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sua mochila está vazia

    • tem de ir: ron mueck

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      Foi uma saga: desde que abriu no fim do mês passado, a expo do artista plástico australiano Ron Mueck, no MAM, aqui no Rio, tem filas dignas de Disneylandia.

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      A gente tentou ir na inauguração, na esperança que um dia de semana fizesse a diferença e… Fail, 12 mil pessoas. Tentamos o fim de semana seguinte e só mais 13 mil pessoas – culpa nossa porque estamos carecas de saber que domingo chuvoso na cidade = dia de museu.

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      Resolvemos mudar de tática: partiu MAM numa quarta-feira qualquer pós almoço. Mal a gente sabia que toda quarta, depois das 15h, a expo é gratuita. Dá-lhe fila, excursões e afins. Dessa vez não desistimos, ficamos e “bora fazer as fotos da pauta disputando um espacinho ombro a ombro”.

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      Valeu a pena. O que se vê são nove obras, três compostas especialmente pra América Latina, feitas de silicone, fibra de vidro, resina e pintura acrílica (muito) realistas, além do documentário Still Life: Ron Mueck at work, do francês Gautier Deblonde, sobre o processo de criação dessas últimas três obras.

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      Mueck, que vive em Londres, começou criando fantoches e adereços pra TV e filmes infantis até fundar a própria companhia. Apesar de ter exposições aclamadas mundo afora, elas são incomuns – ele trabalha lentamente, de maneira meticulosa, o que se traduz nas suas esculturas perfeitas.

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      Qualquer semelhança com a vida cotidiana não é mero acaso, suas peças, tem um quê familiar, de “já vi isso antes”, porém brincam com escalas que extravasam o real. São fáceis de se relacionar e de emocionar e talvez por isso a mostra tenha arrastado tanta gente, entendidos de arte ou não, pelos lugares onde passou.

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      Fotos: Felipe Fraga Brown

      Aqui no Rio, fim do circuito dessa exibição pelo mundo, as obras ficam até 1º de junho e pra evitar filas muito longas, a boa é tentar comprar ingresso pelo site e chegar cedo. Ou, caso consiga, dá um jeitinho de passar lá num dia de semana. Só não vale deixar de ir, ok? 😉

      05.04.14