamos que os públicos precisam de certa forma se misturar, entendendo cada um seu local de fala ou de escuta e juntos pensarem uma solução pro que tá posto. O problema do racismo é um problema do branco, então é com ele que é precisa se dar a conversa.

      Com artistas periféricos e não periféricos, atraímos públicos essencialmente diferentes. De certa forma utilizamos do fato de público de “X” artista ser da zona sul carioca, por exemplo, pra colocá-lo em confronto direto com o público de “Y” artista que é da baixada fluminense, nossos resultados têm sido lindos! Exemplos desses resultados são, principalmente, a captação de novos públicos pros artistas periféricos e abrangência de consciência social no trabalho de artistas da zona sul carioca. Errando e acertando, vamos ouvindo, consertando, experimentando, arriscado. Acreditamos que é possível construir uma nova realidade, mais habitável pra todos”.

      Por fim..Por que 111?

      “O nome 111 tem vários motivos, conscientes ou não, a proposta do nome surgiu a princípio por conta da data de estreia: dia 11/11, após discussões sobre o porquê desse nome, se seria realmente interessante, fomos descobrindo outras coisas: o local onde foi realizado a primeira e a segunda edição está localizado na praça 11 número 1, somos 3 mulheres 1+1+1 e outros dados mais cruéis e bastante significativos, que cruzaram nossas vistas quase que como um recado do destino ou de quem quer que seja, nesse recado está escrito que temos o dever, a sorte e a coragem de ouvir e falar dos nossos: 111 é um número triste e importante na luta dos pretos brasileiros. 111 é o número de tiros dados por policiais militares contra um carro com 5 homens pretos inocentes, em 2015 no bairro de Costa Barros aqui no Rio. 111 é o número de presos mortos no Carandiru, quase todos pretos. É um número cheio significados que envolve o universo do Projeto”.

      E pra conhecer de perto e sentir a energia potente do Projeto, se liga na programação da próxima edição desse domingo:

      Performance + Debate
      Stand Up com Yuri Marçal com debate sobre as possibilidades da comédia preta brasileira.
      Músicos: Babi Guinle, Breno Ferreira, Caio Nunez, Luana Karoo e DJ Bombs, Luellem Castro e Banda Nós Somos.
      E mais: Poetas Falantes do Coletivo Poetas no Vagão, Cordelista Pally Siqueira, DJ Pedro Carneiro e Artes Plásticas com Tarso Gentil.

      Anota na agenda e vem com a gente marcar presença na 4ª edição: é a partir das 16h. Nos vemos lá! 

      13.08.18
    • Flor de Sal no Rio na Rua

      Anota aí na agenda! Dia 27.07 vai ser uma sexta-feira lindona com muita música  A gente tem um encontro marcado com a nossa banda do coração, a Flor de Sal, no Rio na Rua, em Botafogo. O evento rola bem no meio da Praça Nelson Mandela, pertinho do metrô, às 20h30, e é a boa pra levar a galera toda pra começar o fds na maior energia boa!

      Afinal, nada mais gostoso que curtir um som delícia, depois da aula, do trabalho, no finzinho do dia no meio da nossa cidade maravilhosa, né? Falou em música boa na rua, a gente tá dentro!

      Lembra do show lindão que rolou nosso Dia da Rua ano passado? Não tem como esquecer! A gente soltou a voz com a Flor de Sal curtindo a vista pra lá de maravilhosa do Arpoador com um pôr-do-sol inesquecível no maior clima de verão. Foi lindo! 

      Então prepara a animação, chama a galera de casa, do trabalho, da faculdade… E bora lá curtir a noite e cantar junto 🙂

      Ah, pra fazer o esquenta, vem ouvir as músicas da nossa banda do coração e assite o vídeo eles acabaram gravaram há pouco tempo na ONErpm Studios Sessions:

      Curtiu? Pra animar pro evento também rolou papo musical com a Dedé Teicher! Num cenário inspirador como a Urca, só pode dar bom, né?

      te esperamos dia 27, até lá! 

      20.07.18
    • carolina sá solta a voz

      Já ouviu falar no “fio de Ariadne” da história de Teseu? É uma das tantas histórias da mitologia grega que a gente aprende lá na infância como uma iniciação pras coisas que vem pela frente na vida. No conto, o fio – de um novelo de lã de Ariadne, filha de Minos, Rei de Creta, é o que salva o personagem de um labirinto cheio de armadilhas e desafios.

