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sua mochila está vazia

    • partiu ásia?

      BOLA

      Pra quem tá sonhando em viajar pra Asia e quer ir mais além da Tailândia, a gente dá a boa. A Maria Garcia, do @mariasmgarcia, esteve por lá há pouco tempo e passou pra gente altas dicas, como por exemplo, uma escapulida até o Myanmar, que faz fronteira com Tailândia, China, Laos, India e Bangladesh – um recanto de tons sobre tons, de templos, de oferendas pra Buda, de belos e gentis sorrisos… É o lugar do dourado açafrão da roupa dos monges que caminham, em silencio, por todos os lados do país! ♥

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      E se por aqui a fé move montanhas, no Myanmar ela move quase tudo: cerca de 85% da população é budista. É um país de orações e oferendas, onde basta levantar o olhar pra ver um pagode, com sua inconfundível cúpula em forma de sino – e quase sempre dourada. Ah! É também um país de artes, de pinturas, de joalheiros, de pedras preciosas como as das mil e uma noites, de sombrinhas de papel desenhadas à mão, de roupas de seda, do encanto e da perfeição do trabalho artesanal, feito um por um com dedicação e atenção!

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      E, embora tenha passado por uma forte ditadura militar, que começou em 1964, e só recentemente, em 2012, começar a se abrir pro mundo – celebrando eleições e iniciando um caminho em direção à democracia, é inegável a beleza de lá. Pra te dar uma força, a Maria escolheu uns roteiros imperdíveis. Anota aí e boa viagem! 🙂

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      Vá pra Yangon: uma das dicas é conhecer o pagode Shwedagon, o mais venerado, por ter, segundo as lendas, cabelo de Buda. Impressiona com sua gigantesca cúpula dourada (tem aproximadamente 98 metros de altura) e é coberto por placas de ouro e pedras preciosas, levando um diamante gigante na ponta. Ao chegar, se nota a relação da população com o local, presenciando meditações, orações, um lugar de silêncio, contemplação e oferendas, e, ao mesmo tempo, um local de encontros, convívio, de pessoas conversando, passeando com amigos e família. É lindo!

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      Vá pra Bagan: imagina uma paisagem infinita, dourada e com mil cúpulas no horizonte, com entardeceres fascinantes? Assim é Bagan. Pra chegar, pode pegar um ónibus desde Yangon ou Mandalay (ambas as cidades possuem aeroportos com vôos desde Bangkok) e existe também a possibilidade de pegar um trem, mas é menos confortável e mais demorado. O vilarejo, que é bem rústico, mas muito confortável, já possui uma ampla oferta de pousadas, hotéis, pensões e, claro, muitos albergues. O ideal pra explorar é alugar uma bicicleta, por 3 dólares todo o dia, e se perder pelos campos de pagodes. Aliás,  Bagan é a cidade dos mais de 2 mil pagodes!

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      Vá pra Inle Lake (Lago Inle): um lago de águas limpas, rodeado por montanhas e com mais de 200 aldeias e povoados flutuantes em casas de palafita, onde vivem os Intha, filhos do Lago. Ele é todo cultivado com pescadores que usam uma técnica curiosa de se equilibrar em uma perna na ponta dos barcos e a outra usam pra remar hehe. O Lago Inle se tornou um dos principais lugares buscados por viajantes que percorrem o Myanmar. Pra chegar até ele, há vários caminhos: desde Bagan, tem vans e ônibus que rodeiam as montanhas em uma viagem especial e os preços variam de 15 dólares, partindo de Bagan, até 30 ou 40 dólares, saindo de Yangon.

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      Vá pra Mandalay: a segunda maior cidade do Myanmar, por onde chegam muitos vôos e onde se pode vislumbrar um pouco da pobreza e do caos do país, mas também os sorrisos, as roupas tradicionais, a curiosidade dos habitantes e os grandes mercados de jóias, onde ouro e pedras preciosas são expostos pra fascinar qualquer olhar. Ah! De Mandalay é fácil ir pra todos os outros pontos do Myanmar! 😉

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      Ah, Maria! A gente adorou as dicas. Como lidar com essa vontade de viajar tipo… já? 🙂

      11.09.15