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      categoria: gastrô

    • Receitinhas juninas

      Com as baixas temperaturas de junho, o nosso paladar fica mais, digamos, forte. Sabe aquela história de que basta esfriar um pouquinho pra sopa virar janta? Pois é! Juntando com a temporada das festas juninas, não faltam delícias pra gente comer com gosto nessa época!

      Depois das dicas de produção de moda pros arraiás e também de make pra festa junina, o adoro te coloca em mais uma boa pras festas de junho: a das comidinhas! Que tal arriscar na cozinha e chegar na festa com quitutes típicos?

      Não importa a sua preferência, tem uma receita doce e uma salgada super fáceis! Bora pra cozinha!


      Caldo verde

      4 batatas médias
      1 cebola picada
      2 dentes de alho picados
      1 colher ( sopa ) rasa de sal ou a gosto
      5 xícaras (chá) de água
      1 xícara (chá) de couve manteiga cortada em tiras
      1 lingüiça calabresa defumada cortada em rodelas

      Como fazer?
      1. Na panela de pressão, cozinha a batata por cerca de 10 minutos depois do chiado da panela
      2. Bate tudo no liquidificador.
      3. Refoga o alho, a cebola e a couve
      4. Junta as rodelas de calabresa e ferva.

      Na hora de servir, coloca um fio de azeite e ó: fica uma delícia!

      Partiu sobremesa?

      Cuscuz de tapioca com coco

      1 litro de leite integral
      200 ml de leite de coco
      1 lata de leite condensado
      500 g de tapioca granulada
      100 g de coco ralado
      1 colher de sopa de extrato de baunilha
      1 pitada de sal

      Como fazer?

      1. Coloca o leite integral na panela junto com o leite de coco e o leite condensado. Leva a mistura ao fogo baixo até ficar morninho
      2. Desliga o fogo e junta a tapioca granulada, o coco ralado e o extrato de baunilha.
      3. Mistura mais e acrescente o sal
      4. Unta a forma para pudim com manteiga e joga a massa ali.
      5. Leva pra geladeira até que fique durinho.
      6. Depois do descanso, é só tirar a forma da geladeira e desenformar no prato de servir.

      Se quiser deixar o cuscuz ainda mais molhadinho, mistura meia lata de leite condensado com 200 ml de leite de coco e rega todo o cuscuz. É de comer se lambuzando!


      24.06.19
    • Receitinhas do adoro

      Tá chegando o feriadão, e, se seu plano é ficar em casa, a boa é preparar uma receita daquelas de comer fazendo hummmmmm.

      Adivinhamos seu pensamento? Então dá uma olhada na lista, corre pro mercado pra se jogar nesses lanchinhos mara!


      Bolinho de bacalhau

      8 colheres de sopa de azeite de oliva
      1kg de bacalhau dessalgado e desfiado
      1 cebola picada
      2 dentes de alho picado
      Sal a gosto
      Pimenta do reino a gosto
      1kg de batata cozida
      1 ovo
      1 maço de salsinha picada
      Óleo para fritar

      Como preparar?

      1. Aquecer uma frigideira, regar com óleo e refogar o bacalhau com a cebola e o alho, temperar com sal e pimenta e deixar esfriar.

      2. Amassar as batatas, juntar o bacalhau, o ovo, a salsinha e misturar bem.

      3. Moldar os bolinhos com duas colheres, fritar em óleo quente e escorrer bem em papel toalha.

      Crocantinho por fora e macio por dentro, o bolinho de bacalhau é mara!

      Pra fechar com chave de ouro, nada melhor que um bolo delicioso, né?

      Bolo de cenoura com chocolate

      1 xícara de farinha de trigo
      1 xícara de açúcar
      1/2 colher (sopa) de fermento em pó
      2 cenouras grandes
      1/2 xícara de óleo
      2 ovos
      brigadeiros (já enrolados – quantos você quiser)
      Farinha de trigo suficiente para envolver os brigadeiros

      Como preparar?