      Essa simples e grande representação da vida, que traz a ideia de que todas e todos nós em muitos momentos vamos passar por dificuldades que parecem paredes de 10 metros de altura, enfrentar medos que se assemelham aos piores pesadelos para, por fim, descobrir ou até criar nossas próprias soluções, é a inspiração por trás de “Teseu”, primeiro disco autoral de Carolina Sá, artista de múltiplos talentos que nos inspira, como um fio de Ariadne, em diferentes expressões da arte.

      “Teseu foi um música que fiz quando lia um livro da minha filha, sobre a infância de Teseu. Fiquei com o mito na cabeça. Pensei nessa questão do labirinto, como uma metáfora da vida. A ideia de que todos nós precisamos passar pela sombra, pelos caminhos que não sabemos onde vão dar, enfrentar o medo, matar o monstro – todos nós temos nossos monstros!, para então encontra a luz. E também tem o fio, que conduz, que é a linha do amor. Uma trajetória de todos nós”, conta ela.

      Apesar de ser o primeiro disco autoral de Carol, sua relação com a música vem de tempos…

      “A música talvez seja minha lembrança afetiva mais potente . Lembro de eu já bem pequena, cantando letras inteiras de músicos que minha mãe ouvia. Também era um momento onde eu me conectava muito com minha mãe pois ela sempre gostou de tocar violão (e ela toca muito, essa escola Bossa-Nova de violão) e eu ficar ao lado dela cantando. Aos 7 anos fiz minha primeira música que cantei num festival da escola. Aos 10 comecei a estudar violão e aí fui me relacionando muito intimamente com essa coisa da criação musical. Eu já bem pequena era capaz de ficar horas e horas ouvindo os discos que tinha na minha casa, dos Beatles ao Gil. Quando fui estudar cinema, meu primeiro projeto autoral foi uma série de documentários sobre a música caribenha. Filmei em Cuba, na Jamaica, Haiti, Trinidad & Tobago e República Dominicana. Ali, eu aprofundei uma pesquisa que eu já fazia intuitivamente em todos os lugares que eu ia. Na adolescência por exemplo, ir para Salvador significava ouvir música, ir nos ensaios dos blocos…”

      Hoje, com mais de 60 músicas autorais, Carol também é cineasta e diretora de televisão – já dirigiu mais de 200 documentários para a televisão e teve seu primeiro Longa-Metragem, “Construção”, lançado na Mostra Internacional de São Paulo, além de ter recebido a menção honrosa do Júri no FEMINA, Festival Internacional de Cinema Feminino do Rio de Janeiro. É ou não é um exemplo e tanto de força feminina?

      Agora, a artista conta com o financiamento coletivo para colocar no mundo seu novo disco. A iniciativa está na reta final e falta bem pouco para atingir a meta da campanha, que é tudo ou nada, ou seja, é hora da gente colaborar com esse projeto autoral, feminino e tão sensível! Dá uma olhada na campanha do disco:

      “Teseu é uma síntese do meu caminho no documentário e na música. Fruto da minha caminhada. São letras que trazem reflexões e metáforas de questões humanas. Vida e morte, luz e sombra, força e fragilidade. Ao mesmo tempo tem um intensão sonora de transmutação. A ideia de levar esses sentimentos humanos para uma luz através de uma alegria rítmica. Criar uma ponte entre a tristeza e a alegria, adicionar elementos sonoros que façam essa transformação. O disco vai envolver o trabalho de muitas pessoas ligadas à música e às artes como meus produtores musicais Mario Lucio do Cabo Verde e Chester Harlam grande músico ítalo-germânico além dos músicos e engenheiros de som brasileiros e do artista visual e músico Cabelo que vai fazer a capa do disco. Quem apoiar o disco fará parte ativamente da construção desse projeto. Vai me ajudar a colocar algo bonito no mundo. Como ajudar um parto”.

      E por falar em valorizar a criatividade do feminino em obras autorais que falam sobre o mundo, a Carol ainda traz mais novidade por aí… Ainda esse ano, lança pelo Canal Curta seu projeto autoral Onde Nascem as Ideias. Uma série de oito episódios sobre o processo criativo de artistas brasileiras, entre elas, Bia Lessa, Juçara Marçal, Mana Bernardes, Angel Vianna e Paula Gaitán. Que potências!

