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sua mochila está vazia

      categoria: coisas do rio

    • A importância do ASA

      Mais uma super iniciativa incrível vai dar a oportunidade de mulheres ocuparem espaços que por muito tempo as foram negados. O British Council e o Oi Futuro, em parceria com as instituições britânicas Lighthouse e Shesaid.so lançaram o Programa ASA – Arte Sônica Amplificada. O objetivo? Garantir através de uma grande imersão em conhecimento e em mentoria que mais mulheres estejam inseridas na área de som e música.

      Cincquenta mulheres  que atuam na área de som e música serão selecionadas para o programa, que tem como objetivo o desenvolvimento de carreiras pautadas na potencialidade do som, da música e da tecnologia criativa. O ASA vai rolar no LabSonica, espaço de experimentação artística do Oi Futuro, e vai desenvolver uma comunidade criativa colaborativa.

      Profissionais britânicos e brasileiros que são referência na área de som e música darão mentoria para que as participantes desenvolvam novas ideias e produtos. Além de musicistas, o edital tá aberto também para jornalistas, artistas sonoras, engenheiras de som e gravação, produtoras musicais e de rádio, designers de som, sonoplastas e outras especialistas do setor.

      A diretora de artes do British Council Brasil, Cristina Becker, comemora a parceria que dará viabilidade ao projeto.

      “Numa iniciativa pioneira, o ASA foca nas mulheres, explorando as novas potencialidades da música e da tecnologia criativa. Nessa nova etapa de nossa parceria junto ao Oi Futuro, o British Council irá dialogar com mulheres em estágio inicial de suas carreiras, no desenvolvimento de suas habilidades, assim como formar uma comunidade colaborativa de interesse comum”, disse.

      Curtiu o projeto e acha que ele tem tudo a ver com você ou com aquela sua amiga que saca tudo de música e som? Clica aqui que as inscrições para o edital vão até a próxima segunda-feira, dia 17!

       

       

      12.09.18
    • Conheça a Echos

      Boas iniciativas precisam sempre ser celebradas, e hoje é dia de conhecer a Echos. Trata-se de um laboratório de inovação que utiliza o Design Thinking para ajudar grandes empresas a inovarem ao resolver problemas dos mais complexos, além de desafios contemporâneos. Além disso, o espaço promove treinamentos e capacitações em Design Thinking, através de cursos – presenciais ou online. Mais de 30 mil pessoas já passaram pela experiência. O espaço funcioa com três frentes: a Escola Design Thinking, a Innovation Projects e a Descola. Juliana Proserpio, cofundadora do laboratório, fala sobre a importância do espaço.

      “O que fazemos é uma abordagem que permite revolucionar a maneira de encontrar soluções inovadoras para os problemas e desafios das organizações, das empresas, do governo e da sociedade, focadas nas necessidades reais do mercado e sobretudo nas pessoas. Para nós, todo problema ou solução tem um fator humano decisivo. E é a partir dele que projetamos novas realidades”

      A Echos está em 5 cidades brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre e Blumenau), além de Austrália e Portugual. Mas engana-se quem pensa que a empresa tem um crescimento vazio baseado somente em grandes e poderosos clientes. Um de seus projetos mais importantes é o IRIS, que pretende entender melhor o significado da violência contra a mulher e qual o impacto desse problema na nossa sociedade.

      Aqui no Rio, a Echos recebeu a gente da FARM num workshop de estilo super bacana. Ficou interessadx em conhecer melhor o trabalho da empresa? Abaixo, colocamos o cornograma de cursos pra você escolher o que mais se identifica!

      Design Thinking Experience –  24, 25 e 26 de setembro
      Ahaze (conexão com o público através da fala) – 15 e 16 de setembro
      Business Design – 1, 2 e 3 de outubro
      Service Design – 22 e 23 de outubro
      Facilitação – 29 e 30 de novembro

      Animou? Então fala com eles fica por dentro dos detalhes. Clica aqui pra ir pro site ou anota os telefones: 11 34762500 e 21 35777333.

      07.09.18
    • novidadinhas da semana

      Ainda não sabe o que fazer nessa semana de feriadão? Vem que a gente te mostra o caminho das pedras pra você se divertir!

      RJ

      Num encontro do presente com o passado, Mãeana leva na próxima quarta-feira uma apresentação com músicas da Xuxa, que a inspiraram durante a infância. O show vai rolar na Audio Rebel.


      Essa é pra quem curte música brasileira! Depois de animar o Corcovado durante a Copa do Mundo, a Festa Brzzil está de volta. Nesta sexta, dia 7, Zehpretim, Zedoroque e convidados tocam o melhor da música nacional no Alto da Boavista.


      O CCBB recebe até sábado o Festival Sai da Rede, onde artistas que usam a internet como principal meio de divulgação dos seus trabalhos se apresentam. Na programação, tem bate-papo com Luiza Junqueira, Gabi dePretas e Clara Averbuck, além de shows de Luedji Luna, Plutão Já Foi Planeta e mais! Bora?

       

       

      SP

      Sexta é dia de Toda Grandona! A festa bodypositive, que tem como missão celebrar corpos maiores, rola na Estação Marquês, na Barra Funda. Ah, pessoas trans não pagam ingresso, é só chegar!

