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sua mochila está vazia

      categoria: comidinhas

    • Novidadinhas da semana

      Achou que o adoro te deixaria sem as melhores dicas do que fazer no fim de semana? Achou errado! Tem teatro, show, gastronomia… é só escolher o rolê que se encaixa na sua vibe e botar a cara na rua! Vem ver o que a gente selecionou pra você ♥

      RJ

      Sábado, dia 6, vai rolar uma oficina de pompoarismo e danças sensuais africanas ministradas pela minas do Yoni das pretas. As aulas vão acontecer no espaço Terapretas, na Lapa, e começam às 15h. Partiu?

      Que tal testar um rolê diferente do habitual? O Açougue Vegano desembarca na Void Botafogo neste fim de semana. Além da tradicional coxinha de jaca, o restaurante vai levar também uma versão vegana de cachorro quente, espetinhos diversos e muito mais. Nham!

      A companhia teatral Cine em Canto estreia neste fim de semana a temporada de Meu Caro Barão, um musical inspirado nos Saltimbancos, com músicas de Chico Buarque tocadas ao vivo. O espetáculo é teatral, com toque de dança, canto e circo e poderá ser visto até o dia 21 de outubro no SESC Tijuca.

      SP

      Sexta e sábado o primeiro bloco de carnaval afro da Bahia – Ilê Ayê – se apresenta no Auditório Ibirapuera. O show – que terá, entre outros convidados, a cantora Xenia França – faz parte da comemoração pela ocupação Ilê Ayê no Itaú Cultural.

      Pra quem curte vibes pop dos anos 90, a festa Wannabe 90’s leva todos aqueles hinos clássicos (e também os esquecidos) para a pista do Alberta #3. Prepare-se pra ouvir Spice Girls, Hanson, No Doubt e muito mais!

      Depois de três anos de hiato, Alice Caymmi volta aos palcos em turnê. Seu terceiro álbum, “Alice”, conta com parcerias inusitadas como Pabllo Vittar, Rincon Sapiência e Ana Carolina. O show vai rolar no dia 6, no Sesc Bom Retiro.

      04.10.18
    • a gente só quer chocolate

      A Páscoa passou e uma das coisas que deixou a gente feliz no feriado – e tem deixado todos os dias – é o Brownie da Juju. A Ju é nossa assistente de estilo e ela faz essas delícias de brownie que não dá pra resistir. 

      Tudo começou com aquela velha história de uma receita herdada da família guardada no armário. Depois que a Ju encontrou a receita, passou a fazer pros amigos em eventos especiais, como aniversários, e eles ficaram apaixonados (sim, quem não?).

      Lá foi ela correr atrás de um extra pro bolso e com o apoio dos amigos que queriam com frequência a delícia, resolveu criar o Brownie da Juju – a marca que nasceu pelo amor em fazer doces e comê-los, e unidos pela vontade de deixar as pessoas felizes com o sabor único do brownie!

      A gente é super fã! E se você quer experimentar essa delícia, rola de falar com ela por aqui e garantir o seu. Tem nos sabores tradicionais, avelã, oreo… 

      Ah! Na Páscoa, convidamos a Ju pra garantir a alegria da galera, ou seja, rolou brownie pra todo mundo: "A Farm é amor. O Brownie da Juju é feito com muito amor. Não poderia ser uma parceria melhor e cheia de carinho". 


       

      09.04.18
    • o sabor do pará

      Se tem uma coisa que a gente ama, é comida boa! Quando é regional, com aquele gostinho de brasilidade então, é muito amor. Por isso, pra comemorar o lançamento do nosso inverno 18, O Coração é O Norte, a gente reuniu uma galera super bacana na FARM Belém com as delícias de parceiros super queridos, como o restaurante Buiagu

      Localizado no bairro Cidade Velha, pertinho de dois pontos turísticos de Belém – o Mangal das Graças e a orla Portal da Amazônia, o Buiagu é um borogodó só! Comandado pelo Chef Roberto Hundertmark, a paixão pelo Norte já começa na origem do nome que significa “aquele que vem de terra quente”. Com essa energia calorosa, as maravilhas preparadas por lá são resultado da mistura entre o sabor regional e uma pitada especial de criatividade, garantindo uma pegada contemporânea com aquele gostinho bom da tropicalidade amazônica.