      Onde Nascem As Ideias foi um projeto que eu pensei depois que eu vi pela segunda vez  “Diário de Sintra”, documentário sensível e potente da Paula Gaitán, uma cineasta que admiro muito. Na época eu mesma estava num período fértil de criação, compondo muito e fiquei pensando nessa questão da criação artística feminina. A arte como um embrião, fruto de um desejo ou de uma necessidade e depois de como ela nasce para o mundo. A ideia de dar luz a algo que pode ter surgido de lugares diversos, como o medo, a perda, o desejo, a necessidade, o amor, a intuição. Enfim, como esse universo imenso da intimidade de cada mulher, se refletia na arte, na criação. São mulheres que colocam artes/frutos diferentes no mundo. Todas elas coerentes, sensíveis, inteligentes e de uma potência cósmica. Foi um aprendizado imenso. Sou muito grata a elas:Paula Gaitán, Mana Bernardes, Angel Vianna, Juçara Marçal, Bia Lessa, Sônia Gomes, Lia Rodrigues e Rosângela Rennó”.

      Por aqui, já estamos ansiosas pra assistir a cada um dos episódios com todas essas mulheres que admiramos muito! E claro, na torcida pra ver por esse mundão a fora, em cada cantinho, tocar as músicas de “Teseu” 🙂

      12.07.18
    • inspiralooks pro meca 2018

      Oba, o MECAInhotim começa hoje! E se você ainda não sabe o que usar nos três dias de evento, a gente ajuda: preparamos uma seleção de looks que são a cara do festival e que estão na liqui com até 70% off. Aproveita!

      Um bom vestidão é o pedido perfeito pra curtir o festival com muito conforto e estilo. E quanto mais estampado melhor, viu? Sorte a nossa que tem vários modelos lindos na liqui! Pra fechar, é só caprichar nos acessórios, sem medo: vale misturar colares, óculos, chapéu…


      E se bater um frio em Minas… É só jogar um kimono por cima! Além de estilosos, eles deixam o look superdespojado, a cara do festival…Na liqui, temos desde o de tricot, mais quentinho, até o kimono + bomber, combinação diferente e com uma pegada boho. Qual o seu favorito?


      T-shirt descolada, não tem erro! Aposte nos modelos grandinhos e combine com shorts ou saia: é confortável e estiloso! Pra fechar, capriche no calçado: pode ser uma bota, tênis, sandália estampada… Nunca foi tão fácil montar o look, viu? 

      O body é uma peça superversátil: dá pra usar com calça, saia, short e montar vários looks diferentes! Na liqui, tem modelo pra todos os estilos, com bordado, lurex, estampa… Escolhe o que é a sua cara e se joga!

      Look decidido, agora é hora de se divertir muito no festival. Aproveita!

      29.06.18
    • YES, nós temos BANANADA!

      Na última semana Goiânia foi, pela vigésima vez, palco de um encontro catártico entre música e público. O Bananada, um dos mais tradicionais festivais do Centro-Oeste, fez uma super comemoração pro seu aniversário de vinte anos, e reuniu um público totalmente diverso que ia desde os mais tradicionais apreciadores da tropicália de Gil, até a juventude lacradora fã da musa Pabllo Vittar e do pancadão do ÀTTØØXXÁ. Entre um extremo e outro, claro, muito indie, rock, rap e eletrônico.
      Uma mistureba que é bem coisa nossa 🙂

      No meio do line-up de peso, que reuniu artistas e bandas do Brasil inteiro, Goiânia e o centro do país estavam muito bem representados pra provar que se engana quem pensa que só de sertanejo vive a música local. Vindos de uma cena independente super forte e pulsante, o festival recebeu nomes como Bruna Mendez, BRVNKS, Boogarins e Carne Doce, todos filhotes da capital goiana.