      BH

      Nesta sexta vai rolar mais uma edição da Praia da Estação! A galera que frequenta a praia a define como “uma manifestação político, artístico, cultural, sensual, performática, sem líderes, coletiva, colaborativa, closeira que não é obrigada a nada!”. Será uma tarde de ocupação da Praça da Estação, com muita gente tomando um solzinho de biquíni, rodando bambolê ou mesmo jogando uma pelada.

       

      Para o Brasil inteiro

      Esse é o último fim de semana pra quem quer participar da vaquinha que a Gabi Monteiro organizou pra ajudá-la viver uma experiência mega agregadora! A estilista foi selecionada pra participar de uma residência artística na Inglaterra, onde pretende concluir a pesquisa “Racismo é Estético”. Que tal fazer parte disso?

       

      06.09.18
    • Mulheres Incríveis: Projeto 111

      Sabe esses encontros bons que acontecem na vida entre mulheres incríveis que pulsam ideias transformadoras? Essa é a história por trás do Projeto 111, iniciativa de resistência artística criada pelas amigas e forças femininas Jeniffer, Lorena e Luiza que já vai pra 4ª edição que rola esse domingo (19.08) na casa FRONT, no Rio.

      O start do projeto surgiu entre uma conversa e outra depois do espetáculo “Ei, Mulher” onde Luiza atua. No local, um co-working/casa de cultura na Praça Onze, as três estavam num papo bom quando Jennifer imaginou que ali daria um sarau lindão. Lorena e Jeniffer toparam na hora e no mesmo dia conversaram com uma das coordenadoras do espaço. E então… Uma semana depois a data da primeira edição já estava marcada! O dia? 11/11/2017.

      O tanto de coisa bacana que essas mulheres incríveis organizam pras edições do Projeto 111? A Luiza conta tudo pra gente, ó.

      “Nosso objetivo é encontrar meios de valorização da cultura preta, reunindo o maior número possível de jovens artistas ou não, no intuito de dividir criações a partir de experiências de vida e provocar transformações vindas do choque das culturas. Sem deixar de lado o entretenimento, a diversão, o debate, a cervejinha e a música. Queremos juntar novos artistas de fora e de dentro da periferia e induzir, de alguma forma, que esse encontro gere frutos. A entrada é consciente, pois acreditamos que investe no projeto aquele que tem recursos para isto, quem no momento não pode investir financeiramente agrega de outras maneiras possíveis”.

      Como é feita a curadoria dos convidados?

      “Nos reunimos  e conversamos sobre os artistas que conhecemos, vimos no metrô, ouvimos no slam, é amiga de uma amiga, segue no Instagram… Assistimos a todos, comentamos, opinamos e normalmente entramos em consenso. Dessa galera toda que conseguimos reunir na mesa de reunião, escolhemos no máximo seis artistas cantantes, no mínimo duas intervenções poéticas, algum artista plástico, um filme ou uma performance, uma pessoa pra mediar o debate com o público e voilà! É aí que o trabalho começa. Fazemos os convites, normalmente diretamente ao artista, explicamos o projeto, a importância que creditamos nele, explicamos como funciona e na maioria das vezes recebemos um sim. Cada sim é uma comemoração! Uma felicidade incrível de reconhecer que o que temos feito tem sido importante não só pro público que frequenta os eventos, mas também pros artistas que cada edição que passa enviam mais mensagens agradecendo à produção, ou ainda àqueles que pedem pra tocar com a gente. É uma satisfação sem tamanho!”

      – O Projeto 111 fala sobre resistência artística e traz à cena a arte preta. É trabalhar com representatividade e abrindo a visão pra questões que passam invisibilizadas muitas vezes, né?

      “A caminho da nossa 4ª edição, entendemos cada vez mais a importância histórica de fomentar protagonismo preto na cena da cultura carioca, somando todas as edições, 70% da nossa curadoria é formada por artistas pretos. Às vezes somos questionadas sobre convidar também os artistas brancos pra mostrar seus trabalhos, por eles terem posições de privilégio dentro dos meios da produção cultural. Acreditamos que os públicos precisam de certa forma se misturar, entendendo cada um seu local de fala ou de escuta e juntos pensarem uma solução pro que tá posto. O problema do racismo é um problema do branco, então é com ele que é precisa se dar a conversa.

      Com artistas periféricos e não periféricos, atraímos públicos essencialmente diferentes. De certa forma utilizamos do fato de público de “X” artista ser da zona sul carioca, por exemplo, pra colocá-lo em confronto direto com o público de “Y” artista que é da baixada fluminense, nossos resultados têm sido lindos! Exemplos desses resultados são, principalmente, a captação de novos públicos pros artistas periféricos e abrangência de consciência social no trabalho de artistas da zona sul carioca. Errando e acertando, vamos ouvindo, consertando, experimentando, arriscado. Acreditamos que é possível construir uma nova realidade, mais habitável pra todos”.

      Por fim..Por que 111?