      A arraia, o camapu, o turu, a maniçoba, são alguns dos ingredientes explorados com muita delicadeza e imaginação. Já dão água na boca só de pensar! O cumaru, por exemplo, conhecido como a baunilha amazônica, é considerada uma especiaria da região e está presente no pudim de cumaru com flor de sal, uma das sobremesas do Buiagu. Já deu pra imaginar o quão delicioso é, né?

      O segredo por trás dessas delícias? O Chef Roberto conta pra gente!

      Conta pra gente sobre a origem do Buiagu?
      O Buiagu surgiu meio que no susto. Apareceu uma oportunidade pra que nós fôssemos o restaurante do Hotel Atrium Quinta de Pedras. E que pudéssemos fazer uma gastronomia autoral dentro daquele espaço que também tem tudo de Pará. É bem difícil fazer uma comida que por mais paraense que seja não tenha o conforto de ser familiar. A comida autoral (mais "desconhecida") precisa percorrer um caminho grande até cair no gosto da cidade, e estamos conseguindo. E esse reconhecimento nos deixa muito felizes, porque antes de qualquer coisa, estamos representando a cultura regional. Deixar as pessoas felizes com a nossa comida é o que dá sentido pra tudo.

      O que esse significado ‘aquele que vem da terra quente’ representa pra você?
      Ele representa pra gente ser daqui, ser da Amazônia, ser do Pará, da terra quente e não só de temperatura, mas de pessoas quentes.

      Qual a importância da cultura paraense, nortista, tão rica pra vocês?
      Pra gente a cultura local é a base de todos os pratos. Através do produto, dos fornecedores, do público, da forma como se come no Pará, como são preparados os pratos e do local em si. O restaurante tenta abraçar tudo isso e transformar em comida, em experiência, em amor no prato. O Buiagu existe pra isso, pra mostrar a cultura paraense.

      Delícia de lugar! Prepara o paladar pra saborear as delícias de lá com muito amor e pimenta no tucupi e chama a galera pra conhecer o Buiagu. 
       

      15.02.18
    • Inhame Inhame, humm!

      Um casal, alguns sabores que não saíam da memória e uma ideia. Ah sim, e um certo tédio da rotina que as vezes parece engolir a gente, e a vontade de dar aquele sacode gostoso e abraçar alguma coisa que nos mova e faça os olhinhos brilhar de paixão.

      O "Inhame Inhame" nasceu como boa parte das coisas com onda boa que começam a se espalhar pelo Rio, uma vontadezinha que flui a partir do primeiro impulso, e depois toma fôlego até ficar maior que a própria ideia. Pois o "Pop Up lanche" ou o "fast food asiático" comandado por Beatriz Sonoda Falcão e o namorado Lucas de Paiva foi acontecendo, e por ser tão delicioso como o nome sugere, hoje em dia já carrega seguidores por lugares e eventos atrás dos quitutes orientais.

      Como nasceu a ideia?
      O Inhame inhame nasceu da junção da fome com a vontade de comer, basicamente. Lucas, meu boy, morou no Japão e em outros cantos da Ásia, e eu sou japonesa, nissei, mas mal conheci meu avô (parte de mãe, todo mundo pergunta a procedência quando você é asiático, nunca entendi). Lucas ficava me falando das coisas que ele comia, do quanto sentia falta e eu perguntei: por que a gente não faz? Os jantares lá em casa foram ficando cada vez maiores até que resolvemos sair do armário. Tudo isso aconteceu enquanto eu era uma assistente de estilo entediada, então comecei a ter uma vida dupla onde eu falava "Ah, dia X não vou poder vir… tenho um compromisso". Eu tinha um chefe muito maravilhoso que virou amigo e me deu total apoio. Acho que muita coisa na minha melhorou quando eu comecei a trabalhar com as mãos, e colocar em prática todas as minhas capacidades. Eu fiz design gráfico, trabalhei como compradora, vendedora de loja, produtora, jornalista e estilista. Sou muito dona da minha direção então isso me refresca sempre.