      1. Misture os ingredientes secos numa travessa e misture.
      2. Bata a cenoura com o óleo e os ovos no liquidificador.
      3. Misture o creme de cenoura na travessa com os ingredientes secos e mexa com delicadeza até a massa ficar lisinha
      4. Coloque em uma assadeira untada e com uma camada fininha de açúcar.
      5. Enrole os brigadeiros na farinha, retire o excesso e arrume-os sobre a massa.
      6. Leve ao forno preaquecido a 180º C por aproximadamente 1 hora e 15 minutos, ou até estar douradinho –
      Desenforme com o topo do bolo virado para baixo do prato, pra esconder os buracos dos brigadeiros

      Você poder servir quentinho, com o brigadeiro de dentro bem derretido, ou em temperatura ambiente, com ele mais firme. Dos dois jeitos fica uma delícia!

      O bolo fica mara sem calda, mas, se você quiser impressionar, faz um brigadeiro molinho e joga por cima como calda. Pode se lambuzar sem medo!

      17.04.19
    • Receitinhas de verão

      Pra aplacar esse calorão na estação mais quente do ano, voltamos com mais uma edição do nosso Receitinhas de verão! Hoje, uma receita mara que serve como almoço ou jantar e uma vitamina que vai repor todas as suas energias depois daquele dia inteirinho na praia!
      É fácil, é rapido, é delícia!

      Salada de macarrão com queijo e nozes

      250 g de macarrão tipo penne integral
      1 xícara de queijo branco em cubos
      5 colheres de sopa de maionese
      6 azeitonas pretas picadas
      ½ xícara de nozes picadas
      5 tomates cerejas cortados ao meio
      6 azeitonas verdes picadas
      2 colheres de chá de salsinha picada
      folhas de manjericão para decorar
      azeite a gosto.

      Modo de preparo
      Cozinha o macarrão até ficar al dente. Escorre a água e reserva até esfriar. Em uma outra tigela adiciona o macarrão já frio, a maionese e os outros ingredientes, inclusive os temperos a gosto. Rega com azeite. Leva para a geladeira até a hora de comer!


      Vitamina pôr do sol


      1 banana prata
      100 g de morango fresco
      1 polpa de pitanga (50g)
      suco de uma laranja Bahia
      1 colher de sopa de mel

      Modo de preparo
      Bata todos os ingredientes no liquidificador e sirva gelado!


      22.02.19
    • Receitinhas de verão

      Gente, e esse calor que não dá uma trégua? O verão chegou chegando no país inteiro e não dá vontade de sair da piscina ou da praia! 💦 💦 💦
      Pensando nisso, a cada duas semanas a gente vai trazer receitinhas mara e bem leves pra você aproveitar a estação mais quente do ano.
      Hoje é dia de pizza feita com massa de couve-flor e suco de abacaxi com côco pra tomar bem geladinho. É rapidinha e serve pra rangar no pós-praia, pra substituir o jantar nos dias de preguiça e até praquela larica da madrugada.

      Bora aprender?

      Pizza com massa de couve-flor

      1 xícara de couve-flor crua
      1 pacote de queijo ralado
      1 colher (sopa) de salsinha
      1 colher (sopa) de orégano
      1 ovo
      Azeite de oliva para untar a forma de pizza

      Sugestão de recheio:

      1/2 xícara de molho de tomate
      200 g de queijo muçarela
      1 tomate picado em cubinhos
      1 cebola média picada em rodelas
      1 fio de azeite

      Vamos botar a mão na massa?

      Preaquece o forno a 230ºC.
      Rala a couve flor crua no ralador ou no processador.
      Mistura todos os ingredientes até que fique uma massa homogênea.
      Unta uma forma de pizza com azeite.
      Despeja toda a massa na forma de pizza e espalha até que fique uniforme.
      Deixa a massa no forno por 15 a 20 minutos até que fique douradinha. Se seu forno for à gás, vai precisar virar a massa e deixar por mais 5 minutos.
      Tira a pizza do forno, espalha o molho de tomate, coloca as fatias de mussarela e em cima o tomate, palmito, cebola, e as azeitonas.
      Rega com um fio de azeite.
      Coloca no forno por mais 5 minutos.

      Tá pronta!

      Bora pra bebida?

      Suco de Abacaxi com côco

      500 ml de água de côco
      4 fatias de abacaxi
      5 folhas de hortelã
      5 cubos de gelo

      Vamos fazer?

      Bate tudo no liquidificador, menos o gelo.
      Junta as pedras de gelo e aperta o botão pulsar do liquidificador

      É só colocar no copo!

      Nham nham! Bom apetite!