      “O nome 111 tem vários motivos, conscientes ou não, a proposta do nome surgiu a princípio por conta da data de estreia: dia 11/11, após discussões sobre o porquê desse nome, se seria realmente interessante, fomos descobrindo outras coisas: o local onde foi realizado a primeira e a segunda edição está localizado na praça 11 número 1, somos 3 mulheres 1+1+1 e outros dados mais cruéis e bastante significativos, que cruzaram nossas vistas quase que como um recado do destino ou de quem quer que seja, nesse recado está escrito que temos o dever, a sorte e a coragem de ouvir e falar dos nossos: 111 é um número triste e importante na luta dos pretos brasileiros. 111 é o número de tiros dados por policiais militares contra um carro com 5 homens pretos inocentes, em 2015 no bairro de Costa Barros aqui no Rio. 111 é o número de presos mortos no Carandiru, quase todos pretos. É um número cheio significados que envolve o universo do Projeto”.

      E pra conhecer de perto e sentir a energia potente do Projeto, se liga na programação da próxima edição desse domingo:

      Performance + Debate
      Stand Up com Yuri Marçal com debate sobre as possibilidades da comédia preta brasileira.
      Músicos: Babi Guinle, Breno Ferreira, Caio Nunez, Luana Karoo e DJ Bombs, Luellem Castro e Banda Nós Somos.
      E mais: Poetas Falantes do Coletivo Poetas no Vagão, Cordelista Pally Siqueira, DJ Pedro Carneiro e Artes Plásticas com Tarso Gentil.

      Anota na agenda e vem com a gente marcar presença na 4ª edição: é a partir das 16h. Nos vemos lá! 

      13.08.18
    • Nossa feira orgânica

      Imagina um dia de sol e aquela vontade boa de fazer um almoço com alimentos fresquinhos e orgânicos pra família. A gente pensa logo em ir a uma feira que esteja rolando pelo bairro ou pela cidade, né? A gente ama tanto que pensamos em trazer aqui pra dentro, no nosso jardim, uma feira orgânica pra chamar de nossa! 

      Quem é do Rio ou vem visitar a cidade, já deve ter descoberto uma das feiras xodós que fazem parte do Circuito Carioca de Feiras Orgânicas, são 21 espalhadas por vários bairros. E agora, vai rolar uma especialmente pro nosso time do escritório, na próxima semana! A galera vai poder levar pra casa frutas, verduras, legumes e produtinhos sem agrotóxicos e com muito amor!

      A gente bateu um papo com o Marcos Melo, gestor do Circuito Carioca de Feiras Orgânicas e diretor da Essência Vital que é responsável por 8 feiras do circuito, pra contar porque é tão bom e saudável fazer parte desse movimento!

      Marcos, conta pra gente, como surgiu a ideia das feiras orgânicas no Rio?

      O movimento pela criação de feiras orgânicas no Rio vem das décadas de 70 e 80 com o esforço de grupos ecologistas que iniciaram a produção orgânica na região serrana. Através de organizações de agricultores, agrônomos e moradores do campo e da cidade surgiu a primeira feira orgânica no Rio em 1994, na Glória.
      Mas foi só em 2010, com a chegada da feira orgânica do Bairro Peixoto, em Copacabana, que o chamado Circuito Carioca de Feiras Orgânicas (CCFO) tomou forma com o apoio da Prefeitura enquanto projeto oficial de política pública por meio de um decreto municipal.

      O Circuito permitiu o desenvolvimento de uma tecnologia social que pode ser replicada em diversos lugares, com regras específicas pro funcionamento e comercialização dos alimentos orgânicos. Um projeto único no Brasil!
      Hoje o Circuito possui 21 feiras orgânicas, com quatro organizações gestoras e está ligado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação (SMDEI), da Prefeitura do Rio.

      E além das feiras orgânicas do Circuito, essas organizações gestoras realizam projetos especiais e pontuais em ambientes privados como shoppings, empresas – a FARM <3, e eventos com forma de abrir novas frentes, criar canais alternativos de venda pros agricultores, ampliar e democratizar o acesso de público e fomentar o setor.

      – Em tempos de agrotóxicos e questões que dificultam o acesso à alimentação saudável, como você percebe o papel das feiras orgânicas?

      Diferente das feiras comuns, as feiras orgânicas têm os agricultores, empreendedores formais e alimentos 100% certificados como livres de agrotóxicos. Isso significa que pra que uma feira possa ser chamada de orgânica são necessários muito cuidados e valores agregados. Isso traz diversos benefícios pra todo mundo!

      Como dito, o Circuito Carioca de Feiras Orgânicas é um projeto de política pública voltado para o apoio e fomento da agricultura familiar dedicada à produção de alimentos orgânicos com certificação. Isso permite a fixação e sustentação socioeconômica dessas famílias no campo. Esse então é um dos primeiros e mais valiosos papéis desempenhados pelas feiras orgânicas: a inclusão e preservação dos nichos familiares no campo. Isso evita o êxodo para as cidades.

