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    • Marielle gigante no Circo Voador

      1 mês e 6 dias sem respostas. Em 14 de abril desse ano a mulher, negra, mãe, favelada, socialista, companheira, amiga, LGBT, militante, intelectual e referência na luta por direitos humanos, Marielle Franco foi assassinada junto seu motorista Anderson Gomes e seguimos sem respostas sobre o caso.

      Marielle presente. Marielle resistente. Marielle gigante: na próxima quinta-feira, dia 26.04, no Circo Voador uma homenagem feita por muitas vozes que rememoram a vida e a luta dessa referência de força feminina.

      Idealizada coletivamente, a noite busca fortalecer a luta popular a partir de uma atividade político-cultural com shows, apresentação teatral e poesia. A partir das 19h todo mundo vai conferir as apresentações de Planet Hemp, Marcelo Yuka, Flora Matos, TudoBom Records com: Filipe Ret, MãoLee, Daniel Shadow, Thiago Anezzi e Pan, MC BK, Heavy baile, Dj Tamy, Bloco Apa Funk, Coletivo Abronca, Cia Buzina Teatral, Cia Entre Lugares e Poetas Favelados.

      A arrecadação do evento será destinada para apoiar 4 coletivos presentes na organização desse dia: Coletivo Fala Akari, coletivo de militantes da Favela de Acari onde ocorria os assassinatos denunciados publicamente por Marielle; Casa das Pretas, onde ocorreu o evento “Jovens Negras Movendo Estruturas” do qual Marielle participou antes de ser assassinada; Coletivo Maré Vive, que é um canal de mídia comunitária feito de forma colaborativa, onde as notícias são desenvolvidas através da colaboração dos moradores no território onde Marielle cresceu e o Pré-Vestibular Comunitário do Centro de Estudos e Ações Solidárias da Maré – CEASM, onde Marielle atuou e que foi responsável pelo ingresso de mais de mil estudantes nas universidades públicas do Rio de Janeiro desde sua criação.

      O que esses coletivos têm em comum? Assim como Marielle fazia, lutam pela garantia dos direitos do povo negro, mulheres negras, LGBTs, favelados e periféricos, através de várias iniciativas como eventos culturais, rodas de debate, comunicação comunitária, acompanhamento de abordagens e revistas policiais em seus territórios e apoio aos familiares e vítimas da violência.

      Marielle, uma representante do povo e, que o povo representou, com projetos como “Assédio Não é Passageiro” e “Espaço Coruja”, ela buscava priorizar políticas direcionadas às mulheres em situação de vulnerabilidade da cidade e ser a voz da parcela da população historicamente silenciada. E hoje, todas essas vozes e mutias outras perpetuam a vida e trabalho de Marielle.

      Então já sabe, estar presente no evento do Circo é continuar a luta pra manter viva a memória de Marielle e Anderson. Garante seu ingresso e bora lá!
       

      20.04.18