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sua mochila está vazia

    • arte na pele

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      O desenho sempre fez parte do ser Gabriel. E é mesmo muito impressionante ver a sua arte se manifestar. Como se nada fosse, de um piscar para o outro, Gabrilândia cria um universo inteiro. A cada traço, linha, ponto, movimento. Há dois anos, certas conjunções cósmicas abriram os caminhos e de repente ele estava ali, terminando a sua primeira tatuagem. Um polvo. Era março de 2013.

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      “Eu tenho lembranças muito vívidas da minha infância através do desenho”, contou o tatuador e artista plástico, Gabriel Almeida da Silva, durante uma divertida entrevista para o The Summer Hunter, num fim de tarde gostoso em São Paulo, um dia antes dele voltar para o seu ateliê na Chapada dos Veadeiros.“Sempre tive um impulso de desenhar no meu corpo e no corpo das pessoas. Acho que isso é uma coisa muito natural pra quem desenha na verdade. Mas a tatuagem sempre me pareceu uma possibilidade muito distante, apesar de gostar muito”.

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      O lance não era medo da maquininha. “Eu nunca tinha visto uma tatuagem dentro dos estilos clássicos que eu sentisse identificação como traço, ou possibilidade. E achava que não era possível fazer de outro jeito”, explica, entre um traço e outro no seu moleskine. “Mas aí em algum momento, eu conheci o Rui e ele pilhou nessa ideia, disse que eu me dar muito bem tatuando”. Depois de uma ida frustrada à Galeria do Rock, a poeira baixou um pouco. “O cara da loja me disse que desenhar era diferente de tatuar e me deu um folheto com um curso de pintura. Foi bizarro, ele nem me conhecia”.

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      Até que um dia, o mesmo amigo Rui apareceu com uma maquininha e tudo mais que ele precisava, inclusive um convite para estrear a sua arte na sua própria barriga. “Eu levei umas três horas e meia para fazer a tatuagem e senti muitas coisas ao mesmo tempo”, relembra. “Foi muito estranho sentir o cheiro do sangue, a pessoa sentindo dor e também a resposta da pele, que é tão imediata. Fiquei aflito em alguns momentos, mas percebi que era só uma questão de entender o tempo daquilo. Recentemente eu descobri que o lugar que ele escolheu é um dos mais difíceis”.

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      Curtiu? Vem ler mais no The Summer Hunter e descobrir os lugares preferidos do Gabrilândia na Chapada dos Veadeiros!

      13.05.15