      Um segundo papel muito importante é sobre a prioridade da venda direta ao consumidor. Toda a parte de alimentos in natura produzidos localmente é vendida diretamente pelos agricultores e seus familiares, que se deslocam de suas terras nas madrugadas de véspera. Desse modo, nas feiras orgânicas do Circuito não existe a figura do atravessador que predomina nas feiras comuns. Isso também diferencia as feiras orgânicas dos grandes mercados que visam maximização de lucros.

      A venda de alimentos orgânicos in natura e processados vindo de outros estados é limitada nas feiras orgânicas e permitida apenas para um mix de produtos pro consumidor e são realizadas por parceiros microempreendedores formais.

      Todo o trabalho possui uma visão sistêmica. Do cultivo da terra com preservação da biodiversidade sem o uso e contaminação de agrotóxicos até a ponta final com preços mais acessíveis ao consumidor, tudo se diferencia. As feiras orgânicas são nossa esperança de um futuro mais saudável, justo e sustentável, elas são insubstituíveis!

      – Quem ainda não conhece as feiras orgânicas pode se questionar em relação ao preço dos alimentos. Mas a gente sabe que essa conta vira na verdade um investimento em saúde, né? Quais as medidas pra, aos poucos, mudar a consciência da população?

      É importante a gente sempre ter em mente a diferença entre preço e valor. Preço é o que pagamos em moeda pelo alimento. Valor é tudo aquilo que o alimento agrega desde sua semeadura até sua venda ao consumidor. O preço dos alimentos orgânicos é formado por um conjunto expressivo de valores agregados, que não existem nos alimentos comuns. Não há como comparar um alimento cultivado com enormes cuidados ambientais com outros que degradam nosso meio ambiente e envenenam nossas famílias. Existe uma falsa economia com os alimentos convencionais. O custo à saúde com o consumo de alimentos cultivados com agrotóxicos no final é enorme.

      Mas entendemos que a diferença de preços afeta e leva o consumidor a fazer escolhas. O Brasil possui um grave problema de distribuição de riquezas e de renda e isso, sem dúvida, é um fator que dificulta o acesso da população aos alimentos orgânicos que possuem maior qualidade em decorrência dos cuidados e valores que agregam. O maior dos problemas está na renda e não no preço do alimento orgânico. É claro que também existem outros problemas como, por exemplo, falta de escala (pequena produção orgânica no país), alta tributação e especulação por parte de mercados oportunistas, três fatores que elevam o preço final dos orgânicos aos consumidores. Mas nas feiras orgânicas podemos atenuar alguns desses gargalos, melhorar os preços e facilitar o acesso aos orgânicos.

      Ao contrário do que é possível imaginar e diferentemente do que ocorre em grandes mercados, os preços praticados nas feiras orgânicas são mais justos. Diante de tantos esforços para fazermos chegar até a sociedade alimentos com a certificação de uma produção sustentável e puríssima, 100% livre de agrotóxicos, o que se cobra nas feiras é o que o alimento vale. E nas feiras ainda há a possibilidade de conversas e descontos na hora de pagar que não existem nos mercados comuns.

      Todos no setor orgânico tentam realizar um constante trabalho de educação junto à população, mas isso deveria contar com um forte apoio de nossos governantes. Enquanto isso não acontece, as feiras são nossos melhores espaços de diálogo e por meio delas realizamos esse trabalho pedagógico instrucional com a população.

      Com o tempo entenderemos que caro mesmo é consumir alimentos que poluem nossas águas, degradam nossas terras, envenenam nossos agricultores e famílias, geram doenças degenerativas, exterminam nossa biodiversidade e só enriquecem a indústria dos agrotóxicos.

      O alimento orgânico puro, nunca deve ter seu preço percebido como custo, mas como investimento que cuida de nosso meio ambiente e de nossa saúde.

      Consumir alimentos orgânicos é então um cuidado com a nossa saúde e a de quem a gente ama, por isso, não poderíamos deixar de trazer pra dentro da nossa casa que é a FARM, uma feira orgânica especial pra galera de dentro. A expectativa por aqui tá a mil e por aí?

      Estamos muito felizes com a oportunidade dessa parceria! Acreditamos que a FARM esteja fazendo história e dando um grande exemplo de responsabilidade socioambiental e de cuidado com a saúde e bem-estar daqueles que atuam na empresa. Queremos que dê certo e que todos abracem com carinho a feira orgânica para que se torne fixa, um momento de celebração e alegria.

      Vai ser uma felicidade só mesmo! E pra galera de fora… quais os bairros o Circuito ocupa e como saber mais infos sobre esse roteiro?

      Atualmente o Circuito Carioca de Feiras Orgânicas conta com 21 feiras em bairros cariocas. Para ter acesso a lista completa dos endereços é só acessar o mapa de geolocalização. Nossa organização Essência Vital é responsável pela gestão de oito dessas feiras do Circuito, que ocorrem nos bairros Botafogo, Flamengo, Laranjeiras, Urca, Leme, Gávea, Tijuca (Praça Xavier de Brito) e Grajaú. Temos uma página bem bacana no facebook, é só acompanhar a gente por lá!

