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    • os 5 mais… livros!

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      Que o Adoro tem os amigos mais antenados do Brasil, ninguém duvida. Daí, meio que de brincadeira, a gente resolveu criar o ‘5 mais’, um post sem data ou hora certa, com as cinco coisas mais bacanas eleitas por essa turma esperta.

      A Lê, do Letuce, por exemplo, ama livros e deu as dicas dos que não saem da cabeceira, nem do ♥ dela. Vem suspirar:

      1) Moby Dick: Sempre tive fascínio e terror com baleia. Mergulho em Angra dos Reis, vejo uma pedra e acho que é baleia e saio nadando em pânico. Era um clássico que me sondava, eu abria umas traduções, não me interessava, até que de repente, rolou. Fluiu. Aprendi muito sobre o mar com esse livro, me senti conectada aos 70% do que é o planeta, afinal: água. Sei que não é qualquer pessoa que se emociona com o funcionamento de uma embarcação ou caça, mas justamente por ser algo tão estranho ao meu mundo, bateu forte.

      2) Paixão segundo G.H: Clarice Lispector já fazia parte da minha rotina, já tinha sido sequestrada por ela, já sabia que o lance ali era sagrado e infinito. Com 25 anos, achei que estava na hora desse. Quando fiz teatro, ouvi rumores que Fauzi Arap tinha dado LSD para a escritora, e ela escreveu tal romance em uma talagada só. São boatos, pode ser besteira, pode ser maravilhoso, não julgo, acho curioso saber e viajar longe. Esse livro me machucou muito. Mas eu queria, eu desejei ser agredida, e tudo bem, viver é uma agressão. Esse livro dividiu minha vida, lembro que em determinado momento, parei de ler, porque não estava aguentando. Mas depois retomei, ainda bem.

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      3) Ariel: Sylvia Plath era um nome, não sei se veio na faculdade de Letras, ou se já antes eu fiquei curiosa e saí à caça. Tenho o livro em inglês e português, acho importante nesse caso, ainda mais falando a língua. Algo de muito perturbador e sonoro nela, me comove. Me fez ficar atenta às metáforas, me fez entender o poder das metáforas. Amo os finais, amo a forma como ela conclui suas sagas mentais. Sempre volto nesse livro.

      4) O Amor nos Tempos do Cólera: Outro grande clássico. Já tinha lido ‘Cem anos de Solidão’, do Gabriel Garcia Marques, já tinha salivado e vislumbrado toda uma vida fantasiosa, mas sagas de amor me interessam demais, e peguei o livro do meu avô, com sublinhados dele, o que me emocionou mais ainda, e fiquei fascinada com a epopéia romântica que o livro conta. GGM é de outra raça, aquilo ali é muito sério, cada página dá vontade de abraçar ou sublinhar tudo, avassalador. Nem quis ver o filme, perdão.

      5) A Louca da Casa: Rosa Montero, escritora espanhola me chegou de surpresa. Estava num sebo, vi um livro chamado ‘Paixões Sobre Vários Casos de Amor ao Longo de Toda História do Mundo’, e adorei o jeito dela. Daí, soube que ela tinha escrito “A Louca da Casa”, um livro que fala sobre escrever, sobre ler, sobre escritores, sobre manias, sobre os personagens x autores, fiquei fascinada e vibrei de cabo a rabo, quando o livro acabou, fiquei tristinha. Todo mundo que gosta de ler ou escrever, ou os dois, deveria ler esse livro.

      03.10.15