      O Inhame Inhame tem influências familiares, você cozinha desde pequena?
      O saber vem de prestar atenção nas minhas avós, nas amigas da minha mãe que cozinhavam. Eu sempre achei uma parada meio mística, meio cientista você entender a natureza físico química dos alimentos entender os preparos de cada coisa, os pontos. Mas comecei a cozinhar abertamente quando fui morar sozinha, que é quando você tem um orçamento próprio, uma agenda e tudo mais.

      Aliás, esse nome delicioso, remete a comida confortável e gostosa, mas também um alimento que a gente relaciona muito ao Brasil, sua cozinha também brinca com essa mistura?
      Falando do Inhame inhame (eu também amo esse nome!), pedi permissão a Sonia Hirsch, famosa escritora de alimentação macrobiótica brasileira. Quando falei do projeto, uma amiga me avisou que existia esse livro e toda o material dela é bem legal, vale super a pena conhecer o trabalho. Falando sobre o inhame, o nosso carro chefe, o okonomiyaki (pizza japonesa como é conhecido no Brasil), no começo até levava inhame na massa, que substituiria o nagaimo da receita original, mas aí descobrimos o cará. Só que no Nordeste, inhame é cará e cará é inhame… tudo em casa!


       
      Você passou um tempo no Japão e agora mergulha num período na Thailândia, onde mais foi buscar ideias?
      Nossas referências são sempre asiáticas, os ingredientes podem ser adaptados, mas o sabor é sempre bem fiel. Existe todo um movimento da gastronomia em direção ao oriental, o que eu acho bacana, porque não sou formada, então a gastronomia francesa sempre me assustou. Mas no oriental a comida pode ser muito sensorial, muito ligada a textura, muito fresca. Quanto as ideias para os pratos vem de todos os lugares, afinal de contas, aprendi na internet também, mas sempre mudamos. Levo sempre em consideração o clima, o público que vamos atender, a logística, a sazonalidade.

      A dupla anda em tour pela Thailandia, e promete voltar com novos temperos na manga pra arrasar em eventos pela Colab, Void, Comuna, por aí… então não marca bobeira e fica de olho na página do Face pra logo poder exclamar Inhame Inhame! 
       

      16.01.18
    • blue box café

      Tem notícia boa pros cinéfilos, fashionistas e até fãs da gastronomia! O clássico filme Bonequinha de Luxo, original Breakfast at Tiffany’s, de 1961 baseado no livro do incrível Truman Capote, ganha um cenário único pra ser relembrado em grande estilo, na própria Tiffany & Co.

      Até então, era impossível tomar um café da manhã dentro de alguma loja da grife e, no filme, a personagem principal Holly – da icônica Audrey Hepburn, eterniza uma das cenas mais famosas da trama comendo um croissant à frente da vitrine, em Nova York, admirando as jóias expostas.

      Agora é possível realmente tomar um café da manhã na Tiffany! Foi inaugurado esse mês o Blue Box Café, na flagship da Tiffany’s, na Quinta Avenida. E sim, o café com croissant que eram sempre a escolha de Holly Golightly estão garantidos no cardápio e custam US$ 29. Além disso, entre as opções de comida estão torradas com abacate, ovos trufados e bagels com salmão defumado.

      A decor foi baseada no tom de azul que dá cor à marca e as sua famosa caixinha de joias, o queridinho azul tiffany, claro. Já sabemos que os cliques no instagram já são garantidos, né? Afinal, localizado no quarto andar, o Blue Box Café ainda conta com a vista para o Central Park.

      O Blue Box Café é o primeiro grande projeto com o diretor artístico Reed Krakoff, que assumiu o posto em janeiro, no comando. No espaço, ainda é possível encontrar itens da linha "Everyday Objects", lançada recentemente por Karkoff, que inclui peças como porcelanas que imitam copos de papel.

      Vale a visita!

      21.12.17
    • o novo “nhamm” do Rio


       
      É uma reunião tão grande de coisas charmosas e deliciosas, que não sabemos nem por onde começar, do cenário à vizinhança, passando é claro, pelos pratos e drinks, a Casa Camolese promete ser o lugar mais disputado do verão carioca, além da praia, é claro.