      Saúde, cuidado e conhecimento andam sempre juntos! Escolhe a feira mais pertinho de você e vai lá experimentar as delícias orgânicas. Já já a gente conta como foi a nossa feira por aqui, fica de olho <3
       

      31.07.18
    • Flor de Sal no Rio na Rua

      Anota aí na agenda! Dia 27.07 vai ser uma sexta-feira lindona com muita música  A gente tem um encontro marcado com a nossa banda do coração, a Flor de Sal, no Rio na Rua, em Botafogo. O evento rola bem no meio da Praça Nelson Mandela, pertinho do metrô, às 20h30, e é a boa pra levar a galera toda pra começar o fds na maior energia boa!

      Afinal, nada mais gostoso que curtir um som delícia, depois da aula, do trabalho, no finzinho do dia no meio da nossa cidade maravilhosa, né? Falou em música boa na rua, a gente tá dentro!

      Lembra do show lindão que rolou nosso Dia da Rua ano passado? Não tem como esquecer! A gente soltou a voz com a Flor de Sal curtindo a vista pra lá de maravilhosa do Arpoador com um pôr-do-sol inesquecível no maior clima de verão. Foi lindo! 

      Então prepara a animação, chama a galera de casa, do trabalho, da faculdade… E bora lá curtir a noite e cantar junto 🙂

      Ah, pra fazer o esquenta, vem ouvir as músicas da nossa banda do coração e assite o vídeo eles acabaram gravaram há pouco tempo na ONErpm Studios Sessions:

      Curtiu? Pra animar pro evento também rolou papo musical com a Dedé Teicher! Num cenário inspirador como a Urca, só pode dar bom, né?

      te esperamos dia 27, até lá! 

      20.07.18
    • novidadinhas da semana

      O fim de semana tá chegando, gente! E olha só quanta coisa legal tá rolando por aí: 

      – Imagina combinar o pôr do sol paradisíaco do Arpoador com samba? Tudo a ver, né? Pois é isso que vai acontecer esse domingo (e todo primeiro domingo do mês) no Posto 7, entre 15h e 20h. Só vamos!

      – Estreia nessa sexta-feira, dia 29, o espetáculo “Geléia Geral” da Crütz Cia. De Dança, que homenageia o movimento tropicalista brasileiro e conta com um repertório 100% nacional, com canções de Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, e outros artistas que a gente ama! Imperdível, né? Então anota aí: teatro Cacilda Becker, de 29 de junho a 22 de julho, sextas e sábados, às 20h, e domingo, às 18h

      – Que a moda caminha juntinho com a arte, a gente já sabe. Mas temos tanto, tanto a aprender sobre esse assunto! E é essa a ideia do aulão que vai rolar esse sábado no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio, com o professor Paulo Debom. Imperdível, né?

      – Organizado pelo Olabi, o encontro “Mulheres Negras Pautando o Futuro” acontece hoje, a partir das 19h, em Botafogo, e promete debater a urgência de incluir mais mulheres negras na inovação e na tecnologia para a garantia de direitos. Bora?

      – A gente quer carnaval o ano todo! E esse sábado vai rolar um encontro de blocos pra lá de especial no Biergarten Rio, a partir das 14h. Os bloquinhos Escangalha e Areia já confirmaram presença. E você? 

      – A gente o MECAInhotim! E já estamos ansiosx com o festival, que começa amanhã! Já deu uma olhada no line up? Tá aqui, ó!
       

      28.06.18
    • VISAR – novos olhares pro mundo

      Desenvolver o olhar fotográfico, onde cada um pode ter sua própria linguagem visual através de dinâmicas, exercícios e teorias em busca do estímulo sensorial da Fotografia. Essa é ideia por trás do Visar, projeto lindão aqui no Rio que a gente conheceu e agora compartilha pra todo mundo! 

      “Criamos o primeiro curso do Visar em 2013, eu e mais 3 fotógrafos, cada um com uma especialidade diferente. Bruno Girão, Alonso Martinez, Patrícia Staggi e eu, Soraya Albuquerque. Nos juntamos pra oferecer para as pessoas um curso que não fosse fadado ao formato tradicional. Amamos fotografia e queríamos falar e ensinar com essa vontade, esse olhar mais lúdico, mais autoral e mais pessoal. Buscamos ensinar fotografia através dessa forma mais delicada e sensível e então nasceu o Visar.” conta, a Soraya.

      Hoje, o projeto vem se reformulando e Soraya, junto com a Patrícia, trazem uma nova formatação que une fotografia e arte, de uma forma mais leve e adaptada ao dia a dia corrido, pra quem já tem o pezinho nesse mundo incrível da fotografia. É o módulo Fotografia + Arte.

      “Quando criamos o Visar em 2013, criamos um formato extenso, que durava por volta de 5 meses e recebíamos alunos iniciantes e quem já tava mais por dentro. A gente discutia mais a questão do olhar do que da técnica, apesar de também passearmos por esse caminho. Nossa ideia agora é modular o curso, porque nem todo mundo tem esse tempo de 5 meses. A ideia é que mais pessoas possam vivenciar essas experiências em períodos mais pontuais.”

      A ideia é fazer experimentações e buscar caminhos possíveis no desenvolvimento do olhar fotográfico e sensível.

