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sua mochila está vazia

    • Outros carnavais, parte I: Psicodália

      E se você cansou (ou nunca gostou) do carnaval de rua? Tá autorizado também, né? Aliás, tá autorizado inclusive não ter cansado, sempre ter amado, mas estar a fim de conhecer coisas novas. Então por isso perguntamos: vocês têm 10 minutinhos pra ouvir a palavra do Psicodália?

      Porque foi assim que a Lígia Buzin, umas das amigas que entrevistamos para esta matéria, começou a conversa com a gente. É que as pessoas que vão ao Psicodália gostam tanto, mas tanto, que quando voltam não conseguem apenas dizer que “é incrível”. Elas vão te alugar por pelo menos 10 minutos, explicando em detalhes por que esse festival no interior de Santa Catarina tem cada vez mais adeptos fervorosos:

      “É um clima colaborativo, todo mundo se ajuda. Ano passado eu não vi nenhuma briga. Você deixa a cerveja gelando do lado de fora da barraca, deixa suas coisas dentro barraca, não tranca –  e ninguém mexe. É muito diferente do nosso dia a dia e isso é muito relaxante.”

      Mas, entes de tudo, tem a música. O Psicodália, que teve sua primeira edição oficial em 2003, traz em seu DNA o desejo de divulgar novas bandas, mesmo que hoje em dia elas venham misturadas a grandes nomes, como Ney Matogrosso, Céu e Jorge Bem. A Lígia comentou isso com a gente:

      “Boa parte dos discos que eu mais ouvi em 2017 eu conheci a banda no Psicodália. Fora que são só 4.000 pessoas, então você consegue ver os shows bem de boas, sem aperto.”

      O Francisco El Hombre, por exemplo, que super estourou em 2017 e a gente também adora, tocou no Psicodália carnaval passado e vai tocar de novo este ano. O line up de 2018 tem Zé Ramalho, Jorge Bem, Mundo Livre S/A, André Prando, Boogarins… tá animando? Então escuta a palavra mais um pouquinho:

      “O fato do celular não pegar também dá uma sensação de liberdade muito grande. Apesar de ser um festival, muitos shows, muita coisa pra fazer, eu voltei pra casa mais descansada do que eu fui.”

      A Juliana Nodari, que também foi pela primeira em 2017 e está voltando em 2018, resumiu bem:
      “Carnaval de rua é uma delícia, mas tem todo o perrengue de segurança envolvido. Como chegar, como voltar, como fazer xixi. Não ser assaltada, cuidado com assédio… É ótimo, mas tem um fator de stress. Lá no Psicodália pode ter o perrengue de acampar, mas eu acho bem mais tranquilo do que ir pra carnaval de rua.”

      Faz sentido, né? E ainda tem toda a questão da sustentabilidade, que a gente aqui acha muito importante. O festival tem como uma das ideologias o respeito à natureza e a conscientização ecológica, e trabalha com um programa de gerenciamento de resíduos através do qual todo o lixo gerado é destinado. Não existe copinho descartável, por exemplo. O esquema é cada um com o seu copo. Além disso, o lixo é reciclado e há diversas lixeiras bem posicionadas e sinalizadas.

      Tá pensando em largar tudo e se jogar? Então anota: são 06 dias de festival, em pleno feriadão de carnaval (de 09/02 a 14/02/2018), na cidade de Rio Negrinho, em uma fazenda com 500 mil metros quadrados de área verde. São 05 áreas de camping com toda a estrutura de banheiros, iluminação, segurança, praça de alimentação e limpeza 24h por dia.

      O que a gente não contou aqui, você descobre no site ou ouvindo a palavra do Psicodália de outros foliões apaixonados. Nós estamos quase no convertendo, viu? 
       

      01.02.18