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sua mochila está vazia

      categoria: galeria

    • inspiralooks pro meca 2018

      Oba, o MECAInhotim começa hoje! E se você ainda não sabe o que usar nos três dias de evento, a gente ajuda: preparamos uma seleção de looks que são a cara do festival e que estão na liqui com até 70% off. Aproveita!

      Um bom vestidão é o pedido perfeito pra curtir o festival com muito conforto e estilo. E quanto mais estampado melhor, viu? Sorte a nossa que tem vários modelos lindos na liqui! Pra fechar, é só caprichar nos acessórios, sem medo: vale misturar colares, óculos, chapéu…


      E se bater um frio em Minas… É só jogar um kimono por cima! Além de estilosos, eles deixam o look superdespojado, a cara do festival…Na liqui, temos desde o de tricot, mais quentinho, até o kimono + bomber, combinação diferente e com uma pegada boho. Qual o seu favorito?


      T-shirt descolada, não tem erro! Aposte nos modelos grandinhos e combine com shorts ou saia: é confortável e estiloso! Pra fechar, capriche no calçado: pode ser uma bota, tênis, sandália estampada… Nunca foi tão fácil montar o look, viu? 

      O body é uma peça superversátil: dá pra usar com calça, saia, short e montar vários looks diferentes! Na liqui, tem modelo pra todos os estilos, com bordado, lurex, estampa… Escolhe o que é a sua cara e se joga!

      Look decidido, agora é hora de se divertir muito no festival. Aproveita!

      29.06.18
    • galeria – camila carlow

      Um tributo à natureza delicada do que há dentro de nós. A série "Eye Heart Spleen" é obra da artista Camila Carlow que esculpe órgãos humanos a partir de variedades vibrantes de plantas selvagens, flora, videiras e bagas da cidade de Bristol na Inglaterra. É um projeto que contempla a natureza que vive dentro de nós, seres humanos, fazendo uma analogia à fragilidade e importância das plantas.  A coleção é um convite a olharmos nosso corpo com mais sensibilidade, cuidado e atenção e ter o mesmo olhar para a natureza, o ambiente que nos cerca, nos envolve e também nos mantém vivos. A-ma-mos!

      28.03.18
    • galeria – marisol ortega

      As ilustras de Marisol Ortega dão vontade de tirar fruta do pé, fazer uma vitamina e sentir a energia tomando o corpo todinho, vontade de caipirinha à beira-mar, de mergulho na piscina, de sombra fresquinha num dia de sol. Enchem os olhos e o coração de saudades de uma infância boa com os pés no chão, lembram um jardim tropical, brisa perfumada do quintal, suco e sorvete. Como uma salada de frutas chique que dá vontade de devorar e ao mesmo tempo pendurar na parede! Belos e refrescantes, os desenhos mostram frutas comuns na rotina da americana e de sua raiz latina, algumas estão agora na nossa fruteira, outras ficamos com vontade de provar, mas uma coisa é certa, trata-se de uma arte leve e deliciosa, como bem pede a estação!
       

      18.01.18
    • galeria – ex africa

      E se janeiro não começou com o sol escaldante que esperávamos, quem vai reclamar? Os dias nublados além de mais fresquinhos nos guiam pra novos rumos, outros olhares e ângulos da cidade. E pra quem busca novas referências no ano novo, uma maneira de começar com o pé direito é visitar a nova exposição do CCBB carioca, "Ex Africa". A maior exposição de artistas contemporâneos africanos já realizada no Brasil reúne a partir de 20 de janeiro obras de 20 artistas vindos de 8 países do continente múltiplo e gigante onde o mundo começou, afinal, como diz a expressão que deu origem ao nome da mostra: "Ex Africa semper aliquid novi", da África sempre há novidades a reportar. São cerca de 80 obras que revelam a pluralidade da África, entre memórias, política, raízes e afetos, tradições e modernidades, numa viagem imperdível, que aliás, também funciona bem nos dias de sol. Ou qualquer outro dia que você deseje se encantar e se encontrar.
       

      05.01.18
    • Galeria – Aiste Stancikaite

      A gente adora quando a arte confunde nossos sentidos, embaralha nossas ideias e testa nosso olhar. As vezes essa sensação vem de obras elaboradas, as vezes isso tudo está na simplicidade de um desenho. E é o que vemos nas ilustrações da lituana Aiste Stancikaite, que reproduz em texturas perfeitas objetos, peças de roupa e rostos marcantes, usando a técnica mais simples que se pode imaginar: lápis e papel. Em tempos em que a modernidade impera, entre fantasias em 3D e ilusões virtuais, é do modo mais tradicional que ela faz saltar nossos olhos de dúvida e encanto perante tanta perfeição. A técnica impecável de Aiste se alia ao seu olhar esperto, que observa entre sombras e luzes, cada detalhe das coisas inusitadas com as quais ela esbarra e que se transformam em beleza e arte. E afinal, é mesmo o olhar que faz a arte.

      28.12.17
    • Galeria – Sally Nixon

      O que você faz quando ninguém está olhando? Coisas do cotidiano, tão banais, honestas e íntimas na vida de toda mulher, foram reveladas com a delicadeza e a beleza de quem sabe do que está falando. A ilustradora Sally Nixon se inspirou na própria vida pra mostrar ao mundo um pouquinho da vida secreta (e deliciosa) das mulheres quando estão sozinhas, ou totalmente confortáveis em algum ambiente, desfrutando da própria companhia. Andar pelada pela casa, fazer uma baguncinha, pintar as próprias unhas ou compartilhar uma guloseima com o bichinho de estimação, oops. Os alvos da criatividade de Sally são aqueles momentos de verdadeiro relaxamento, sem filtro no instagram, que fazem de nós todas um pouquinho iguais. Ainda bem!