       
      Aliás, como a gente só pensa em praia, vale investir no pós-praia na Casa que fica no Jockey Club do Rio, debruçada sobre a natureza e as históricas corridas de cavalo e do ladinho da Galeria de arte Carpintaria e com o Cristo Redentor como paisagem, ou seja, um programa mais que completo.
       

      A Casa que tem assinatura estrelada de Cello Camolese, que já fez a alegria da cidade com entre outrasmaravilhas a cervejaria Devassa, o Zazá Bistrô e o saudoso 00, e o artista Vik Muniz, acaba de abrir as portas tendo o "homemade", produtos de pequenos produtores e ervinhas tiradas da própria horta o diferencial que vai fazer o carioca suspirar e formar filas, apostamos.


       
      Afinal, quem não quer provar os pãezinhos feitos pela "The slow bakery" que funciona na cozinha da casa, a Gin & Tonic criada com a água tônica também feita no próprio restaurante, além das cervejas artesanais criadas por eles, o cafezinho especial das fazendas de Minas…


       
      Além é claro, dos pratos criados pelo chef paulista Paulo Grobe, criada com as texturas e o frescor das delícias dos produtos locais. Da entrada as sobremesas que parecem obras de arte, o programa é o passeio completo que você respeita! 
       

      18.12.17
    • urban remedy – é saudável e gostoso

      Muita gente já curte as boas de uma alimentação saudável, cuidando do corpo e da alma. E quando a gente encontra produtinhos e marcas que oferecem comidinhas e bebinhas saudáveis e ainda deliciosas a gente quer logo compartilhar com todo mundo, né? Ó, então se liga que a boa é experimentar as delícias da Urban Remedy!

      A Urban acredita no poder da alimentação e convida as pessoas a uma transformação positiva no seu bem-estar através de alimentos e bebidas deliciosos, ultra frescos, nutritivos e práticos.


      foto: flávia ribeiro

      São alimentos vivos, pra servir, nutrir e inspirar uma mudança cultural em direção a um consumo maior de comidas saudáveis. São pessoas de verdade, fazendo alimentos de verdade, todos os dias, do zero. Demais, né?


      foto: site/urban remedy

      Entre as delícias da marca, a gente experimentou e amou os sucos prensados a frio, que possuem uma variedade colorida de frutas, verduras e castanhas. Eles deixaram o nosso evento do lançamento da parceria com o Enjoei, que a gente contou aqui, com muito frescor!

      Com 4 anos de vida já teve ganhou prêmios bem bacanas, entre eles, foi selecionada pela revista Exame entre as 50 empresas mais inovadoras do país e as sócias foram escolhidas pelo programa Winning Women da Ernst & Young – girl power! 

      Ó, agora que você já ta por dentro das maravilhas da urban remedy, a dica é experimentar e compartilhar com todo mundo!
       

      02.12.17
    • a fina flor do café

      Café tem cheiro de casa da gente, de pão na chapa e bolo quente, de tarde preguiçosa, de manhã apressada, tem gosto de reunião importante e conversa fiada. Café tem história, efeito e memória, está nos livros e pede a companhia de um.  Nasceu na Africa, viajou séculos e continentes, se renovou em modismos, mas nunca deixa de ser tradição (e quem é doido de abrir mão?)

      Mas pra Milena Rodrigues café é ainda mais, tem outras cores, nuances e texturas, suscita passado e futuro, se quem cresceu vendo o bom e velho cafezinho da terra à flor. Mineira de Nepomuceno, a jornalista e escritora sentiu um chamado de volta a sua terra, aonde criou com amigos de infância e familiares uma associação que reuniu produtores locais, pesquisadores e apaixonados, pra incentivar a produção local, e criar cafés muito especiais, a Flor do Café.

      De quebra nos apaixonamos por essa história, e fomos conversar um pouco com a moça, que também acaba de lançar seu primeiro livro, Mi Maior:

      Qual a primeira coisa que te vem à memória quando você sente cheiro de café?

