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sua mochila está vazia

    • Instituto Guandu: já conhece?

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      Desde que descobriu o universo infinito e maravilhoso da compostagem, a jornalista Fernanda Danelon começou uma pequena revolução interna hehe. A naturalidade daquele processo que transformava lixo em vida fez com que uma luz acendesse no caminho e ela não hesitou: seguindo a intuição, transmutou o seu trabalho no seu propósito de vida….

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      E aí criou o Instituto Guandu, que nasceu com o objetivo de fazer a coleta seletiva dos resíduos orgânicos produzidos pelos restaurantes em São Paulo, transformar em adubo através da compostagem e devolver o lixo em forma de hortas (que podem ser instaladas nos próprios estabelecimentos ou coletadas em alimentos orgânicos produzidos por agricultores urbanos de São Paulo). Sim, por mais incrível que pareça: existe roça em SP. Segundo a Fê, são mais de mil famílias plantando, apesar de não serem reconhecidos por lei.

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      E ela sempre foi apaixonada pelo processo lindo e natural da vida – o concreto paulistano nunca a impediu de ter uma hortinha ou transformar lixo em adubo em casa. “Atualmente os brasileiros geram em torno de 200 milhões de resíduos orgânicos por dia. A compostagem pode começar dentro de casa e, por enquanto, a melhor solução são os minhocários – fáceis de manter até pra quem mora em uma apartamento de 30 metros quadrados”, conta a Fê. “É incrível como um minhocário pode mudar a vida de uma família.”

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      No TED que rolou em junho desse ano, inclusive, ela contou sobre uma iniciativa da Prefeitura de Sampa que distribuiu dois mil minhocários pra famílias de diferentes classes sociais. O resultado? 78% dos presenteados mudaram seus hábitos alimentares e começaram a comer mais frutas e verduras. A vontade de ter uma plantinha em casa também aumentou e um terço deles, de repente, se viu compartilhando ótimas experiências com a compostagem pra vizinhos, amigos…

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      “Quando criei o Instituto Guandu, não tinha milhões pra investir, mas sabia que tinha que começar. Falei com um ou dois restaurantes já mais sensibilizados com a causa e comecei a levar o lixo no porta malas do meu carro. Sou mãe, dona de casa… Quando vi, estava levando as crianças, o gato, o cachorro, mais o lixo lá no porta malas”, relembra. “Eles diziam: ‘mãe, você tá com lixo no carro, olha essa fedor’. E ninguém disse que seria fácil, mas não era um trabalho, é meu propósito de vida.”

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      Pra continuar por dentro da vida da Fê, passa no The Summer Hunter.

      31.07.15