      21.12.17
    • Galeria – Cassino

      Nem tudo que reluz é ouro e nem sempre purpurina é festa, mas com certeza o brilho dourado que reluz do falso ouro de plástico que nos chama pra dança e alegria desabotoa sempre uma memória festiva e glamourosa, mesmo que nostálgica. E não poderia ser de outro jeito que o salão que costumava ser o mais alegre e vibrante do Rio volta à cena da cidade. Palco que abrigou Carmem Miranda, a aristocracia, malandros e boêmios que faziam do Rio de Janeiro o lugar mais quente do mundo dos anos dourados, as ruínas do Teatro do antigo Cassino da Urca ganham vida e brilho com uma camada de arte. Na intervenção do artista Heleno Bernardi, que ocupa o salão do prédio histórico que hoje abriga o IED – Rio, o que era memória, concreto e pó volta a trazer contemplação e deslumbre, como as moedas que tilintavam entre as apostas, os sorrisos das vedetes e os figurinos brilhantes que circulavam por lá. A obra fica exposta até o dia 20 de dezembro, e nós recomendamos essa viagem no tempo bonita e multi-sensorial. Afinal, a arte reluz! 

      14.12.17
    • Galeria – Opavivará

      Bicho, barulho, fruta, gente. Canga, bagunça, comida, dança. O Brasil tropical, tropicaos, o que causa e movimenta, das ruas aos mercados, passando pela casa da gente, o coletivo carioca Opavivará zomba da rotina, tirando o cotidiano do lugar comum, levando a arte pras ruas e as ruas pras instituições de arte, numa inversão que inclui e transforma através da celebração. E assim cangas de praia viram manifesto, redes compartilhadas viram evento e feira vira banquete público convidando todo mundo a ver, tocar, sentir e trocar. O Opavivará transforma os espaços públicos em museus a céu aberto, e convida todo mundo pra festa, democratizando a experiência artística e transformando as sensações em obras de arte. E quem não quer participar? Viva a arte que se compartilha, viva o Opavivará!

      07.12.17
    • Galeria – Gabriela Machado

      Durante 20 dias numa residência nos Hamptons, em NY, a artista Gabriela Machado transformou a paisagem ao redor num exercício diário, de captar e colorir o que os olhos sentiam, entre a luz, a natureza e e as sensações que via ao redor. O resultado foi um diário visual transformado em pequenas pinturas, como páginas de um caderninho, preenchendo os dias com cor. De volta ao Rio Gabriela seguiu a rotina, dessa vez transformando em quadros os tons mais quentes e intensos da cidade, criando um contraste entre os dois lugares, através do mesmo olhar. As obras em formato pequeno, diferente do que a artista costuma apresentar, quadros grandes onde usa também o movimento do corpo pra pintar, estão em exibição na Auroras, em Sampa até dia 17 de dezembro, espaço que já mereceria a sua visita por si só! 

      30.11.17
    • Galeria – Daria Hlazatova

      Toda mulher é mística, assim de cara, toda mulher é em si um milagre, toda a natureza, alguma coisa de mágica que não se explica assim, com uma palavra qualquer. Mas a artista ucraniana Daria Hlazatova explica em ilustrações, pontinho por pontinho, traço a traço, a realeza, a grandeza e a imensidão que toda mulher tem e é. São desenhos feitos de forma simples, com lápis, borracha e caneta, mas complexos, como signos secretos, como um tarot particular de cartas poderosas, com deusas, feiticeiras, fadas, seres do céu, da terra ou do mar, que correspondem um pouco ao arquétipos que todas nós carregamos dentro, e que vez ou outra escapolem pra passear. Como uma bagagem ancestral preciosa, da arte, do amor e do prazer feminino. Da arte, do amor e do prazer de ser mulher. 

      23.11.17
    • galeria – arte escondida

      Existe um universo escondido debaixo da terra, escondido não só pra quem prefere circular ao ar livre, entre a natureza, o asfalto e as pessoas que passam, mas escondido também pra quem costuma e precisa circular pelos metrôs. Pois mesmo quem costuma passear diariamente pelos caminhos internos da cidade, poucas vezes consegue olhar ao redor e contemplar a arte peculiar entre o cinza e as estruturas de ferro. Mas o fotógrafo canadense Chris M. Forsyth está por aí pra nos fazer olhar pros lados e ver a beleza invisível nos metrôs, circulando por estações do mundo pra mostrar as peculiaridades, os diferentes estilos e a vida própria que esses espaços costumam ter. Alguns são intencionalmente artísticos, outros são históricos, trazem o perfume do bairro e da cidade, outros são simples, mas ainda assim cheios de linhas, formas e sombras interessantes. Vale acompanhar essa viagem pelo instagram do moço e também traçar a sua própria viagem, procurando novos ângulos pelo caminho!

      16.11.17
    • galeria – todas as curvas

      Como a maioria das meninas nascidas nos anos 80, a artista inglesa Zoe Buckman cresceu ouvindo e sendo influenciada pelo Hip Hop americano, sem nunca prestar exatamente muita atenção no que as letras diziam, ou no contexto machista e violento que muitas vezes rolavam por trás das músicas de cantores como Tupac Shakur e Notorious B.I.G. Com o passar dos anos, morando em NY e ativa como feminista, Zoe tinha um problema, continuava gostando das músicas, e mergulhou num conflito pessoal que foi resolvido da melhor maneira, através da arte. A artista resolveu ressignificar a brutalidade das letras, bordando de forma delicada e feminina as frases em lingeries dos anos 50, um período de grande repressão à mulher. No trabalho "Every Curve", a feminilidade tem a força, enquanto as palavras misóginas viram só um enfeite do nosso ser. Bonito e potente, vale a pena ver.

      09.11.17