      O café tem cheiros muito diversos e característicos. Por ser fruta, tem um cheiro muito adocicado, quando está maduro no pé, e de alguma acidez, lembrando um pouco o cheiro de um pomar de laranjeira. Esse cheiro, definitivamente, me faz lembrar do meu pai, de quando saímos juntos, na minha infância, para visitar as lavouras e ver o entardecer no campo.
      O cheiro do café depois de colhido, enquanto os grãos são secados ao sol em um grande terreiro, é simplesmente maravilhoso, com todos os açúcares naturais da polpa da fruta se desprendendo e envolvendo o grão como uma película. Durante esse processo, que dura em torno de dez dias, dependendo do manejo de cada fazenda, o café tem um cheiro de mel, licor e melado, lembrando também alguns vinhos espumantes. Um cheiro totalmente afrodisíaco, pra mexer com a libido.

      Depois, quando o café é beneficiado – quando a casquinha é retirada e resta apenas o grão verde, ele pode exalar um cheiro mais cítrico, lembrando às vezes ervas aromáticas que, mesclado ao cheiro do saco de juta, onde é geralmente armazenado, cria uma atmosfera olfativa mais rústica, com cheiro de campo, de madeira, de mato – uma delícia. Para mim é o cheiro de um lugar seguro. 
      Finalmente, quando o café é bem torrado e um processo químico mágico acontece, com a  liberações dos óleos essenciais do grão, centenas de aromas podem ser percebidos: frutas, caramelo, chocolate, cacau, mel, castanhas, amêndoas, além de notas amadeiradas e florais. Os cafés especiais brasileiros são realmente únicos, com cada região, cada clima, cada espécie e cada maneira de cultivo nos indicando um caminho sensorial diferente. Não há dúvida de que todos esses cheiros me fazem lembrar do que eu chamo de casa.  
          

      Quando foi essa volta às origens, qual foi o grande estalo?

      Faço parte da quinta geração de cafeicultores, tanto pelo lado paterno quanto materno. De alguma forma, o café está na minha memória genética e, acho que por isso, seria inevitável voltar ao campo, voltar à terra, como um "destino do coração". Há cerca de dois anos, conversando com um amigo do interior que também havia vivido longe dali, pensamos se nós, "vindos de fora", poderíamos fazer algo de diferente pelos nossos cafés, em benefício das nossas famílias e da nossa cidade, uma das grandes forças produtoras do Sul de Minas.  Então surgiu a ideia de criarmos uma Associação para, primeiro, reconhecer os nosso cafés, entender quais características sensoriais  dos nossos grãos indicariam um "terrior", para, depois, buscar melhores canais e venda e divulgação do nosso trabalho. Mas o curioso é que, por todos esses anos, quase duzentos, o café produzido em nossa região nunca foi visto como a especiaria que é. E o que nós temos tentado é mostrar isso ao mundo e também ao  nosso "povoado."

      Como foi pra reunir esse time, que junta família, amigos de infância e especialistas em café pelo mundo?

      Na verdade, tem sido algo fácil, divertido e muito prazeroso. As pessoas, em qualquer parte do mundo, amam café e adoram fazer parte de qualquer coisa que envolva café. Nossa ideia passa por valorizar uma região produtora e, sobretudo, os produtores. Produzimos cafés de qualidade, de notas sensoriais riquíssimas e queremos que os consumidores saibam de onde vem esse café, qual produtor, em qual fazenda e por qual processo esse café foi produzido. Por outro lado, nós também queremos saber quem consome nosso café: qual cafeteria, de qual cidade, de qual bairro, de qual país. A produção de cafés especiais busca entender e manter essas relações entre produtor e consumidor. E cria ótimas oportunidades para todos os envolvidos nessa cadeia mágica que traz o café até nossas xícaras. Para notas de ilustração, saiba que há, em média, 23 pessoas envolvidas diretamente para cada xícara de café especial que você possa tomar. Uma reunião de esforços e ideais em apenas um cafezinho.

      As embalagens são criadas por artistas em edições especiais, como foi esse ideia?

      Nós entendemos que há muito mais que cafés para serem oferecidos aos consumidores. Existem os benefícios que uma Associação traz para o homem do campo, encontrando canais de vendas diretos, para que eles possam receber mais pelo seu produto e existe a busca por uma agricultura de precisão, cada vez mais sustentável. Existe ainda o resgate cultural de toda uma região e, por fim, existe também a valorização do design brasileiro e da exploração das embalagens de café como uma plataforma de divulgação da arte feita aqui. É isso que nós queremos "entregar" aos consumidores.