      A primeira edição do Foto + Arte já começa esse fim de semana e tem time FARM por lá! A Vivi Oliveira da nossa equipe de Marketing participou da primeira edição lá em 2013 e tá super dentro desse novo módulo.

      “Acho que é uma proposta totalmente diferente dos cursos que já vi de fotografia. Ele alia a técnica com o sensorial e isso faz diferença! Quando participei, sai de lá encontrando mais o meu próprio olhar fotográfico, pq muitas vezes a gente fotografa várias formas e coisas e não nos encontramos naquele olhar, sabe? Quando vi teria essa edição de Fotografia + Arte topei na hora!” conta ela.

      E aí, ficou super na vontade de participar também? É só entrar em contato com essas fotógrafas incríveis e aproveitar essa boa!

      “As pessoas não precisam ser artistas só precisam ter o próprio material fotográfico e o interesse se desenvolver e desenvolver junto! Nossos cursos não são baseados na formação teórica e técnica, são baseados na vontade genuína da pessoa desenvolver mais aquilo que ela já produz.” Completa Soraya.

      Serão 4 sábados de muita fotografia e arte e as inscrições já terminam amanhã, então não perde, ein! Ah, no próximo semestre o Visar vai abrir vários módulos diferentes, também pra iniciantes, workshops e outra edição do Fotografia + Arte. Bora colocar nosso olhar sensível no mundo? 
       

      23.05.18
    • FARM entrevista: camiz

      A gente ama graffite. Em uma das nossas andanças pelo Rio procurando um lugar legal pra fotografar uma campanha, nos esbarramos com a arte da Camila, mais conhecida como Camiz. Foi amor à primeira vista. 

      Chamamos ela pra um papo bom sobre arte e sobre a mulher na arte de rua. Descobrimos que as imagens da Camiz são palavras. Lê com atenção, vai… 

      O grafite é uma intervenção artística que ocupa os espaços públicos e adentra questões fundamentais como território, representatividade, a rua como espaço social. Como você define a ideia de 'ocupar os espaços públicos'? 
      Ocupar é preciso.Principalmente se você vem de onde eu vim. A rua é a melhor plataforma de manifesto. O território é nosso, de todos. Pintar na rua foi a melhor forma que encontrei de me comunicar com as outras pessoas que estão além do meu ciclo comum, qualquer pessoa pode ver. E não é comunicar impondo minha opinião sobre algo, através da pintura, sinto que é possível abrir portas para interpretações variadas. É uma troca. Aprendo muito com o retorno do olhar do espectador que é tão revelador. As pessoas entendem ou não, respeitam, ou não, amam ou detestam.

      Você é mulher, artista de rua, mãe. Como você vê a sua relação com o feminino, como mulher-artista, desde 2010 (quando você começou) até hoje? Inicialmente era bem ruim, mas na época não tinha tanta consciência do quanto era ruim mesmo! Quando comecei a cena no Rio era masculina, e eu estava começando, o que dificultava mais ainda as interações. Hoje, graças a deusa, sei quem sou, e tomei de volta meu lugar de fala, que até então não existia! Os meninos não eram fáceis, nunca são,  mas encontrei algumas pérolas no caminho.O que posso dizer é que hoje valorizo meu gênero, dou ênfase a ele sim, faço tudo como uma mulher.

      Essas mudanças reverberam diretamente na sua arte, né? Diretamente e indiretamente, por todos os lados, rsrs.

      Qual sua memória afetiva em relação à arte? Isso te levou pro grafite? 
      Olha nunca tive ninguém no passado, família, que tenha me motivado, de forma que me fizesse acreditar em desenhar até os 20 anos. Eu sempre escrevi poesias, um dia na escola na primeira série, escrevi uma redação e minha professora me disse que eu nunca deveria parar de escrever, até me deu um prêmio por isso. Acho que esse foi meu maior incentivo artístico da vida. Eu continuo escrevendo, geralmente muito subjetiva, às vezes violenta, tudo que pinto, tudo que desenho é fruto de coisas que escrevo, até quando escrevo só com meus olhos, só com meus pensamentos. Se você perceber, essas pinturas são todas as minhas palavras. 

      Além do grafite, você também é tatuadora. A tatuagem chegou como na sua vida? São corpos e espaços diferentes para celebrar sua arte…
      A tattoo chegou mais como um apoio financeiro. Foi logo depois que o Bento nasceu, meu companheiro e eu precisávamos de mais grana. O início pra mim foi tenso, eu tinha muito medo, é uma grande responsabilidade. Até que parei por um tempo, e recomecei aceitando tatuar somente quando fosse totalmente autoral, o que foi muito mais prazeroso de realizar. 