      Nascidos nos rolês no Centro Cultural Martim Cererê, o movimento autoral de Goiânia anda de mãos dadas com os grandes festivais da região, como o Bananada e o Goiânia Noise: “Os festivais são o motor da cena. Desde que eu comecei a tocar, participar dos festivais sempre foi uma meta e isso junta as pessoas. Com os festivais, a gente sempre assistia as bandas de fora e isso retroalimenta e ressignifica nossa arte”. Foi assim que começou meu papo com o Macloys, guitarrista do Carne Doce, banda que teve sucesso de crítica em seu último álbum, o feminista Princesa. Mac, que encabeça a banda junto com sua companheira de vida Salma Jô, enxerga também a importância do traço regionalíssimo do sertanejo pro desenrolar do movimento musical goiano: “É uma inspiração de contraposição. O Bananada começou a acontecer coincidindo com a festa agropecuária de Goiânia. O festival veio como um manifesto de que as coisas podiam ser mais diversas. A indústria do sertanejo é muito opressora: ocupa as rádios, as TVs, as mentes de um modo geral. Acho que é natural que haja uma contraposição onde existe uma força tão grande. Talvez se a gente não tivesse o sertanejo tão forte por aqui, a cena alternativa de Goiânia nem existiria.”


       
      O vigor dos festivais e a dinâmica da música na cidade extrapolam os limites do estado e inspiram transformações que vão bem além de Goiânia. O papo inspirador com Ynaiã Benthroldo, baterista do genial Boogarins, deixou isso bem nítido. Yna, que tem no currículo bandas importantíssimas pra música nacional como o Macaco Bong, é de Cuiabá e mesmo antes de sair da cidade natal já se inspirava na movimentação que a capital goiana irradiava do centro do país. “O primeiro show que eu fiz com Macaco Bong fora de Cuiabá foi aqui e a cidade foi muito receptiva. Essa cena se tornou um espelho pra gente”, conta. A falta de referência artística em cidades fora do eixo Rio-SP é outro problema pungente que as bandas da região enfrentam: “Foi super importante vir pra cá e pra Brasília, porque foram lugares onde entrei em contato com a música erudita e pude conhecer músicos de nível mundial. A referência era muito importante pra que eu voltasse pra Cuiabá e promovesse cursos e festivais inspirados no que vi por aqui. Assim, pessoas que estivessem na mesma situação que eu podiam ter uma visão mais ampla. A dificuldade que a gente tinha em fomentar a cena autoral era global e conhecer outras regiões que passaram por essas questões e superaram incentivou a troca de informações e o fortalecimento da cultura como um todo”. O que era um dificultador foi subvertido em riqueza pelo pessoal da música no Centro-Oeste: “Nesse processo de criar e tentar resolver os problemas das nossas cidades, a gente foi desenvolvendo várias tecnologias que viraram empreendimentos ligados à cultura, educação, economia solidária, festivais de música… Isso virou um catalizador muito interessante de realidades e de troca. Você vira uma referência acessível pra novas gerações que você vê na rua, no mercado, tocando músicas de bandas locais, como Carne Doce e Boogarins”.
       
       
      Agora com uma cena estabelecida e forte, as bandas do centrinho do país ganham projeção nacional, e seguem carregando suas origens nas letras e nos seus temas que são tão locais e globais ao mesmo tempo. Voltando às origens da cena autoral goiana, perguntei pra Salma se existia um paralelismo entre as influências que norteiam a criação da região — será que o sertanejo cantado por mulheres (ou feminejo, pros íntimos) seria resultado da mesma influência que ajudou a trazer Princesa pro mundo? “O feminejo fala muito sobre os mesmos temas do sertanejo tradicional, o ponto de vista da mulher sobre a mesma coisa de sempre. Já a narrativa do nosso meio é muito mais ideológica e de militância.”, explica. “Talvez o feminejo seja ainda mais politicamente eficiente no sentido de trazer discussões. A gente vai estar sempre falando pra um nicho, por mais que mire no mais popular e abrangente possível, a gente sabe que nossa linguagem ainda é muito ligada ao nosso status e estilo, então isso molda muito nosso público”, disse a vocalista do Carne Doce.


      foto: gui guedes (@gguedes)