      Aonde encontrar os cafés criados e distribuídos pela Flor de Café?

      Todos os nossos cafés são especiais e produzidos por nossos associados, em sítios e fazendas que compõem a Flor de Café.  Nossos cafés estão em algumas (poucas) cafeterias e restaurantes espalhados pelo Brasil, porque entendemos a importância de mantermos a produção artesanal, de qualidade e critério em relação ao café que servimos. As embalagens de 250 gr, ideais para espresso ou para o preparo de cafés coados, também estão à venda em nosso site, com entregas diretas na casa dos consumidores. É só entrar lé e pedir. Nossas torras são mensais e nos preocupamos em entregar uma torra sempre fresca para aqueles que estão buscando algo para se apaixonar.

      E a melhor cia pra um cafezinho é um bom livro, conta um pouco sobre seu primeiro livro, ele traz um pouco de sua infância e suas memórias da região?

      Curiosamente, não. Eu tinha mesmo essa ideia, de um dia escrever sobre o interior, o campo, sobre as minha memórias e o lugar onde nasci, mas Mi Maior (7 Letras), é antes um livro de contos urbanos, cosmopolitas e contemporâneos, nos quais os personagens são todos masculinos.

      Mas meu próximo livro, a ser lançado em julho do ano que vem, tem como temática o café, em suas várias formas, vidas e reencarnações.

      Com leite, sem açúcar, expresso, carioca… como você prefere o seu café?

      Não importa o método, o café une, aconchega, agrega povos e continentes. Eu prefiro sem açúcar, sempre, porque o café especial, é sempre muito doce. Fomos educados no Brasil a beber um café muito ruim, com torras muito escuras, queimadas, justamente para que não se percebesse a presença das impurezas misturadas ao café, como gravetos, pedras, palhas, casca de café, além de grãos doentes, mofados e mal formados. O café especial, nada mais é do que apenas café. Bem cuidado, bem tratado e cada vez mais amado por quem o conhece.

      Hmmm, quem mais ficou com muita vontade de tomar um bom café? indecision
       

      30.11.17
    • seu vidal – cantinho bom no rio

      O Rio tem cada cantinho delícia pra curtir um happy hour, um sabadão e até um dia mais relax que fica difícil escolher, né? E como estamos sempre ligadas nas boas da cidade, fomos conhecer a Seu Vidal e experimentar o cardápio novinho com pedidas sensacionais pra um agito no dia ou até pra um momento mais tranquilo!

      Com o nome em homenagem ao avô – o próprio Seu Vidal, os irmãos Pedro e Ana Luiza Vidal, deram vida à sanduicheria que é um achado no bairro de Copa no Rio, foi vencedora do Prêmio Comer & Beber 2017, da Revista Veja Rio, na categoria “Melhor Sanduíche”, com apenas 1 ano de história, olha que demais! 

      Com um ar moderno e um quê de vida boêmia, o ambiente possui um food truck estacionado na entrada, onde são preparados os quitutes, que já convida a sentir a vibe descontraída de lá. E como um bom lugar pra curtir um papo sem ver a hora passar, conforto também não falta! Além de mesinhas tradicionais, o local oferece sofás de pallet em um espaço lounge que vale até pra comemorar um aniversário animado com família e amigos! Ah, e as cores que a gente não vive sem ficam por conta do grafite que toma conta da parede principal, feito pela Ana. Lindo, né? 

      E agora vamos à melhor parte! O cardápio, com o toque especial do chef Phillipe Martins, revisita clássicos da comida de rua e traz novidades pra quem curte sabores irresistíveis. Criado em comemoração ao primeiro ano de vida e de sucesso do Seu Vidal, o menu é todo de lamber os dedos e foi fotografado pelo talentosíssimo Tomás Rangel

      Nas entradinhas, a clássica batata rústica ganhou uma nova versão: a Batata 2.0, feita com porco marinado desfiado, molho bernaise e sour cream. A Dupla Croc, uma porção de camarões empanados no curry e coco ralado, servido com chips de batata doce roxa – a queridinha do momento, e maionese de alho-poró é a pedida certa pra uma tarde de verão! frown

      Entre os sanduíches, a Ana contou pra gente que os favoritos são, o Do Zé, feito com pernil suíno desfiado e marinado por 16 horas (!) na cerveja Seu Vidal, abacaxi caramelizado no shoyu e queijo Gruyère na ciabatta clássica; o Filé com Queijo, um clássico que nunca decepciona, ganha uma versão única, preparado com baguete de parmesão, filé mignon, molho bernaise e queijo provolone gratinado; e o Camarão Croc, com camarões empanados no curry e coco.

