• Tire suas dúvidas sobre pedidos, trocas e devoluções.
    Atendimento nos dias úteis das 9h as 18h.
  • Receba dicas de estilo, via Whatsapp, para realizar uma compra personalizada!

sua mochila está vazia

    • mochilão: Bahia (parte 2)

      bola

      Essa semana a gente segue de carona com a Lu Agnese, nossa colab, e o namorado, o Dé, pela roadtrip que os dois fizeram pelo sul da Bahia…  É que a vontade de brincar o carnaval é grande, mas às vezes rola aquele desejinho de pernas pro ar, sabe?

      1

      “Já dizia Vinícius: ‘Um velho calção de banho, o dia pra vadiar, o mar que não tem tamanho, um arco-íris no ar…”, é assim que me sinto quando estou na Bahia, mas, principalmente, quando vou à Praia do Espelho, entre Caraíva e Trancoso”, conta a Lu.

      2

      As falésias que desenham a paisagem; o rio que corta a praia, onde parte é areia negra, parte é areia branca; piscinas naturais… É pura poesia. Ano passado contei como foi chegar por lá através da trilha de Caraíva, mas por Trancoso, tanto dá pra ir à cavalo, num passeio que dura metade do dia ou de carro, mais rapidinho.

      3

      Nesse ano, voltamos duas vezes ao Espelho e almoçamos em dois dos meus restaurantes prediletos: a Silvinha, onde reservamos com antecedência uma mesa num espaço só pra gente em frente ao rio. Dá pra chegar antes e passar o dia nas esteiras petiscando e tomando caipis até dar a hora do almoço. Lá, não tem essa de cardápio, quem escolhe o prato é a própria Silvinha, que mistura peixes e legumes com um toque oriental. Tudo leve e orgânico, mas sem perder a bossa baiana.

      4

      O segundo é o japa-sensação da Mel, filha da Silvinha, e que fica na casa ao lado da dela. Pode esquecer os japas mais badalados que você já foi entre o Oiapoque e o Chuí, esse dá de 10 em vibe, vista, comida.. Não tem melhor no Brasi-ô.

      5

      Trancoso foi tudo muito bom, tudo muito bem, mas logo depois do reveillon, nos despedimos dos nossos amigos e subimos a costa rumo à Piracanga, na Península de Maraú.

      6

      Piracanga, nós já contamos por aqui, é uma ecovilla perto de Itacaré, onde funciona um Centro de Realização do Ser, dedicado à interiorização, à espiritualidade e à humanidade.

      7

      Eu já tinha feito dois retiros ali alguns anos antes, mas pro Dé era a primeira vez e ele amou. Nos dias que ficamos por lá, rolaram algumas palestras e vivências, uma amostra do que acontece nos retiros e cursos durante o ano.

      8

      Participamos de danças circulares, de meditações coletivas, vivências de constelação familiar, de energia Deeksha… Uma das mais legais foi a palestra do Edgar, arquiteto e urbanista conhecido mundo afora e que criou o projeto Play The Call, uma espécie de gincana on-line mundial, onde os participantes são desafiados a realizar diferentes missões que vão de ações simples como plantar uma árvore, às mais complexas, tipo reformar uma praça. Detalhe: as crianças são as protagonistas.

      9

      Rolou muita água de coco, açaí, surf … Piracanga é sempre uma experiência única. Aquele astral de troca, de entrega… Todo mundo sorri pra você, todo mundo tá disposto a ajudar, a colaborar… É bonito de ver, uma delícia de sentir e aprender.

      10

      Voltamos querendo ficar, já to com saudades daquele mar, daquele clima de férias o ano todo… De passar as tardes numa esteira de vime bebendo água de coco… É tão bom.. Diz aí, Vinícius!

      04.02.16