      Trocando uma ideia com a Bruna, líder do BRVNKS — uma das revelações goianas nos últimos anos — ficou claro que a teoria sobre o alcance do feminejo é real: "Muita gente que não ouve sertanejo começou a gostar, eu inclusive nem ouço em casa sei tudo decorado. Os mundos [do rock e do sertanejo] seguem distantes mas querendo ou não no final das contas todo mundo tá sentindo alguma representação nisso". Pra ela, o momento de reafirmação feminina na música, ocupando os diversos espaços da indústria, é bem palpável pra além de estilos e rótulos: "Eu vejo muita coisa mudando, vejo pessoas prestando mais atenção e principalmente meninas mais novas tendo vontade de tocar e fazer suas próprias bandas. Já recebi muita mensagem de meninas que se sentiram influenciadas por mim e eu sempre digo pra não se preocuparem em fazer algo bom, só fazer algo já tá ótimo! Como mulher sabemos que somos mais cobradas que o normal pra fazer algo "de qualidade". Quanto mais menina fazendo, mais coisa boa aparece, mais coragem outras tem. Vão ter que aceitar e se acostumar que também fazemos as coisas!", concluiu.

      Entender o impacto da música de Goiânia e o quanto um festival como o Bananada contribui pro seu crescimento fez a festa ganhar ainda mais sentido: o festival empurra a cena pra além do entretenimento e se mostra necessário para a diversificação da cultura de massa no Brasil. O fortalecimento das vozes que ecoam fora dos grandes centros vem somar com a força de uma geração de músicos e artistas com fome de mudança e sede de movimento — e quem só tem a ganhar com isso somos nós, o público.

      Essa matéria lindona foi feita pela Déborah Nogueira, colaboradora do Sotaques FARM. E a foto de destaque é da Lara Dias, que também tá sempre com junto com a gente no Sotaques e outros projetos incríveis. <3

       

      23.05.18
    • pra riscar o chão


       
      Hoje chega às lojas e ao site da FARM a nova coleção adidas Originals <3 FARM. Nossa oitava edição traz novos modelos e estampas exclusivas com inspiração no patchwork. E além de linda, o lançamento trouxe uma campanha em parceria com os dançarinos de passinho que riscam o chão:

      “Decidimos combinar nossas estampas favoritas e nos reinventar. Nós olhamos como os músicos mesclam batidas e dançarinos misturam movimentos para moldar nosso próprio ritmo de moda, através de nossas gravuras remixadas ”, diz Kátia Barros, diretora de criação da FARM.

      Adão, Poá, Onça, Leve, Étnica, Camuflagem, Abacaxi Tropical, Ragga e Saudade são as novas estampas da parceria que trazem modelos inéditos – com o knowhow das modelagens de adidas Originals, como: longtracktop, vestido do tipo tankdress, body, longvest e blusas do tipo offshouldertee. O destaque da coleção foi o mix de modelagens e estampas em peças que se combinam entre si, mas que podem ser usadas separadamente.

      Cebolinha, Iguinho Imperador, Salsa, Kipula, Severo 25, Isaque Badalado, Kinho, Acerola, Yure, Bruna Bastos, Thamy e Dudaah fazem parte do casting selecionado pela Block Produtora em parceria com o DJ Vinimax para a gravação da campanha, que foi gravada em Madureira, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro. O local foi escolhido pelos próprios dançarinos por muitos dos ensaios acontecerem no Parque Madureira.

      Sim. A oitava edição da parceria celebra o ritmo, celebra os movimentos do corpo, as manifestações da cultura urbana pelo mundo:

      “Música e moda sempre andaram juntas há séculos. Hoje o Movimento Passinho tem muita força e é muito reconhecido e adorado pelas pessoas. Essa parceria é grande prova de respeito ao movimento e aos protagonistas deles, e uma gigantesca amostra da verdadeira representatividade q a marca busca mostrar” conta Iguinho Imperador, um dos precursores do movimento Passinho e parceiro da FARM no desenvolvimento da campanha audiovisual.

      A emoção do vídeo fica por conta da introdução da voz do Gambá (em memória), conhecido como “Rei do Passinho”, à trilha assinada pelo DJ Vinimax.

      Adidas Originals <3 FARM convida pessoas do mundo todo a encontrar o seu próprio ritmo misturando e combinando as peças desta coleção. Experimentação e liberdade são as palavras para riscar o chão nessa coleção.

      DÁ PLAY! 
       

      Gratidão ao DJ Vinimax, ao Cebolinha do Passinho, ao Iguinho e a Block pela parceria incrível e única. 

      18.05.18