      Conta como foi seu processo de se 'assumir' artista? De entender que você é grafiteira, que essa é uma escolha profissional também… Como foi isso?
      Olha foi quando eu deixei a vida de assistente de cenografia e decidi me dedicar exclusivamente ao meu trabalho artístico.E também quando fiz meu primeiro trabalho de mural com outros grafiteiros. Aí pensei: – Viu! é possível! Hahaha

      E suas pesquisas de referência, história, inspiração: quem são as pessoas te inspiram? 
      No momento meu trabalho esta voltado para as minhas raízes, para os lugares de onde vim, as pessoas de lá, seus dialetos, para a cultura periférica. Mas também tenho muitas pessoas!
      Muitas pessoas tenho relações diretas, são meus amigos, meus chegados. Me inspiro muito nas relações, em atitudes comuns ou não, das pessoas. No graffiti mulheres como: Lídia Viber, Panmela Castro, Tereza de Quinta…. e boys como Miguel Afa, Kid, Memi, ….pintoras como Frida Kahlo, escritoras como Alice Ruíz…. Poderia escrever uma página aqui de gente incrível. 

      Opa! E a gente apoia a lista e acresce a Camiz como nossa inspiração também. Que venha um livro de imagens… 

      21.05.18
    • feirinha re-FARM, foi lindo!

      Esse fim de semana rolou a 3ª edição da nossa Feirinha re-FARM, um evento especial que faz parte do projeto re-FARM, pra gente seguir junto com iniciativas pelo reduzir, reutilizar, repensar e reciclar.

      Nesses 2 dias tivemos a presença de muita gente querida e parceiros com produtinhos super bacanas! Ah, ainda rolou achados de coleções passadas da FARM, Foxton e Fábula. Olha só tudo que teve por aqui:

      BEM-ESTAR

      Pra cuidar do corpo, mente e alma, estiveram por aqui a galera da Chá Dao, GLITRA, UNNA Beauty e Bhava – Biocosméticos. Várias opções de coisinhas pra cuidar de si e quem quem a gente ama <3

      FEITO À MÃO

      Sabe o artesanal que a gente ama? Teve uma coisa mais linda que a outra! Le Calheiros, Studio Lily, Alma Objetos Cerâmicos, mafuá, Rede ASTA e Mulheres do Sul Global trouxeram suas ideias e iniciativas que colaboram pra um mundo mais colorido, feito à mão e com o coração 🙂

      GASTRONOMIA

      As delícias ficaram por conta do Nordic Kombucha, Enoteca Volante, Cerveja Complexo do Alemão, Le Molho, tipi'óka, ASA açaí, Grão+Grão, ser veg culinária, Purifica e DetoxJá. Várias bebidinhas e comidinhas pra experimentar e levar pra casa. Difícil foi escolher o mais gostoso!

      NOSSA GALERA

      A galera que faz parte do time FARM também marcou presença com muita criatividade! Ladrilha, Carolê, studio camu, Folie Carnaval, meiota e os brigadeiros da Andressa encantaram todo mundo com produtinhos super fofos <3

      MÚSICA

      Claro que não podia faltar música, né? As meninas do Samba Que Elas Querem, a DJ Lili Prohmann e DJ Bieta fizeram todo mundo dançar e curtir o dia com muita animação!

      OFICINAS

      A gente ama customização e upcycling, por isso convidamos o João Incerti da nossa equipe de estilo-arte e as meninas do re-ROUPA pra facilitarem duas oficinas super bacanas que deram vida nova à peças antigas e resíduos que seriam descartados.

      E como a ideia é pensar cada vez mais no bem-estar do planeta, duplamos com o movimento lixo zero, o meu copo eco e os purificadores Europa pra fazer um evento ainda mais sustentável!

      Olha que bacana: o movimento lixo zero ficou responsável pela gestão dos resíduos da Feirinha. O resultado? 183kg de recicláveis encaminhados pras recicladoras e 14kg enviados pra compostagem (vão virar adubo!).

      Já os purificadores Europa distribuíram água fresquinha pra todo mundo! Ao final do evento a galera bebeu 2.400 litros de água que significa uma economia de  4.800 garrafas de 500ml ou  12.000 copos de 200ml. Demais, né?

      A gente amou ver todo mundo por lá! E se vc não conseguiu ir, a dica é ficar de olho nas nossas redes sociais pra acompanhar as novidades que vêm por aí 🙂
       

      09.05.18
    • feirinha re-FARM: as boas do bairro!

      Esse fim de semana acontece mais uma edição na nossa Feirinha RE-FARM <3 uma das iniciativas do projeto RE-FARM pra gente caminhar junto em direção ao reduzir, reutilizar, repensar e reciclar.

      São 2 dias super especiais com parceiros queridos pra gente fazer a energia circular! Ó que galera bacana que vai estar por aqui:

      gastronomia 
      Nordic Kombucha – Rio de Janeiro | Enoteca Volante | Cerveja Complexo do Alemão |
      Le Molho | tipi'óka | ASA açaí | Grão+Grão | ser veg culinária | Purifica | DetoxJá

      feito à mão
      le calheiros | Studio Lily | Alma Objetos Cerâmicos | mafuá | Rede ASTA | Mulheres do Sul Global

      bem-estar
      Chá Dao | GLITRA | UNNA Beauty | Bhava – Biocosméticos | 

      nossa galera
      Ladrilha | carolê | studio camu | Folie Carnaval | meiota | brigadeiros da andressa

      música
      sábado | dj Lili Prohmann
      domingo | dj Bieta :: Style :: Music :: Dance :: ProdSamba Que Elas Querem

      Ah, além disso teremos várias peças de coleções passadas da FARM, Foxton e Fábula por preços especiais!