      14.01.19
    • Nossa feira orgânica

      Imagina um dia de sol e aquela vontade boa de fazer um almoço com alimentos fresquinhos e orgânicos pra família. A gente pensa logo em ir a uma feira que esteja rolando pelo bairro ou pela cidade, né? A gente ama tanto que pensamos em trazer aqui pra dentro, no nosso jardim, uma feira orgânica pra chamar de nossa! 

      Quem é do Rio ou vem visitar a cidade, já deve ter descoberto uma das feiras xodós que fazem parte do Circuito Carioca de Feiras Orgânicas, são 21 espalhadas por vários bairros. E agora, vai rolar uma especialmente pro nosso time do escritório, na próxima semana! A galera vai poder levar pra casa frutas, verduras, legumes e produtinhos sem agrotóxicos e com muito amor!

      A gente bateu um papo com o Marcos Melo, gestor do Circuito Carioca de Feiras Orgânicas e diretor da Essência Vital que é responsável por 8 feiras do circuito, pra contar porque é tão bom e saudável fazer parte desse movimento!

      Marcos, conta pra gente, como surgiu a ideia das feiras orgânicas no Rio?

      O movimento pela criação de feiras orgânicas no Rio vem das décadas de 70 e 80 com o esforço de grupos ecologistas que iniciaram a produção orgânica na região serrana. Através de organizações de agricultores, agrônomos e moradores do campo e da cidade surgiu a primeira feira orgânica no Rio em 1994, na Glória.
      Mas foi só em 2010, com a chegada da feira orgânica do Bairro Peixoto, em Copacabana, que o chamado Circuito Carioca de Feiras Orgânicas (CCFO) tomou forma com o apoio da Prefeitura enquanto projeto oficial de política pública por meio de um decreto municipal.

      O Circuito permitiu o desenvolvimento de uma tecnologia social que pode ser replicada em diversos lugares, com regras específicas pro funcionamento e comercialização dos alimentos orgânicos. Um projeto único no Brasil!
      Hoje o Circuito possui 21 feiras orgânicas, com quatro organizações gestoras e está ligado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação (SMDEI), da Prefeitura do Rio.

      E além das feiras orgânicas do Circuito, essas organizações gestoras realizam projetos especiais e pontuais em ambientes privados como shoppings, empresas – a FARM <3, e eventos com forma de abrir novas frentes, criar canais alternativos de venda pros agricultores, ampliar e democratizar o acesso de público e fomentar o setor.

      – Em tempos de agrotóxicos e questões que dificultam o acesso à alimentação saudável, como você percebe o papel das feiras orgânicas?

      Diferente das feiras comuns, as feiras orgânicas têm os agricultores, empreendedores formais e alimentos 100% certificados como livres de agrotóxicos. Isso significa que pra que uma feira possa ser chamada de orgânica são necessários muito cuidados e valores agregados. Isso traz diversos benefícios pra todo mundo!

      Como dito, o Circuito Carioca de Feiras Orgânicas é um projeto de política pública voltado para o apoio e fomento da agricultura familiar dedicada à produção de alimentos orgânicos com certificação. Isso permite a fixação e sustentação socioeconômica dessas famílias no campo. Esse então é um dos primeiros e mais valiosos papéis desempenhados pelas feiras orgânicas: a inclusão e preservação dos nichos familiares no campo. Isso evita o êxodo para as cidades.

      Um segundo papel muito importante é sobre a prioridade da venda direta ao consumidor. Toda a parte de alimentos in natura produzidos localmente é vendida diretamente pelos agricultores e seus familiares, que se deslocam de suas terras nas madrugadas de véspera. Desse modo, nas feiras orgânicas do Circuito não existe a figura do atravessador que predomina nas feiras comuns. Isso também diferencia as feiras orgânicas dos grandes mercados que visam maximização de lucros.

      A venda de alimentos orgânicos in natura e processados vindo de outros estados é limitada nas feiras orgânicas e permitida apenas para um mix de produtos pro consumidor e são realizadas por parceiros microempreendedores formais.

      Todo o trabalho possui uma visão sistêmica. Do cultivo da terra com preservação da biodiversidade sem o uso e contaminação de agrotóxicos até a ponta final com preços mais acessíveis ao consumidor, tudo se diferencia. As feiras orgânicas são nossa esperança de um futuro mais saudável, justo e sustentável, elas são insubstituíveis!