      Ah, pra galera fitness ou vegetariana tem o Caprese, feito com pão sem glúten, mussarela de búfala, tomate assado em ervas, molho pesto e manjericão. 

      Ficou com sede? A dica é se refrescar com o drink maracujá e hortelã que é simplesmente divino! Leva suco de maracujá, cachaça maxcana e espuma de hortelã, só vai! Ah, e tem sobremesa pras formiguinhas de plantão! A gente amou demais o petit gateau de chocolate branco e limão siciliano com sorvete de doce de leite, só provando pra entender quão gostoso é!

      Agora que a gente já deu as dicas é marcar com a galera e partiu Seu Vidal! 
       

      10.11.17
    • o sabor do verão: sorvete #dasereia


       

      O verão tá chegando e com ele vêm os dias quentes que pedem um refresh nas comidinhas e bebidinhas, né? E quem não é bobo nem nada já pensa logo num sorvetinho beeem refrescante pra curtir os dias de sol e praia. Por isso a gente tá amando muito o sorvete #dasereia que é a cara do nosso verãozão! frown

      Vegano, cruelty free, feitos à base de água – o que caracteriza um sorbet, e sem adição de gordura ou açúcar, o sorvete #daSereia promete encantar as praias de todo Brasil! 

      A partir da ideologia de dois irmãos de SP em criar delícias sem ingredientes de origem animal, o sorvete #dasereia surgiu meio despretensiosamente e já se tornou um sucesso no mercado de alimentos veganos de São Paulo, e inclusive estiveram no evento de lançamento da nossa parceria com o enjoei na loja da Harmonia. Então, quem esteve por lá sabe como é delicioso! 

      A dupla já havia trabalhado junto antes na King55, uma loja de roupas que tem por princípios vender produtos ecologicamente corretos e veganos. Carol, que tem 34 anos, se tornou vegetariana aos 13 anos e vegana aos 15, inspirou Amauri, o seu irmão, a seguir o mesmo caminho. Uma beleza, né? 

      A ideia de seguir pelo universo da gastronomia veio do pai, que sugeriu que Carol fizesse um curso na área, e aí foi só sucesso! Ela conta que em pouco mais de dois anos, os oito quilos que ela fazia semanalmente já viraram centenas e conquistaram muitos paladares. 

      Com nomes curiosos como HareHare, Tudo Zen, Pina De Jasmin, Shell, Loko e Marrentinho, os sabores podem ser tudo, menos sorvetes convencionais e, por isso mesmo, geram curiosidade dos consumidores. Ao provar o quanto os sabores são cremosos e as combinações de ingredientes equilibradas, é fácil acreditar que o sorvete é de fato encantado, como diz seu slogan. E exatamente como são as sereias, seres que inspiram o nome da marca.

      Isso acontece porque é a própria Carol que coloca as mãos na massa da produção e ela contou uns segredinhos pra gente, ó:

      “Eu vou testando aos poucos a quantidade dos ingredientes de cada receita até atingir o equilíbrio. Fiz testes com todos os leites vegetais, mas percebi que o segredo estava muito mais na combinação dos ingredientes e no preparo, como na hora de bater, do que na adição de leite.”, explica ela.

      Hoje os sorvetes são vendidos em picolés, bolas e em potes de diversos tamanhos em mais de 30 pontos de venda espalhados por SP e RJ, mas a expansão continua e em breve deve chegar a outros estados brasileiros e até mesmo ao mercado internacional! 

      Ó, aqui você confere todos os pontos de venda pra poder experimentar e se encantar com os sabores desse sorvete maaaravilhoso! 