      A dica é aproveitar o dia pra curtir as boas de São Cristóvão, nosso bairro do <3 e as redondezas:

      Feira de São Cristóvão
      O Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, mais conhecido como Feira de São Cristóvão, é um lugar super especial que celebra a cultura nordestina de várias formas: a literatura de cordel, o repente, a culinária típica, o forró e o povo. De noite, a animação é mais do que garantida, rolam vários karaokês pra galera ir reunida e relembrar as músicas da adolescência!

      CADEG
      O Centro de Abastecimento do Estado da Guanabara (estado da Guanabara! olha que lugar cheio de história) é um mercado que abastece diversos restaurantes, empórios e floriculturas do Rio. Usando os melhores ingredientes da cidade, os restaurantes do mercado foram descobertos há alguns anos por um público em busca de comida boa a preço justo. Ir até Benfica pra se deliciar com um belo bacalhau é um programa e tanto pro fds!

      Quinta da Boa Vista
      Antiga residência da Família Real, a Quinta hoje em dia é um lugar bacana pra fazer piqueniques, passear de bike e curtir um solzinho. Ah, por lá também fica o Museu Nacional, o mais importante museu de ciências do Brasil. Atualmente é ligado à UFRJ. A estrela do acervo é a ala de arqueologia, onde se encontram sarcófagos e múmias egípcias. Luzia, o fóssil humano mais antigo encontrado nas Américas, também está no museu. As salas dedicadas à etnologia mostram belos artefatos criados por povos das Américas, África e Pacífico Sul. Nas ciências naturais, o destaque vai para a ala de geologia, com sua impressionante coleção de meteoritos.

      Museu de Astronomia e Ciências Afins
      Grudadinha com a nossa fábrica,bem em frente está o Museu de Astronomia e Ciências Afins. Uma unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações – MCTIC que realiza pesquisas, preservação de acervos, divulgação e história da ciência e da tecnologia no Brasil. Esse fds rola Observação do Sol, Observação do Céu e outras coisas bem legais, vem ver a programação!

      Oba! Agora que você já tá por dentro das boas da vizinhança, é só organizar seu roteiro e aproveitar o dia 🙂
       

      04.05.18
    • Marielle gigante no Circo Voador

      1 mês e 6 dias sem respostas. Em 14 de abril desse ano a mulher, negra, mãe, favelada, socialista, companheira, amiga, LGBT, militante, intelectual e referência na luta por direitos humanos, Marielle Franco foi assassinada junto seu motorista Anderson Gomes e seguimos sem respostas sobre o caso.

      Marielle presente. Marielle resistente. Marielle gigante: na próxima quinta-feira, dia 26.04, no Circo Voador uma homenagem feita por muitas vozes que rememoram a vida e a luta dessa referência de força feminina.

      Idealizada coletivamente, a noite busca fortalecer a luta popular a partir de uma atividade político-cultural com shows, apresentação teatral e poesia. A partir das 19h todo mundo vai conferir as apresentações de Planet Hemp, Marcelo Yuka, Flora Matos, TudoBom Records com: Filipe Ret, MãoLee, Daniel Shadow, Thiago Anezzi e Pan, MC BK, Heavy baile, Dj Tamy, Bloco Apa Funk, Coletivo Abronca, Cia Buzina Teatral, Cia Entre Lugares e Poetas Favelados.

      A arrecadação do evento será destinada para apoiar 4 coletivos presentes na organização desse dia: Coletivo Fala Akari, coletivo de militantes da Favela de Acari onde ocorria os assassinatos denunciados publicamente por Marielle; Casa das Pretas, onde ocorreu o evento “Jovens Negras Movendo Estruturas” do qual Marielle participou antes de ser assassinada; Coletivo Maré Vive, que é um canal de mídia comunitária feito de forma colaborativa, onde as notícias são desenvolvidas através da colaboração dos moradores no território onde Marielle cresceu e o Pré-Vestibular Comunitário do Centro de Estudos e Ações Solidárias da Maré – CEASM, onde Marielle atuou e que foi responsável pelo ingresso de mais de mil estudantes nas universidades públicas do Rio de Janeiro desde sua criação.

      O que esses coletivos têm em comum? Assim como Marielle fazia, lutam pela garantia dos direitos do povo negro, mulheres negras, LGBTs, favelados e periféricos, através de várias iniciativas como eventos culturais, rodas de debate, comunicação comunitária, acompanhamento de abordagens e revistas policiais em seus territórios e apoio aos familiares e vítimas da violência.

      Marielle, uma representante do povo e, que o povo representou, com projetos como “Assédio Não é Passageiro” e “Espaço Coruja”, ela buscava priorizar políticas direcionadas às mulheres em situação de vulnerabilidade da cidade e ser a voz da parcela da população historicamente silenciada. E hoje, todas essas vozes e mutias outras perpetuam a vida e trabalho de Marielle.

      Então já sabe, estar presente no evento do Circo é continuar a luta pra manter viva a memória de Marielle e Anderson. Garante seu ingresso e bora lá!
       

      20.04.18