      – Quem ainda não conhece as feiras orgânicas pode se questionar em relação ao preço dos alimentos. Mas a gente sabe que essa conta vira na verdade um investimento em saúde, né? Quais as medidas pra, aos poucos, mudar a consciência da população?

      É importante a gente sempre ter em mente a diferença entre preço e valor. Preço é o que pagamos em moeda pelo alimento. Valor é tudo aquilo que o alimento agrega desde sua semeadura até sua venda ao consumidor. O preço dos alimentos orgânicos é formado por um conjunto expressivo de valores agregados, que não existem nos alimentos comuns. Não há como comparar um alimento cultivado com enormes cuidados ambientais com outros que degradam nosso meio ambiente e envenenam nossas famílias. Existe uma falsa economia com os alimentos convencionais. O custo à saúde com o consumo de alimentos cultivados com agrotóxicos no final é enorme.

      Mas entendemos que a diferença de preços afeta e leva o consumidor a fazer escolhas. O Brasil possui um grave problema de distribuição de riquezas e de renda e isso, sem dúvida, é um fator que dificulta o acesso da população aos alimentos orgânicos que possuem maior qualidade em decorrência dos cuidados e valores que agregam. O maior dos problemas está na renda e não no preço do alimento orgânico. É claro que também existem outros problemas como, por exemplo, falta de escala (pequena produção orgânica no país), alta tributação e especulação por parte de mercados oportunistas, três fatores que elevam o preço final dos orgânicos aos consumidores. Mas nas feiras orgânicas podemos atenuar alguns desses gargalos, melhorar os preços e facilitar o acesso aos orgânicos.

      Ao contrário do que é possível imaginar e diferentemente do que ocorre em grandes mercados, os preços praticados nas feiras orgânicas são mais justos. Diante de tantos esforços para fazermos chegar até a sociedade alimentos com a certificação de uma produção sustentável e puríssima, 100% livre de agrotóxicos, o que se cobra nas feiras é o que o alimento vale. E nas feiras ainda há a possibilidade de conversas e descontos na hora de pagar que não existem nos mercados comuns.

      Todos no setor orgânico tentam realizar um constante trabalho de educação junto à população, mas isso deveria contar com um forte apoio de nossos governantes. Enquanto isso não acontece, as feiras são nossos melhores espaços de diálogo e por meio delas realizamos esse trabalho pedagógico instrucional com a população.

      Com o tempo entenderemos que caro mesmo é consumir alimentos que poluem nossas águas, degradam nossas terras, envenenam nossos agricultores e famílias, geram doenças degenerativas, exterminam nossa biodiversidade e só enriquecem a indústria dos agrotóxicos.

      O alimento orgânico puro, nunca deve ter seu preço percebido como custo, mas como investimento que cuida de nosso meio ambiente e de nossa saúde.

      Consumir alimentos orgânicos é então um cuidado com a nossa saúde e a de quem a gente ama, por isso, não poderíamos deixar de trazer pra dentro da nossa casa que é a FARM, uma feira orgânica especial pra galera de dentro. A expectativa por aqui tá a mil e por aí?

      Estamos muito felizes com a oportunidade dessa parceria! Acreditamos que a FARM esteja fazendo história e dando um grande exemplo de responsabilidade socioambiental e de cuidado com a saúde e bem-estar daqueles que atuam na empresa. Queremos que dê certo e que todos abracem com carinho a feira orgânica para que se torne fixa, um momento de celebração e alegria.

      Vai ser uma felicidade só mesmo! E pra galera de fora… quais os bairros o Circuito ocupa e como saber mais infos sobre esse roteiro?

      Atualmente o Circuito Carioca de Feiras Orgânicas conta com 21 feiras em bairros cariocas. Para ter acesso a lista completa dos endereços é só acessar o mapa de geolocalização. Nossa organização Essência Vital é responsável pela gestão de oito dessas feiras do Circuito, que ocorrem nos bairros Botafogo, Flamengo, Laranjeiras, Urca, Leme, Gávea, Tijuca (Praça Xavier de Brito) e Grajaú. Temos uma página bem bacana no facebook, é só acompanhar a gente por lá!

      Saúde, cuidado e conhecimento andam sempre juntos! Escolhe a feira mais pertinho de você e vai lá experimentar as delícias orgânicas. Já já a gente conta como foi a nossa feira por aqui, fica de olho <3
       

      31.07.18