      31.10.17
    • delícias da primavera

      Oba, é primavera!  Estação das flores e de pratos leves e coloridos pra saborear. A gente preparou uma listinha deliciosa de opções pra curtir a temporada. Dos mais simples aos mais elaborados, o que vale é deixar os dias mais frescos e coloridos! Prepara o paladar e vem ver nossas dicas. 

      Catanzaro

      O restaurante Catanzaro, localizado no hotel Four Points by Sheraton, em Curitiba, a cada semana, até 21 de dezembro traz um menu rechado de opções floridas! O Menu de Primavera contempla mini tábua de frios, pães, torradas e grissines, uma entrada fria, um tipo de massa, um tipo de risoto e uma sobremesa, só coisa maravilhosa!

      Da Bela

      O restaurante Da Bela, da chef Bela Gil, preparou algumas supresas com muitas flores, como o timbal de salpicão de tofu com molho de abacate e batata palha, decorado com brotos e flores. Outra boa pedida pra entrada é o creme de batata doce com coco e flores.

      La Carioca Cevicheria

      Um dos ceviches mais queridinhos do Rio, localizado na Lagoa, O La Carioca preparou  um drinque de primavera maravilhoso!  É a gin tônica Verde e Rosa, com gin Hendrick’s, Shweppes, pepino, pétalas e spray de rosas. Para beliscar, tartare de atum, com atum picado, azeite, raspas de limão, gergelim, abacate, coberto com mix de mini folhas e flores. Já amamos!

      Mil Frutas

      A tradicional sorveteria carioca Mil Frutas trouxe o sorvete de framboesa com água de rosas pra florir as tardes da estação. Oba!

      Torta & Cia

      Pros aniversariantes da temporada, a dica é levar pra festa a torta crumble de maçã da Torta & Cia, com maçãs assadas e crumble de açúcar mascavo e flores de maçã por cima. É muito amor por maçã!

      Senhor Pudim

      O Senhor Pudim, doceria paulista especializada na tradicional sobremesa, traz sabores exclusivos. Marcos André Martins, chef confeiteiro da casa, agrega em seu cardápio receitas de pudins florais e refrescantes, nos sabores Lavanda, Flor de Laranjeira e Água de Rosas. É frescor puro!

      Agora que já tá por dentro dos pratos mais deliciosos escolhe os seus favoritos e aproveita! 🙂

       

      25.10.17
    • um prato cheio

      Que a comida inglesa não tem uma fama lá muito boa todo mundo sabe, mas é realmente difícil se posicionar bem tendo como carro chefe batatas, bacon e salsishas perto de culinárias como a italiana e a francesa pra não ir muito longe (isso por que nem vamos mencionar a brasileira!).

      Mas justiça seja feita, alguns grandes nomes pintaram por lá e é difícil ter chegado até hoje sem ter dado ao menos uma espiadinha em programas de chefs como Jamie Oliver, Ramsay Gordon e Nigella. Ahhh, quem não ama Nigella? 

      Pois a chef inglesa anda com seu reino ameaçado no coração britânico, e o melhor, por uma menina. Aos 19 anos Izy Hossack vem conquistando milhões de fãs aliando receitas inacreditavelmente saborosas e fotos incríveis. Tudo com conhecimento de causa, diga-se de passagem, a moça estuda ciência da alimentação e nutrição na prestigiada Universidade de Leeds e costuma passar receitas que além de lindas são bem saudáveis. 

      Quer dizer, nem sempre. Neta de uma bela Nonna italiana, Izy começou a cozinhar aos 10 anos sob a orientação da mãe, que guarda um livro de receitas daqueles de família de onde saem receitas que são sempre um sucesso. Mas Izy segue aprendendo e testando, não é incomum vê-la comemorando ter finalmente conseguido executar alguma receita pelo seu blog Top With Cinnamon ou pela sua conta no insta, que já conta com mais de 223 mil seguidores.

      Outra coisa que chama atenção é a preparação dos pratos, as imagens costumam ser tão belas que a novíssima chef já começa também uma carreira de food stylist, que ela também exibe no seu segundo livro The Savvy Cook, recém lançado por lá. Isso mesmo, segundo livro de gastronomia, aos 19 anos! 

      As receitas são em inglês, mas mesmo se não for seguir as receitas vale dar aquela fuxicada, sua gastrônomia é inspiração purinha. 

      08.09.17